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Amparo Jimenez – Versos na tarde – 09/03/2017

Ilusión Marina Amparo Jimenez¹ Tu lengua, pececillo inquieto en mi rostro. Tu boca, ostra que juega con mis labios. Tu piel, arena ardiente sobre mi cuerpo todo. Tu voz, canto de sirena que me llama y espera. Mi piel y mi alma responden pero tú, sirena mía, te esfumas con el sol al bajar la […]

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Demócrito Rocha – Versos na tarde – 08/03/2017

O Rio Jaguaribe Demócrito Rocha¹ O Rio Jaguaribe é uma artéria aberta por onde escorre e se perde o sangue do Ceará. O mar não se tinge de vermelho porque o sangue do Ceará é azul … Todo plasma toda essa hemoglobina na sístole dos invernos vai perder-se no mar. Há milênios… desde que se […]

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Vinícius de Moraes – Versos na tarde – 03/01/2017

A que há de vir Vinícius de Moraes ¹ Aquela que dormirá comigo todas as luas É a desejada de minha alma. Ela me dará o amor do seu coração E me dará o amor da sua carne. Ela abandonará pai, mãe, filho, esposo E virá a mim com os peitos e virá a mim […]

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Francisco Carvalho – Frase do dia – 31/12/2016

“É preciso reconhecer que a poesia é hoje um teatro sem platéia. Uma ribalta às moscas.” Francisco Carvalho Tweet

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O rei dos olhos fechados Rui Pires Cabral ¹ Fazes entrar em Fevereiro o rei dos olhos fechados, o das escadas rolantes. Quanta luz desperdiçada, quanto desconsolo nas grandes superfícies da memória. Ouves o vinho rolar nos ouvidos, a realidade defenderá até à morte os seus mistérios. Fazes uma vênia ao rei destituído e morto, […]

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Manoel de Barros – Frase do dia – 24/09/2016

“Que a importância de uma coisa há de ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós.” Manoel de Barros Tweet

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Bertold Bretch – Versos na tarde – 18/08/2016

Poema Bretch¹ Assim se faz o homem: dizendo sim e dizendo não, batendo e apanhando, unindo-se a uns aqui, a outros acolá. Assim se faz o homem: transformando-se: assim e forma em nós a sua imagem, igual à nossa, no entanto diversa. ¹Bertold BRECHT * Augsburg, Alemanha – 10 de Fevereiro de 1898 d.C + […]

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Os 400 anos da morte de Cervantes e Shakespeare

Com biografias bem distintas, a data nominal de morte une os dois gênios da literatura ocidental – apesar do choque de calendários. Mas uma questão central também fascina a ambos: o que é sonho, o que é realidade? William Shakespeare (esq.) e Miguel de Cervantes Saavedra: biografias e gênios literários distintos numa mesma época Dois […]

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Os Reinos e as Vestes Walmir Ayala¹ Deixei o sal do amor naquela concha que as águas guardam num cioso enleio; águas hoje salgadas deste excesso de amor que é meio e fim, que é retaguarda estando sempre à frente, amor que é lama onde a concha se espoja semovente como em leito ultrajado onde […]

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Pablo Neruda – Versos na tarde

Amor, quantos caminhos Pablo Neruda¹ Amor, quantos caminhos até chegar a um beijo, que solidão errante até tua companhia! Seguem os trens sozinhos rodando com a chuva. Em Taltal não amanhece ainda a primavera. Mas tu e eu, amor meu, estamos juntos, juntos desde a roupa as raízes, juntos de outono, de água, de quadris, […]

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Estranheza do Mundo Ferreira Gullar ¹ Olho a árvore e indago: está aí para quê? O mundo é sem sentido quanto mais vasto é. Esta pedra esta folha este mar sem tamanho fecham-se em si, me repelem. Pervago em um mundo estranho. Mas em meio à estranheza do mundo, descubro uma nova beleza com que […]

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Soneto XVIII Shakespeare¹ Se te comparo a um dia de verão És por certo mais belo e mais ameno O vento espalha as folhas pelo chão E o tempo do verão é bem pequeno. Ás vezes brilha o Sol em demasia Outras vezes desmaia com frieza; O que é belo declina num só dia, Na […]

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