Marina turbina presença na internet com blog e Twitter

Blog ‘Minha Marina’ mostrará rotina de pré-candidata ao Planalto.

Página tem semelhanças com site utilizado por Obama na campanha.

De olho nas eleições de outubro, a pré-candidata do Partido Verde à Presidência, senadora Marina Silva, turbinou nessa semana sua presença no mundo virtual.

A senadora estreou quarta-feira (3) o blog “Minha Marina”, onde promete, já no primeiro post, mostrar sua rotina de candidata. Na quinta (4), voltou a escrever em sua página na rede de microblogs Twitter, criada em 22 de janeiro.

Antes de Marina, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), foi o primeiro presidenciável a apostar no Twitter, em junho de 2009. Hoje, o tucano conta com 162 mil seguidores. Sem qualquer divulgação, a senadora do PV arregimentou em 14 dias mais de 1,3 mil seguidores. A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que deverá disputar a Presidência pelo PT, não tem perfil no site.

Semelhanças com Obama

Além das postagens em estilo de diário, o blog “Minha Marina” reúne biografia, artigos e fotos da senadora. A novidade fica por conta de uma aba de “Fatos e Versões”, onde ela pretende responder a boatos venham a surgir durante a campanha eleitoral e esclarecer sua opinião sobre assuntos polêmicos.

Espaço semelhante era usado pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, durante sua vitoriosa campanha, em 2008. Aliás, o nome da página de Marina remete ao utilizado por Obama (www.my.barackobama.com), assim como a foto da senadora, cujo estilo parece o utilizado em um famoso cartaz do presidente dos Estados Unidos. Marco Mroz, um dos coordenadores da campanha da senadora, diz que o desenho foi feito por uma comunidade indígena da Amazônia.

Polêmicas

A primeira polêmica abordada por Marina foi a descriminalização do aborto. A senadora defende um plebiscito para decidir sobre o assunto.

“Eu não faria um aborto e não advogo em favor dele”, escreveu Marina. “Mas reconheço que existem argumentos relevantes dos dois lados da discussão. Essas situações acontecem em momentos de muito sofrimento e desamparo e não podem ser tratadas de forma simplista e maniqueista.”

Twitter

No Twitter, Marina, por enquanto, mantém o foco em informações sobre as articulações para sua candidatura, sem contar detalhes de seu dia-a-dia, como fazem outros políticos. A primeira postagem da senadora deu o tom pretendido para sua campanha: “Espero que esta campanha seja feita com debates e não com embates.”

Marina já demonstra habilidade em interagir com seus seguidores – requisito fundamental para um perfil bem sucedido em redes sociais. Só hoje, até o início da tarde, a senadora já havia respondido a 13 mensagens de leitores, com muitos agradecimentos e “risadas” virtuais.

Ela aproveitou ainda para elogiar a atuação de Heloísa Helena, presidente do PSOL. “Tenho imensa gratidão pela forma como Heloísa Helena conduziu a negociação de apoio ao PV. Ela é uma irmã e vou fazer tudo para ela se reeleger”, disse, em referência à possível candidatura ao Senado de Heloísa. Atualmente, a ex-senadora é vereadora em Maceió.

Eleição de 2010 vai passar pelo Twitter e pelos blogs, diz Dilma

Para marqueteiros, campanha na internet deve buscar interação com eleitor

Agência Estado
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Guilherme Leal, Presidente da empresa de cosméticos Natura é o vice de Marina Silva.

Foto: Clayton de Souza/AE

A senadora Marina Silva (PV-AC) confirmou nesta quinta (28) o empresário Guilherme Leal, co-presidente da Natura, como o candidato à vice de sua chapa para a Presidência. Segundo Marina, Leal é um empresário que discutia e se preocupava com a sustentabilidade “quando o tema ainda não era moda”.

