Pois é Tupiniquins. O maluquete das Caraíbas começa a colher os resultados da política “bolivariana” que empurrou goela abaixo da Venezuela.
O coronel megalomaníaco está empurrando a Venezuela para o fundo poço. Que não é o do petróleo. Ao contrário! Cháves conseguiu a proeza de ser o único país exportador de petróleo que não tem dólares para que os empresários venezuelanos possam importar matéria prima para suas empresas funcionarem.
Agora, as empresas brasileiras foram para lá por livre e espontânea vontade. Se não fizeram análise de risco agora não podem reclamar. A velha máxima de “quanto maior o lucro maior o risco”, continua valendo.
O Editor
PS. A maioria dos investimentos de empresas brasileiras na Venezuela foi feita com financiamento do BNDES. Se o Cháves der o ‘cano’, adivinhem quem irá pagar a conta?


‘Risco Chávez’ assusta firmas do Brasil na Venezuela

É dura a vida das empresas estrangeiras que se aventuram a investir em países autocráticos.

Tome-se o exemplo da Venezuela. Ali, os investidores de toda parte, inclusive os do Brasil, são assediados pelo “risco Chávez”.

Convivem com o atraso nos pagamentos e com a aprovação repentina de leis que mudam as regras do jogo com a partida em andamento.

Como dinheiro é bicho medroso, procura logo a rota de fuga ais próxima.

A brasileira Braskem fechara com a estatal venezuelana Pequiven parcerias para a abertura de duas companhias. Coisa de US$ 3,5 bilhões.

Uma, a Propilsur, foi adiada por um ano. Outra, a Polimérica, teve o investimento podado à metade.

Das três dezenas de pessoas que a Brasken deslocara para a Venezuela, restarão cinco. Parte dos executivos já está voltando para o Brasil.

Grandes logomarcas brasileiras do mundo das obras convive com a perspectiva de um calote companheiro. Entre elas a Odebrecht, a Andrade Gutierrez e a Camargo Correa.

A Assembléia Nacional venezuelana, Casa em que Hugo Chávez manda e, sobretudo, desmanda, acaba de aprovar uma nova lei de “Contratações”.

Entre outras excentricidades, autoriza o governo a confiscar máquinas e se apossar de canteiros de obras que, a seu juízo, estejam atrasadas.

Para entrar em vigor, a lei ainda precisa ser votada em segundo turno. Não há dúvidas quanto à aprovação.

A notícia vem à luz num dia em que Lula se encontra em Caracas. Foi tratar do conflito Venezuela X Colômbia.

A capacidade de Chávez de produzir encrencas é ilimitada. A personalidade do companheiro é 100% constituída de alucinações.

blog Josias de Souza

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As mensagens SMS, torpedos, vão se tornando mais populares que o telefonema propriamente dito. Além disso, Skype, Twitter e demais redes sociais contribuem significativamente para a diminuição das chamadas de voz nos aparelhos de telefonia convencionais.
O Editor

A morte do telefonema

Clive Thompson escreve na Wired (em inglês) que as pessoas fazem cada vez menos chamadas telefônicas, e que essas chamadas têm duração cada vez menor.

Citando dados da Nielsen, ele aponta que o número de chamadas de celular vem caindo a cada ano, depois de ter atingido um pico em 2007. E que a duração média dos telefonemas diminuiu para quase a metade dos três minutos registrados em 2005.

O autor explica:

“Caminhamos, em outras palavras, na direção de uma transição cultural fascinante: a morte da chamada telefônica. Essa mudança é particularmente clara entre os jovens.

Alguns universitários que conheço ficam dias sem falar em seus celulares inteligentes. Recentemente, estive com um empreendedor de vinte e poucos anos que precisou procurar durante cerca de 30 segundos a opção que permitisse a ele ligar para alguém.”

Os jovens preferem trocar mensagens de texto, bater papo via internet ou deixar mensagens nas redes sociais. Thompson sugere que os telefones passem a mostrar se as pessoas estão disponíveis para conversar, e prevê que mais e mais pessoas passarão a usar sistemas de comunicação com vídeo.

blog do Renato Cruz

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Mais um que achava que poderia ganhar dinheiro cobrando por acesso ao conteúdo on line. Deu com os burros n’água!
Perdeu dinheiro e audiência.

Após começar a cobrar, site do ‘Times’ tem queda de 66% em visitas

Diminuição de audiência perdeu força após uma semana de restrição.

Medida é acompanhada por outros grupos editoriais, que podem copiá-la.

