A equipe do Google+ anunciou nesta segunda-feira (07/05) que tem novidades no Hangouts, seu serviço de videoconferência dentro da rede social.

Segundo o blog da companhia, a partir de hoje, usuários poderão transmitir seus vídeos ao vivo para toda a web através da ferramenta chamada de Hangouts On Air.

Antes de começar um Hangout, marque a opção “Ativar Hangouts On Air” e, depois, basta ativar a novidade clicando no botão “Iniciar transmissão”.

A partir daí, o vídeo será transmitido ao vivo, via perfil do Google+ ou canal no YouTube.

Além disso, é possível embedar a transmissão em qualquer site ou blog.

A rede social ainda disponibiliza um recurso que permite que, durante a transmissão, você veja quantas pessoas estão te assistindo, e ainda grave ou compartilhe o vídeo com quem não pode acompanhá-lo.

Ao terminar a sessão, o YouTube faz o upload automático da gravação para o seu canal no YouTube e posta o vídeo no seu perfil do Google+.

A equipe do Google+ anunciou nesta segunda-feira (07/05) que tem novidades no Hangouts, seu serviço de videoconferência dentro da rede social.

Segundo o blog da companhia, a partir de hoje, usuários poderão transmitir seus vídeos ao vivo para toda a web através da ferramenta chamada de Hangouts On Air.

Antes de começar um Hangout, marque a opção “Ativar Hangouts On Air” e, depois, basta ativar a novidade clicando no botão “Iniciar transmissão”.

A partir daí, o vídeo será transmitido ao vivo, via perfil do Google+ ou canal no YouTube.

Além disso, é possível embedar a transmissão em qualquer site ou blog.

A rede social ainda disponibiliza um recurso que permite que, durante a transmissão, você veja quantas pessoas estão te assistindo, e ainda grave ou compartilhe o vídeo com quem não pode acompanhá-lo.

Ao terminar a sessão, o YouTube faz o upload automático da gravação para o seu canal no YouTube e posta o vídeo no seu perfil do Google+.

Olhar Digital

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Desfazendo amizades

Uma pesquisa realizada na Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, revelou os principais motivos que levam a perda de amigos na rede social Facebook.

No que está sendo visto como o primeiro estudo do tipo, Christopher Sibona, estudante de PHD em ciência da computação e sistemas de informação, revela as principais razões para o unfriending (quando alguém é retirado da lista de amigos do Facebook) e ainda o perfil das pessoas que são retiradas e como elas reagem a isto.

“Os pesquisadores passam muito tempo examinando como as pessoas formam amizades online, mas pouco se sabe como estes relacionamentos acabam”, afirmou Sibona. “Talvez isto nos ajude a desenvolver uma teoria do ciclo completo de amizade e fim da amizade (pelo Facebook).”

Como ser chato

Depois de pesquisar mais de 1,5 mil usuários do Facebook no Twitter, Sibona descobriu que a primeira razão para uma pessoa ser bloqueada pela outra são as atualizações frequentes sobre assuntos desinteressantes.

“A centésima atualização sobre sua banda favorita não é mais interessante”, afirmou o pesquisador.

A segunda razão para perder amigos no Facebook são as atualizações sobre assuntos potencialmente polêmicos, como religião e política.

“Muitos pedem para que não se converse sobre religião ou política em festas no escritório e o mesmo vale para (a vida) online”, disse Sibona.

Atualizações com comentários grosseiros ou racistas ficaram em terceiro no ranking de motivos que levam alguém a perder amigos no site de relacionamentos.

Vidas que se cruzam

O estudo também mostrou que 57% dos pesquisados bloqueavam alguém de seu círculo de amigos do Facebook por motivos ligados à vida online, enquanto 26,9% bloqueavam as pessoas por motivos ligados a comportamentos offline.

O pesquisador também descobriu uma espécie de hierarquia de relacionamentos, formada por dominantes e subordinados. Por exemplo, aqueles que fazem pedidos para alguém ser seu amigo tinham uma chance muito maior de serem bloqueados.

Por outro lado, aqueles que bloqueiam pessoas parecem ser os dominantes nos relacionamentos via Facebook.

O pesquisador também detectou reações variadas entre aqueles que foram bloqueados: alguns ficam profundamente magoados, outros não se importam.

Sibona afirmou que a interação via Facebook é bem diferente da interação fora da internet.

“Existem mais nuances no mundo das amizades offline. Você não tem que pedir para alguém ser seu amigo”, disse. “Mas não é assim online, pode ser constrangedor.”

Cautela

Para o pesquisador, é importante que os usuários do Facebook sejam mais cautelosos com as atualizações em seus perfis, principalmente pelo fato de muitas empresas checarem os perfis de seus futuros empregados antes da contratação.

“Os mesmos tipos de atualização que podem fazer com que você seja bloqueado também pode fazer com que você seja visto de forma negativa por um empregador”, afirmou.