A senadora e pré-candidata à Presidência minimizou o anúncio do PSOL de que não apoiará oficialmente sua candidatura e reafirmou que, apesar da ausência de aliança, vai apoiar Heloísa Helena ao Senado por Alagoas.

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O partido de Heloisa Helena detectou mau cheiro no acordo com o Partido Verde, no qual identificou rastro do DEM e do PSDB. Assim, a senadora Marina Silva perde o apoio da bolivariana alagoana.

O Editor


PSOL rompe aproximação com Marina Silva após aliança PV-PSDB no Rio

A Executiva Nacional do PSOL decidiu nesta quinta-feira encerrar as conversas com o PV para o apoio à candidatura da senadora Marina Silva (PV-AC) à Presidência da República. Segundo a direção do partido, o principal motivo do rompimento é a decisão do PV de se coligar com o PSDB na disputa para o governo do Rio de Janeiro.

“Não queremos relações próximas com candidaturas conservadoras. Queremos uma candidatura autônoma, independente, não satélite das que estão aí”, disse o secretário-geral do PSOL, Afrânio Boppré, após reunião da Executiva Nacional, em Brasília.

O coordenador-geral da pré-candidatura de Marina Silva, o vereador do Rio de Janeiro, Alfredo Sirkis (PV), afirmou que a decisão do PSOL não surpreende. “De fato nunca considerei essa hipótese [de aliança]. Há diferenças substanciais entre os dois partidos”, afirmou.

No entanto, para ele, é possível fechar com o PSOL alianças estaduais como no caso de Alagoas, onde Heloísa Helena sairá candidata ao Senado. Segundo Sirkis, a desistência do PSOL é de certa forma positiva. “É preocupante fazer uma aliança, escamoteando as divergências, que podem aparecer no meio da campanha. É melhor não haver aliança nacional e haver acordos estaduais”, diz o vereador.

Com a decisão da Executiva Nacional, o grupo da presidente nacional do PSOL, Heloisa Helena (AL), decidiu lançar o presidente do partido em Goiás, Martiniano Cavalcanti, como pré-candidato do partido à Presidência. Além de Cavalcanti, os ex-deputados Babá e Plínio de Arruda Sampaio também já lançaram suas pré-candidaturas.

A convenção nacional do partido, marcada para os dias 10 e 11 de abril, vai decidir quem será o candidato da legenda ao Palácio do Planalto.

Heloísa Helena, que disputou a Presidência pelo PSOL em 2006, ficando em terceiro lugar, deve tentar neste ano voltar ao Senado por Alagoas. Ela não concedeu entrevista após a reuniu porque não estava se sentindo bem.

Fernando Gabeira

A movimentação contra a aproximação com o PV começou depois que o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) admitiu a possibilidade de entrar na disputa estadual em coligação com o PSDB. Apontado como o candidato ideal do governador José Serra (PSDB), Gabeira tem aval de Marina Silva.

Segundo reportagem da Folha publicada na terça-feira (19), Gabeira não apoiará o governador de São Paulo e pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra. Pelo menos no primeiro turno. Ele disse que apoiará “unicamente” Marina Silva.

Na semana passada, um manifesto divulgado pela deputada Luciana Genro (PSOL-RS) e mais dois integrantes da Executiva Nacional já indicava o possível rompimento das negociações com o PV. Na ocasião, eles condicionaram o apoio à Marina Silva à desistência da candidatura de Gabeira ao lado PSDB.

“Quando iniciamos a discussão para a aliança [com Marina], um dos pressupostos era uma candidatura independente das forças políticas”, afirmou Luciana. Segundo ela, essa independência deve refletir nos palanques estaduais.

Gabriela Guerreiro/Folha Online, em Brasília

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Ô raça! Né não?
Autentico exemplo da falta de instituições democráticas. Em um país com democracia real, a maioria dos políticos brasileiros estaria na cadeia. O Brasil, infelicitada pátria dos Tupiniquins analfabetos políticos, o voto não corrige. Premia o retorno de figuras como Collor, a manutenção na vida pública dos ‘Renans’ e a possibilidade de ascender à Presidência da República a senhora Dilma Rousseff, figura que não porta o menor viés de democrata.

