Em explanação na Comissão de Ciências e Tecnologia do Senado Federal, Franklin Martins da Secretaria de Comunicação do Governo Federal, declarou que “o governo precisa de uma entidade para administrar a banda larga e a Telebrás hoje é a que parece mais fácil”.

Plano de banda larga pode custar R$ 15 bi e vai integrar o PAC 2

Infraestrutura: Programa será executado até 2014, mas começa este ano com 300 municípios, diz o governo

Antes mesmo de ter definido o formato final do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), o que vai ocorrer em abril, o governo deverá incluir investimentos em expansão das telecomunicações no arcabouço do segundo Programa de Aceleração de Crescimento (PAC 2), a ser anunciado até o fim de março. Estimativas da Casa Civil apontam para um custo total do projeto de até R$ 15 bilhões, entre recursos próprios de prestadoras e de financiamentos públicos. Para o Ministério das Comunicações, porém, o plano custaria dezenas de bilhões. Esse valor ou parte dele deverá aumentar o volume de investimentos previstos no PAC 2.

Segundo o ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação Social, depois de aprovado pelo presidente, o plano ainda será debatido pelo Congresso. Ele informou que a ideia do governo federal é atuar na regulação da banda larga. “O governo precisa de alguma entidade para administrar e operar isso e a Telebrás hoje é a que parece mais fácil”, disse, reafirmando que o presidente ainda não se definiu sobre a retomada da empresa. O projeto deverá ser mostrado ao presidente na primeira quinzena de abril.

Ontem, o ministro e o coordenador dos projetos de inclusão digital da Casa Civil, César Alvarez, participaram de uma audiência pública sobre o PNBL na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado. Alvarez afirmou que, mesmo após a definição dos parâmetros do PNBL, deverá existir um ambiente de diálogo constante entre governo, iniciativa privada e sociedade civil, chamado provisoriamente de Mesa Brasil Digital. Nesse âmbito se discutirá desde o uso da internet para fins sociais como a expansão da ultrabanda larga, que é a rede de altíssima velocidade.

Segundo Alvarez, com os atrasos para aprovação do projeto, o governo pretende levar o PNBL a 300 cidades até o fim do ano. “Mas serão cidades de regiões e perfis diferentes, que reflitam a diversidade do Brasil”, afirmou.

O assessor da Casa Civil comentou que as primeiras cidades estarão na região do anel onde estão os cabos da Eletrobrás – que foram em parte recebidos da Eletronet – e de outras estatais, como a Petrobras. A rede, que hoje tem 23 mil quilômetros deverá chegar a 31 mil km até 2014, prazo previsto no PNBL. A previsão foi confirmada pelo ministro Martins, ao dizer que “o plano está sendo concebido para ir até 2014 e é evidente que não será todo realizado este ano”.

Presentes na Comissão do Senado, representantes das empresas privadas reclamaram da elevada carga tributária do setor, que prejudica a sua participação no projeto de expansão da banda larga. Segundo José Fernandes Pauletti, presidente da associação brasileira da telefonia fixa, a Abrafix, a carga da banda larga é superior a 40%. Para Franklin Martins, porém, se as empresas decidissem massificar o serviço, ele seria mais barato. Alvarez destacou que a maior parte dos encargos do setor fica por conta do ICMS e, portanto, tem de ser revistos pelos Estados.

Jarbas Valente, conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), também participante da audiência pública, destacou que o PNBL deverá ter incentivos para que a tecnologia do projeto seja principalmente brasileira.

Danilo Fariello/VALOR

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A “Big Blue” teria descoberto um nicho de usuários significativos – em número e renda – não contemplado pelas demais companhias?

IBM investe em celulares para idosos

À medida que a população da Europa e América do Norte envelhece, a necessidade de aparelhos móveis especializados se torna aguda.

A IBM deu início a um programa de pesquisa de dois anos que tem por objetivo tornar os celulares mais fáceis de usar por grupos que incluem os idosos e os analfabetos.

