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Tecnologia: leitor eletrônico eRoll

Designer desenvolve leitor eletrônico que pode ser ‘enrolado’ como jornal

Aparelho chamado ‘eRoll’ ainda é apenas conceitual e não está à venda.

O designer Dragan Trencevski desenvolveu o que ele acredita ser ‘o e-reader do futuro’, de acordo com o blog “Yanko Design”.

Ainda conceitual, o aparelho chamado ‘eRoll’ mostra uma tela sensível ao toque totalmente flexível – que pode ser enrolada depois da leitura e levada com facilidade para onde o usuário quiser.

Bem diferente dos modelos atuais, como os mais famosos iPad, da Apple, e Kindle, da Amazon.com, que contam com telas rígidas.

G1

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Notebook Toshiba com duas telas

Toshiba lança portátil com duas telas para brigar com iPad e Kindle

Libretto, portátil da Toshiba com duas telas, chega ao mercado japonês em agosto. Portátil pode ser usado como livro eletrônico.

Uma das telas pode funcionar como teclado virtual.

Aparelho custará quase três vezes mais do que concorrentes.

A Toshiba lançou nesta segunda-feira (21) um computador portátil de pequeno porte equipado com duas telas que pode ser usado como leitor eletrônico. O aparelho, chamado Libretto, coloca a empresa em competição com o iPad, da Apple, e o Kindle, da Amazon.

O produto pode ser usado tanto como um notebook convencional com uma das telas servindo como teclado virtual, quanto como leitor eletrônico.

Ele estará disponível para comercialização no Japão no final de agosto e, posteriormente, na Europa, Estados Unidos e outros mercados.

A Toshiba lançou o W100 Libretto em um evento em Tóquio, que marcou os 25 anos de lançamento pela empresa do primeiro laptop do mundo, em 1985.

A companhia espera que a unidade de PCs, que teve um prejuízo de 8,8 bilhões de ienes (US$ 97 milhões) no ano encerrado em março, atinja o equilíbrio no ano fiscal que terminará em março de 2011.

O Libretto lançado nesta segunda-feira, que também enfrenta forte concorrência da Sony, não deve abalar o mercado de leitores eletrônicos no curto prazo, considerando que a Toshiba ainda precisará firmar acordos com provedores de conteúdo.

Libretto, portátil da Toshiba com duas telas, chega ao mercado japonês em agosto.

Libretto chega ao mercado japonês em agosto.

Mais do que experiência de “consumo” passiva

Entretanto, os executivos da empresa ressaltaram que o aparelho, que segundo eles deve ser vendido a 120 mil ienes (US$ 1.320) no Japão – ante US$ 489 do Kindle e US$ 499 do iPad mais barato – oferece mais do que uma experiência de “consumo” passiva.

“O iPad da Apple provavelmente está criando um novo mercado em termos de consumo de informação, navegação e leitura de livros”, afirmou o presidente-executivo da unidade de produtos digitais da Toshiba, Masahiko Fukakushi.

“Mas quando se trata de criação ou de produção… o que estamos fazendo ainda tem muito valor. Queremos continuar fazendo as duas coisas.”

A Toshiba é a quarta maior fabricante de notebooks no mundo depois de HP, Acer e Dell.

Reuters

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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não escreve mais à mão. Artigos, estudos, mensagens – tudo ganha vida pelas teclas no computador. “Acho que nem sei mais escrever à mão”, disse durante palestra proferida na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) nesta quarta-feira (24/3). Mas isso não quer dizer que o sociólogo seja um prodígio da tecnologia. Pelo contrário: não raras vezes os bites e bytes lhe pregam peças do arco da velha.

FHC grande

Dias atrás, por exemplo, ele perdeu um texto que escrevia. O documento simplesmente escafedeu-se da tela do computador. “Pedi ajuda ao seu marido”, disse, da mesa de onde palestrava, para Monica Serra, esposa do governador de São Paulo, José Serra.

