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Mário Quintana – Verso na tarde

Os degraus
Mário Quintana ¹

Não desças os degraus do sonho
Para não despertar os monstros.
Não subas aos sótãos – onde
Os deuses, por trás das suas máscaras,
Ocultam o próprio enigma.
Não desças, não subas, fica.
O mistério está é na tua vida!
E é um sonho louco este nosso mundo…

¹ Mário de Miranda Quintana
* Alegrete, RS. – 30 de Julho de 1906 d.C
+ Porto Alegre, RS. – 5 de Maio de 1994 d.C

>>biografia

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“Eu não tenho paredes… Só horizontes!”
Mario Quintana

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Aíla Sampaio
Poetisa e Mestra em Literatura
Professora da Unifor – Universidade de Fortaleza, Ceará

CARLOS DRUMMOND, uma das maiores vozes de nossa literatura contemporânea, sofre, constantemente, deturpações de sua obra.

A internet tem sido uma ferramenta eficaz ao democratizar a publicação de textos literários, mas tem, por outro lado, dado espaço a imbróglios relativos à autoria. Esta pesquisa mostra a profusão de textos apócrifos no mundo virtual, bem como equívocos quanto aos créditos dados em poemas e crônicas de escritores consagrados na literatura universal

O mundo virtual ampliou os espaços da literatura, facilitou a publicação de textos literários em blogs e sites e, sem dúvida, democratizou o acesso de estudantes e internautas em geral a textos antes restritos aos livros. Essa facilidade, entretanto, não é totalmente benéfica. Pesquisas sérias devem ser feitas em sites sérios, pois a democracia só é positiva quando está na mão de quem tem capacidade e caráter para exercê-la. O espaço virtual é terra de todos e de ninguém.

Há quem se preocupe com a credibilidade do que posta, e cita autorias e fontes; há pessoas mal intencionadas, que utilizam o ócio para fazer confusão; e há os incautos, que recebem e repassam textos sem qualquer preocupação com a autenticidade deles. Claro que ninguém é obrigado a saber de cor a autoria de todos os textos, mas, antes de repassá-los ou utilizá-los em pesquisas escolares e acadêmicas, bem como usá-los em avaliações e provas, deve-se conferir a autoria em livros ou com profissionais da área desse conhecimento.

Das atribuições

Não bastasse a omissão da autoria, que constitui um crime previsto na lei nº 10.695, relativa à violação de direito autoral, os escritores estão sendo vítimas de outro engodo: a atribuição de autoria. Arnaldo Jabor, Luís Fernando Veríssimo, Chico Buarque, Dráuzio Varela e Mário Prata, por exemplo, estão vivos e podem rechaçar a atribuição, embora não possam detê-la. Já Shakeaspeare, Clarice Lispector, Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Moraes, Charles Chaplin, Fernando Pessoa, entre outros, circulam na internet como autores de textos que nunca escreveriam e nada podem fazer. O pior é que pessoas utilizam como fonte de pesquisa sites abertos a contribuições, como o www.pensador.info; qualquer pessoa, por mais ingênua que seja, vasculhando as páginas desse site, percebe que um mesmo texto é postado várias vezes com autorias diferentes, tal como na página da Wikipédia, onde qualquer internauta pode se cadastrar e postar o que quiser. Já foram criados blogs e comunidades no Orkut para esclarecer dúvidas quanto a autorias, contribuindo, assim, para que o espaço virtual não seja apenas um celeiro de engôdos, um desserviço ao aprendizado da literatura, mas um espaço legítimo que pode divulgá-la e servir de fonte de conhecimento, com credibilidade.

Drummonds

Carlos Drummond de Andrade, nome consolidado na literatura brasileira, tem estilo discreto e comedido, avesso, entretanto, a todo conservadorismo estético. Deixou uma obra consistente, acrescida dos poemas eróticos, de igual qualidade, desengavetados após sua morte. Não bastassem esses acréscimos, interneteiros insatisfeitos se deram o direito de atribuir-lhe versos que não constam na sua bibliografia, como é o caso do poema “Viver não dói”, amplamente postado em blogs e repassado em e-mails e scraps: (Texto I)

Vanessa Lampert, uma das pessoas sérias, no mundo virtual, que estão lutando pelo crédito aos verdadeiros autores, fez uma análise interessante desse texto e deu uma explicação bem embasada. Em seu blog, ela discorre sobre o possível passo a passo da construção do poema, a começar pela crônica “As possibilidades perdidas”, de Martha Medeiros, publicada em 20 de agosto de 2002, no site Almas gêmeas.