Com a estagnação do crescimento de mercados como os da Europa, Japão e Estados Unidos, o setor de comunicação sem fio está especialmente interessado nos idosos que até o momento tenham imaginado que podem viver sem celulares, ou que não conseguem usar os aparelhos de que dispõem.

A IBM anunciou hoje que o software desenvolvido pelo programa, que envolve também o National Institute of Design, da Índia, e a Tokyo University, será fornecido em base de fonte aberta, e que outros materiais desenvolvidos também serão fornecidos publicamente a governos e empresas.

Observadores do setor de telecomunicações avaliaram que o programa da IBM atende a uma necessidade genuína.

“À medida que a população da Europa e América do Norte envelhece, a necessidade de aparelhos móveis especializados se torna aguda,” disse Ben Wood, diretor de pesquisa da consultoria britânica CCS Insight.

IBM investe em celulares para idosos

À medida que a população da Europa e América do Norte envelhece, a necessidade de aparelhos móveis especializados se torna aguda.

“Os fabricantes de celulares terão de se adaptar caso desejem atrair uma geração que cresceu com os aparelhos móveis mas já não é capaz de usá-los da mesma forma que no passado,” explicou.

Grandes fornecedores como a Nokia e a Samsung Electronics produziram celulares com botões grandes e design simples, mas não chegaram a comercializá-los especificamente para os idosos.

Isso abriu o mercado para empresas menores como a Emporia, de capital fechado, e a sueca Doro, segundo a qual um estudo recente demonstrou que a maioria das pessoas com mais de 65 anos nos países desenvolvidos já têm celulares.

A austríaca Emporia decidiu que seu foco exclusivo seriam os celulares para idosos alguns anos atrás, quando a mãe aposentada de seu presidente-executivo, Albert Fellner, começou a pedir ajuda regularmente para usar seu aparelho.

“Ela me deixava maluco com o celular. A cada duas semanas, eu precisava explicar a ela como usá-lo. Desisti e disse que produziria um celular que ela saberia como usar,” afirmou Fellner.

Info Online

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Empresa reuniu 13 bancos de dados públicos para oferecer visualização de indicadores como educação, economia e salários, entre outros.

O Google Labs, serviço que reúne as iniciativas online em teste no Google, acaba de abrir o acesso dos internautas a mais uma experiência: o Google Public Data Explorer.

Divulgado nesta segunda-feira (8/3) por meio do blog da empresa, o Public Data Explorer é uma ferramenta de visualização dos dados públicos armazenados pelo Google – mais precisamente, estatísticas fornecidas por órgãos oficiais.

A iniciativa é um complemento a outras que o Google já havia anunciado, como o acesso aos dados de pesquisas do Banco Mundial. Desta vez, o Google selecionou cerca de 80 das pesquisas mais populares sobre dados estatísticos globais, para apresentá-los de diversas formas gráficas.

Garimpo

A lista dos temas escolhidos para garimpo de dados inclui comparação dados escolares, desemprego, população, salários, estatísticas de crime e de saúde, desastres, PIB, pobreza, preço do petróleo, custo de vida e até os nomes próprios mais populares.

“Para nos ajudar a priorizar melhor que dados incluir neste recurso, analisamos de forma anônima os logs de busca para descobrir padrões nos tipos de busca que as pessoas estão fazendo”, explicou o estatístico Jürgen Schwärzler, da equipe de Dados Públicos do Google, no blog da empresa.

Por enquanto, os dados são extraídos de 13 bancos de dados, fornecidos por entidades como Banco Mundial, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), o US Census Bureau e o Eurostat, entre outros.

Os gráficos podem ser incluídos em blogs e sites, e o Google avisa que está aberto à participação de provedores adicionais de dados.

IDGNow

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A dar crédito à oposição, o empresário Abílio Diniz faz parte do grupo de 82% dos brasileiros imbecis que se deixaram enganar pelo Lula. O que pode nos salvar são os 18% de gênios esclarecidos que não caíram na ‘cantada’ do apedeuta do agreste.