Fundado em 2004 por Mark Zuckerberg, atualmente o Facebook conta com mais de 500 milhões de usuários e o sucesso do site de relacionamentos e sua criação foram transformados em filme, A Rede Social, dirigido por David Fincher.
Fonte:Diario da Saúde.

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As mídias sociais periodicamente mudam seus formatos, apresentando tecnologias inovadoras, entretanto, permanecem essencialmente as mesmas.

O que difere de tempos em tempos é a maneira com que usuários consomem os meios de comunicação e processam os mesmos.

O consumidor se tornou mais exigente, de maneira que os meios tiveram de se adaptar.

Nesta era, a palavra do internauta é a essência do sucesso ou declínio dos meios, empresas e marcas

O usuário se tornou menos passivo com relação ao emissor, horizontalizando as mídias em prol de uma comunicação linear, sem barreiras.

A exemplo desta transformação, o Facebook, constatando a mutação do consumidor, modificou-se e para atrair os mais diversificados públicos, começou a oferecer novas opções, como jogar, ouvir musica, baixar vídeos, efetuar compras, criar fan pages, além de conectar-se com amigos.

Sabendo disso, é questionável como se deve usar as redes sociais.

Examinemos então com base em estudos americanos, se estas são dissipadoras de nosso tempo ao invés de auxiliadoras.

• 18% das pessoas entre 50-60 anos usam as redes sociais para se conectarem aos outros que têm passatempos semelhantes aos próprios;
• 17% usam as redes para encontrar o par ideal;
• 50% usam para reencontrar amigos antigos;
• É fonte de entretenimento com 250 milhões de fotos sendo carregadas a cada dia;
• Há 100 milhões de vídeos para se assistir (Facebook).

As mídas sociais chegaram para ficar, o mundo atual gira em torno da internet.

No universo corporativo, não ter uma estratégia de marketing voltada ao ambiente digital é um grande erro e visto como um retrocesso, uma vez que o Facebook em conjunto ao Twitter atingem em média 1 bilhão de usuários.

Uma importante modificação neste consumidor é o fato deste estar mais autêntico que antes.

Foram quebrados paradigmas e hoje qualquer usuário está apto a contribuir, nenhuma informação é descartada, tudo é aproveitado e muitas vezes utilizado como parâmetro.

O mais importante é o poder de alcance, a disseminação do conhecimento e a descentralização do poder.
Com informações: Blog DotStore & Uol

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07:51:07
Rejeição e solidão digital.
Incomoda-me o silêncio da ciência, e dos “zilhões de ólogos” em “zilhões” de “talk shows” televisivos, sobre a rejeição ou a solidão digital. O que tenho visto publicado, e debatido, é muito pouco ante o tamanho da questão. Penso ser uma falácia entender, ou considerar, as redes sociais, Face Book mais diretamente, como um reflexo da vida cotidiana. Há, aqui, uma perigosa simbiose, perversa no âmbito das relações sociais, entre quantidade e qualidade. A explosão das redes sociais exige uma análise mais acurada do comportamento dessa nova sociedade.

07:53:21
Calçada da Fama – O Senado é coerente, sim
Uma coisa se pode dizer a favor do Senado: é coerente. A esse escândalo do senador Demóstenes Torres agregam-se os seguintes fatos: seu Conselho de Ética está há muito tempo sem presidente, sem que Sarney tomasse providências.
É coerente, pois agilidade, indignação, punição e exoneração não fazem parte do seu ideário. Afinal, para quê Conselho de Ética se todos os senadores são éticos, acima de quaisquer suspeitas e presididos por um cidadão incomum?
O presidente interino do Conselho, senador Jayme Campos, julgou-se impedido de presidi-lo por ser do mesmo partido do senador acusado. Qual o problema, senador? Aí estão o CNJ, o CNMP e muitos outros conselhos que julgam seus pares sem impedimento.
O Senado marcou só para 10 de abril a escolha do nov presidente do Conselho de Ética. É coerente, pois a demora ajuda a tirar o escândalo da mídia. De coerências em coerência, não será surpresa se, nas próximas eleições, o povo acabar se julgando impedido de votar para senador.
Também é coerente: afinal, o senador suplente – há varios -, essa aberração antidemocrática, já não toma posse sem voto popular?
Do leitor de O Globo que se assina Luiz Sérgio Silveira Costa

07:55:57
STJ divulga nota para negar que relativizou estupro contra crianças
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, nesta quarta (4), que tenha relativizado a pena contra pessoas que estupram crianças menores de 14 anos. Em nota, o órgão diz que, se houve violência, o réu deve ser punido e nega que a decisão do tribunal institucionalizou a prostituição infantil. “A exploração sexual de crianças e adolescentes não foi discutida no caso submetido ao STJ, nem mesmo contra o réu na condição de cliente”, justificou. “A decisão trata da acusação de estupro ficto, em vista unicamente da ausência de violência real no ato”, completou. Segundo o STJ, a decisão não promove a impunidade de quem se deita com uma criança menor de 14 anos, “apenas permite que o acusado possa produzir prova de que o ato sexual aconteceu com consentimento da suposta vítima”. Na mesma nota, o presidente do tribunal, Ari Pargendler, nega ainda ter admitido rever a decisão do caso concreto. “O tribunal pode rever seu entendimento, não a decisão”, disse.
coluna Claudio Humberto