O Editor.


Collor pode abrir um palanque para Dilma em Alagoas

Sem alarde, Fernando Collor (PTB) perscruta as chances de retornar ao governo de Alagoas em 2010.

Um dos entusiastas da candidatura de Collor é Renan Calheiros, líder do PMDB no Senado.

Renan fora aliado do Collor presidente. Tornara-se adversário do Collor varejado por corrupção. Virara inimigo do Collor do impeachment.

Mandara ao freezer o Collor do ostracismo. Por fim, Renan descongelou suas relações com o Collor redivivo do Senado.

Um Collor surpreendente, agora aliado do mesmo Lula que derrotara, com métodos heterodoxos, nas urnas presidenciais de 20 anos atrás.

Tenta-se pôr de pé, ao redor deste “novo” Collor, uma coligação de pelo menos nove partidos: PTB, PMDB, PR, PCdoB, PT, PMN, PRB, PSC e PP.

São legendas que, em Brasília, integram o consórcio partidário que gravita ao redor de Lula.

Algo que permitiria a Collor oferecer seu eventual palanque alagoano a Dilma Rousseff, a presidenciável de Lula e do PT.

Renan estimula a candidatura Collor de olho na composição da chapa, que integraria numa das duas vagas destinadas aos candidatos ao Senado.

Move-se por pragmatismo. No caminho de sua reeleição há duas pedras. A julgar pelas pesquisas alagoanas, o par de pedras tem potencial para deixar Renan sem mandato.

Chama-se Heloisa Helena a primeira rocha. Ex-senadora, candidata derrotada à Presidência em 2006, virou vereadora de Maceió em 2006.

Presidente nacional do PSOL, HH está decidida a retornar ao Senado. Desistiu de brigar pelo Planalto.

Tenta enfiar o seu partido dentro da candidatura presidencial da amiga Marina Silva (PV).

O outro adversário de Renan é o ex-governador alagoano Ronaldo Lessa (PDT). Frequenta as pesquisas como segundo colocado na corrida ao Senado, atrás de HH.

Até o início de 2009, Renan embalava uma aliança com o atual governador de Alagoas, o tucano Teotônio Vilela.

Candidato à reeleição, Teotônio tornou-se um azarão. Coleciona índices mirrados de intenções de voto. Coisa na casa dos 5%.

Renan enxerga em Collor –dono de um jornal, de uma TV que repete em Alagoas o sinal da Globo e de uma rede de rádios— um candidato mais viável que Teotônio.

Tomado pelas pesquisas, só haveria um político em Alagoas capaz de deter o retorno de Collor ao governo estadual.

Chama-se Cícero Almeida. É filiado ao PP, outro sócio minoritário do consórcio partidário de Lula.

Em 2008, Cícero foi à cadeira de prefeito da capital, Maceió, numa votação em que beliscou notáveis 81,5% dos votos válidos.

Nas pesquisas para o governo, Cícero coleciona algo como um terço dos votos dos alagoanos. Mais do que Collor, que oscila entre 20% e 25%.

Cícero hesita, porém, em embrenhar-se na disputa pelo governo. Sabe que enfrentará, além de Collor, o conglomerado de mídia e os arranjos políticos que estão por trás dele.

Receia perder a cadeira de prefeito, da qual teria de se separar por renúncia, e arrostar uma derrota na briga pelo governo.

Por ora, tampouco Collor se assume como candidato. Mas todo o aparato político que gravita ao seu redor move-se como se a candidatura fosse incontornável.

Alan Marques/Folha de S. Paulo

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Câmara de Maceió livra Heloísa Helena da cassação; PSOL confirma candidatura ao Senado

A Comissão de Ética da Câmara de Vereadores de Maceió (AL) decidiu arquivar o processo por quebra de decoro parlamentar e absolveu a vereadora e presidente nacional do PSOL, Heloísa Helena.