O Editor


Só açúcar para Dilma e Lula

Dono da maior rede varejista do país, Abílio Diniz declara apoio à candidata do PT

O empresário Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar, maior rede varejista do país, se declarou ontem um verdadeiro cabo eleitoral da pré-candidata do PT à Presidência da República, a ministra Dilma Rousseff. Na apresentação do novo presidente da empresa, Enéas Pestana, Diniz defendeu Dilma e disse que ela tem “todas as condições” de levar adiante o “legado” que será deixado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

— É o legado do crescimento, da geração do emprego e da distribuição de renda.

Este é o legado que ele (Lula) deixa. Tenho uma profunda admiração por este homem — disse Diniz, negando que os elogios sejam uma declaração de voto na ministra.

Diniz é o primeiro grande empresário a dar uma declaração de apoio à candidata do PT. Em 89, durante o período eleitoral, Diniz foi sequestrado e, às vésperas das eleições em que o ex-presidente Collor disputava a Presidência contra Lula, a polícia prendeu os sequestradores ligados a movimentos de esquerda da América Latina e encontrou nomes de petistas em agendas dos criminosos, o que levou a polícia a vincular o caso a petistas e a apresentar os sequestradores com camisetas da campanha do PT. Isso prejudicou a campanha de Lula, que foi derrotado por Collor.

Apesar de elogiar Dilma ontem, Diniz se negou a fazer comparações entre o atual governo e o de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Para ele, o presidente Lula não vai se afastar de Dilma, caso ela seja eleita, pois ficará “por trás”, olhando e fazendo com que o seu legado continue.

— Ela tem condições de levar esse legado em frente, até porque Lula vai ajudar. A Dilma tem todas as condições pelos conhecimentos dela, e até porque o Lula vai ajudar.

Ele não vai ficar omisso — disse.

Uma das qualidades do presidente, segundo Diniz, é que ele está o tempo todo em busca de crescimento, de saber, de perguntar e ouvir: — Você já viu político que ouve? Ele (Lula) ouve, ouve, ouve… É impressionante.

Essa não é primeira vez que o empresário faz elogios em público a Lula. No início do ano, ele disse que era “fã de carteirinha” do presidente. Perguntado se a ministra Dilma também é uma boa ouvinte, Diniz garantiu que sim: — Ela ouve muito mais do que vocês podem imaginar. Sou um cara equilibrado, de bom senso, já sou um velhinho (tem 73 anos), tenho boa cabeça. Por que será que eu gosto da Dilma? Porque ela é ministra da Casa Civil eu me encanto com ela? Não. Eu gosto da Dilma porque eu a conheço.

Na avaliação de Diniz, a ministra ainda tem dificuldade de ser reconhecida pelo público comum e precisa conseguir se mostrar como é vista nas conversas do dia a dia da sua pasta: — Ela precisa (se mostrar como pessoa comum). Para que as pessoas tenham ideia de quem é a Dilma. Estou falando de uma pessoa de quem sou amigo e tenho admiração.

Ela pergunta e é muito bem informada.

Lino Rodrigues/O Globo

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Google anuncia compra de site de edição de fotos

Equipe do Picnik passa a trabalhar em conjunto com a do Picasa.

Gigante já adquiriu oito companhias desde setembro, diz porta-voz.

Site Picnik foi comprado pelo Google

O Google comprou o site de edição de fotos on-line Picnik, dando continuidade à onda de aquisições pelo gigante de buscas na internet das últimas três semanas.

O Google não divulgou os termos financeiros do acordo de compra. Segundo o site da Picnik, a empresa fundada em Seattle há cinco anos conta com um quadro de funcionários de 20 pessoas.

O porta-voz do Google Andrew Pederson disse em e-mail que a equipe do Picnik se uniu ao escritório do Google na cidade e que vai trabalhar com a equipe do Picasa, serviço de compartilhamento de fotos do Google.

