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Lope de Vega – Versos na tarde – 08/08/2016

Soneto de repente Lope de Vega¹ Um soneto me pede Violante, nunca na vida estive em tal aperto; quatorze versos dizem que é soneto: brinca brincando lá vão três avante. Não pensei que encontrasse consoante, e na metade estou de outro quarteto; mas, se me vem o início de um terceto, cá nos quartetos nada […]

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Charles Bukowski – Versos na tarde – 15/06/2016

O pássaro azul Charles Bukowski¹ há um pássaro azul no meu coração que quer sair mas eu sou duro com ele, eu digo, fique aí, eu não vou deixar ninguém te ver. há um pássaro azul no meu coração que quer sair mas eu encho ele de whiskey e fumaça de cigarro e as putas […]

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Gerardo Melo Mourão – Versos na tarde – 09/07/2015

E a duração do lírio fora um hálito Gerardo Melo Mourão ¹ E a duração do lírio fora um hálito, o lírio, Geraldino, de cristal, que te floresce sobre a sepultura; o lírio, Telmo, que em teus olhos pálpebras apascentam de pétalas no claustro. E no entanto durara: ao tempo quando a madressilva não temia […]

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William Blake – Versos na tarde – 06/06/2015

Das Canções da Inocência Introdução William Blake ¹ Tocando uma flauta no vale selvagem Tocando canções doces e alegres Vi uma criança surgir nas nuvens, E ela me disse a sorrir, “Toque aquela do cordeiro”; Então toquei com alegria; “Toque, por favor, a canção de novo” – Então eu toquei, e ela chorou ao ouvir. […]

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José Albano – Versos na tarde – 04/06/2015

Esparsa José Albano ¹ Há no meu peito uma porta A bater continuamente; Dentro a esperança jaz morta E o coração jaz doente Em toda parte onde eu ando, ouço este ruído infindo: São as tristezas entrando E as alegrias saindo ¹ José Albano * Fortaleza, CE. – 12 de Abril de 1882 d.C + […]

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Trazíbulo Casas – Versos na tarde – 29/05/2015

Prólogo Trazíbulo Casas¹ todas as noites aqueles homens decidem o destino do mundo. fora de cena, um louco enrola-se em jornais e sonha com homero. ¹Trazíbulo Casas *Feira de santana,BA – 1957 d.C Tweet

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Francisco Otaviano – Versos na tarde – 20/05/2015

Recordações Francisco Otaviano ¹ Oh! se te amei! Toda a manhã da vida Gastei-a em sonhos que de ti falavam! Nas estrelas do céu via teu rosto, Ouvia-te nas brisas que passavam: Oh! se te amei! Do fundo de minh’alma Imenso, eterno amor te consagrei… Era um viver em cisma de futuro! Mulher! oh! se […]

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Virna Texeira – Versos na tarde – 14/05/2015

Muros Virna Texeira ¹ Depois do portão as lágrimas deságuam ¹ Virna Gonçalves Teixeira * Fortaleza,CE. Poeta, tradutora e médica neurologista. Publicou Visita (2000) e Distância (2005), ambos pela Ed. 7 Letras Tweet

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Alphonsus de Guimaraens Filho – Versos na tarde – 17/03/2015

Boca temporã Alphonsus de Guimaraens Filho ¹ A boca temporã, nessa risada matinal, descuidosa, a linda boca fresca de céu, perdidamente louca pelo desejo apenas esmagada… Nela respira ingênua madrugada, a carne azul dos campos mal dormidos, rios, aguadas, vila despertada pelos ventos do alto, comovidos… Nessa boca que aos poucos madurando se oferece na […]

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Fernando Pessoa – Versos na tarde – 05/07/2014

A água chia no púcaro que elevo à boca Fernando Pessoa/Alberto Caeiro ¹ A água chia no púcaro que elevo à boca. «É um som fresco» diz-me quem me dá a bebê-la. Sorrio. O som é só um som de chiar. Bebo a água sem ouvir nada com a minha garganta. ¹ Fernando Antonio Nogueira […]

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Anibal Beça – Versos na tarde – 19/04/2014

Simples soneto Anibal Beça ¹ Desejado soneto este que é escrito sem as firulas graves do solene, que leva na palavra o simples rito da fala cotidiana. Não condene no entanto, a falta de um estro especioso, nem de brega rotule esse meu vezo. Apenas sinta o som oco e poroso do fundo mar de […]

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Shakespeare – Versos na tarde – 05/03/2014

Soneto 29 William Shakespeare ¹ Quando, malquisto da fortuna e do homem, Comigo a sós lamento o meu estado, E lanço aos céus os ais que me consomem, E olhando para mim maldigo o fado; Vendo outro ser mais rico de esperança, Invejando seu porte e os seus amigos; Se, invejo de um a arte, […]

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