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Nuno Júdice – Versos na tarde – 09/04/2018

Carta (Esboço). Nuno Júdice Lembro-me agora que tenho de marcar um encontro contigo, num sítio em que ambos nos possamos falar, de facto, sem que nenhuma das ocorrências da vida venha interferir no que temos para nos dizer. Muitas vezes me lembrei de que esse sítio podia ser, até, um lugar sem nada de especial, […]

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Nuno Júdice – Versos na tarde – 28/03/2018

Noite e dia Nuno Júdice   E então a noite caiu, para que não se falasse do cair da noite. A noite caiu tão fria como as últimas noites que caíram, neste princípio de inverno, e ninguém pôs um colchão por baixo dela para que a noite não se magoasse, ao cair. A noite limitou-se […]

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Nuno Júdice – Versos na tarde – 22/11/2017

Pequeno-almoço na cama Nuno Júdice¹   Tiro a alma do seu estojo de nuvem, ponho-a no tabuleiro celeste, e levo-a à cama, onde me esperas, para um pequeno-almoço divino.   Com os teus dedos de ninfa, destapas o lençol de relva, e deitas-me ao teu lado, na terra quente do quarto.   Dividimos a alma, […]

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Nuno Júdice – Versos

Um amor Nuno Júdice¹ Aproximei-me de ti; e tu, pegando-me na mão, puxaste-me para os teus olhos transparentes como o fundo do mar para os afogados. Depois, na rua, ainda apanhamos o crepúsculo. As luzes acendiam-se nos autocarros; um ar diferente inundava a cidade. Sentei-me nos degraus do cais, em silêncio. Lembro-me do som dos […]

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Nuno Júdice – Versos na tarde – 10/08/2016

Um amor Nuno Júdice¹ Aproximei-me de ti; e tu, pegando-me na mão, puxaste-me para os teus olhos transparentes como o fundo do mar para os afogados. Depois, na rua, ainda apanhamos o crepúsculo. As luzes acendiam-se nos autocarros; um ar diferente inundava a cidade. Sentei-me nos degraus do cais, em silêncio. Lembro-me do som dos […]

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Nuno Júdice – Versos na tarde – 26/07/2016

Um poema de amor Nuno Júdice¹ Não sei onde estás, se falas ou se apenas olhas o horizonte, que pode ser apenas o de uma parede de quarto. Mas sei que uma sombra se demora contigo, quando me pergunto onde estás: uma inquietação que atravessa o espaço entre mim e ti, e te rouba as […]

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Nuno Júdice – Versos na tarde – 11/05/2014

Poema Nuno Júdice¹ Trabalho o poema sobre uma hipótese: o amor que se despeja no copo da vida, até meio, como se o pudéssemos beber de um trago. No fundo, como o vinho turvo, deixa um gosto amargo na boca. Pergunto onde está a transparência do vidro, a pureza do líquido inicial, a energia de […]

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Nuno Júdice – Versos na tarde – 10/05/2014

Poema Nuno Júdice¹ Gosto das mulheres que envelhecem, com a pressa das suas rugas, os cabelos caídos pelos ombros negros do vestido, o olhar que se perde na tristeza dos reposteiros. Essas mulheres sentam-se nos cantos das salas, olham para fora, para o átrio que não vejo, de onde estou, embora adivinhe aí a presença […]

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