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	<title>Blog do Mesquita &#187; Poetisas</title>
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	<description>Seja qual for a ideologia de quem está no poder, ele só quer se perpetuar.E o povo é quem paga! Arte&#124;Poesia&#124;Literatura&#124;Humor&#124;Tecnologia da Informação&#124;Design&#124;Publicidade&#124;Fotografia</description>
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		<title>Adélia Prado &#8211; Versos na tarde</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 21:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografias]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poetisas]]></category>
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		<category><![CDATA[adélia prado]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[A Terceira via Adélia Prado ¹ Meu espírito &#8211; que é o alento de Deus em mim &#8211; te deseja pra fazer não sei o que com você. Não é beijar, nem abraçar, muito menos casar e ter um monte de filhos. Quero você na minha frente, extático - Francisco e o Serafim, abrasados -, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008080;">A Terceira via</span></strong><br />
<span style="color: #888888;"><em>Adélia Prado ¹</em></span></p>
<p>Meu espírito &#8211; que é o alento de Deus em mim &#8211; te deseja<br />
pra fazer não sei o que com você.<br />
Não é beijar, nem abraçar, muito menos casar<br />
e ter um monte de filhos.</p>
<p>Quero você na minha frente, extático<br />
- Francisco e o Serafim, abrasados -,<br />
e eu para todo o sempre<br />
olhando, olhando, olhando&#8230;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>¹ Adélia Luzia Prado Freitas<br />
* Divinópolis, MG. &#8211; 13 de Dezembro de 1935 d.C<br />
<a href="http://biografia.wiki.br/adelia-prado-poetisa.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/biografia.wiki.br/adelia-prado-poetisa.html?referer=');"><span style="font-size: xx-small;">&gt;&gt;&gt; biografia</span></a></em></span></p>
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		<title>Adélia Prado &#8211; Versos na tarde</title>
		<link>http://mesquita.blog.br/biografia-de-adelia-luzia-prado-freitas-e-a-poesia-a-serenata</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 21:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografias]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Adélia Luzia Prado Freitas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[A Serenata Adélia Prado ¹ Uma noite de lua pálida e gerânios ele viria com boca e mãos incríveis tocar flauta no jardim. Estou no começo do meu desespero e só vejo dois caminhos: ou viro doida ou santa. Eu que rejeito e exprobo o que não for natal como sangue e veias descubro que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008080;">A Serenata</span></strong><br />
<span style="color: #888888;"><em>Adélia Prado ¹</em></span></p>
<p>Uma noite de lua pálida e gerânios<br />
ele viria com boca e mãos incríveis<br />
tocar flauta no jardim.</p>
<p>Estou no começo do meu desespero<br />
e só vejo dois caminhos:<br />
ou viro doida ou santa.</p>
<p>Eu que rejeito e exprobo<br />
o que não for natal como sangue e veias<br />
descubro que estou chorando todo dia,<br />
os cabelos entristecidos,<br />
a pele assaltada de indecisão.</p>
<p>Quando ele vier, porque é certo que vem,<br />
de que modo vou chegar ao balcão sem juventude?</p>
<p>A lua, os gerânios e ele serão os mesmos<br />
- só a mulher entre as coisas envelhece.</p>
<p>De que modo vou abrir a janela, se não for doida?<br />
Como a fecharei, se não for santa?</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>¹ Adélia Luzia Prado Freitas<br />
* Divinópolis, MG. &#8211; 13 de Dezembro de 1935 d.C<br />
<a href="http://biografia.wiki.br/adelia-prado-poetisa.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/biografia.wiki.br/adelia-prado-poetisa.html?referer=');"><span style="font-size: xx-small;">&gt;&gt;&gt;biografia de Adélia Prado</span></a></em></span></p>
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		<title>Clarice Lispector &#8211; Versos na tarde</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 21:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografias]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poetisas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos na tarde]]></category>