Depois de cinco meses de análise, o relatório final foi apresentado em sessão especial aberta ao público nesta quinta-feira (24). Todos os cinco integrantes da comissão acompanharam o voto do relator, vereador Galba Novaes (PR).

Em junho, Heloísa Helena teve o pedido de cassação feito pela vereadora Tereza Nelma (PSB), a quem chamou de “porca trapaceira” e insinuou que ela seria “ladra de próteses de crianças deficientes” durante discurso no plenário.

Heloísa Helena não compareceu à sessão da Câmara, já que está em viagem ao interior por conta de um familiar adoentado. A vereadora Tereza Nelma também não esteve na Câmara, nem justificou a ausência. Após a sessão, nenhuma das duas atendeu as ligações da reportagem para comentar a decisão.

O presidente do PSOL em Alagoas, Mário Ágra, afirmou que a absolvição ratifica a candidatura de Helena ao Senado Federal em 2010. “Já era certa essa candidatura, porque acreditávamos na absolvição. Mas agora é 100% certo”, afirmou.

Sobre a votação da Comissão de Ética, Ágra assegurou que o resultado fez justiça à colega de partido. “As acusações foram tão ridículas, que tinha certeza que não seria outro o encaminhamento da Casa que não fosse pelo arquivamento”, disse.

O único companheiro de PSOL na Câmara de Maceió, Ricardo Barbosa, também acompanhou a votação do relatório e comemorou o desfecho do caso. “Foi uma decisão técnica-jurídica. Como advogado, sabia que isso teria que acontecer, até porque existem decisões de tribunais superiores nesse sentido”, argumentou.

Relatório “impróprio”

Segundo o relator do processo, a acusação foi rejeitada por ser classificada como “imprópria” para a pena proposta. “Não se pode penalizar um parlamentar por conta de suas opiniões. Esse é um entendimento inclusive do STF [Supremo Tribunal Federal]. O que está em jogo, mais que um mandato, é a representatividade do povo”, alegou.

Para fundamentar juridicamente a decisão, o relator assegurou que, para cassar um parlamentar, é necessário que a representação seja feita por um partido, pela Mesa Diretora da Casa ou mesmo pela Comissão de Ética. “Isso não poderia jamais acontecer por uma representação individual, como foi o caso em análise”, destacou.

Sobre as acusações, Novaes entendeu ainda que elas aconteceram de forma mútua. “As agressões foram recíprocas, e as palavras também se encontram resguardadas pela imunidade parlamentar”, afirmou o vereador.

Carlos Madeiro/UOL

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Os Tupiniquins podem ter que aturar o boiadeiro mais 8 anos no Senado. O Cháves de saias, quer dizer, de calça jeans e camiseta, das Alagoas, pode se perder, mais uma vez, pela língua.

Argh!
O editor


Considerada a candidata mais forte para enfrentar Renan Calheiros (PMDB) na disputa por uma vaga no Senado em 2010, a vereadora Heloísa Helena (PSOL) responde, há cinco meses, a um processo de cassação de mandato que pode atrapalhar seus planos de voltar a Brasília. Heloísa é acusada de quebra de decoro parlamentar por ter chamado a vereadora Tereza Nelma (PSB) de “porca trapaceira” e de “ladra de prótese de criancinhas”.

O relator do processo contra Heloísa Helena, vereador Galba Novaes (PRB), disse que aguarda a cópia das gravações em áudio das duas sessões em que ocorreram os xingamentos. Heloísa acusou Nelma de desviar R$ 162 mil de verba de gabinete para o próprio bolso.

Após a chegada das provas, os vereadores terão cinco sessões para avaliar as acusações e pôr o assunto em plenário, e decidir se Heloísa terá o mandato cassado ou não. Esse é o primeiro processo de quebra de decoro contra um vereador de Maceió. É também o único que pede a perda de mandato. Na Câmara, há vereadores respondendo na Justiça por compra de votos e assassinato.