“Ele tentou me ajudar e não resolveu nada. Pedi para meu filho, que também não conseguiu resolver. O jeito foi chamar meu neto para dar uma solução”, afirmou, arrancando boas gargalhadas da plateia.

A história começou como piada, mas foi a forma de FHC dizer que – segundo palavras dele – a “grande revolução do momento é a da comunicação”, fenômeno propiciado pela tecnologia da informação. E que esse movimento será liderado pela juventude. “A revolução da tecnologia da comunicação é para gente nova. A pedagogia moderna é isso”.

Google e o Kindle, essa maquininha aí

Ao falar assim, a intenção do ex-presidente é destacar o papel de liderança das novas gerações no mundo contemporâneo, e não diminuir a importância dos mais velhos no processo de digitalização.

Para ele, pensar o País daqui para frente significa estar inserido na lógica da inovação científica, o que repercute em todos os setores da economia. “Só temos a Embraer competindo no exterior porque temos o ITA”, disse, referindo-se ao Instituto Tecnológico da Aeronáutica.

“Agora temos essa maquininha aí que permite ler livros”, afirmou, numa referência aos leitores digitais como Kindle. “Também existe a Wikipédia. Eles escrevem muitas bobagens sobre mim lá, mas é um ponto de partida para a pessoa avançar e descobrir mais sobre um assunto”, brincou. “E também temos o Google, o maior sabido do mundo hoje”.

E o que deve um país fazer diante de um cenário como esse? Ou, para ficar no tema de sua palestra (“Ensino superior como área crítica estratégica”), qual o lugar da universidade diante da revolução digital? “A questão é ser ou não ser um analfabeto na web. O importante não é a tecnologia, mas a pessoa. É a formação dos professores para que lidem com as tecnologias da informação”.

Sobrou até para o Lula

Esse contexto também permite analisar, segundo FHC, a aplicação da tecnologia como instrumento de desenvolvimento. Como exemplo, cita o caso do Chile, que, para ele, fez um bom trabalho de valorização de seus produtos e sua imagem como país. “Os chilenos inventaram um negócio que é vender ostra para a França. Parece coisa simples, mas é complicado. Envolve logística, tecnologia”, afirmou.

Outro exemplo é o vinho, que, de algumas décadas para cá, alcançou status internacional graças a um bom trabalho de marca, pela avaliação de FHC. Foi o que bastou para dar uma alfinetadinha em seu grande rival político.

“O Brasil tem uma grande produção de fruta, à la Lula, ‘a maior do mundo’, mas ninguém conhece. O mundo do futuro é do design, da moda, da tecnologia. É o que chamam de economia criativa”.

Castells e os soviéticos

Ao refletir sobre o desenvolvimento tecnológico, FHC citou até o sociólogo espanhol Manuel Castells, autor de a “Galáxia da Internet”, com quem afirmou “ter sólida amizade”.

Conforme relembrou o ex-presidente, um dos estudos de Castells, feito há algumas décadas, um dos motivos de o império soviético ter ruído se deve ao fato de a URSS ter perdido o bonde da evolução tecnológica, embora o país tivesse, durante bom tempo, despontado como potência científica. O descompasso se deu a partir do momento em que os EUA começaram a viver “a revolução tecnológica, a digitalização, a concepção binária”, disse FHC.

“Só depois o comando soviético percebeu que os americanos olhavam para o pequeno, o micro, enquanto eles continuaram no macro. E a evolução caminhou para a miniaturização, foi do complexo para simples”, analisou.

O resumo da ópera, seguindo o raciocínio de FHC, são as profundas transformações sociais, políticas e econômicas provocadas pela tecnologia. “A revolução tecnológica tem um efeito maior do que a revolução industrial teve em sua época”.

Clayton Melo/IDG Now

Clayton Melo

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O tablet do Google

Circula na internet, um vídeo e fotos, do que se diz ser o tablet do Google.
A belezura, espalham os boatos, seria lançado juntamente com o sistema operacional Chrome OS.
Será que teremos mais um concorrente para o Kindle da Amazon e para o iPad da Apple?