		<category><![CDATA[Clarice Lispector]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[Dá-me a tua mão Clarice Lispector ¹ Dá-me a tua mão: Vou agora te contar como entrei no inexpressivo que sempre foi a minha busca cega e secreta. De como entrei naquilo que existe entre o número um e o número dois, de como vi a linha de mistério e fogo, e que é linha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008080;">Dá-me a tua mão</span></strong><br />
<span style="color: #888888;"><em>Clarice Lispector ¹</em></span></p>
<p>Dá-me a tua mão:<br />
Vou agora te contar<br />
como entrei no inexpressivo<br />
que sempre foi a minha busca cega e secreta.</p>
<p>De como entrei<br />
naquilo que existe entre o número um e o número dois,<br />
de como vi a linha de mistério e fogo,<br />
e que é linha sub-reptícia.</p>
<p>Entre duas notas de música existe uma nota,<br />
entre dois fatos existe um fato,<br />
entre dois grãos de areia por mais juntos que estejam<br />
existe um intervalo de espaço,</p>
<p>existe um sentir que é entre o sentir<br />
- nos interstícios da matéria primordial<br />
está a linha de mistério e fogo<br />
que é a respiração do mundo,</p>
<p>e a respiração contínua do mundo<br />
é aquilo que ouvimos<br />
e chamamos de silêncio.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>¹ Clarice Lispector<br />
* Ucrânia &#8211; 10 de Dezembro de 1920 d.C<br />
+ Rio de Janeiro, RJ &#8211; 9 de Dezembro de 1977 d.C<br />
<a href="http://biografia.wiki.br/clarice-lispector-escritora-poetisa.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/biografia.wiki.br/clarice-lispector-escritora-poetisa.html?referer=');"><span style="font-size: xx-small;">&gt;&gt;&gt;biografia</span></a></em></span></p>
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		<title>Emily Dickison -Versos na tarde</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 21:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografias]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poetisas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos na tarde]]></category>
		<category><![CDATA[Emily Dickison]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura norte americana]]></category>

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		<description><![CDATA[Poema Emily Dickison ¹ Para o Ódio nunca tive – Tempo – pois que a Morte espreita – E a vida nunca foi tanta Que uma Aversão se acabasse. Nem tempo tive de Amar – Ocupar-me Era preciso – Do amor o simples Trabalho – Como achei – Que Me bastava. ¹ Emily Dickinson * [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008080;">Poema</span></strong><br />
<span style="color: #888888;"><em>Emily Dickison ¹</em></span></p>
<p>Para o Ódio nunca tive –<br />
Tempo –<br />
pois que a Morte espreita –<br />
E a vida nunca foi<br />
tanta<br />
Que uma Aversão se acabasse.</p>
<p>Nem tempo tive de Amar –<br />
Ocupar-me<br />
Era preciso –<br />
Do amor o simples Trabalho –<br />
Como achei –<br />
Que Me bastava.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>¹ Emily Dickinson<br />
* Boston, Usa &#8211; 10 de Dezembro de 1830 d.C<br />
+ Boston, Usa – 15 de Maio de 1886 d.C</em></span><br />
<span style="font-size: x-small;"><a href="http://biografia.wiki.br/emily-dickinson-poetisa.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/biografia.wiki.br/emily-dickinson-poetisa.html?referer=');"><em>&gt;&gt; biografia</em></a></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><span style="font-size: x-small;">Nota do Editor<br />
O poema acima foi extraído do livro &#8220;Emily Dickinson: Alguns Poemas&#8221;.</span></span></p>
<p><span id="more-6312"> </span></p>
<p><span style="color: #808080;">Tendo vivido e produzido à margem dos círculos literários de seu tempo, solteira por convicção e auto-exilada dentro de casa por mais de vinte anos, Emily Dickinson não chegou a publicar os seus versos, por não se submeter aos rígidos padrões de discrição e singeleza que se esperava então de uma mulher.</span></p>
<p><span style="color: #808080;">Sua voz era uma voz estranha em meio às tímidas dicções poéticas da época, e por essa razão ela teve de encarar em vida a rejeição de seu labor poético. Ao arrumar o quarto de Emily depois que ela morreu, a sua irmã Lavinia encontrou uma gaveta cheia de papéis em desordem.</span></p>