O acordo é o mais recente exemplo do crescente apetite do Google por novas aquisições.

Em outubro, o presidente-executivo da companhia, Eric Schmidt, afirmou que a empresa retomará sua taxa histórica de, em média, uma pequena aquisição por mês, com acordos maiores a cada um ou dois anos.

No mês passado, o Google comprou o site de buscas em redes sociais Aardvark e o serviço de webmail reMail. Desde setembro, a empresa já comprou oito companhias, segundo Pederson.

G1/Reuters

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Empresas americanas aderem ao Twitter

As grandes empresas americanas parecem ter abraçado de vez as mídias sociais. Um recente estudo realizado pela Society for New Communications Research mostrou que mais de um terço das 500 maiores companhias americanas listadas pela revista Fortune usam o Twitter de forma recorrente.

Entre as top 100, o índice é ainda maior: 50%. Segundo o levantamento, quatro das cinco maiores empresas americanas — Walmart, Chevron, Conoco, Philips e General Electric — costumam postar informações no Twitter diariamente.

O estudo não analisa somente o Twitter. Cerca de 20% das 500 maiores empresas dos Estados Unidos contam com algum tipo de blog corporativo.

Seria legal saber qual a situação aqui no Brasil.

Carolina Meyer/Exame

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Indústria de GPS busca novo rumo com mapa grátis em celulares

Segundo a Nokia, 3 milhões de consumidores já baixaram pacote.

Tema está no centro dos debates do Mobile World Congress.

A indústria de serviços de navegação perdeu seu rumo agora que Google e Nokia oferecem mapas em seus smartphones gratuitamente. O tema foi bastante discutido no evento do setor de dispositivos móveis, Mobile World Congress, em Barcelona esta semana.

A Nokia, maior fabricante de celulares do mundo, seguiu o exemplo do Google e, no mês passado, lançou um serviço gratuito de mapas para cerca de 20 milhões de aparelhos, afetando diretamente o setor de navegação no mundo todo.

Analistas afirmam que a medida já mostra efeitos claros. “Serviços de navegação em celulares eram uma indústria. Agora são um aplicativo, um aplicativo gratuito”, disse Tim Shepherd, da consultoria Canalys.

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A Nokia afirmou na segunda-feira (17) que 3 milhões de consumidores já haviam baixado o pacote de navegação gratuito.

Ao mesmo tempo, a estratégia da Nokia e do Google de oferecer serviços de navegação gratuitamente pode criar novas oportunidades para outras empresas do setor.

“Nós temos um plano B, mas não posso dar mais detalhes por enquanto. Faremos anúncios mais tarde no ano”, disse Gerhard Mayr, vice-presidente do setor global de telefonia da Navigon, terceira maior vendedora de aparelhos de navegação da Europa depois da TomTom e da Garmin.

“Vemos agora um apetite maior por nossas soluções”, disse Mayr. “Estamos negociando com diversas partes.”

Enquanto isso, outros tentam transformar o mapa em algo mais.

“Criamos nosso próprio mapa”, disse Noam Bardin, presidente-executivo da Waze, dona de um aplicativo de navegação para aparelhos móveis com informações sobre trânsito e condições das estradas.

“O valor está em informações em tempo real. Nenhum software pode te dizer se há gelo na estrada ou para ir à direita no estacionamento porque o lado esquerdo está lotado”, disse Bardin.

Reuters/G1

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Os canais de interatividade da internet abriram portas para negócios em todos os segmentos de mercado, e ganhar dinheiro através das redes de relacionamento é mais uma das oportunidades que esses canais propiciaram ao longo das práticas digitais.

