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Sophia Andresen – Versos na tarde – 06/08/2017

Retrato de uma princesa desconhecida Sophia Andresen ¹ Para que ela tivesse um pescoço tão fino Para que os seus pulsos tivessem um quebrar de caule Para que os seus olhos fossem tão frontais e limpos Para que a sua espinha fosse tão direita E ela usasse a cabeça tão erguida Com uma tão simples […]

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Sophia Andresen – Versos na tarde – 23/04/2015

Há muito Sophia Andresen ¹ Há muito que deixei aquela praia De grandes areais e grandes vagas Mas sou eu ainda quem na brisa respira E é por mim que espera cintilando a maré vasa ¹ Sophia de Mello Breyner Andresen * Porto, Portugal – 6 de Novembro de 1919 d.C + Lisboa, Portugal – […]

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Sophia Andressen – Versos na tarde – 09/03/2015

Espera Sophia Andresen¹ Dei-te a solidão do dia inteiro. Na praia deserta, brincando com a areia, No silêncio que apenas quebrava a maré cheia A gritar o seu eterno insulto, Longamente esperei que o teu vulto Rompesse o nevoeiro. ¹Sophia de Mello Breyner Andresen * Porto, Portugal – 6 de Novembro de 1919 d.C + […]

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Sophia Andresen – Versos na tarde – 12/12/2013

Caminho Sophia Andresen ¹ O que eu queria dizer-te nesta tarde Nada tem de comum com as gaivotas. ¹ Sophia de Mello Breyner Andresen * Porto, Portugal – 6 de Novembro de 1919 d.C + Lisboa, Portugal – 2 de Julho de 2004 d.C Tweet

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Sticky: Sophia Andresen – Frase do dia – 01/12/2013

“O êxtase do ar e a palavra do vento povoaram de ti meu pensamento.” Sophia Andresen Tweet

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Sophia Andresen – Versos na tarde

Pudesse Eu Sophia Andresen ¹ Pudesse eu não ter laços nem limites Ó vida de mil faces transbordantes Para poder responder aos teus convites Suspensos na surpresa dos instantes! ¹ Sophia de Mello Breyner Andresen * Porto, Portugal – 6 de Novembro de 1919 d.C + Lisboa, Portugal – 2 de Julho de 2004 d.C […]

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Sophia Andresen – Versos na tarde

Pudesse eu Sophia Andresen ¹ Pudesse eu não ter laços nem limites Ó vida de mil faces transbordantes Para Poder responder aos convites Suspenso na surpresa dos Instantes! ¹ Sophia de Mello Breyner Andresen * Porto, Portugal – 6 de Novembro de 1919 d.C + Lisboa, Portugal – 2 de Julho de 2004 d.C Tweet

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Sophia Andresen – Versos na tarde

Cíclades Sophia Andresen ¹ A claridade frontal do lugar impõe-me a tua presença O teu nome emerge como se aqui O negativo que foste de ti se revelasse Viveste no avesso Viajante incessante do inverso Isento de ti próprio Viúvo de ti próprio Em Lisboa cenário de vida E eras o inquilino de um quarto […]

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Sophia Andresen – Versos na tarde

Catilina Sophia Andresen ¹ Eu sou o solitário e nunca minto. Rasguei toda a vaidade tira a tira E caminho sem medo e sem mentira À luz crepuscular do meu instinto. De tudo desligado, livre sinto Cada coisa vibrar como uma lira, Eu – coisa sem nome em que respira Toda a inquietação dum deus […]

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Sophia Andresen – Versos na tarde

Os dias de verão Sophia Andresen ¹ Os dias de verão vastos como um reino Cintilantes de areia e maré lisa Os quartos apuram seu fresco de penumbra Irmão do lírio e da concha é nosso corpo Tempo é de repouso e festa O instante é completo como um fruto Irmão do universo é nosso […]

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Sophia Andresen – Versos na tarde

Poema Sophia Andresen ¹ Sou o único homem a bordo do meu barco. Os outros são monstros que não falam, Tigres e ursos que amarrei aos remos, E o meu desprezo reina sobre o mar. Gosto de uivar no vento com os mastros E de me abrir na brisa com as velas, E há momentos […]

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Sophia Andresen – Versos na tarde

Cantar Sophia Andresen ¹ Tão longo caminho E todas as portas Tão longo o caminho Sua sombra errante Sob o sol a pino A água de exílio Por estradas brancas Quanto Passo andado País ocupado Num quarto fechado As portas se fecham Fecham-se janelas Os gestos se escondem Ninguém lhe responde Solidão vindima E não […]

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