09:14:32
Esquema de Cachoeira tinha interceptação ilegal de e-mail
Relatórios da Polícia Federal e do Ministério Público Federal afirmam que o grupo do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, contratou serviços de interceptação ilegal de e-mails.
A informação está na reportagem de Fernando Mello, Filipe Coutinho e Leandro Colon, publicada na Folha desta quinta-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Segundo a investigação, uma empresa de um agente aposentado da Polícia Federal, Joaquim Gomes Thomé Neto, entregava relatórios com e-mails interceptados.

Essa empresa foi um dos alvos de busca e apreensão durante a Operação Monte Carlo, deflagrada pela PF no mês passado e que aponta Cachoeira como líder de um grupo que explorava jogo ilegal e pagava propinas a agentes públicos.
Foi nessa operação que a PF flagrou conversas de Cachoeira com o senador Demóstenes Torres (GO). Conhecido por seu discurso de defesa da ética, Demóstenes deixou o seu partido, o DEM, e está sob o risco de cassação.
Folha.com

09:41:39
Brasil: da série “me engana que eu gosto”
Assessora de Perillo pede demissão e diz que foi confundida com ‘a outra’.
A chefe de gabinete do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), pediu exoneração do cargo. Reportagem da Folha mostra que, segundo a Polícia Federal, Eliane Pinheiro recebeu informações sigilosas de operações policiais do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
A assessoria de imprensa do governador confirmou a demissão dela. Segundo a assessoria, Eliane comunicou Perillo, por escrito, no fim da noite de ontem o seu pedido de demissão.
Na carta, Eliane alega que não é ela a Eliane que aparece nas gravação, mas um a outra pessoa com o mesmo nome. Se isso é verdade, então por que pediu demissão???
Tribuna da Imprensa

09:52:03
Brasil: da série “o tamanho do buraco”.
Pesca deu R$ 770 mil para ONG criar peixe; projeto nunca vingou
Durante a gestão da ministra Ideli Salvatti, o Ministério da Pesca liberou de uma só vez R$ 769,9 mil – de um contrato de R$ 869,9 mil – para a organização não governamental (ONG) de um funcionário comissionado do governo de Agnelo Queiroz (PT-DF) implantar, no entorno de Brasília, um projeto de criação de peixes que não saiu do papel.
Alana Rizzo, Estadão.com.br


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Órgãos reguladores dos Estados Unidos pressionaram nesta segunda-feira companhias de Internet a adotar um sistema “sem rastreamento” que dará a consumidores mais controle sobre suas informações pessoais online, e pediram que o Congresso do país aprove uma legislação de privacidade.

A Comissão Federal do Comércio (FTC, em inglês), em seu relatório final sobre recomendações de privacidade, pediu medidas voluntárias semelhantes às divulgadas no relatório preliminar de dezembro de 2010.

A FTC não tem poder de estabelecer regras, e defende que companhias de Internet adotem políticas internas de privacidade mais rígidas que garantam a segurança de dados dos consumidores, e limitem a compilação e retenção de tais informações.

A agência pode tomar medidas contra companhias que violem suas próprias políticas de privacidade.

O relatório é uma resposta à crescente preocupação sobre a falta de controle quanto à coleta e negociação de ampla quantidade de informações detalhadas de atividades online e identidades reais.

No relatório, a FTC pediu que as companhias considerem a privacidade do consumidor ao criar um software, em vez de acrescentar opções de privacidade depois, e que sejam claras com os consumidores sobre quais dados serão coletados e com qual finalidade.
Reuters/Info

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Pouco antes de chegar a uma entrevista de emprego recente, o que Justin Bassett esperava eram as perguntas usuais sobre experiência profissional. Mas ele foi surpreendido pelo entrevistador, que queria saber também a sua senha do Facebook.

Bassett, que é estatístico e vive em Nova York, recusou-se a informá-la e desistiu da vaga, alegando que não queria trabalhar para uma empresa que fuça esse tipo de informação.

Mas seu caso não é isolado, pois várias empresas americanas vêm exigindo a mesma coisa de seus candidatos, e muitos não podem se dar ao luxo de dizer não.

Foi o que aconteceu com o guarda Robert Collins em 2010, quando voltava de uma licença após a morte de sua mãe.

O Departamento de Segurança Pública de Marylan pediu que ele informasse a sua senha na rede social para checar se ele possuía alguma conexão com membros de gangues.

