Quase 70 anos depois, descubram como os aliados pintavam o mundo fascista e, em especial, os nazis e reparem como é difícil de imaginar o mesmo tipo de propaganda nos dias de hoje. Ou será que não é assim tão difícil?

Quase 70 anos depois, descubram como os aliados pintavam o mundo fascista e, em especial, os nazis e reparem como é difícil de imaginar o mesmo tipo de propaganda nos dias de hoje. Ou será que não é assim tão difícil?

O CEO do YouTube afirmou que as vendas de anúncios estão aumentando, mas não revelou se finalmente o site de vídeos está lucrando.
Chad Hurley, também fundador do YouTube, falou em Jerusalém durante a estreia de um canal pessoal de Shimon Peres, presidente de Israel, no site.
Hurley se recusou a fornecer os números do aumento de anúncios, mas afirmou que a companhia teve “trimestres espetaculares” e que o site recebe mais de um bilhão de visitas diárias.
O YouTube não rendeu lucros ao Google desde quando o gigante das buscas o adquiriu por 1.76 bilhão de dólares há três anos, mas executivos garantem que o site está saindo do vermelho.
Peres declarou que pretende utilizar seu canal no YouTube para se comunicar com pessoas no mundo todo diretamente.
‘Reclame’ do anos 50 da Kellogs. Publicidade mais machista, impossível.

As empresas nunca falam conosco. Elas não se comunicam; elas compram esta comunicação, que é terceirizada para as agências. Só que agora não cabe mais ser assim e o profissional de comunicação que se vire.
Por João Ghinato ¹
Antigamente, talvez antes da revolução industrial, quando as empresas não eram estas enormes corporações que vemos hoje em dia, quando as empresas não produziam tanto, quando elas ainda vendiam mais para seus bairros, seus conhecidos e parceiros, quando as técnicas de marketing ainda estavam engatinhando, nesta época os próprios donos vendiam seus produtos e serviços, eles falavam com seus clientes, entendiam seus clientes. Ou pelo menos podiam fazê-lo.
Com o aumento massivo da produção, concorrências, necessidades de produtividades ao máximo, vieram as departamentalizações e as terceirizações. A comunicação foi terceirizada.
A era das agências de propaganda estava iniciada. As empresas passaram a ter departamentos de marketing focados em gerenciar as agências para que estas falassem da melhor forma de suas empresas. As agências passaram a falar por elas.
Nós sabemos que quem nos enche de publicidade são as agências, mas fingimos que são as marcas e as empresas. As empresas nunca falam conosco!
Não pelos meios de comunicação. Elas não se comunicam. Elas compram esta comunicação. As agências falam por elas. E nós aceitamos. É o que dá para ser.
Era. A internet e seu atual estágio “2.0″, ou, como queiram, a “internet colaborativa”, quebra tudo isto e volta às origens.
Nesta nova internet, as empresas passaram a ter a possibilidade e, mais que tudo, serem cobradas por isto, de se comunicar diretamente com seus públicos!
Puxa, que legal! Legal para nós, o público, pois para as empresas, e para as agências de publicidade, tem sido, apesar de uma enorme oportunidade para todos, um desafio e um estorvo (até então) enorme e quase avassalador.
Nem as empresas e nem as agências sabem fazer isto. Quem sabe? Como fazer? As agências estão aprendendo como fazer mídia, produzir conteúdo multimídia e entretenimento, na internet, mas não sabem e nem poderiam conseguir falar com cada usuário de seus clientes.
E as empresas não tem isto. Nem sabem falar. Debatem-se internamente: “Quem responde? O que precisamos falar? Como falamos?”
O usuário demanda muito! Demanda tecnicidades a respeito dos produtos, detalhes dos serviços, serviços e informações financeiras, negociações e informações em geral. Os usuários demandam muita atenção e dedicação.