<p><span style="color: #808080;">Eram cadernos e folhas soltas com uma grande quantidade de poemas inéditos. Disposta a divulgar a obra da irmã, Lavinia entrou em contato com um medíocre crítico literário, Thomas Higginson, que durante trinta anos renegou todos os versos que Emily lhe submetera, e uma obscura escritora, Mabel Todd, que por cinco anos havia freqüentado a casa da poeta sem nunca chegar sequer a vê-la.</span></p>
<p><span style="color: #808080;">Dessa improvável união de forças surgiu a publicação póstuma de alguns de seus poemas, seguida em pouco tempo de diversas outras edições, em vista da excepcional acolhida que tiveram.</span></p>
<p><span style="color: #808080;">Em 1955, o crítico e biógrafo Thomas H. Johnson reuniu numa edição definitiva todos os seus 1.775 poemas.</span></p>
<p><span style="color: #808080;">Sua escrita poética, ambígua, irônica, fragmentada, aberta a várias possibilidades de interpretação, antecipa, sob muitos aspectos, os movimentos modernistas que se sucederiam depois de sua morte. Essa instigante poesia, nascida na solidão e no anonimato dá hoje a Emily Dickinson um merecido e lugar na literatura universal.</span></p>
<p><span style="color: #808080;">Seus versos constam da coletânea &#8220;The Complete Poems of Emily Dickinson&#8221;, editada por Thomas H. Johnson, Cambridge, Mass (EUA), 1955.</span></p>
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		<title></title>
		<link>http://mesquita.blog.br/26946</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 21:02:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografias]]></category>
		<category><![CDATA[Escritoras]]></category>
		<category><![CDATA[Frasário]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poetisas]]></category>
		<category><![CDATA[Clarice Lispector]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é possível fazer sentido. Eu não: quero é uma verdade inventada.&#8221; Clarice Lispector * Ucrânia &#8211; 10 de Dezembro de 1920 d.C + Rio de Janeiro, RJ – 9 de Dezembro de 1977 d.C &#62;&#62; biografia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><span style="color: #008080;">&#8220;Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é possível fazer sentido. Eu não: quero é uma verdade inventada.&#8221;</span><br />
<em><span style="color: #888888;">Clarice Lispector<br />
<span style="font-size: x-small;">* Ucrânia &#8211; 10 de Dezembro de 1920 d.C<br />
+ Rio de Janeiro, RJ – 9 de Dezembro de 1977 d.C</span></span></em><br />
<em><a href="http://biografia.wiki.br/clarice-lispector-escritora-poetisa.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/biografia.wiki.br/clarice-lispector-escritora-poetisa.html?referer=');"><span style="font-size: xx-small;">&gt;&gt; biografia</span></a></em></p>
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		</item>
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		<title>Maria Teresa Horta &#8211; Versos na tarde</title>
		<link>http://mesquita.blog.br/maria-teresa-horta-versos-na-tarde-2</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 21:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Versos na tarde]]></category>
		<category><![CDATA[literatura portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Teresa Mascarenhas Horta]]></category>
		<category><![CDATA[Poetisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Os silêncios da fala Maria Teresa Horta ¹ São tantos os silêncios da fala De sede De saliva De suor Silêncios de silex no corpo do silêncio Silêncios de vento de mar e de torpor De amor Depois, há as jarras com rosas de silêncio Os gemidos nas camas As ancas O sabor O silêncio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008080;">Os silêncios da fala</span></strong><br />
<span style="color: #888888;"><em>Maria Teresa Horta ¹</em></span></p>
<p>São tantos<br />
os silêncios da fala</p>
<p>De sede<br />
De saliva<br />
De suor</p>
<p>Silêncios de silex<br />
no corpo do silêncio</p>
<p>Silêncios de vento<br />
de mar<br />
e de torpor</p>
<p>De amor</p>
<p>Depois, há as jarras<br />
com rosas de silêncio</p>
<p>Os gemidos<br />
nas camas</p>
<p>As ancas<br />