As visitas ao site do jornal inglês “The Times” caíram aproximadamente 66% desde que o grupo News International, seu proprietário, decidiu cobrar pelo acesso.

A informação foi divulgada pelo “Financial Times“, que lembra que a queda, no entanto, foi muito inferior aos 90% que os mais pessimistas previam.

A aposta do News International, propriedade do magnata australiano Rupert Murdoch, está sendo observada por grupos editoriais de todo o mundo.

Muitos projetam medidas similares para compensar a queda na venda de suas edições impressas e a redução na receita publicitária.

Segundo os números, elaborados pela Experian Hitwise, empresa que analisa o trânsito on-line, a queda mais significativa das visitas foi nas semanas anteriores ao início da cobrança, quando os leitores precisaram se registrar.

Nas cinco semanas entre 22 de maio e 26 de junho, o volume de visitas caiu 58%.

No mesmo período, a fatia do “Times” de todo o tráfego na web relacionado com a imprensa passou de 4,37% a 1,83%.

Uma semana depois do início da cobrança, a partir de 2 de julho, a queda perdeu força – foi para 33% do total de antes da cobrança -, embora a quantidade de visitas possa ter sido influenciada pelo início da Copa do Mundo.

G1/EFE

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Investimentos do governo batem recorde com Lula

Para os economistas, investimentos são gastos com a infraestrutura e ampliar a capacidade de gerar bens e serviços. Para os políticos são obras e inaugurações em habitação, saneamento, rodovias, ferrovias, hospitais e escolas. Tudo o que sirva para angariar votos.

O Editor


Em 12 meses, despesas atingem R$ 42 bilhões, o equivalente a 1,25% do PIB

Ainda distantes das metas oficiais e das necessidades da produção nacional, os investimentos do governo Luiz Inácio Lula da Silva fecharam o primeiro semestre do ano no maior patamar desde o restabelecimento das eleições presidenciais no país.

Investimentos, diria um economista, são gastos destinados a ampliar a infraestrutura e a capacidade de gerar bens e serviços para empresários e consumidores.

Pela ótica política, são obras e inaugurações em habitação, saneamento, rodovias, ferrovias, hospitais e escolas.

Dados ainda preliminares indicam que, ao longo dos últimos 12 meses, essas despesas, sem contar as das empresas estatais, somaram R$ 42 bilhões, ou 1,25% do Produto Interno Bruto, ou seja, de tudo o que o país consumiu e investiu no período.

As cinco eleições presidenciais anteriores foram disputadas com taxas de investimento inferiores a 1% do PIB, com exceção do pleito de 1994, em pleno lançamento do Plano Real – quando a troca da moeda e o fim repentino da hiperinflação distorceram as estatísticas.

Gustavo Patu e Valdo Cruz/Folha de S.Paulo

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Google compra site de turismo

O Google avança seu pacote de serviços. Agora, ao adquirir a ITA Software, para a área de turismo e passagens aéreas.

Google compra site de busca de turismo por US$ 700 milhões

Negócio marca entrada da gigante de internet no setor de viagens on-line.

ITA é fonte de informações sobre passagens aéreas para indústria de aviação.

O Google anunciou a aquisição do provedor de busca para a indústria de turismo ITA Software por US$ 700 milhões em dinheiro, ampliando sua supremacia em pesquisas na internet com as tecnologias da ITA que são amplamente utilizadas.

O negócio marca a entrada da empresa líder em publicidade e buscas na internet no setor de viagens on-line, e permite que o Google aumente seu serviço de pesquisas específicas.

A ITA é uma importante fonte de informações sobre passagens aéreas para a indústria de aviação, usado por companhias aéreas, agentes de viagens e outros sites.

G1/Reuters

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Cada vez mais fica patente o poder das redes sociais.
Blogs, Facebook, Twitter, entre outros, podem ser valiosas ferramentas de comunicação corporativa, bem como instrumento de marketing pessoal.
A abrangência capilar das redes sociais não pode ser desprezada.

O Editor


Abílio Diniz, presidente do conselho do Grupo Pão de Açúcar, pede desculpas via Twitter

O presidente do Grupo Pão de Açucar lamentou a publicação de anúncio que agradecia a participação do Brasil na Copa após eliminação.

O presidente do Grupo Pão de Açúcar, proprietário da rede de hipermercados Extra, Abílio Diniz, pediu desculpas via Twitter pelo anúncio publicado erroneamente, hoje, no jornal Folha de S.Paulo.

O anúncio agradecia a Seleção brasileira por sua participação na Copa após uma suposta eliminação. O Brasil venceu o Chile por 3 a 0, ontem, em jogo válido pelas oitavas de final.

