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Manuel Bandeira – Versos na tarde – 19/12/2017 terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Poemeto erótico Manuel Bandeira¹ Teu corpo claro e perfeito, – Teu corpo de maravilha, Quero possuí-lo no leito Estreito da redondilha   Teu corpo é tudo que cheira… Rosa… flor de laranjeira…   Teu corpo, branco e macio, É como um véu de noivado…   Teu corpo é pomo doirado…   Rosal queimado de estio, Desfalecido em perfume..   ¹Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho *Recife, Pe. – 19 de abril de 1886 +Rio de Janeiro, Rj. – 13 de…

Manuel Bandeira – Versos na tarde – 17/04/2017 segunda-feira, 17 de abril de 2017

Poema Manuel Bandeira¹ Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo Quero apenas contar-te a minha ternura Ah se em troca de tanta felicidade que me dás Eu te pudesse repor – Eu soubesse repor – No coração despedaçado As mais puras alegrias de tua infância! ¹Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho * Recife, PE. – 19 de Abril de 1886 + Rio de Janeiro, RJ. – 13 de Outubro de 1968 [ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”] Compartilhe a…

Versos na tarde – Manuel Bandeira -24/03/2017 sexta-feira, 24 de março de 2017

A doce tarde morre Manuel Bandeira¹ A doce tarde morre E tão mansa Ela esmorece, Tão lentamente no céu de prece, Que assim parece, toda repouso, Como um suspiro de extinto gozo De uma profunda, longa esperança Que, enfim cumprida, morre, descansa… E enquanto a mansa tarde agoniza, Por entre a névoa fria do mar Toda minh’alma foge na brisa: Tenho vontade de me matar! Oh, ter vontade de se matar… Bem sei é cousa que não se diz, Que…

Manuel Bandeira – Versos na tarde – 11/11/2016 sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Poema Manuel Bandeira¹ A doce tarde morre. E tão mansa Ela esmorece, Tão lentamente no céu de prece, Que assim parece, toda repouso, Como um suspiro de extinto gozo De uma profunda, longa esperança Que, enfim cumprida, morre, descansa… E enquanto a mansa tarde agoniza, Por entre a névoa fria do mar Toda minh’alma foge na brisa: Tenho vontade de me matar! Oh, ter vontade de se matar… Bem sei é cousa que não se diz, Que mais a vida…

Manuel Bandeira – Versos na tarde – 03/01/2016 domingo, 3 de janeiro de 2016

Nu Manuel Bandeira¹ Quando estás vestida, Ninguém imagina Os mundos que escondes Sob as tuas roupas. (Assim, quando é dia, Não temos noção Dos astros que luzem No profundo céu. Mas a noite é nua, E, nua na noite, Palpitam teus mundos E os mundos da noite. Brilham teus joelhos. Brilha o teu umbigo. Brilha toda a tua Lira abdominal. Teus seios exíguos – Como na rijeza Do tronco robusto Dois frutos pequenos – Brilham.) Ah, teus seios! Teus duros…

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