Um ambiente que leva metade do nosso desprendimento de tempo ou às vezes todo nosso tempo de trabalho, já envolve lucro e consolidação para empresas e investidores. São oportunidades variadas e que podem contribuir para crescimento financeiro e até mesmo se apresentar como único meio de renda para muitos. No entanto, não é tão fácil como parece. Muitas pessoas não enxergam as oportunidades e outras enxergam, mas não sabem como mantê-las. É preciso dedicação e estudo na hora de investir no negócio. Participar de todas as redes sociais é um grande erro, se não houver foco para todas elas. Quando nos apresentamos em uma rede de relacionamento, devemos estar preparados para atender nosso público alvo. É preciso olhar para onde estão nossos clientes e saber em quais redes sociais nossas estratégias serão mais bem adequadas e compreendidas. A busca neste negócio é por cliques. Devemos ser clicados para sermos vistos, para vendermos e sermos lembrados.

Para construir um negócio sólido, aproveitando as oportunidades criadas, temos que trabalhar de forma consistente visando solucionar as necessidades de quem está nos buscando. Quem trabalha com blogs, por exemplo, ou gostaria de criar um, e a partir disso ganhar dinheiro através anúncios, deve primeiramente ter o desejo natural de levar informação. Apresentar conteúdo relevante tanto para o anunciante quanto para o consumidor, pois com o tempo conquistará popularidade e credibilidade junto ao público pretendido. Cliques no blog equivalem a dinheiro para os blogueiros e dinheiro e exposição da marca para os anunciantes.

Cada vez mais empresas apostam nesse tipo de campanha de marketing digital para se fazerem presentes na lembrança de seus públicos. A aproximação das empresas com as ideias, interesses e desejos dos consumidores, torna a ligação de cada cliente com a marca ou o produto mais forte.

Se posicionar estrategicamente também é um passo muito importante nesse investimento, estar no lugar certo, na hora certa e sermos vistos pelas pessoas certas. Não vale oferecer pão para padeiro e nem creme de pentear para carecas. Então nada melhor que um bom planejamento estratégico para obter sucesso no investimento e manter a concorrência.

E, finalizando este raciocínio, para quem deseja ser reconhecido nacionalmente, uma das alternativas é recorrer a grandes verbas e investimentos altos em mídia e canais tradicionais, ou então, optar por blogs e veículos alternativos que aumentam o alcance da campanha, potencializando verbas, exposição e atingindo visibilidade por segmentação, ou seja, investindo especificamente nos seus alvos através de diversos canais em âmbito nacional com menor concorrência e maior tempo de exposição. Campanhas segmentadas com foco no público específico.

Autor: Roberto Soares Costa – Gerente de projetos na web – robertocosta.gp@gmail.com

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Brasil: da série “Acorda Brasil”!

Novo Honda City brasileiro, preço de envergonhar…

O novo Honda city Brasileiro e vendido no México com preço inicial de R$ 25.800,00 se é fabricado no Brasil, como e possível?

No México já vem na versão mais básica com freios abs e airbags, enquanto que no Brasil a versão de entrada sem abs tem preço inicial de R$56.210,00!!!

Se o carro é fabricado em Sumaré/SP como pode ser vendido por menos da metade do preço em outro país e ainda dar lucros???

É só entrar no site americano da Toyota, Mitsubishi, Honda, e etc., que perceberá a diferença de preços.

Um Honda Civic custa lá fora 16 mil dólares, e aqui no Brasil custa 67 mil reais.

Como pode uma coisa dessas?

Tem uma explicação lógica.

Com o dinheiro desses impostos que são pagos aos políticos, pois para sustentar UM deputado federal é necessário 10.4 milhões de reais por ano.

Agora você faça a multiplicação por 513 (que é o número de deputados federais), e se quiser ir em frente, pegue o número de deputados estaduais, senadores, ministros, mais de 40 mil vereadores, e milhões de assessores.

O Brasil tem o congresso mais caro do mundo, e para sustentar tudo isso, essa vagabundagem toda, o brasileiro tem que pagar mais impostos…

Não é revoltante?

Mas o povinho esta mais preocupado com o futebol, pagode, samba, carnaval, BBB e outros lixos.

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Brasil: da série “O Tamanho do Buraco”!