Ela diz que Martha se inspirou em um verso do poema “Canção”, do poeta mineiro Emílio Moura, amigo e contemporâneo de Drummond: “Viver não dói. O que dói / é a vida que se não vive”, discorreu sobre a vida e concluiu com uma interrogação seguida de uma resposta: “Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais”.

A crônica de Martha, transformada em poema, recebeu o acréscimo de um texto da novelista inglesa Mary Cholmondeley : “A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-se do sofrimento, também perde a felicidade.” ( Em inglês: “Every day I live I am more convinced that the waste of life lies in the love we have not given, the powers we have not used, the selfish prudence that will risk nothing and which, shirking pain, misses happiness as well.”), com o enxerto final pinçado do livro You gotta keep dancin, de Tim Hansel, escrito logo após o acidente que ele sofreu e inspirado nas dores intermitentes que o perseguiram a partir daí. Ele diz que não podemos evitar a dor, mas podemos evitar a alegria: “Pain is inevitable, but misery is optional. We cannot avoid pain, but we can avoid joy.” Há muitos outros textos atribuídos ao poeta itabirano. O segundo mais citado é “Conselho de um velho apaixonado”: (Texto II)

Leitura consistente

Esse poema não consta em nenhum dos seus livros, nem se sabe ao certo quem é o verdadeiro autor. Também não constam em sua Obra Completa: “Desejo(s) e/ou Síntese da Felicidade” (“Desejo a você/Fruto do mato/Cheiro de jardim/Namoro no portão/Domingo sem chuva´´); “Reverência ao destino” (“Falar é completamente fácil, quando se têm palavras em mente que expressem sua opinião), que vem sempre acrescido dos versos do poema intitulado: “Eterno”, de autoria dele; e, também, “Inconfesso Desejo” (“Queria ter coragem / Para falar deste segredo / Queria poder declarar ao mundo / Este amor / Não me falta vontade /Não me falta desejo”).

As falsas atribuições ao poeta proliferam na Net como uma epidemia. A ele creditam: “Almas Perfumadas” ( Tem gente que tem cheiro das estrelas que Deus acendeu no céu e daqueles que conseguimos acender na Terra), de Ana Claúdia Saldanha Jácomo; “Máscara”, de Dante Milano; a frase “Não sei quando virá o amanhecer, por isso abro todas as portas” (“Not knowing when the dawn will come I open every door.”), de Emily Dickinson; “Recomeçar” (Não importa onde você parou,/em que momento da vida você cansou,/o que importa é que sempre é possível e necessário recomeçar) foi, inclusive, lido por Ana Maria Braga em seu programa “Mais você”, com com o título “Faxina da alma”e os créditos dados a Drummond.

A criação é, no entanto, de Paulo Roberto Gaefke e, em algumas versões deturpadas, apresenta ainda os versos VII – de “Da Minha Aldeia” no final: (Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer/Porque eu sou do tamanho do que vejo E não, do tamanho da minha altura) que são de Alberto Caeiro, ( “O Guardador de Rebanhos”) um dos´ inúmeros heterônimos de Fernando Pessoa.

Trechos

TEXTO I

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!!

A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos /…/A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.

TEXTO II

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida. Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.

Acerca dos Veríssimos inverossímeis

Luís Fernando Veríssimo, escritor que também se dedica à música instrumental, é um dos prosadores brasileiros a quem os internautas mais atribuem autoria a frases ou textos completos.