— Vereador pode roubar cofres públicos, mas não pode chamar o outro de porco — disse Heloísa, numa das poucas vezes em que falou do assunto após o episódio.

— Não houve pedido nem de Collor, nem de Renan, nem do governador nem de ninguém para não levar o processo adiante ou para pedir a cassação. O caso será analisado sob a ótica jurídica — disse Novaes.

O Globo/De Odilon Rios

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Ex-senadora responde por quebra de decoro parlamentar, depois de ter chamado vereadora de ‘porca trapaceira’

Da Gazetaweb:

A vereadora Heloisa Helena (Psol) [está sendo ouvida] pela Comissão de Ética da Câmara Municipal de Maceió. Ela responde por quebra de decoro parlamentar, depois de ter chamado a vereadora Tereza Nelma (PSB) de ‘porca trapaceira’.

A reunião ocorre no auditório de uma faculdade particular, no bairro de Cruz das Almas, onde funciona provisoriamente a sede da Câmara.

A discussão entre as duas vereadoras foi motivada a partir de um projeto de lei, de autoria da parlamentar do Psol, que versa sobre a prorrogação do mandato de conselheiros tutelares de Maceió.

Tereza Nelma teria afirmado, em plenário, que Heloísa praticava ‘pirataria legislativa’, denunciando que a mesma teria copiado o projeto – que acabou recebendo parecer contrário de comissão presidida por Nelma.

Heloisa chegou à sede da Câmara acompanhada por seu advogado e antes de prestar depoimento falou com nossa equipe.

Ela enfatizou o respaldo jurídico que os parlamentares têm ao falar em sessão plenária. “Os parlamentares têm o direito de falar o que pensam, toda a jurisprudência sabe desse direito”, disse.

“Tem gente que quer inventar moda no Estado em Alagoas, quem é ladrão não vai para Conselho de ética e quem é como eu, que diz o que pensa e não gosta de bandido, acaba indo para o Conselho”, declarou.

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Brasil: da série “cuméquié?”

Tupiniquins, Tapebas, Tupinambás, Timbiras e demais tribos desse Brasil varonil, que acreditam em Saci-Pererê, Mula sem Cabeça, Boi Tatá, Caipora, e todos aqueles que acreditam que “a crise não é minha. A crise é do Senado!”

“Ôceis nun tão sabendo?” Então lá vai!

Tá “assim” de capitalistas, empresários e “socialites” — esse é o nome sofisticado que agora se dá pra dondoca — virando petista de carteirinha. Todos jurando amor eterno pela estrela vermelha, e que são amigos do ‘cara’ desde criancinha.

Quer dizer então que essa turma não tem mais ‘nadica’ de medo do sapo barbudo? Ou, para os adeptos de teorias conspiratórias, esse não será um plano maquiavélico para se infiltrarem nas hostes petralhas e avacalharem, com todo o respeito às vacas, com os barbudinhos de língua ‘plesa’?

Bom, depois do dono da Natura Cosméticos, Guilherme Leal, se filiar ao PV da Marina Silva, — aliás, será que esse neo ecológico político do PV, assim como Gabeira, será também um defensor do ‘mato’? — é bem possível acontecer a filiação de Antonio Ermírio de Moraes a PSOL da esgoelada Heloísa Helena.

Mesmo Zé Bêdêu, o derradeiro abestado crédulo da Praça do Ferreira, em Fortaleza — para a ingênua e alencarina criatura, o mensalão não existiu, o Paulo Coelho e o Sarney são escritores, o DEM não tem nada a ver com o PFL… — não entendendo nada desses neo-socialistas perguntou: “será que a Daslu passará a abrigar a sede do PT?”

O editor

PS 1. Qual foi mesmo o compositor que cantou “parem o mundo que eu quero descer?”