“Como Pres. do Conselho de Adm. do GPA peço desculpas, em meu nome e do Grupo, aos brasileiros e, principalmente, aos jogadores da seleção. Infelizmente, a Folha de SP cometeu um grave erro com o anúncio do Extra, o que é inadmissível”, disse ele.

“Não compartilhamos com a impunidade e tomaremos as providências, que não eliminarão o erro, mas irá responsabilizar os culpados”, completou.

Segundo a assessoria de imprensa do Grupo Pão de Açúcar, a Folha de S.Paulo deve publicar uma nota explicando o erro.

Vinicius Aguiari/INFO Online

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Quando Philip Mould começou a trabalhar como marchand profissional 22 anos atrás, o trabalho de compra e venda de obras de arte de alto nível era limitado a um grupo restrito de historiadores experientes que vasculhavam o mundo em busca de obras-primas.

Mas o mundo atemporal da arte mudou na era da internet e da alta tecnologia. Mould e sua equipe antes se limitavam a examinar 15 a 20 obras por dia, mas hoje podem avaliar o valor de entre 50 e cem obras diariamente.

“Há mais possibilidades, mais descobertas”, disse ele. “Mas também há mais concorrência. Existe uma nova geração que curte a adrenalina e compra indiscriminadamente.”

O novo livro de Mould, “The Art Detective“, trata do mundo antes desconhecido mas hoje amplamente acessível da negociação e restauração de obras de arte. “O conhecimento está mais democratizado hoje”, diz ele.

No passado, ele tinha que usar fotos de baixa qualidade para avaliar uma obra de arte oferecida por um vendedor. Hoje ele pode examinar cada centímetro de um quadro de perto, usando imagens digitais modernas.

O subtítulo de seu livro é “Falsificações, fraudes, achados e a busca por tesouros perdidos” e uma de suas melhores histórias é a descoberta de um autorretrato de Rembrandt.

Atribuída originalmente a um seguidor de Rembrandt, a tela foi avaliada no passado como valendo entre US$ 2.000 e US$ 4.000 dólares. Mais tarde, tendo sido autenticada como autorretrato perdido, foi vendida por US$ 5,2 milhões em um leilão. Hoje, é estimada em US$ 40 milhões.

Especialista em retratos britânicos, Mould é apresentador do programa de TV “Antiques Roadshow”, em que especialistas avaliam o valor de antiguidades compradas na Grã-Bretanha. O programa já foi reproduzido em vários países, incluindo Estados Unidos, Canadá, Austrália e Alemanha.

“MOMENTO MAIS INSTIGANTE”

Mould disse que é atraído pelas próprias obras de arte e pela emoção da busca.

“O momento mais instigante é quando uma pintura é restaurada”, disse ele. “É o equivalente artístico a uma cirurgia cardíaca. Às vezes nem consigo assistir ao trabalho. As emoções são extremas, especialmente quando você mesmo pagou pelo trabalho.”

Mould usa seu conhecimento especializado para expor fraudes. A polícia britânica estima que 50 % das obras de arte vendidas na eBay, por exemplo, são falsificadas.

“Há mais falsificações hoje. Muitas delas vêm da China, por exemplo. Mas ninguém pode recriar os efeitos do tempo. Mesmo o cheiro é importante”, diz ele.

“É muito empolgante. O conhecimento tradicional é muito ajudado pela ciência moderna”, acrescenta.

Por exemplo, uma tecnologia sofisticada de impressões digitais permite que compradores autentiquem obras de arte, encontrando a impressão digital do artista, às vezes de séculos atrás.

“Uma impressão digital é melhor que uma assinatura para determinar a autenticidade de uma obra. Diferentemente da assinatura, a impressão digital não pode ser falsificada.”

Reuters

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Patrões esquisitos

Numa escala de 1 a 10, qual seu grau de esquisitice? Se você acha que não passa de um, então não procure emprego na Zappos. Se for 10 talvez seja esquisito demais, mas suas chances de conseguir emprego são melhores.

Antes de maiores explicações, vamos dar dois cenários de empresas diferentes com conexões taiwanesas. A Foxconn, com sede em Taiwan, tem 700 mil empregados, 400 mil deles em Shenzen, no sul da China, onde fabricam componentes eletrônicos para Apple, Dell, Hewlet-Packard. Peças do iPhone e do iPad saem de lá.