—Eu precisava do meu emprego para alimentar minha família. Eu tinha que dar (a senha) – afirmou Collins.

A prática vai além da checagem que departamento de recursos humanos já faziam sobre o conteúdo publicado por quem busca um emprego na companhia a pretexto de conhecer melhor o futuro funcionário. Pedir a senha de um candidato é mais comum entre órgãos públicos, especialmente entre polícias e serviços de atendimento a emergências.

— É como exigir as chaves da casa de alguém — disse Orin Kerr, professor de direito da Universidade George Washington e ex-promotor federal, que classificou a prática de “uma flagrante violação de privacidade.”

A legalidade do expediente está sendo questionada, e projetos de lei no Illinois e em Maryland querem proibir órgãos públicos de fazerem isso.

Empresas que não chegam a exigir as senhas têm tomado outras medidas, como pedir aos candidatos que adicionem na rede social funcionários do departamento de recursos humanos da companhia ou acessem o site na frente do entrevistador.

Alguns profissionais já empregados também têm sido obrigados a assinar um acordo que os proíbe de criticar o empregador nas redes sociais.

Outras companhias também estão usando programas de computador que vasculham os perfis dos candidatos no Facebook.

Entre elas está a gigante Sears, que solicita aos proponentes a uma vaga na varejista que acessem a página da empresa por meio do login no Facebook.

Dessa forma, o aplicativo consegue informações como a lista de amigos do candidato. Um porta-voz da Sears, Kim Livremente, disse que o programa permite que a companhia atualize as informações de experiência do profissional no mercado de trabalho.

O Facebook não quis comentar os casos, dizendo apenas que proíbe “a solicitação de informações de login e acesso às contas por terceiros”. Repassar senhas também é proibido pelos termos de uso da rede social.

O Departamento de Justiça americano considera crime federal o acesso irregular a uma rede social, mas o próprio órgão disse recentemente no Congresso que esse tipo de violação não está sujeita a processo.
O Globo

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Você já ouviu falar do site de relacionamento que está bombando nos EUA e que promete cair no gosto dos brasileiros em 2012, chamado Pinterest?

Será que vai bombar aqui também? Existe usuários suficientes movimentar mais um site de relacionamento?

Para quem ainda não conhece, o Pinterest é uma espécie de mural virtual, cujo nome vem da soma das abreviaturas das palavras pin (alfinete) e interest (interesse), onde as pessoas criam seu perfil, seguem outras de seu interesse, como no twitter, e compartilham conteúdos diversos, separados por categorias (moda, gastronomia, arquitetura, fotografia e música são algumas das mais populares) através de links (chamados de pins), vídeos ou imagens, que podem ser transformadas em quadros temáticos. Os outros usuários poderão curtir e ou republicar o conteúdo.

O Pinterest foi lançado nos EUA em março de 2010, e segundo os formadores de opinião da web, como o comScore, possui mais de 4,8 milhões de usuários e vem conquistando gradativamente mais internautas interessados em coletar e compartilhar conteúdos considerados interessantes.

No mês de dezembro de 2011 o Pinterest recebeu mais de 7 milhões de visitantes únicos, conforme dados da Experian Hitwise, foi listado pela revista Time como um dos 50 melhores sites de 2011, além de levar o prêmio The Crunchies Award, ofertado pelos blogs VentureBeat, GigaOm e TechCrunch, como melhor nova startup.

A parte mais interessante é que nos EUA, o site já gera mais tráfego que o Twitter, Google + , linkedin, Youtube e MySpace.

De olho nesse potencial, já é bastante usado como Loja Virtual, onde as empresas utilizam o canal para expor e vender seus produtos, direcionando os acessos para seus respectivos sites.

Diante deste cenário, aparentemente promissor, temos a impressão de que em breve o Pinterest cairá na graça do usuário brasileiro.

Mas se formos analisar que, de acordo com muitas pesquisas realizadas, a produção e movimentação dos conteúdos online vem de uma grande minoria, cerca de 7% dos usuários.

Ou seja, o número de usuários que realmente dedicam seu tempo interagindo de fato e formando opinião nas redes sociais é muito pequeno em relação ao universo online, onde cada vez mais surgem novas redes sociais que prometem bombar, fazendo com que essa pequena elite do conteúdo fique ainda mais diluída em meio a tantas novas opções.

Diante desta realidade surge a questão: Existe realmente usuário suficiente para fazer bombar tantas redes sociais?

Por Marcio Eugênio – Sócio fundador da D Loja Virtual www.dlojavirtual.com

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09:17:39
Deputado Vieira Lima diz que redes sociais são eficientes até para pedir votos.
Na semana passada, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a suspensão de campanhas eleitorais pelo Twitter. A decisão revoltou alguns parlamentares, como o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) que usa diariamente a rede social “para se aproximar dos eleitores”. Em entrevista à Coluna Claudio Humberto nesta segunda (19), Lima afirmou que o uso das redes sociais ‘são eficientes até mesmo para pedir votos, pois são redes interativas’. Confira a entrevista:

Qual a sua opinião sobre a proibição do uso do Twitter nas campanhas?
Eu sou contra. Quanto maior a liberdade de expressão melhor para a sociedade e para o país. O Twitter é uma ótima ferramenta para aproximar o político da sociedade.