Esta tal web 2.0 demanda muito! As empresas precisam, agora, repensar seus departamentos. Talvez o Departamento de Marketing seja, agora, definitivamente, o Departamento de Comunicação e Marketing, onde o elemento Comunicação seja, sobre tudo, Comunicação Digital e tenha gente capacitada a falar ou delegar internamente toda e qualquer necessidade do público.
Ou talvez a empresa deva ter, em cada um de seus diversos departamentos, alguém responsável pela comunicação digital de sua área. Não sei o formato, mas o certo é que as empresas não podem mais contar 100% com as agências de publicidade falando por elas.
As empresas, agora, precisam “falar com as próprias pernas”.
¹ João Ghinato (jghinato@gmail.com) é diretor de consultorias e planejamento de negócios digitais da AG2
Anúncio ‘high tech’ colocará vídeo em revista impressa.
Chip tem 2,7 mm de espessura e vem com bateria de 75 min recarregável
Uma revista americana lançará na edição que chega às bancas no próximo mês um anúncio que tocará um vídeo.
A novidade é uma arma de marketing pioneira lançada pela rede de TV americana CBS e pela fabricante de refrigerantes Pepsi – um micro-chip contendo cerca de 40 minutos de áudio e vídeo que será incluído nas páginas da revista impressa Entertainment Weekly a partir do mês que vem.
O chip de 2,7 milímetros de espessura, com uma tela LCD de resolução de 320 x 240, começará a rodar assim que o leitor virar a página do anúncio.
Com um toque, será possível assistir a trechos de seriados novos e consagrados da CBS – como a comédia Two and a Half Men e o policial NCIS: Los Angeles – e um anúncio da Pepsi para promover seu novo refrigerante diet “para homens”.
A tecnologia, desenvolvida pela empresa Americhip, de Los Angeles, é a mais nova aposta dos marketeiros para fisgar um público cada vez habituado ao uso das novas tecnologias.
“A melhor maneira de ‘provar’ nossos novos programas é ver trechos, e isso nunca foi possível em um anúncio impresso”, disse o presidente do CBS Marketing Group, George Schweitzer.
“A Entertainment Weekly é o lugar ideal para esse anúncio de Video-in-Print (Vídeo-em-Impressão), que é divertido em si mesmo e particularmente apropriado para um grupo de leitores sintonizados com novas mídias.”
O chip virá com uma bateria capaz de durar até 75 minutos, que poderá ser recarregada através de um cabo USB que acompanha o anúncio.
Custos
Nem a Pepsi nem a CBS revelaram o custo da iniciativa. Em uma coletiva de imprensa na quarta-feira, Schweitzer evitou responder a perguntas de jornalistas nesse sentido: “Custará mais do que uma lata de Pepsi”, se limitou a dizer.
As cifras foram alvo de especulação nos jornais financeiros desta quinta. Citando, sem identificar, um executivo do mercado editorial familiarizado com a tecnologia, o britânico Financial Times estimou que para veicular tal anúncio em 100 mil cópias da revista seria necessário desembolsar uma “quantia de sete dígitos”.
“Isto significaria um custo de vários dólares por cópia. Em contraste, um anúncio a cores de página inteira na Entertainment Weekly custa cerca de 9 centavos de dólar por cópia”, disse o jornal.
Segundo a Pepsi e a CBS, apenas alguns leitores em Nova York e Los Angeles – “milhares”, segundo as empresas – receberão cópias da revista com o novo anúncio. A publicação tem uma circulação de 1,8 milhão de exemplares.
Entre as novidades de marketing que chamaram atenção no passado está a da revista Esquire, que celebrou seus 75 anos com uma capa feita com um tipo especial de tinta eletrônica que fazia brilhar partes do papel.
Em 2007, a CBS veiculou na revista Rolling Stone anúncios com “sabor” de mojito – o coquetel cubano à base de rum, açúcar e hortelã – para promover um programa sobre uma família no setor de açúcar e rum.