Luís Fernando Veríssimo, cujos textos são sóbrios e bem humorados, na Internet, aparece como autor de divagações que mudam o seu estilo: ora ele é romântico, conselheiro, ora adere ao filão da autoajuda. Ao ler a crônica “Quase”, ele mesmo ficou surpreso ao descobrir que a obra levava seu nome e estava amplamente difundida em slides:(TextoIII)

Em 2005, no Salão do Livro de Paris, Veríssimo recebeu uma coletânea de textos de escritores brasileiros traduzidos para o francês, das mãos da própria autora, e se surpreendeu ao ver que o seu escolhido era “Quase”, cuja tradução ficara “Presque”. Esclareceu o equívoco com a organizadora e, ao retornar ao Brasil, contou o episódio na sua coluna do Jornal Zero Hora, relatando episódios, em tom jocoso, sobre o tal texto:(Texto IV)

Das descobertas

Não muito tempo depois recebeu uma carta de uma estudante catarinense, Sarah Westphal Batista da Silva, de 21 anos, contando ser a verdadeira autora. A revelação valeu uma reportagem na capa do Caderno Variedades do jornal Diário Catarinense (e também no clic RBS, o portal da RBS) feita pelo repórter Felipe Lenhart, que descobriu a jovem estudante depois de muitas navegadas pelas ruas da internet.

“A felicidade pode demorar”, cujo título real é “O amor e a vida” ou “Uma reflexão sobre o amor e a vida” também não é do prosador gaúcho Luís Fernando Veríssimo, foi escrito, em verdade, por François de Bitencourt:. Veja-se em destaque: (Texto V)

“Tipo assim”, de Kledir Ramil, também é arbitrariamente postado como de Luís Fernando: (Texto VI)

O primeiríssimo

Um dos mais espalhados pelo mundo virtual, em nome do cronista gaúcho, é “Um dia de Modess na vida de um homem”. O texto é, de acordo com Beth Vidigal, de três jovens jornalistas – Nina Lemos, Giovana Hallack e Raquel Affonso ( conforme indica o site 02 Neurônio).

O autor da crônica assina “Rolinha”. Já a crônica intitulada “Diga Não às Drogas”, que faz a referência aos “cantores e compositores goianos” ou aos “músicos de Goiás” circula também com o título de “Depoimento Emocionado de Luiz Fernando Veríssimo Sobre sua Experiência com as Drogas” igualmente não é dele e, embora tenha sido publicado na “Revista Veja” como texto sem autor, ninguém apareceu para assumir a criação: (Texto VII)

Sempre foram tantas atribuições de autoria feitas a Veríssimo que ele, já em 18 de janeiro de 2002, escreveu no Estadão, sob o título “Apócrifos”, conforme: (Texto VIII):

Quintanas e Quintana

Outro gaúcho bastante agraciado com autorias falsas é o poeta Mário Quintana. O texto “Não quero alguém que morra de amor por mim”, um dos mais divulgados, inclusive em belos slides, é de Adriana Britto e tem como título “Certezas”. Leiamos, como exemplo, uma parte dele: (Texto IX)

Emílio Pacheco, pesquisador de texto apócrifos na Internet, já fez uma lista de “falsos Quintanas” no seu artigo homônimo e deu uma boa contribuição aos que querem levar a sério a bela atitude de repassar textos literários por e-mails ou scraps no Orkut.

Leiamos um dos mais repetidos nas páginas virtuais: “Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra é bobagem. (…) Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação”. Eis o texto.

Em forma de versos ou em prosa, esse texto circula pela internet em slides, montagens, em perfis do Orkut ou mesmo em forma de mensagens. A dupla Bruno e Marrone, inclusive, o declamou em um desses seus shows pelo país.

Tornou-se comum, no mundo virtual, a colagem de textos de autores diferentes… nem sempre o sentimento da pessoa se traduz em um só poema e ela faz o recorte de versos, cola, e esquece de dar o crédito ao(s) autor(es).

Nesse que citamos há pouco, há uma frase famosa de O Pequeno príncipe, de Saint-Exupery: “Tu te tornas eternamente responsável por tudo aquilo que cativas”.

Já a frase “Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação” foi retirada de um provérbio árabe. Outro enxerto foi feito há pouco tempo: “para o homem provar que é homem, não precisa ter mil mulheres, basta fazer uma feliz”.

O número um

Imbatível em quantidade de reproduções na Net é o texto que começa da seguinte maneira:: “Com o tempo você vai percebendo que, para ser feliz com outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela”, que se encerra com a afirmação: “O segredo é não correr atrás das borboletas. É cuidar do jardim para que elas venham até você”.