O sabor</p>
<p>O silêncio que posto<br />
em cima do silêncio<br />
usurpa do silêncio o seu magro labor.</p>
<p><em><span style="color: #888888;">¹ Maria Teresa Mascarenhas Horta<br />
* Lisboa, Portugal &#8211; 20 de Maio de 1937 d.C</span></em></p>
<img src="http://mesquita.blog.br/?ak_action=api_record_view&id=26772&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Doroty Parker &#8211; Versos na tarde</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 21:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Versos na tarde]]></category>
		<category><![CDATA[Dorothy Rothschild]]></category>
		<category><![CDATA[Dorothy Rothschild Dorothy Parker]]></category>
		<category><![CDATA[Dot Parker]]></category>
		<category><![CDATA[Dottie Parkercmo]]></category>
		<category><![CDATA[Literatuna norteamericana]]></category>
		<category><![CDATA[Poetisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ser mulher Dorothy Parker ¹ Por que será que quando estou em Roma daria tudo para estar em casa na redoma mas se estou na minha terra americana minha alma deseja a cidade italiana? E quando com você, meu amor, meu remédio, fico espetacularmente cheia de tédio Mas se você se levantar e me deixar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008080;">Ser mulher</span></strong><br />
<em><span style="color: #888888;">Dorothy Parker ¹</span></em></p>
<p>Por que será que quando estou em Roma<br />
daria tudo para estar em casa na redoma<br />
mas se estou na minha terra americana<br />
minha alma deseja a cidade italiana?</p>
<p>E quando com você, meu amor, meu remédio,<br />
fico espetacularmente cheia de tédio<br />
Mas se você se levantar e me deixar<br />
Grito para você voltar?</p>
<p><em><span style="font-size: xx-small;"><span style="color: #888888;">Tradução de Ângela Carneiro</span></span></em></p>
<p><em><span style="color: #888888;">¹ Dorothy Rothschild<br />
<span style="font-size: x-small;">Dorothy Parker, Dot Parker ou Dottie Parkercmo, pseudônimo de Dorothy Rothschild<br />
* New Jersey, EUA. &#8211; 22 de agosto de 1893 d.C<br />
+ New York, EUA. &#8211; 7 de julho de 1967 d.C</span></span></em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Francisca Júlia da Silva &#8211; Versos na tarde</title>
		<link>http://mesquita.blog.br/francisca-julia-da-silva-versos-na-tarde</link>
		<comments>http://mesquita.blog.br/francisca-julia-da-silva-versos-na-tarde#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 21:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografias]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poetisas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos na tarde]]></category>
		<category><![CDATA[Francisca Júlia da Silva Munster]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[Musa Impassível I Francisca Júlia da Silva ¹ Musa! um gesto sequer de dor ou de sincero Luto jamais te afeie o cândido semblante! Diante de um Jó, conserva o mesmo orgulho, e diante De um morto, o mesmo olhar e sobrecenho austero. Em teus olhos não quero a lágrima; não quero Em tua boca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008080;">Musa Impassível I</span></strong><br />
<span style="color: #888888;"><em>Francisca Júlia da Silva ¹</em></span></p>
<p>Musa! um gesto sequer de dor ou de sincero<br />
Luto jamais te afeie o cândido semblante!<br />
Diante de um Jó, conserva o mesmo orgulho, e diante<br />
De um morto, o mesmo olhar e sobrecenho austero.</p>
<p>Em teus olhos não quero a lágrima; não quero<br />
Em tua boca o suave o idílico descante.<br />
Celebra ora um fantasma angüiforme de Dante;<br />
Ora o vulto marcial de um guerreiro de Homero.</p>
<p>Dá-me o hemistíquio d&#8217;ouro, a imagem atrativa;<br />
A rima cujo som, de uma harmonia crebra,<br />
Cante aos ouvidos d&#8217;alma; a estrofe limpa e viva;</p>
<p>Versos que lembrem, com seus bárbaros ruídos,<br />
Ora o áspero rumor de um calhau que se quebra,<br />
Ora o surdo rumor de mármores partidos.</p>
<p><span style="font-size: xx-small;"><em><span style="color: #888888;">do livro Mármores &#8211; 1895</span></em></span></p>
<p><em><span style="color: #888888;">¹ Francisca Júlia da Silva Munster<br />
* Vila de Xiririca, São Paulo &#8211; 1871 d.C<br />
+ Vila de Xiririca, São Paulo &#8211; 1920 d.C</span></em></p>
