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Garcia Lorca – Versos na tarde – 26/09/2017

Se as minhas mãos pudessem desfolhar Garcia Lorca¹ Eu pronuncio teu nome nas noites escuras, quando vêm os astros beber na lua e dormem nas ramagens das frondes ocultas. E eu me sinto oco de paixão e de música. Louco relógio que canta mortas horas antigas. Eu pronuncio teu nome, nesta noite escura, e teu […]

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Lope de Vega – Versos na tarde – 08/08/2016

Soneto de repente Lope de Vega¹ Um soneto me pede Violante, nunca na vida estive em tal aperto; quatorze versos dizem que é soneto: brinca brincando lá vão três avante. Não pensei que encontrasse consoante, e na metade estou de outro quarteto; mas, se me vem o início de um terceto, cá nos quartetos nada […]

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Versos na tarde – Antonio Machado – 08/04/2015

Tenho andado muitos caminhos Antonio Machado¹ Tenho andado muitos caminhos tenho aberto muitas veredas; tenho navegado em cem mares e atracado em cem ribeiras Em todas partes tenho visto caravanas de tristeza orgulhosos e melancólicos borrachos de sombra negra. E pedantes ao pano que olham, calam e pensam que sabem, porque não bebem o vinho […]

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Garcia Lorca – Versos na tarde – 09/02/2015

O poeta pede a seu amor que lhe escreva Garcia Lorca ¹ Amor de minhas entranhas, morte viva, em vão espero tua palavra escrita e penso, com a flor que se murcha, que se vivo sem mim quero perder-te. O ar é imortal. A pedra inerte nem conhece a sombra nem a evita. Coração interior […]

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Lope de Vega – Versos na tarde – 26/12/2014

Letra para cantar Lope de Vega ¹ Não serem, Lucinda, estrelas as tuas pupilas belas, bem pode ser; mas que em sua claridade não haja alguma deidade, não pode ser. Que a boca celestial não seja o próprio coral, bem pode ser; mas que não exceda a rosa em ser vermelha e cheirosa, não pode […]

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Garcia Lorca – Versos na tarde – 23/11/2014

Se as minhas mãos pudessem desfolhar Garcia Lorca¹ Eu pronuncio teu nome nas noites escuras, quando vêm os astros beber na lua e dormem nas ramagens das frondes ocultas. E eu me sinto oco de paixão e de música. Louco relógio que canta mortas horas antigas. Eu pronuncio teu nome, nesta noite escura, e teu […]

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Garcia Lorca – Versos na tarde

O poeta pede a seu amor que lhe escreva Garcia Lorca ¹ Amor de minhas entranhas, morte viva, em vão espero tua palavra escrita e penso, com a flor que se murcha, que se vivo sem mim quero perder-te. O ar é imortal. A pedra inerte nem conhece a sombra nem a evita. Coração interior […]

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