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Carpe Diem segunda-feira, 30 de abril de 2018

Vanessa Paradis – La Chanson Des Vieux Cons “Lembro-me de ti, nesse instante absoluto, a vida conduzida por um fio de música.” Lya Luft

Lya Luft – Versos na tarde – 02/11/2017 quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Canção na Plenitude Lya Luft ¹ Não tenho mais os olhos de menina nem corpo adolescente, e a pele translúcida há muito se manchou. Há rugas onde havia sedas, sou uma estrutura agrandada pelos anos e o peso dos fardos bons ou ruins. (Carreguei muitos com gosto e alguns com rebeldia.)O que te posso dar é mais que tudo o que perdi: dou-te os meus ganhos. A maturidade que consegue rir quando em outros tempos choraria, busca te agradar quando…

Lya Luft – Prosa na tarde – 14/12/2016 quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]”A vida é maravilhosa, mesmo quando dolorida.  Eu gostaria que na correria da época atual a gente pudesse se permitir, criar, uma pequena ilha de contemplação, de autocontemplação, de onde se pudesse ver melhor todas as coisas: com mais generosidade, mais otimismo, mais respeito, mais silêncio, mais prazer. Mais senso da própria dignidade, não importando idade, dinheiro, cor, posição, crença. Não importando nada”. Lya Luft * Santa Cruz do Sul, RS. – 15 de setembro de…

Lya Luft – Versos na tarde – 11/10/2016 terça-feira, 11 de outubro de 2016

Dança Lenta Lya Luft¹ Não somos nem bons nem maus: somos tristes. Plantados entre chão e estrelas, lutamos com sangue, pedras e paus, sonho e arte. Nem vida nem morte: somos lúcida vertigem, glória e danação. Somos gente: dura tarefa. Com sorte, aqui e ali a ternura faz parte. ¹Lya Luft *Santa Cruz do Sul, RS – 15 de setembro de 1938 [ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Lya Luft – Versos na tarde – 09/08/2015 domingo, 9 de agosto de 2015

Poema Lya Luft¹ Se te pareço ausente, não creias: hora a hora minha dor agarra-se aos teus braços, hora a hora meu desejo revolve teus escombros, e escorrem dos meus olhos mais promessas. Não acredites nesse breve sono; não dês valor maior ao meu silêncio; e se leres recados numa folha branca, Não creias também: é preciso encostar teus lábios nos meus lábios para ouvir. Nem acredites se pensas que te falo: palavras são meu jeito mais secreto de calar….

Lya Luft – Verso na tarde – 26/07/2015 domingo, 26 de julho de 2015

Canção na plenitude Lya Luft¹ Não tenho mais os olhos de menina nem corpo adolescente, e a pele translúcida há muito se manchou. Há rugas onde havia sedas, sou uma estrutura agrandada pelos anos e o peso dos fardos bons ou ruins. (Carreguei muitos com gosto e alguns com rebeldia.) O que te posso dar é mais que tudo o que perdi: dou-te os meus ganhos. A maturidade que consegue rir quando em outros tempos choraria, busca te agradar quando…

Lya Luft – Versos na tarde – 06/07/2015 segunda-feira, 6 de julho de 2015

Histórias do tempo Lya Luft ¹ Ardo na minha contradição, desabrocho na minha dúvida, faço da vida um presságio e da verdade um pressentimento ¹ Lya Luft * Santa Cruz do Sul, RGS – 15 de Setembro de 1938 d.C [ad#Retangulo – Anuncios – Duplo]

Lya Luft – Versos na tarde – 14/03/2015 sábado, 14 de março de 2015

O mundo filtra-se pelos meus ouvidos Lya Luft¹ O mundo filtra-se pelos ouvidos de quem, como eu, só vê a própria noite: meus olhos pegam sons com gestos falhos, a máscara que vesti não tinha frestas. Sons como peixes nesta sombra eterna chegam e nadam, giram, se entrechocam, em desenhos de luz que não entendo. Abro meu coração, ouvido inquieto, em busca de algum tom definitivo que abra em claridade estes meus olhos e me lance desta ilha ao mar…

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