Quanto gastam com propaganda o Governo Federal, o Governo de São Paulo e a Prefeitura de São Paulo.

Vejam aí Tupiniquins pra onde vai o seu, o meu, o nosso sofrido dinheirinho!

Enquanto isso, o povo, nada! E se afoga!

Fonte: Revista Época

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A praga mundial que ninguém quer ver – a China do futuro e um Brasil que é o inverso na capacidade de produzir.

Luciano Pires ¹

Alguns conhecidos voltaram da China impressionados.

Um determinado produto que o Brasil fabrica um milhão de unidades, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões… A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reação é impressionante.

Os chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas… Com preços que são uma fração dos praticados aqui. Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares.

Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo. Que acrescidos de impostos e benefícios representam quase 600 dólares.

Comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero benefícios…

Hora extra? Na China? Esqueça. O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego, que trabalha horas extras sabendo que nada vai receber…

Essa é a armadilha chinesa. Que não é uma estratégia comercial, mas de poder.

Os chineses estão tirando proveito da atitude dos marqueteiros ocidentais, que preferem terceirizar a produção e ficar com o que

“agrega valor”: A marca.

Dificilmente você adquire nas grandes redes dos Estados Unidos um produto feito nos Estados Unidos. É tudo “made in China”, com rótulo estadunidense.

Empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e vendendo por centenas de dólares… Mesmo ao custo do fechamento de suas fábricas. É o que chamo de “estratégia preçonhenta”.

Enquanto os ocidentais terceirizam as táticas e ganham no curto prazo, a China assimila as táticas para dominar no longo prazo.

As grandes potências mercadológicas que fiquem com as marcas, o design… Os chineses ficarão com a produção, desmantelando aos poucos os parques industriais ocidentais.

Em breve, por exemplo, não haverá mais fábricas de tênis pelo mundo…

Só na China. Que então aumentará seus preços, produzindo um “choque da manufatura”, como foi o do petróleo. E o mundo perceberá que reerguer suas fábricas terá custo proibitivo. Perceberá que se tornou refém do dragão que ele mesmo alimentou (Vale salientar que o mundo Árabe, como disse o US-Obama, é como é, graças aos petrodólares). Dragão que aumentará ainda mais os preços, pois quem manda é ele, que tem fábricas, inventários e empregos… Uma inversão de jogo que terá o impacto de uma bomba atômica… Chinesa.

Nesse dia, os executivos “preçonhentos”, tristemente, olharão para os esqueletos de suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando bocha na esquina, para as sucatas de seus parques fabris desmontados. E lembrarão com saudades do tempo em que ganharam dinheiro comprando baratinho dos chineses e vendendo caro a seus conterrâneos. .. E então, entristecidos, abrirão suas marmitas e almoçarão suas marcas.

¹ Luciano Pires é diretor de marketing da Dana e profissional de comunicação

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A Copa do Mundo da África do Sul não é só o maior evento do calendário esportivo de 2010, é também a maior oportunidade de marketing do ano.

Oito de cada dez pessoas no mundo devem assistir ao torneio, que dura quatro semanas, e só os direitos de transmissão são avaliados em US$ 2,7 bilhões. E as marcas mundiais devem gastar outros bilhões para patrocinar o evento, numa aposta de que o torneio vai propiciar um impulso muito bem-vindo à receita.

Embora o público acumulado de 40 bilhões de espectadores para as transmissões dos jogos já garanta uma série de acordos publicitários lucrativos antes de o torneio começar, a internet e o celular também devem ter um papel inédito na experiência dos torcedores na Copa da África do Sul. Para oferecer seus produtos aos torcedores, os patrocinadores da Fifa estão se afastando cada vez mais das campanhas tradicionais na televisão e em outdoor e rumo a sites de relacionamento social.

A Sony Ericsson – cuja matriz Sony gastou US$ 305 milhões para se tornar um dos seis patrocinadores de longo prazo da Fifa, juntamente com Adidas, Coca-Cola, Emirates, Hyundai e Visa – usará seu patrocínio da competição para criar uma comunidade na internet de torcedores que ajude a disseminar sua mensagem.