Leia mais…

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“Se as coisas são inatingíveis… ora! Não é motivo para não querê-las.”
Mário Quintana
>>>biografia

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Mário Quintana – Versos na tarde

Poema
Mário Quintana ¹

Um elevador lento e de ferragens Belle Époque
me leva ao antepenúltimo andar do Céu,
cheio de espelhos baços e de poltronas como o hall
de qualquer um antigo Grande Hotel,
mas deserto, deliciosamente deserto
de jornais falados e outros fantasmas da TV,
pois só se vê, ali, o que ali se vê
e só se escuta mesmo o que está bem perto;
é um mundo nosso, de tocar com os dedos,
não este – onde a gente nunca está, ao certo,
no lugar em que está o próprio corpo
mas noutra parte, sempre do lado de lá!
não, não este mundo – onde um perfil é paralelo ao outro
e onde nenhum olhar jamais encontrará…

¹ Mário de Miranda Quintana
* Alegrete, RS. – 30 de Julho de 1906 d.C
+ Porto Alegre, RS. – 5 de Maio de 1994 d.C

>> biografia de Mário Quintana

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Mário Quintana – Versos na tarde

Lembrete…
Mário Quintana¹

‘A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira. ..
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já se passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.

Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.

Desta forma, eu digo: não deixe de fazer algo de que gosta devido a falta de tempo;
a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.’

¹Mário de Miranda Quintana
* Alegrete, RS. – 30 de Julho de 1906 d.C
+ Porto Alegre, RS. – 5 de Maio de 1994 d.C

>> Biografia de Mário Quintana

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Mário Quintana – Versos na tarde

Se tu me amas
Mário Quintana¹

“Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres, enfim,
tem de ser bem devagarinho,
Amada, que a vida é breve,
e o amor mais breve ainda…”

¹Mário de Miranda Quintana
* Alegrete, RS. – 30 de Julho de 1906 d.C
+ Porto Alegre, RS. – 5 de Maio de 1994 d.C

>> Biografia de Mário Quintana

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Mário Quintana – Versos na tarde

Inscrição para um portão de cemitério
Mário Quintana¹

Na mesma pedra se encontram,
Conforme o povo traduz,
Quando se nasce – uma estrela,
Quando se morre – uma cruz.
Mas quantos que aqui repousam
Hão de emendar-nos assim:
“Ponham-me a cruz no princípio…
E a luz da estrela no fim”!

¹Mário de Miranda Quintana
*Alegrete, RS – 30 de julho de 1906 d.C.
+Porto Alegre, RS – 05 de maio de 1994 d.C

>> Biografia de Mário Quintana

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Mario Quintana – Versos na tarde

Se tu me amas
Mário Quintana¹

Se tu me amas PL
Se me queres, enfim,
tem de ser bem devagarinho,
Amada, que a vida é breve,
e o amor mais breve ainda…

¹Mário de Miranda Quintana
* Alegrete, RS. – 30 de Julho de 1906 d.C
+ Porto Alegre, RS. – 5 de Maio de 1994 d.C

>> Biografia de Mário Quintana

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“Amigos não consultem os relógios quando um dia me for de vossas vidas… Porque o tempo é uma invenção da morte: não o conhece a vida – a verdadeira – em que basta um momento de poesia para nos dar a eternidade inteira”.

>> Biografia de Mário Quintana

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Mário Quintana – Versos na tarde

Os degraus
Mário Quintana¹

Não desças os degraus do sonho
Para não despertar os monstros.
Não subas aos sótãos – onde
Os deuses, por trás das suas máscaras,
Ocultam o próprio enigma.
Não desças, não subas, fica.
O mistério está é na tua vida!
E é um sonho louco este nosso mundo…

¹Mário de Miranda Quintana
* Alegrete, RS – 30 Julho 1906 d.C
+ Porto Alegre,RS – 05 Maio 1994 d.C

Biografia de Mário Quintana

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Reflexões na tarde – Mário Quintana

“A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.”
Mário Quintana¹

¹Mário de Miranda Quintana
* Alegrete, RS. – 30 de Julho de 1906 d.C
+ Porto Alegre, RS. – 5 de Maio de 1994 d.C

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