Ivo e Eleonora Rosset filiam-se ao PT

O presidente da Valisère, Ivo Rosset, e sua mulher, a psicanalista Eleonora Rosset (ex-Mendes Caldeira), vão se filiar amanhã ao Partido dos Trabalhadores. O evento está marcado para as 11 horas na Câmara Municipal de São Paulo e está sendo organizado pelo Diretório Municipal da legenda.

As principais lideranças do PT, inclusive o presidente nacional, Ricardo Berzoini, devem marcar presença na cerimônia que marca a entrada oficial do casal no partido.

Ivo Rosset foi um dos primeiros empresários de peso a apoiar publicamente o então candidato petista Luiz Inácio Lula da Silva na campanha presidencial de 2002. Já sua mulher Eleonora é reconhecida no partido como uma antiga militante ’sem ficha’, em razão de ter capitaneado ao longo de anos eventos em prol de candidaturas petistas, como a da ex-prefeita Marta Suplicy.

O casal organizou em setembro de 2002, em pleno auge da campanha presidencial, um dos mais badalados jantares em apoio a Lula, reunindo em sua residência centenas de convidados da alta sociedade paulistana e boa parte do PIB do País, como Benjamin Steinbruch, Horácio Lafer Piva, José Mindlin, Cláudio Bardella e Eugênio Staub.

O casal também apoiou Lula na campanha pela reeleição em 2006. De acordo com lideranças petistas, o dono da Valisère sempre externou seu apoio à condução da política econômica nos dois mandatos do presidente Lula, principalmente em razão das medidas de estímulo ao crescimento econômico promovidas pela equipe do governo petista.

O próximo dia 03 de outubro é a data limite imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a filiação partidária e transferência de domicílio eleitoral para quem deseja concorrer a algum cargo nas eleições gerais de 2010.

Agência Estado

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Dilma Roussef e Heloísa Helena empatam em matéria de rejeição: 40%

José Serra é o candidato que conta com a menor rejeição.

* 30% dos entrevistados não votariam em Serra de jeito nenhum para presidente.

* 33% não votariam em Ciro Gomes.

* 40% não votariam em Dilma Rousseff.

* 40% não votariam em Heloísa Helena.

* 37% não votariam em Aécio Neves.

* 37% não votariam em Marina Silva.

O Ibope avaliou o nível de conhecimento dos candidatos à presidência. Serra é o mais conhecido. Marina Silva ainda desponta para o anonimato.

* 66% dos entrevistados conhecem Serra.

* 45% conhecem Ciro Gomes.

* 32% conhecem Dilma.

* 30% conhecem Heloísa Helena.

* 27% conhecem Aécio Neves.

* 18% conhecem Marina Silva,

Serra lidera no ítem de candidato em que o eleitor poderia votar ou votaria com certeza. Mesmo assim, embore lidere, Serra perdeu 5 pontos.

Serra

* 22% dos entrevistados com certeza votariam no candidato. Em junho eram 27%.

* 38% poderiam votar. O mesmo percentual de junho.

Ciro Gomes

* 13% votariam com certeza no candidato. Em junho eram 10%.

* 36% poderiam votar. Em junho eram 38%.

Dilma

* 11% votariam com certeza na candidata. Eram 13% em junho.

* 21% poderiam votar. Em junho eram 26%.

Aécio Neves

* 8% dos entrevistados com certeza votariam no candidato, o mesmo percentual de junho.

* 20% poderiam votar. Em junho eram 21%.

Marina Silva

* 5% com certeza votariam na candidata.

* 17% poderiam votar.

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“O que não é moral não pode ser legal!
Agostinho de Hipona

Mais uma vestal, arauto da moralidade, incisivo Torquemada, um dos dedos acusatórios mais rápido do parlamento, vejam só, tem contas à sombra. Assism, fica claro o porque do Sarney ter tido que …”a crise não é minha. É de todo o senado”!

Argh!