Os empregados da Foxconn trabalham onze horas por dia, às vezes 13 dias seguidos sem folga. Dormem nove em cada dormitório, mal sabem os nomes dos companheiros de quarto, só comem no bandejão da empresa. Qualquer tipo de lanche fora das horas de refeição é proibido. O limite de hora extras na China é de 36 horas por mês, mas na Foxconn muitos empregados fazem 112 horas.

No fim das contas ganham US$ 1 por hora. Os banhos são frios. Estas condições do capitalismo chinês parecem piores do que os das empresas inglesas descritas por Marx e Engels, aqueles dois críticos do capitalismo selvagem inglês do século 19.

Só este ano, houve 13 suicídios ou tentativas de suicídio na Foxconn, entre eles o de Ma Chiangquian, que discutiu com o chefe e, como castigo, foi limpar privadas. Em depressão e absolutamente infeliz, saiu da fábrica pela janela do nono andar. O suicídio de Ma já aumentou os salários na fábrica e os patrões anunciaram mudanças de atitude. Nós, consumidores dos produtos chineses, vamos pagar a conta e as consequências da inflação que vem por aí.

Na Zappos, com sede em Las Vegas e presidida pelo taiwanês Tony Hsieh, os empregados ditam os “valores essenciais” – “hardcore values” -, uma espécie de código de valores e comportamento da empresa.

Os pais de Tony Hsieh vieram de Taiwan como imigrantes, e os três filhos cresceram em cima dos livros e instrumentos musicais. Esperavam que eles acrescentassem MDs, PhDs e outras abreviações preciosas aos sobrenomes. Tony estudou em Harvard, não acrescentou nada ao nome, mas junto com outro colega criou a LinkExchange que foi comprada pela Microsoft por US$ 265 milhões. Ele tinha 24 anos.

No livro que lançou esta semana, aos 37 anos, ele conta que vendeu a empresa porque tomou pavor dela depois que cresceu de 10 para 100 empregados. Ele e o sócio não conseguiam sair da cama para ir trabalhar.

Com o dinheiro, Tony Hsieh comprou parte da Zappos, uma empresa que vende sapatos pela internet. Na época, faturava US$ 1,6 milhão por ano. O problema dele de dinheiro já tinha sido resolvido (como presidente da Zappos, ganha R$ 5 mil por mês) com a venda da LinkExchange.

O que ele queria era criar um lugar que desse prazer de trabalhar, revolucionar o capitalismo, como sugere o título do livro, Delivering Happiness: A Path to Profits, Passion and Purpose. (em tradução livre, Entregando Felicidade: Um caminho para Lucros, Paixão e Proposito).

Uma das primeiras decisões dele quando assumiu a Zappos foi pedir a todos uma lista de sugestões do que deveriam ser os 10 valores essenciais (“hardcore values”) da empresa. Chegaram a 37 propostas que foram reduzidas para 10, entre elas, “crie diversão e um pouco de esquisitice no trabalho”. Vem daí a pergunta sobre quão esquisito é o candidato que pede emprego na Zappos.

Este patrão escreve que se interessa tanto pelo conteúdo das respostas como pelas reações à pergunta: “A Zappos prefere as pessoas que sejam diferentes, todos nos somos meio esquisitos”, diz Hsieh.

Será preciso ser meio esquisito para vender sapatos? Talvez, mas este não é o ponto. A Zappos quer produzir o empregado feliz que dá lucro para a empresa. Não importa o produto. Um dia por ano – Bald and Blue Hair Day – , Hsieh raspa a cabeça de vários empregados, que escrevem a letra Z nas carecas, nas bochechas ou pintam seus cabelos de azul, a cor da Zappos.

Esta é apenas uma das demonstrações de dedicação e apreço a empresa que paga bons salários, raramente demite, oferece refeições de graça, jogos e outras distrações durante o trabalho, horários flexíveis, excelente seguro de saúde.

Você compra os sapatos pela internet, mas se precisar esclarecer dúvidas vai conversar com algumas das pessoas mais solícitas deste pais. Pode falar sobre as vantagens e desvantagens dos modelos dos sapatos. Ou sobre qualquer assunto. O tempo que quiser. Para reduzir custos, a maioria das empresas transferiram suas centrais telefônicas de atendimento ao cliente para a Índia e outros países. O da Zappos fica em Las Vegas.

A Zappos, segundo a revista Fortune, é a 15ª melhor empresa para se trabalhar nos Estados Unidos. Esta também entre as empresas que lideram as listas dos empregados campeões de lealdade. Desde a entrada dele, as vendas da Zappos subiram de um US$ 1,6 milhão por ano para US$ 1 bilhão.