<p><span style="color: #808080;">Nasceu na antiga Vila de Xiririca, hoje Eldorado, no vale do Ribeira, São Paulo. Poeta do Impassível, valendo-se de uma linguagem e de figuras mitológicas e históricas próprias de um gosto parnasiano, encantou os seus contemporâneos. Seus últimos poemas já denotam algumas tendências ao simbolismo. Sobre seu túmulo está a estátua da &#8220;Musa Impassível&#8221;, de Victor Brecheret, em homenagem a um de seus poemas mais famosos.</span></p>
<p><span style="color: #808080;">Obra poética:<br />
Mármores (1895), Livro da Infância (1899), Esfinges (1903), Alma Infantil (com Júlio César da Silva, 1912), Esfinges &#8211; 2º ed. (ampliada, 1921),<br />
Poesias (organizadas por Péricles Eugênio da Silva Ramos, 1962).</span></p>
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		<title>Emily Dickinson &#8211; Versos na tarde</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 21:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Versos na tarde]]></category>
		<category><![CDATA[Biografias]]></category>
		<category><![CDATA[Emily Dickinson]]></category>
		<category><![CDATA[Poetisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentre todas as Almas já criadas Emily Dickinson ¹ Dentre todas as Almas já criadas - Uma &#8211; foi minha escolha - Quando Alma e Essência &#8211; se esvaírem - E a Mentira &#8211; se for - Quando o que é &#8211; e o que já foi &#8211; ao lado - Intrínsecos &#8211; ficarem - [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008080;"><strong>Dentre todas as Almas já criadas</strong></span><br />
<span style="color: #888888;"><em>Emily Dickinson ¹ </em></span></p>
<p>Dentre todas as Almas já criadas -<br />
Uma &#8211; foi minha escolha -<br />
Quando Alma e Essência &#8211; se esvaírem -<br />
E a Mentira &#8211; se for -</p>
<p>Quando o que é &#8211; e o que já foi &#8211; ao lado -<br />
Intrínsecos &#8211; ficarem -<br />
E o Drama efêmero do corpo -<br />
Como Areia &#8211; escoar -</p>
<p>Quando as Fidalgas Faces se mostrarem -<br />
E a Neblina &#8211; fundir-se -<br />
Eis &#8211; entre as lápides de Barro -<br />
O Átomo que eu quis!</p>
<p><span style="font-size: xx-small;"><span style="color: #888888;">Extraído do livro &#8220;Emily Dickinson: Alguns Poemas&#8221;.</span></span></p>
<p><span style="color: #888888;"><em>¹ Emily Dickinson<br />
* Boston, Usa &#8211; 10 de Dezembro de 1830 d.C<br />
+ Boston, Usa – 15 de Maio de 1886 d.C</em></span></p>
<p><em><span style="font-size: xx-small;"><span style="color: #888888;">&gt;&gt; <a href="http://biografia.wiki.br/emily-dickinson-poetisa.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/biografia.wiki.br/emily-dickinson-poetisa.html?referer=');">biografia de Emily Dickinson</a></span></span></em></p>
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		<title>Lília Chaves &#8211; Versos na tarde</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 21:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Lília Silvestre Chaves]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Poetisas]]></category>
		<category><![CDATA[Versos na tarde]]></category>

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		<description><![CDATA[Poema Lília Chaves ¹ O meu poema é feito para ser imagem (sem ser visto) e falar pelo silêncio de um suspiro refletido. É lido para ser pensado e viver no pensamento adormecido como um vôo de pássaro que passou. É essa passagem absoluta que ficou. O meu poema é um jeito de fechar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008080;">Poema</span></strong><br />
<span style="color: #888888;"><em>Lília Chaves ¹</em></span></p>
<p>O meu poema é feito<br />
para ser imagem<br />
(sem ser visto)<br />
e falar pelo silêncio<br />
de um suspiro refletido.<br />
É lido para ser pensado<br />
e viver no pensamento adormecido<br />
como um vôo de pássaro que passou.</p>
<p>É essa passagem absoluta que ficou.</p>
<p>O meu poema<br />
é um jeito de fechar os olhos</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>¹ Lilia Silvestre Chaves<br />
Poeta, professora de Literatura Francesa.<br />
Autora de ensaios sobre teoria literária e do livro de poemas &#8220;E todas as orquestras acenderam a lua&#8221;.</em></span></p>
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