O editor

Senador mora com assessora, mas ganha auxílio-moradia

Único representante do PSOL no Senado, José Nery (PA) recebe R$ 3.800 mensais de auxílio-moradia, mas mora no apartamento de uma assessora do seu gabinete em Brasília. O partido do senador paraense foi responsável por duas representações no Conselho de Ética contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), por quebra de decoro.

Assistente parlamentar com salário mensal de R$ 2.800, Cecília Rodrigues Torres é proprietária de um imóvel na Asa Sul. É lá que Nery fica durante os dias em que está em Brasília. Primeiro-suplente, ele ganhou a cadeira que pertencia a Ana Júlia Carepa (PT), que renunciou à vaga para assumir o governo do Pará em 2007.

Cecília disse à Folha que são amigos desde a juventude, quando atuavam no movimento católico no Ceará, Estado de origem do senador. “Trabalhamos juntos na diocese. É uma longa história de amizade, de cumplicidade”, afirmou a assessora. “Antes de qualquer coisa, nós somos amigos e irmãos. É uma alegria muito boa compartilhar isso com ele.”

Como senador, Nery tem direito a apartamento funcional cedido pelo Senado. Mas preferiu o auxílio-moradia porque, segundo ele próprio, teria menos gastos.

“Pode até ser [questionável], mas foi a solução que eu encontrei”, disse. “Levante quanto gasta em um apartamento funcional. Tem energia. Tem de ter todos os equipamentos para funcionar.”

Nery afirmou que usa o dinheiro do auxílio-moradia para ajudar nas despesas do apartamento. “Uso um quarto. Pago a uma pessoa que mora na casa R$ 1.800 para fazer a limpeza e lavar minhas roupas. Além disso, quando posso, faço minhas refeições em casa”, disse.

Adriano Ceolin – Folha de S.Paulo

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Após um embate da água contra o rochedo — caseiro Francenildo X Palocci. Aliás, Palocci teve direito a advogado de defesa para fazer sustentação oral na sessão do STF, e o caseiro teve negado esse direito. Como disse brilhantemente o Ministro Marco Aurélio “o caseiro era um cidadão desafortunado” —, agora quem escapa de mais uma é o “imexível” Sarney.

O editor

Decisão de Eros Grau é provisória; julgamento não tem data marcada.

Conselho de Ética arquivou todas as ações contra presidente do Senado.

O ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta sexta-feira (28) pedido para que as representações apresentadas por senadores da oposição contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), fossem levadas para análise no plenário da Casa Legislativa.

Ao analisar o mandado de segurança no qual sete senadores pedem que o STF determine a reabertura de representações arquivadas na semana passada, Eros Grau rejeitou o pedido em caráter liminar (provisório). O julgamento definitivo do caso ocorrerá em data ainda não definida.

O relator do processo é Joaquim Barbosa. Ele não analisou o pedido de liminar, porque está de licença médica. Assim, a ação acabou distribuída na tarde desta sexta para o gabinete de Eros Grau. O teor da decisão tomada na noite desta sexta ainda não foi divulgado pelo Supremo.

No mandado de segurança, os adversários de Sarney questionam a decisão da segunda vice-presidente do Senado, Serys Shlessarenko (PT-MT), de impedir que o recurso contra o arquivamento de cinco representações feitas por PSDB e PSOL chegasse ao plenário.

Na ocasião, Serys argumentou que a Mesa Diretora não poderia alterar decisão do Conselho de Ética. O recurso não trata das seis denúncias feitas pelos senadores Arthur Virgílio (PSDB-AM) e Cristovam Buarque (PDT-DF), também arquivadas.

O recurso foi assinado por José Nery (PSOL-PA), Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Jefferson Praia (PDT-AM), Kátia Abreu (DEM-TO), Pedro Simon (PMDB-RS), Renato Casagrande (PSB-ES) e Demóstenes Torres (DEM-GO).