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Kindle ultrapassou venda de livros na Amazon

Amazon vende mais e-books que livros físicos


Kindle, da Amazon: o leitor de conteúdos digitais foi o item mais vendido da loja nas compras de fim de ano

Em um comunicado oficial depois das vendas de Natal, a Amazon.com anunciou que seu leitor portátil, Kindle, é o mais vendido da história da loja.

De acordo com a companhia, nas compras de fim de ano, as vendas dos livros digitais superaram as dos livros físicos pela primeira vez. A Amazon, porém, não fornece os dados específicos.

O que se sabe é que os livros mais comprados no fim do ano, foram, em ordem: “Going Rogue” de Sarah Palin; “Símbolo Perdido” de Dan Brown; e “The Help” de Kathryn Stockett

Para muitos, a notícia comemorativa em relação ao Kindle (a segunda, em menos de um mês) é uma forma de espantar a concorrência, representada, especialmente, pela livraria Barnes & Noble, que acaba de lançar um leitor de e-books próprio, o Nook.

No mesmo comunicado, a Amazon também informou que, no dia 14 de dezembro, recebeu 9,5 milhões de itens pedidos pelo mundo, o que representa 110 presentes por segundo e um novo recorde da loja.

Em 2009, a Amazon diz ter feito entregas para mais de 178 países e 99% dos pedidos de fim de ano – considerados de 15 de novembro a 19 de dezembro – foram entregues no tempo previsto.

Segundo o relatório de itens mais vendidos no período natalino, os eletrônicos mais adquiridos foram, depois do Kindle, o “iPod Touch de 8 GB“, da Apple, e o GPS “Garmin nuvi 260w”, com tela de 4,3 polegadas.

No quesito videogames, o mais vendido foi o “Wii Fit Plus com Balance Board”, seguido por “New Super Mario Bros” e “Call of Duty: Modern Warfare 2″.

Dentre os software mais comprados, o “Microsoft Office Home and Student 2007” ocupou o primeiro lugar, “Adobe Photoshop Elements 8” o segundo e “Microsoft Office 2008 for Mac Home & Student Edition” o terceiro.

O preço no Brasil

Liminar permite comprar Kindle sem imposto

Em dezembro, uma decisão da Justiça Federal autorizou um consumidor a comprar o Kindle sem o pagamento de imposto de importação, reduzindo o preço do aparelho quase pela metade – no Brasil, segundo um balanço feito pela INFO, o leitor de e-books com todas as tarifas custaria aproximadamente mil reais.

A ação foi movida pelo advogado Marcel Leonardi que pedia à Justiça o direito de comprar o Kindle nos mesmos termos da lei para importação de livros e manuais impressos.

Ao ler o pedido de Leonardi, a juíza Marcelle Ragazzoni Carvalho, da 22ª Vara da Justiça Federal em São Paulo, considerou a solicitação justa, pois considera que o Kindle tem função exclusiva de leitura e, por isso, deve ser classificado como um livro, ainda que em formato eletrônico.

A decisão tem caráter liminar e vale apenas para este pedido.

Guilherme Pavarin/INFO Online

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Apple prepara lançamento do tablet

Apple negocia conteúdo para tablet com empresas australianas

A empresa norte-americana Apple está sondando empresas de mídia da Austrália para checar interesse no envio de conteúdos digitais para seu planejado tablet, informou o jornal “The Sidney Morning Herald” nesta terça-feira (27).

De acordo com o periódico, a Apple inclusive já enviou especificações do aparelho para essas empresas de mídia.

Tecnologia Computadores Tablet AppleO tablet da Apple segundo ilustração do site GizModo

O planejado tablet, que foi anunciado extra-oficialmente pelos meios de comunicação norte-americanos em agosto, seria um aparelho maior que o celular iPhone — algo entre 7 e 10 polegadas de tela  — e com funções de e-reader, como o Kindle.

