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Charles Baudelaire – Reflexões na tarde – 23/03/2017

O imprevisto que se mostra Charles Baudelaire ¹ Aquilo a que chamam amor é bem pequeno, bem restrito, e bem fraco, comparado à inefável orgia, à santa prostituição da alma que se dá toda inteira, em poesia e caridade, ao imprevisto que se mostra, ao desconhecido que passa. É bom ensinar por vezes aos felizes […]

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Cícero – Reflexões na tarde – 29/08/2016

Reflexões a propósito do burlesco Senado dessa infelicitada Ré-pública Tapuia. “Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma. Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente dentro do governo, […]

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José Saramago – Reflexões na tarde – 26/08/2016

Mayores José Saramago ¹ Em português diríamos pessoas de idade. Num caso e no outro trata-se de eufemismos para fugir à aborrecida palavra “velhos”, que podendo e devendo ser tomada como uma afirmação vital (“Vivi e estou vivo”), é, com demasiada frequência, lançada à cara do idoso como uma espécie de desqualificação moral. E, contudo, […]

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Clarice Lispector – Reflexões na tarde – 21/08/2016

Escrever Clarice Lispector¹ Quando não estou escrevendo, eu simplesmente não sei como se escreve. E se não soasse infantil e falsa a pergunta das mais sinceras, eu escolheria um amigo escritor e lhe perguntaria: como é que se escreve? Por que, realmente, como se escreve? Que é que se diz? E como dizer? E como […]

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Fernando Pessoa – Reflexões na tarde – 16/02/2016

Natural Fernando Pessoa¹ É natural desejar as coisas que nos são necessárias. É natural desejar as coisas que não nos são necessárias mas que são desejáveis. A doença é desejar as duas coisas com a mesma intensidade. ¹ Fernando Antonio Nogueira Pessoa * Lisboa, Portugal – 13 de Junho de 1888 d.C + Lisboa, Portugal […]

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Clarice Lispector – Reflexões na tarde – 31/01/2016

O nascimento do prazer Clarice Lispector¹ O prazer nascendo dói tanto no peito que se prefere sentir a habituada dor ao insólito prazer. A alegria verdadeira não tem explicação possível, não tem a possibilidade de ser compreendida – e se parece com o início de uma perdição irrecuperável. Esse fundir-se total é insuportavelmente bom – […]

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Oscar Wilde – Reflexões na tarde – 18/01/2016

Desobediência: virtude original do homem Oscar Wilde¹ Qualquer pessoa que tenha lido a história da humanidade aprendeu que a desobediência é a virtude original do homem. O progresso é uma conseqüência da desobediência e da rebelião. Muitas vezes elogiamos os pobres por serem econômicos. Mas recomendar aos pobres que poupem é algo grotesco e insultante. […]

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Marguerite Yourcenar – Reflexões na tarde – 06/01/2016

Marguerite Yourcenar¹ In Memórias de Adriano “(…) Quando tivermos reduzido o máximo possível as servidões inúteis, evitando as desgraças desnecessárias, restará sempre, para manter vivas as virtudes heróicas do homem, a longa série de males verdadeiros: a morte, a velhice, as doenças incuráveis, o amor não partilhado, a amizade rejeitada, a mediocridade de uma vida […]

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Nietzsche – Reflexões na tarde – 05/01/2016

Solidão Nietzsche¹ “Existem pessoas tão habituadas a estar só consigo mesmas, que não se comparam absolutamente com outras, mas, com disposição alegre e serena, em boas conversas consigo e até mesmo sorrisos, continuam tecendo sua vida-monólogo. Se as levamos a se comparar com outras, tendem a uma cismadora subestimação de si mesmas: de modo que […]

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Shakespeare – Reflexões na tarde – 03/12/2015

Ricardo III – Ato I – Cena I William Shakespeare¹ O inverno do nosso descontentamento foi convertido agora em glorioso verão por este sol de York, e todas as nuvens que ameaçavam a nossa casa estão enterradas no mais interno fundo do oceano. Agora as nossas frontes estão coroadas de palmas gloriosas. As nossas armas […]

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Sêneca – Reflexões na tarde – 28/05/2015

A vida divide-se em três períodos: o que foi, o que é, e o que há de ser. Destes o que vivemos é breve, o que havemos de viver, duvidoso; o que já vivemos certo… O tempo presente é brevíssimo, tanto que a alguns parece não existir, pois está sempre em movimento; frui e precipita-se; […]

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Jean Paul Sartre – Reflexões na tarde – 29/03/2015

O ser e o nada Jean Paul Sartre ¹ Mas se verdadeiramente a existência precede a essência, o homem é responsável por aquilo que é. Assim, o primeiro esforço do existencialismo é o de pôr todo homem no domínio do que ele é e de lhe atribuir a total responsabilidade da sua existência. E, quando […]

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