O PPS já entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN). O PMDB pretende adotar a mesma medida?
É uma decião do presidente do partido. Porém, se eu for consultado com certeza vou fazer tudo o que for necessário para que isso caia.

O senhor já fez campanha pelo Twitter pedindo votos?
As redes sociais são eficientes até mesmo para pedir votos, pois são redes interativas. O próprio leitor se manifesta, questiona sobre o porquê que não irá votar em tal candidato. Esta é a vantagem das redes, ter uma proximidade com o eleitorado para que o se possa conhecer melhor o candidato e suas propostas. Dali [Twitter] surge até um debate e a interação do eleitorado.

09:34:30
Quinto dos infernos
No Brasil Império, o país pagava a Portugal um imposto chamado “Quinto”. Era assim: a coroa portuguesa levava 20% (1/5) sobre tudo que era produzido aqui. A taxação era considerada escorchante pelos brasileiros. Daí surgiu o apelido de… “Quinto dos infernos” para o imposto. Pois, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, a carga tributária do brasileiro está em 38% – ou seja, quase dois quintos dos infernos.

14:23:05
Romário e a Copa do Mundo no Brasil. Artilharia do baixinho nas redes sociais:
1. “É uma pena ouvir nas rádios, ver na TV, abrir os jornais e ler que o governo federal se uniu à Fifa para que a Copa do Mundo seja a maior de todos os tempos. Uma mentira descabida! Não será a melhor e nós vamos passar vergonha”. “Se continuar acontecendo coisas erradas e estranhas como esse encontro do Blatter com pessoas que não são ligadas a Lei Geral da Copa, ela será uma merda”. “O governo federal está enganado o povo. E a presidente Dilma está sendo enganada ou se deixando enganar”. “Brasileiros, continuem cobrando e se manifestando, porque essa palhaçada vai piorar quando tiver a um ano e meio da Copa.”

2. “O pior ainda está por vir, porque o governo deixará que aconteçam as obras emergenciais, as que não precisam de licitações. Aí vai acontecer o maior roubo da história do Brasil”. “Eu quero ver se as pessoas que apareceram sorrindo na foto durante a reunião de ontem [de Dilma com Blatter] vão querer aparecer. Esse Brasil é um circo e os palhaços vocês sabem bem quem são.”

3. “O presidente da Fifa vem ao Brasil e se encontra com a presidente Dilma. Até ai perfeito!” “Nesse encontro estão presentes Aldo Rebello, ministro dos Esportes, ok; Pelé, embaixador honorário do Brasil para a Copa do Mundo de 2014, ok; Ronaldo, conselheiro do Comitê Organizador Local (COL), ok. Só uma pergunta: qual dessas pessoas têm a ver com a Lei Geral da Copa? Nenhuma”. “Muitos outros que têm muito a ver com a Lei Geral da Copa não estavam presentes”. “Na minha concepção de político, a política vai de mal a pior.”


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Como democrata sequer admito a existência do voto obrigatório. Imaginem censura. Qualquer uma.

Não há a menor condição técnica e jurídica de se exercer qualquer controle, principalmente aos blogs e sites hospedados no exterior. Como é o caso de um blog que está hospedado em um provedor na Tailândia, país com o qual o Brasil não tem nenhum acordo abrangendo esta jurisprudência.

Imagine como um juiz qualquer, o qualquer aqui vai no sentido da universalidade e não no do adjetivo qualificativo depreciativo, obrigar o governo da Tailândia a retirar tal blog do ar?
Existe ainda a possibilidade de o editor de um blog pedir a alguém, um amigo indiano, por exemplo, que lá na Escócia, crie um blog no nome dele, registrando-o na Suécia, e publicando o material que seja enviado daqui, criptografado por email para ele. E aí, a justiça brasileira irá interpelar quem?

São perto de 6 milhões de blogs no Brasil, publicando sabe-se lá quantos milhares de comentários em tempo real. Como irá a justiça monitorar esses comentários, sejam a favor ou contra algum candidato?
A tecnologia não espera pela legislação. Até alguns meses atrás não havia Twitter. O que poderá surgir amanhã que a legislação de hoje não previu?
Ora, não conseguem nem monitorar a porcalhada que os candidatos fazem nos muros, postes, etc., durante a campanha!
José Mesquita – Editor


TSE veta Twitter e confirma vocação brasileira para atraso
Blog de Fernando Rodrigues

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu na noite de [ontem] (15.março.2012) que os políticos e os partidos políticos não podem usar o Twitter para manifestar opiniões eleitorais antes de 5 de julho do ano em que serão realizadas as eleições.