A fabricante de telefone celular planeja usar sites como Twitter e Facebook para atingir diretamente e individualmente os torcedores, em vez de transmitir propagandas para milhões ao mesmo tempo. Calum MacDougall, diretor de parcerias de marketing mundial da Sony Ericsson, diz que 2010 será a primeira “Copa do Mundo dos sites de relacionamento social”.

“A Copa do Mundo da Fifa de 2010 é o primeiro investimento da Sony Ericsson em futebol, então procuramos onde nos encaixaríamos melhor como marca e decidimos evitar os métodos tradicionais”, diz ele.

“Os sites de relacionamento social estarão no coração da Copa de 2010 – você só precisa ver o crescimento enorme do número de pessoas usando sites como Facebook, YouTube e Twitter para entender isso”, diz. “Queremos nos concentrar nos torcedores, oferecendo algo e conquistando-os nos sites de relacionamento social. Enfiar um logotipo ao lado de uma propaganda não necessariamente permite isso, então optamos por não fazê-lo.”

O principal elemento da campanha será o lançamento de um aplicativo que permite aos torcedores acessar vídeos dos amistosos e da fase de classificação. A Sony Ericsson também lançou o Twitter Cup, um torneio online que incentiva os torcedores dos países participantes a usar suas atualizações no site para concorrer num torneio virtual.

Além disso, os torcedores poderão compartilhar seus lances favoritos diretamente com os amigos por meio de aplicativos dos sites de relacionamento social instalados em seus celulares Sony Ericsson, como o WorldCupedia, que se autodescreve como o primeiro site de buscas só sobre futebol.

“Os sites de relacionamento social estão se tornando cada vez mais importantes para todas as marcas”, diz MacDougall. “Certamente é importante para nós e uma grande plataforma para apoiar nossa estratégia de conquistar os torcedores.”

Os especialistas em patrocínio concordam que a Copa da África do Sul terá uma mudança significativa para campanhas centradas no consumidor e com estratégias virais, enquanto mais e mais marcas usam os sites de relacionamento social como a base de suas iniciativas de marketing.

“Se você tem uma marca de massa e quer dialogar com muitos clientes, precisa usar os sites de relacionamento social porque é onde as pessoas estão”, diz Tim Crow, diretor-presidente da consultoria britânica de patrocínio esportivo Synergy.

“Também já surge uma mudança no estilo que as campanhas estão adotando. Antigamente era só propaganda, agora tem mais a ver com participar das conversas e deixar que as pessoas brinquem com nossa campanha.”

Apesar da queda nos custos dos espaços publicitários, as campanhas que giram em torno dos sites de relacionamento social são mais atraentes porque são mais baratas que as propagandas em vários meios, que num evento como a Copa do Mundo custam milhões às empresas.

Num momento em que os publicitários estão sob pressão para provar que suas campanhas dão resultado, Crow diz que as grandes marcas devem se afastar cada vez mais da abordagem massificada para algo mais concentrado e eficiente.

“Atingir muitas pessoas é muito mais barato do que antigamente, quando você tinha de produzir um comercial para a televisão, um anúncio impresso ou um pôster. Não custa nada criar uma identidade no Twitter”, diz ele.

Mas alguns analistas alertam que campanhas baseadas em sites de relacionamento social podem expor patrocinadores importantes ao risco de emboscadas de marketing, quando marcas concorrentes tentam fazer com que as pessoas acreditem que elas são patrocinadoras oficiais de um evento.

“Essas emboscadas estão se tornando um problema geral – não apenas em torno da Copa do Mundo – e são muito difíceis de controlar”, diz Simon Chadwick, professor de marketing e estratégia de negócios esportivos da Universidade de Coventry, na Inglaterra.

Jonathan Clegg/The Wall Street Journal/VALOR

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