Hsieh ainda não está feliz. Quer empregados que cheguem ao trabalho sapateando nas nuvens.

Lucas Mendes/BBC Brasil

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por: Roberto Soares Costa ¹

Unir o útil ao agradável, o prazeroso ao lucrativo, também não é uma má idéia na internet.

As janelas de possibilidades são muitas, no entanto qual vai trazer bons ventos ($), é que nos faz parar, pensar e planejar.

Não é uma tarefa fácil, exige comprometimento e estratégia.

Um blog, por exemplo, pode ser uma boa fonte de renda.

Neste artigo, pretendo dividir um pouco das minhas experiências no assunto, depois de conquistar resultados de sucesso em campanhas de marketing de nicho, atuando principalmente em blogs.

Existem casos de blogs que estão há muito tempo no ar e somente agora começam a render frutos, outros nem chegam render.

Neste negócio duas coisas são fundamentais: conteúdo relevante e audiência.

Criar um canal de informação que atraia público e empresas anunciantes é trabalho constante.

Se você quer ganhar dinheiro deve oferecer ao seu cliente (anunciante) retorno de investimento.

O sucesso de um blog está na interatividade com seus visitantes e seguidores. Para isso, é preciso alimentar constantemente seu canal de comunicação e atrair cada vez mais acessos com experiência positiva, ou seja, satisfazer o interesse, solucionar a necessidade daquele público que chegou até você.

Faça o possível para entregar informação completa sobre os temas que está abordando, para que o anúncio do produto ou serviço veiculado seja como uma informação complementar ao que ele está buscando. Por exemplo, se você atua como um difusor de conteúdo relacionado a esporte e sua audiência é principalmente de praticantes de esporte, os produtos anunciados deverão ser pertinentes a este perfil.

Ofereça espaços para veiculação de anúncios de artigos esportivos, vestuário esportivo e etc… Imagine que aquele visitante que entrou nos seu blog para ler um artigo sobre corrida, pode se interessar por aquele tênis para corredor que o banner do seu anunciante oferece em promoção.

Uma boa estratégia também é criar promoções para premiar e agradar seus seguidores, eles são fundamentais na divulgação do seu blog. Essas promoções podem ser viabilizadas em parceria com seus anunciantes.

Se o conteúdo que você disponibiliza atrai o público de interesse, e sua audiência cresce cada vez mais, sua primeira missão já foi cumprida. Agora o que deve pensar é como atrair com mais força seus anunciantes. Para isso, serviço completo também.

Prepare seu mídia kit, pois você já tem potencial para manter seu blog e manter uma boa renda. O mídia kit é seu material comercial. Monte uma apresentação contando a história do seu blog, o segmento de atuação, perfil e região de maior audiência, números de acessos conquistados mensalmente e a relevância que ele tem sobre os seus leitores e o portfólio de projetos realizados.

Para que tudo aconteça de forma agradável, e para que você seja feliz nesta aposta, pense qual nicho irá explorar, ou seja, escolha um segmento específico, mas que você realmente goste, pois não será tão simples se for sobre algo que não se tenha total domínio sobre o assunto, e a ideia é que este trabalho não se torne um fardo difícil de carregar e sim um grande prazer.

Em caso de dúvida de qual nicho escolher, inicialmente você pode optar por desenvolver um blog sobre variedades, o que poderá servir como “termômetro” capaz de norteá-lo a alguma possível direção. E um detalhe importante: escolha um domínio condizente com o nicho que pretende explorar. Se não quiser registrar um domínio só para o blog, crie-o num subdomínio que inclua a palavra-chave (ou até mais de uma) que defina o nicho do blog.

Estas dicas são um apanhado geral de como se pode proceder para ter sucesso neste negócio, no entanto, quanto mais criativo você for maiores serão as suas chances de se destacar nesta competição por audiência e venda de espaços publicitários.

Roberto Soares Costa – Gerente de projetos e estratégias de Marketing na Webrobertocosta.gp@gmail.com

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Pesquisa nova aí ao lado

Estamos à mercê do ufanismo daquilo que o Nelson Rodrigues chamava de “a pátria de chuteiras”. Com os jogos da seleção brasileira na copa do mundo de futebol, uma infinidade de baboseiras e falatório ufanista, invadem todos os nosso sentidos.

Então, escolha aí ao lado na pesquisa qual o que você considera o mais infernalmente insuportável.
Os participantes concorrerão, por sorteio, a um download em mp3, de uma gravação de 3 minutos do Galvão Bueno berrando um gol, com sons de vuvuzelas em BG.

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