Todos os outros cidadãos do planeta podem usar o Twitter para falar dos candidatos e dos pré-candidatos quando bem entenderem.

Mas os próprios candidatos e os partidos políticos não podem.

O prazo de 5 de julho se refere a um trecho da Lei Eleitoral que determina essa data como a que os candidatos passam a ter oficialmente essa condição.

Pela lei, nenhum ser humano interessado em se candidatar pode se manifestar publicamente a respeito de maneira a confundir sua manifestação com propaganda.

Por exemplo, um cidadão pode estar cometendo um crime eleitoral se escrever, antes de 5 de julho, no Twitter “eu sou candidato e quero muito que você que me segue vote em mim” .

Essa decisão do TSE apenas reafirma a vocação brasileira para conviver com o atraso sem fim na organização de certos aspectos da vida cotidiana dos cidadãos.

É claro que os ministros que votaram para vetar o Twitter de políticos antes de 5 de julho o fizeram com base numa argumentação lógica.

A lei proíbe propagada eleitoral antes de 5 de julho.

Tudo bem. Mas era perfeitamente possível interpretar que o Twitter é um ambiente no qual só entra quem quer.

Mas a maioria no TSE não entendeu dessa forma…

Registre-se que 3 ministros, Cármen Lúcia, Gilson Dipp e Dias Toffoli, votaram pela liberação do Twitter e foram vencidos.

Chamou a atenção, perto do final do julgamento, a manifestação do ministro Arnaldo Versiani.

Ele disse, quase com orgulho, que nunca entrou no Twitter e não pretende entrar pelo resto de sua vida. Sem querer, ele sintetizou à perfeição o grau de desconexão da realidade por parte da mais alta Corte de Justiça Eleitoral no Brasil.

Ganhou o pensamento mais atrasado.

Assim fica difícil de o Brasil chegar ao século 21.

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Por Evgeny Morozov ¹
O grande paradoxo da internet atual é que a web parece cada vez menos ordeira, no exato momento em que as companhias de tecnologia decidiram pregar as virtudes da ordem e do controle.

O Facebook serve como exemplo: recentemente, foi apanhado ainda hospedando fotos que usuários haviam pedido que fossem excluídas três anos atrás, enquanto um defeito em seu sistema de segurança permitia acesso público às fotos privadas de seu fundador, Mark Zuckerberg. Outro exemplo é o grupo de hackers Anonymous, que continua a divulgar informações pessoais sobre cidadãos privados e autoridades governamentais, com o objetivo de expressar grandes princípios políticos (ou como simples diversão). Há também a popular rede social Path, que recentemente foi flagrada transferindo conteúdo dos celulares de seus usuários para seus servidores.

Por sorte, o Path ao menos tomou algumas precauções de segurança. Sem elas, as agendas de contatos de seus 2 milhões de usuários já poderiam ter sido adquiridas pelo Anonymous. Isso não só representaria um ataque à privacidade dos usuários como poderia macular suas reputações. Afinal, quem pode saber que informações embaraçosas eles armazenam em seus celulares? Algo semelhante aconteceu no passado: em 2010, o Google estragou o lançamento do Google Buzz ao revelar os nomes dos contatos de e-mail mais frequentes de seus usuários –o que dificilmente serviu para melhorar a reputação do serviço.

O que se pode fazer? Uma solução seria tornar a web um lugar menos anônimo, para que seja possível rastrear e punir as ações de organizações como o Anonymous. Outra seria aceitar que desastres como esses são inevitáveis e manter o foco em administrar bem a reputação pessoal on-line. Diversas “start-ups” já vêm alardeando sua capacidade de rebaixar informações desfavoráveis sobre um usuário a posições menos visíveis em uma lista de retorno de buscas. O serviço pode custar milhares de dólares, o que criaria uma nova disparidade digital entre ricos e pobres.

A terceira solução, mais popular, é aceitar o chamado “direito de ser esquecido” – um direito tão ambíguo que nem mesmo seus proponentes costumam conseguir defini-lo. Em sua forma mais fraca, é questão de bom senso: os usuários deveriam ter a capacidade de excluir qualquer informação sobre si mesmos que tenham inserido em serviços on-line. Na forma mais forte -sob a qual usuários poderiam excluir informações pessoais em sites de terceiros ou serviços de busca -, é uma solução pouco realista e excessivamente restritiva.

No entanto, o “direito de ser esquecido” pouco fará para mitigar fiascos como o do Google Buzz ou o do Path, quanto menos regulamentará as ações do Anonymous. Embora possa servir para limitar a distribuição de informações divulgadas inadvertidamente, não consolará os usuários cuja reputação já tenha sido prejudicada pela distribuição inicial da informação. Às vezes, basta vislumbrar uma informação comprometedora para que danos sejam causados; o “direito de ser esquecido” pode fazer com que informações desse tipo desapareçam da internet –mas não fará com que sejam esquecidas pelos amigos ou parceiros de negócios da parte ofendida.

