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Paul Éluard – Versos na tarde – 02/12/2016

Seus olhos sempre puros Paul Éluard¹ Dias de lentidão, dias de chuva, Dias de espelhos quebrados e agulhas perdidas, Dias de pálpebras fechadas ao horizonte [ dos mares, De horas em tudo semelhantes, dias de cativeiro. Meu espírito que brilhava ainda sobre as folhas E as flores, meu espírito é desnudo feito o amor, A […]

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A Noite Paul Eluard¹ Acaricia o horizonte da noite, busca o coração de azeviche que a aurora recobre de carne. Ele te porá nos olhos pensamentos inocentes, chamas, asas e verduras que o sol ainda não inventou. Não é a noite que te falta, mas o seu poder. ¹Eugène Émile Paul Grindel * Saint-Denis, França […]

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Paul Auster – Versos na tarde – 09/10/2013

Poema Paul Auster¹ Leve-me com você, e de nossas duas misérias faremos talvez uma espécie de felicidade. ¹Paul Benjamin Auster * Newark, Usa – 3 de Fevereiro de 1947 d.C Escritor, filósofo e poeta norte-americano autor de vários best-sellers como Timbuktu, O Livro das Ilusões, A Noite do Oráculo e A Música do Acaso. Frequentou […]

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Paul Eluard – Versos na tarde – 06/08/2013

Lembrança afetuosa Paul Eluard¹ Houve um grande riso triste O pêndulo parou Um bicho do mato salvava seus filhotes. Risos opacos em quadros de agonia Tantas nudezes transformando em irrisão a [ sua palidez Transformando em irrisão Os olhos virtuosos do farol dos náufragos. ¹Eugène-Émile-Paul Grindel * Saint-Denis, França – 1895 d.C + Paris, França […]

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Paul Eluard – Versos na tarde – 10/05/2013

A Noite Paul Eluard* Acaricia o horizonte da noite, busca o coração de azeviche que a aurora recobre de carne. Ele te porá nos olhos pensamentos inocentes, chamas, asas e verduras que o sol ainda não inventou. Não é a noite que te falta, mas o seu poder. Eugène-Émile-Paul Grindel * Saint-Denis, França – 1895 […]

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Paul Eluard – Versos na tarde

Gritar Paul Eluard ¹ Aqui a acção simplifica-se Derrubei a paisagem inexplicável da mentira Derrubei os gestos sem luz e os dias impotentes Lancei por terra os propósitos lidos e ouvidos Ponho-me a gritar Todos falavam demasiado baixo falavam e escreviam Demasiado baixo Fiz retroceder os limites do grito A acção simplifica-se Porque eu arrebato […]

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Paul Éluard – Versos na tarde

A curva dos teus olhos Paul Éluard ¹ A curva dos teus olhos dá a volta ao meu peito É uma dança de roda e de doçura. Berço noturno e auréola do tempo, Se já não sei tudo o que vivi É que os teus olhos não me viram sempre. Folhas do dia e musgos […]

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Paul Eluard – Versos na tarde

Liberdade Paul Eluard Tradução: Carlos Drummond de Andrade e Manuel Bandeira Nos meus cadernos de escola Nesta carteira nas árvores Nas areias e na neve Escrevo teu nome Em toda página lida Em toda página branca Pedra sangue papel cinza Escrevo teu nome Nas imagens redouradas Na armadura dos guerreiros E na coroa dos reis […]

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