Acusações

O recurso da quinta-feira contempla cinco representações. A primeira, do PSDB, trata da denúncia de que um neto de Sarney teria usado seu prestígio para intermediar convênios para a operação de crédito consignado com a Casa. Em nota, quando da divulgação da denúncia, o neto de Sarney negou favorecimento.

Outra representação dos tucanos diz respeito aos atos secretos. A ação acusa Sarney pela edição dos atos secretos e anexava gravações de conversas telefônicas que mostram Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, conversando com sua filha sobre a nomeação de um namorado. Em discurso em plenário, Sarney negou envolvimento com os atos e criticou a divulgação das gravações.

A última acusação feita pelo PSDB dizia respeito à Fundação José Sarney. Há suspeitas de que a Fundação possa ter fraudado um contrato de patrocínio de R$ 1,3 milhão com a Petrobras. A Fundação classifica as acusações de “levianas” e diz que a estatal fiscalizou o projeto.

A primeira das acusações do PSOL trata dos atos secretos em termos semelhantes à do PSDB. A representação culpava o presidente do Senado pelos atos não publicados e anexava posteriormente as gravações.

A outra representação do PSOL mandada ao arquivo reúnia alguns temas. O primeiro é o fato de Sarney ter ocultado de sua declaração de bens à Justiça eleitoral uma mansão de R$ 4 milhões. O presidente do Senado chegou a dizer que a não declaração foi um “equívoco” do contador, mas depois disse que o fato aconteceu por “esquecimento.”

Outra acusação constante da mesma representação era referente à Fundação José Sarney, em termos semelhantes aos da ação do PSDB.

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Diego Abreu – G1

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A sujeira se generaliza. A insensatez se instala a ponto de Renan Calheiros, da tribuna do senado, teorizar sobre ética.

Isso mesmo Tupiniquins. Renan Calheiros dando aula sobre ética.

Uáu!

O editor

Medida é retaliação às representações do PSDB contra José Sarney.

Líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), diz que crise agora é partidária.

Os senadores Arthur Virgílio (PSDB-AM) e Renan Calheiros (PMDB-AL), respectivamente oposição e aliado do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

O PMDB protocolou uma representação no Conselho de Ética contra o senador Arthur Virgílio (AM), líder do PSDB. A representação, assinada pela presidente do PMDB, Íris de Araújo (GO), foi protocolada no Conselho no final da noite desta quarta-feira (5). O teor, no entanto, ainda não foi divulgado.

O protocolo do PMDB cumpre a ameaça de retaliação feita pelo líder do partido no Senado, Renan Calheiros (AL). Segundo ele, ao representar contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o PSDB transformou a crise política em partidária.

Na terça-feira (4), o PMDB chegou a protocolar de maneira errada a acusação contra Virgílio. Em vez de fazer o protocolo na Secretaria Geral da Mesa Diretora ou no Conselho de Ética, os assessores do partido entregaram a representação no gabinete pessoal do senador Paulo Duque (PMDB-RJ), presidente do colegiado.

Virgílio admitiu ter empregado durante um ano e meio um funcionário que estudava teatro na Espanha. O tucano já negociou com a Diretoria-Geral da Casa e devolverá em quatro parcelas os cerca de R$ 210 mil que o funcionário recebeu no período.

Denúncias arquivadas

Nesta quarta-feira (5), o presidente do Conselho de Ética do Senado, Paulo Duque (PMDB-RJ), rejeitou quatro pedidos de investigação contra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), e um contra o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), na sessão do órgão desta quarta-feira (5). A oposição anunciou que vai recorrer da decisão de Duque.

Em suas decisões, Duque alegou que as matérias não apresentavam evidências que justificassem a abertura de investigação contra Sarney e Renan.

José Sarney ainda responde a sete pedidos de investigação no Conselho de Ética. São três representações apresentadas pelo PSDB, uma representação apresentada pelo PSOL e outras três denúncias formuladas por Arthur Virgílio.

Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília

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