Eis uma solução mais elegante: precisamos de um sistema de seguro compulsório contra desastres on-line. Pois a revelação acidental de uma informação on-line não passa de um desastre on-line – um feroz tsunami artificial capaz de destruir uma reputação da mesma forma que um tsunami real destruiria uma casa.

Assim, caso o Facebook se esqueça de excluir a foto que um usuário achou ter apagado anos atrás, ou o Google divulgue acidentalmente toda a lista de contatos dele  - e, mais importante, se o usuário for capaz de provar que isso lhe causou danos verificáveis (por exemplo, um ex-namorado maluco começou a perseguir uma usuária on-line por conta disso), a pessoa teria direito a compensação monetária.

Então caberia a ela decidir se aceita o dinheiro e começa uma vida nova na rede ou se usará os serviços de uma das “start-ups” mencionadas acima para reparar sua reputação on-line. E as quantias não precisam ser modestas; já que apenas uma pequena proporção de usuários sofre danos reais com revelações como essas, um pequeno pagamento mensal de todos os usuários bastaria para levantar fundos substanciais a serem usados na ajuda a quem de fato esteja com problemas.

O esquema tem muitas vantagens. Acima de tudo, ele não interfere na maneira pela qual a internet funciona. Não existe necessidade de eliminar o anonimato on-line ou de criar uma estrutura sofisticada de censura, algo que o “direito de ser esquecido” requereria. Segundo, ele oferece às vítimas dos tsunamis da informação ao menos um resquício de compensação adequada. Seria o fim das promessas vagas de que “isso não voltará a acontecer”; as vítimas receberiam dinheiro vivo. Terceiro, seria uma forma de nivelar o jogo no que tange o acesso aos serviços de proteção à reputação on-line e promoveria o ideal de igualdade – porque não seriam mais apenas os ricos que seriam capazes de pagar milhares de dólares para reparar suas reputações.

O mais importante é que o sistema preserva o espírito de inovação da internet. As companhias de internet não precisariam reformular seus modelos de negócios a fim de acomodar as demandas mais exóticas associadas ao “direito de ser esquecido”. Da mesma forma, usuários comuns que já estejam sentindo certa paranoia quanto às suas reputações não precisariam excluir todas as suas contas da internet nem teriam de virar eremitas digitais. Mesmo que o Anonymous revele todos os fatos conhecidos sobre suas vidas, eles receberiam ao menos alguma compensação monetária.

Esse seguro de reputações on-line não é uma panaceia, claro –não deveria substituir o Estado de Direito como ferramenta primária de promoção do interesse público. Empresas descuidadas com os dados de seus usuários ainda deveriam ser processadas e multadas. Mas um esquema de seguros como esse ofereceria algum consolo àqueles de nós que se viram lançados aos confins mais kafkianos da internet.

Por que tornar o sistema compulsório? As pessoas que não usam a internet não deveriam ser isentas? Infelizmente, uma pessoa não precisa usar a internet para ter sua privacidade invadida por ela. Alguém pode ser identificado em uma foto embaraçosa no Facebook sem saber coisa alguma sobre o Facebook. Da mesma forma, quando o Anonymous ataca os bancos de dados on-line de agências do governo, todo cidadão se torna uma possível vítima.

É claro que, como acontece com toda proposta inovadora, existem centenas de detalhes a resolver. Mas esses não representam desafios intransponíveis. De fato, algumas seguradoras – entre as quais gigantes como a AIG – já oferecem a seus clientes empresariais “seguros de reputação” semelhantes ao seguro para vítimas da internet. O necessário agora seria torná-los acessíveis e úteis para os indivíduos, resolvendo algumas das questões mais prementes.

Por exemplo, medir ou mesmo definir o que constitui “dano” a uma reputação on-line pode ser complicado. Mas a crescente quantificação de nosso status social na web – onde somos definidos e avaliados com base nos amigos que temos online– pode em breve tornar essa tarefa mais fácil.

Além disso, deveríamos evitar a criação de um risco moral, ou seja, dar aos usuários incentivos para distribuir fotos embaraçosas de si mesmos na internet com o objetivo de receber indenização por isso no futuro. Ao mesmo tempo, também será um desafio garantir que os indivíduos em risco – aqueles que têm contas genuínas em múltiplas plataformas de internet – não sofram discriminação ou tenham de pagar demais às seguradoras. Mas esse princípio de seleção adversa pode ser superado caso o programa de seguros seja administrado pelo governo.

Da perspectiva da inovação, seria possível afirmar que os interesses da sociedade são servidos quando temos grande número de usuários testando o maior número possível de novos serviços da internet. Portanto, conferir a eles o seguro on-line mais abrangente pode até mesmo representar um objetivo digno, na arena da política pública.