Mas o aparelho, esperado para a primeira metade de 2010, também teria outros diferenciais multimídia, em uma espécie de mistura de celular e notebook.

Até mesmo o editor-executivo do jornal “The New York Times”, Bill Keller, sugeriu uma possível parceria com a Apple para envio de conteúdos digitais ao seu novo equipamento, informou o Nieman Journalism Lab na quarta-feira passada (21).

Folha Online

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Kindle, livro digital, brasileiro, sai do forno

O “Kindle brasileiro” está chegando… Você está pronto para ler livros em um gadget?

Tecnologia Computadores Kindle

Está prevista para outubro a chegada ao mercado brasileiro do primeiro leitor de ebooks (livros digitais) nacional. Ainda não tem nome definido, mas será montado em Minas Gerais pela empresa de tecnologia BraView, que já faz monitores, roteadores e diversos periféricos de informática.

A grande referência em ebook readers no mundo é o americano Kindle, da Amazon. O sucesso do Kindle nos Estados Unidos e em alguns países da Europa enche os olhos de qualquer empresário que atua no ramo. Não há números oficiais divulgados, mas especialistas estimam que a renda com a venda dos aparelhos e dos livros digitais chegue a US$ 1,4 bilhão em 2010.

O modelo de negócio pegou lá fora, mas principalmente por causa da mãe do Kindle, a Amazon. A empresa é a maior loja pontocom dos Estados Unidos, e começou na internet em 1995 vendendo justamente livros. A vocação no mercado foi fundamental. É claro que fez também toda a diferença o fato de Oprah, a apresentadora mais popular dos EUA, ter dito que o aparelho tinha mudado sua vida.

Pois falta um padrinho ao “Kindle brasileiro”. Segundo o gerente de marketing da fabricante, Eduardo Silva, alguns contatos com lojas pontocom brasileiras foram feitos, mas nada foi fechado ainda. Ele não cita nomes, mas é fácil imaginar que as parceiras naturais seriam varejistas como Americanas/Submarino e Saraiva.

A tabelinha Kindle/Amazon lembra o sucesso na música da dupla iPod/iTunes (Apple), que se repete agora com a venda de aplicativos para o celular iPhone. O sucesso do Kindle, do iPod e do iPhone não é apenas pelo “rostinho bonito” dos aparelhos. E o da BraView nem é lá dos mais atraentes.

Tecnologia Computadores Kindle

Sem padrinho, a empresa vai entrar nesse mercado com cuidado. Em um primeiro momento serão postos à venda apenas mil aparelhos.

O modelo escolhido para o lançamento é básico. Em recursos, lembra muito a primeira geração do Kindle, lançada nos Estados Unidos em novembro de 2007. O reader da BraView terá entrada para cartão de memória e servirá também como tocador de MP3. Não tem, por exemplo, conexão wireless para compra direta de conteúdo digital na internet, presentes no Kindle 2 e no Kindle DX. Segundo a BraView, essa função será incorporada na próxima geração do aparelho. O recurso wireless completou, com a Amazon e a Oprah, a trinca de sucesso do Kindle.

Por questões óbvias de patente, não será possível ler no gadget brasileiro os mais de 300 mil livros digitais disponíveis na Amazon (formato AZW). O “Kindle brasileiro” é compatível com arquivos PDF (Acrobat), TXT (texto), HTML (internet), EPUB e MOBI (dois dos arquivos padrões para livros digitais), FB2 (PocketPC), PRC (Palm), JPG e BMP (imagens) e MP3 (música). O preço do brinquedo será de US$ 200, algo próximo a R$ 380 no câmbio de hoje.

O Kindle não é vendido no Brasil, mas não faltam sites que ensinam como usar o aparelho por aqui. Além disso, há diversos ebook readers gringos no mercado nacional. A chegada de um representante genuinamente brasileiro levanta a dúvida: será que leremos livros digitais por aqui como fazem lá fora?

por Rafael Pereira – blog bombou na web

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