Em 2005, a empresa inclui nas páginas da revista People chips de áudio semelhantes aos de cartões de Natal para promover uma minissérie sobre Elvis Presley.
O faturamento das agências de propaganda caiu cerca de 10%, de novembro até agora no Brasil. Fruto da mídia encolhida, foi possível conseguir neste fim de ano encaixar comerciais nas emissoras de tevê aberta, como a Rede Globo. Algo dificílimo no passado não muito distante.
Quando fumar fazia bem à saúde
O cigarro que emagrece, faz bem para os dentes e acalma os nervos está em exposição na Biblioteca Pública de Nova York. Uma série de propagandas antigas de cigarro mostra os esforços usados pela indústria tabagista para exaltar supostos benefícios do fumo
“Mais médicos fumam Camel do que qualquer outro cigarro”. A frase, que hoje faria tremer qualquer associação de medicina, está estampada num anúncio de cigarro da marca Camel criado em 1946. Houve um tempo em que o hábito de fumar, além de elegante, fazia bem à saúde. Essa era a pretensão de uma poderosa indústria tabagista que, em busca de consumidores, recrutou médicos, dentistas e até bebês a seu favor. “Puxa, mamãe, você realmente gosta dos seus Marlboros”, diz outro anúncio polêmico que estampa a foto de uma criança. Essas propagandas, criadas entre os anos 1927 e 1954, fazem parte de uma exposição organizada pela Biblioteca Pública de Nova York. Os anúncios, que circulavam em revistas como Life e Saturday Evening Post, são coloridos e criativos. A exposição ainda recorre a celebridades que emprestaram rosto e pulmões à indústria tabagista. O ator Ronald Reagan, o esportista Joe DiMaggio e até Papai Noel aparecem de cigarro em mãos.
As propagandas também poderiam ilustrar uma recente e polêmica descoberta de pesquisadores da Universidade da Califórnia e da Universidade Stanford. Em setembro, eles revelaram documentos secretos que mostram o verdadeiro tamanho dos interesses da indústria tabagista. Artistas como John Wayne, Henry Fonda e Bette Davis receberam milhares de dólares para promover marcas de cigarro durante a era dourada do cinema americano, nas décadas de 30 e 40. Só a empresa American Tobacco pagou o equivalente atual a US$ 3,2 milhões para ver a marca Lucky Strike nas telas de Hollywood. Entre os artistas mais bem pagos estavam Clark Gable, Gary Cooper e Joan Crawford. Cada um recebeu US$ 10 mil, o equivalente a US$ 100 mil atuais. A indústria tabagista não imaginava que acender um cigarro e sorrir como Clark Gable custaria um preço ainda maior à saúde das gerações que compraram a propaganda de Hollywood. Se o médico que defendeu as maravilhas de Camel não fosse apenas um figurante de publicidade, nenhuma tosse disfarçaria o constrangimento.
Um luxo só! A atriz global Priscila Fantin é a garota propaganda da mineradora sul africana AngloGold Ashanti e acabou de postar em seu blog as fotos da próxima campanha. A Golden Girl posa deitada sobre nada mais nada menos que 55 barras de ouro de 24 quilates. “E lá estava eu, deitada sobre elas como se nada estivesse acontecendo…”, declarou ela.

A Microsoft quer renovar a sua imagem. E para isto está disposta a desembolsar 300 milhões de dólares numa campanha publicitária cheia de celebridades.
Uma delas será o comediante Jerry Seinfeld, ícone do humor americano. Ele avai aparecer propagandas ao lado do presidente da Microsoft, Bill Gates, e receberá US$ 10 milhões de cachê.
A nova aposta da Microsoft bem em boa hora. A Apple já começou uma disputa acirrada com uma campanha intitulada “Mac x PC”, que mostra um nerd usando um PC olhando distraído para um descolado usuário de Mac.
Para sua nova campanha, a Microsoft também convidou várias outras personalidades, incluindo os comediantes Will Ferrell e Chris Rock.
As informações são do Wall Street Journal.