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João Cabral de Melo Neto – Versos na tarde – 07/11/2017

Ode Mineral João Cabral de Melo Neto ¹ É mineral o papel onde escrever o verso; o verso que é possível não fazer. São minerais as flores e as plantas, as frutas, os bichos quando em estado de palavra. É mineral a linha do horizonte, nossos nomes, essas coisas feitas de palavras. É mineral, por […]

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João Cabral de Melo Neto – Versos na tarde – 15/09/2017

Poema João Cabral de Melo Neto¹ O amor, esse sufoco, agora há pouco era muito, agora, apenas um sopro ah, troço de louco, corações trocando rosas, e socos ¹João Cabral de Melo Neto * Recife, Pernambuco – 9 de janeiro de 1920 + Rio de Janeiro, RJ. – 9 de outubro de 1999 Tweet

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João Cabral de Melo Neto – Versos na tarde – 27/08/2017

Ode Mineral João Cabral de Melo Neto¹ É mineral o papel onde escrever o verso; o verso que é possível não fazer. São minerais as flores e as plantas, as frutas, os bichos quando em estado de palavra. É mineral a linha do horizonte, nossos nomes, essas coisas feitas de palavras. É mineral, por fim, […]

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João Cabral de Melo Neto – Versos na tarde – 24/07/2016

A Educação pela Pedra João Cabral de Melo Neto Uma educação pela pedra: por lições; Para aprender da pedra, frequentá-la; Captar sua voz inenfática, impessoal (pela de dicção ela começa as aulas). A lição de moral, sua resistência fria Ao que flui e a fluir, a ser maleada; A de poética, sua carnadura concreta; A […]

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João Cabral de Melo Neto – Versos na tarde – 15/09/2014

Poema João Cabral de Melo Neto ¹ Belo porque tem do novo A surpresa e a alegria Belo como a coisa nova Na prateleira até então vazia Como qualquer coisa nova Inaugurando o seu dia E belo porque o novo Todo o velho contagia ¹ João Cabral de Melo Neto * Recife, PE. – 9 […]

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João Cabral de Melo Neto – Versos na tarde – 20/08/2014

Morte e Vida Severina – extrato João Cabral de Melo Neto ¹ “… E não há melhor resposta que o espetáculo da vida: vê-la desfiar seu fio, que também se chama vida, ver a fábrica que ela mesma, teimosamente, se fabrica, vê-la brotar como há pouco em nova vida explodida; mesmo quando é assim pequena […]

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João Cabral de Melo Neto – Versos na tarde – 09/07/2014

Tecendo a Manhã João Cabral de Melo Neto ¹ 1 Um galo sozinho não tece uma manhã: ele precisará sempre de outros galos. De um que apanhe esse grito que ele e o lance a outro; de um outro galo que apanhe o grito de um galo antes e o lance a outro; e de […]

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João Cabral de Melo Neto – Versos na tarde – 15/02/2014

O artista inconfessável João Cabral de Melo Neto ¹ Fazer o que seja é inútil. Não fazer nada é inútil. Mas entre fazer e não fazer mais vale o inútil do fazer. Mas não, fazer para esquecer que é inútil: nunca o esquecer. Mas fazer o inútil sabendo que ele é inútil, e bem sabendo […]

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João Cabral de Melo Neto – Versos na tarde – 25/10/2013

Pequena Ode Mineral João Cabral de Melo Neto¹ Desordem na alma que se atropela sob esta carne que transparece. Desordem na alma que de ti foge, vaga fumaça que se dispersa, informe nuvem que de ti cresce e cuja face nem reconheces. Tua alma foge como cabelos, cunhas, humores, palavras ditas que não se sabe […]

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João Cabral de Melo Neto – Versos na tarde – 28/01/2013

As amadas João Cabral de Melo Neto ¹ As amadas rebentam nas fontes do poema, as amadas não são a filha do rei, uma delas não sabe onde me encontrar; no pensamento vizinho ao meu cresce o desejo das amadas; vou apanhar os peixes da lua para a fome das amadas. Mas meu quotidiano irreparável […]

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João Cabral de Melo Neto – Versos na tarde – 09/11/2012

O fim do mundo João Cabral de Melo Neto ¹ No fim de um mundo melancólico os homens lêem jornais. Homens indiferentes a comer laranjas que ardem como o sol. Me deram uma maçã para lembrar a morte. Sei que cidades telegrafam pedindo querosene. O véu que olhei voar caiu no deserto. O poema final […]

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João Cabral de Melo Neto – Versos na tarde – 05/11/2012

O poema João Cabral de Melo Neto ¹ A tinta e a lápis escrevem-se todos os versos do mundo. Que monstros existem nadando no poço negro e fecundo? Que outros deslizam largando o carvão de seus ossos? Como o ser vivo que é um verso, um organismo com sangue e sopro, pode brotar de germes […]

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