Não avaliar os benefícios de esquemas de seguros como o proposto e ao mesmo tempo abraçar slogans populistas vagos tais como o “direito de ser esquecido” é orientar indevidamente uma política de internet. Uma política de internet inteligente, por outro lado, deveria se ocupar com a maximização do “bem-estar de informação” e fazer seu melhor para criar e defender um “Estado de bem-estar da informação”. Uma rede de segurança digital poderia tornar a internet mais humana sem prejudicar a inovação.
Folha.Com

Tradução de PAULO MIGLIACCI
¹ Evgeny Morozov é pesquisador-visitante da Universidade Stanford e analista da New America Foundation. É autor de “The Net Delusion: The Dark Side of Internet Freedom” (a ilusão da rede: o lado sombrio da liberdade na internet). Tem artigos publicados em jornais e revistas como “The New York Times”, “The Wall Street Journal”, ” Financial Times” e “The Economist”. Lançará em 2012 o livro “Silicon Democracy” (a democracia do silício). Escreve às segundas-feiras, a cada quatro semanas.

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08:07:05
Saiba como a lei encara ofensas pela internet

1) Existem leis específicas para crimes contra a honra cometidos pela internet?
Não. Ofensas feitas na rede são encaradas pela Justiça brasileira à luz dos mesmos artigos do Código Penal que se referem a comentários feitos em qualquer outro espaço.

Usuários anônimos destilam comentários raivosos na internet
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2) O fato de a ofensa ter sido feito pela internet pode agravar a pena?
Sim. Um inciso do capítulo do Código Penal sobre crimes contra a honra diz que as penas aumentam em um terço “na presença de várias pessoas, ou por meio que facilite a divulgação da calúnia, da difamação ou da injúria”, como é o caso da internet.

3) Declarações feitas de forma anônima podem redundar em processos?
Sim. Ocultar o nome na internet não garante o anonimato perante a Justiça. Com os dados do IP da máquina de onde partiu a ofensa, fornecidos pelo provedor da conexão, é possível localizar o autor de um comentário.

4) O provedor da conexão é obrigado a fornecer dados de IP do autor da ofensa?
Sob ordem judicial, sim. No entanto, não há nenhuma lei no Brasil que determine um tempo mínimo durante o qual os provedores são obrigados a guardar os dados de conexão de seus usuários.
Leonardo Luíz/Folha.com

08:26:18
Celular fará pequenos pagamentos
O ministro Paulo Bernardo (Comunicações) e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, discutiram nesta terça (13) a implantação de um sistema de “pagamento móvel”. Trata-se de uma modalidade que permite pequenos pagamentos pelo celular. Segundo Bernardo, a ideia é incluir mais brasileiros no sistema bancário. “Na visão do governo, este seria um grande instrumento de inclusão bancária”, afirmou. O novo modelo funciona pelo mesmo sistema utilizado no envio de mensagens de texto e possibilita que o consumidor faça depósito de um valor na operadora, além de pequenas compras no comercio. O Banco Central prometeu estudar formas de garantir a segurança.

08:33:03
Se todos fossem iguais a você…
Mordomia recusada
O deputado Chico Vigilante (PT) recusou o carro oficial que a Câmara Legislativa do DF vai comprar para todos os parlamentares. Ele avisa que quando estiver insatisfeito com sua carroça, um Santana 2003, fará como qualquer cidadão: comprará outro com seus próprios recursos.


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Lidar com o volume excessivo de posts — muitas vezes inconvenientes — que abarrotam a timeline do Facebook tem sido motivo de queixa de muitos usuários.

O novo recurso que a rede social anuncia nesta quinta-feira, 8, chamado interest lists (“listas de interesses”, em tradução literal), pretende resolver esse problema.

 

A ideia é que o conteúdo possa ser segmentado de acordo com os interesses do usuário.

Se o gosto é por notícias de esporte, por exemplo, pode-se criar uma lista só com as páginas de sites que noticiam esporte no Facebook.

Funciona como o feed de notícias tradicional, com a diferença de que só as atualizações da página selecionada aparecem na timeline.

Na prática, é um recurso estilo “Google Reader” dentro da rede social.

Para o Facebook, o objetivo das listas de interesses é dar ao usuário a oportunidade de criar seu “jornal personalizado”.

O blog All Things D vê a novidade também como uma maneira de esconder posts irrelevantes, evitando a exclusão de amigos, e de acompanhar aquilo que é mais importante.

O recurso das “listas de interesses” estará disponível para os usuários nas próximas semanas, segundo a rede social.

Mas ele já foi liberado para alguns perfis hoje — aparece no menu à esquerda da página inicial.

Uma pesquisa conduzida pelo Pew Research Center revelou, recentemente, que está crescendo o número de pessoas que excluem amigos do Facebook.

Nayara Fraga/Estadão

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