A estratégia alucinada por trás do tablet de Jobs

O iPad é a segunda coisa mais ousada que Steve Jobs fez em sua vida. E, a estas alturas, o prezado leitor está lá pensando com seus botões: “coitado, o colunista pirou.” É só um iPhone grande.

Sim, é. O tablet de Jobs não é uma revolução. É evolução de uma linha bem sucedida de produtos. Mas trata-se de uma jogada arrojada que vem de uma estratégia alucinada.

Ele, afinal, quer concorrer com a web.

A corrida é pela internet móvel. De um lado do ringue está o Google. A trupe da cidadezinha de Mountain View tem uma vantagem: sua plataforma Android é aberta e portanto serão muitos os smartphones e tablets com o sistema. Os aparelhos podem parecer caros hoje. Mas haverá modelos vendidos a US$ 100 lá por 2013. Telefonia celular sempre avançou muito rápido e com a internet móvel não será diferente.

O Google abre as portas para um mundo que os navegantes já conhecem. É a internet da boa e velha web, aberta como sempre foi.

Do outro lado está a Apple. Promete uma multimídia mirabolante. Há um formato para livros – e o livro texto de medicina permitirá ao estudante vasculhar por dentro do corpo humano com filmes e cores e sons aos quais ele jamais teve acesso.

E um formato para periódicos – o jornal e a revista mantêm a diagramação elegante do papel, mas a ela somam-se a atualização continuada da internet, filmes, galerias de fotos. As vantagens de um e as do outro. Isso, para não falar dos games. Tudo estruturado numa plataforma que já é conhecida. A da dupla iPod e iTunes.

A vantagem do Google virá no preço e no fato de que todos já estão habituados com a web aberta.

Mas que ninguém dispense a Apple – ela também conta com uma vantagem no momento em que a internet fica móvel: os produtores de conteúdo estão do seu lado. Estúdios de cinema, gravadoras, jornais, revistas, editoras, game houses, quem produz conteúdo quer um ambiente já aceito pelo mercado no qual possa vender o que produz.

E, se o melhor conteúdo estiver fora da web aberta, talvez a Apple possa virar esse jogo.

Neste ambiente, Microsoft e RIM, do Blackberry, correm desesperadas atrás. Para não falar da pobre Palm.

Ao decidir concorrer com a web, Steve Jobs faz a segunda coisa mais ousada de sua carreira. A primeira foi o computador pessoal.

Pedro Doria/Estadão

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Só falta agora o iPhone fritar ovo, pregar botão e promover teletransporte!
O Editor


Tecnologia pessoal

LAS VEGAS – Uma empresa que faz acessórios para celulares quer incluir um item à interminável lista de coisas que se pode fazer com o iPhone: pilotar um helicóptero de brinquedo.

Na Consumer Electronics Show, na semana passada, a francesa Parrot lançou seu AR.Drone — um helicóptero de plástico com aproximadamente 30 centímetros de comprimento e que pode ser remotamente controlado pela tela do iPhone ou do iPod Touch.

A conexão é feita via wifi e o helicópter tem duas câmeras: uma na parte de baixo, que calcula a velocidade, e a outra na frente, que mostra seu campo de visão na tela do telefone.

A Parrot planeja ainda lancer jogos que mesclam o mundo real com a realidade aumentada. Henri Seydoux, CEO da empresa, acredita que o apelo do produto é a possibilidade de levar os games para for a de casa.

O lançamento deve ser feito ainda este ano, mas não há preço estabelecido.

Info Online

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Dica do Editor
O site foi otimizado para celulares
Android, iPhone, Nokia S60 e Palm Web OS. Tem até a célebre baleia que aparece quando o serviço está indisponível.
Pode ser acessado em
mobile.twitter.com


Twitter remodela seu site para celulares

Tecnologia Celulares Twitter 01Serviço de microblog pôs no ar uma versão melhorada da interface móvel, feita já com a nova API.

O Twitter construiu um site móvel a partir do zero para seu serviço de rede social e microblog, reconhecendo que o atual, apesar de confiável, tem uma interface pouco atraente e um conjunto modesto de recursos.

“Muita gente acessa o Twitter de seus celulares por meio do nosso bom e velho site web, e o confiável ‘m’ tem publicado os tweets com afinco. No entanto, o ‘m’ já não representa tão bem o Twitter, e achamos que ele poderia fazer mais algumas coisas por vocês”, escreveu o designer de experiência móvel do Twitter, Leland Rechis, em um blog oficial.

Os usuários podem experimentar agora o novo site por meio do endereço mobile.twitter.com. Antes de torná-lo o endereço padrão para acesso móvel, o Twitter que ouvir mais os usuários.

Mais útil

“Ele ficou com uma aparência ótima, e ganhou alguns toques excelentes que tornarão sua experiência móvel com o Twitter um pouco mais divertida e muito mais útil. Diga se você concorda com a gente e, principalmente, se tem alguma coisa que possamos melhorar”, escreveu Rechis.

O novo site, construído inteiramente com a própria API (interface de programação de aplicações) do Twitter, funciona melhor em navegadores móveis baseados no núcleo de código aberto Webkit, que serviu de base aos navegadores do iPhone e do sistema Android, do Google.

A mídia móvel é um negócio importante para o Twitter. O sistema foi projetado para publicar mensagens de texto que não são maiores que 140 caracteres, e o acesso pode ser feito por vários métodos, incluindo a tecnologia SMS encontrada em praticamente todos os celulares. Recentemente, no Brasil, o envio de mensagens ao Twitter via SMS foi lançado pela operadora Vivo.

Fonte: IdgNow

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Internet-da-mais-poder-a-pessoas-comuns-diz-site

Internet 'dá mais poder a pessoas comuns', diz site.

Os protestos no Irã, a campanha presidencial americana do ano passado, a abertura de capital do Google e o surgimento de sites inovadores como Twitter, Facebook e Wikipedia, estão entre os “dez momentos mais influentes” da internet na última década, segundo os organizadores do Webby Awards, um reconhecido prêmio de excelência na internet.

A lista, englobando “uma década dominada pela internet”, tem como finalidade ressaltar o caráter da rede mundial como “catalisador da mudança não apenas em todos os aspectos da nossa vida cotidiana, mas em tudo, do comércio e as comunicações à política e a cultura“.

“O tema recorrente entre todas os marcos da nossa lista é a capacidade da internet de deixar para trás sistemas antigos e colocar mais poderes nas mãos das pessoas comuns”, disse o diretor-executivo do Webby Awards, David-Michel.

O prêmio, dado desde 1996 a diversas iniciativas presentes na internet, como sites, anúncios interativos, vídeos e filmes online, é considerado uma espécie de “Oscar da internet”.

Premiações

Entre as maiores façanhas da internet nesta década esteve o desafio às mídias tradicionais, ilustrado pela expansão do site de classificados gratuito Craigslist – que “causou um frio da espinha de jornais em todos os lugares”, segundo o Webby Awards – e a possibilidade de empresas anunciarem seus produtos ao lado dos resultados das buscas através do Google AdWords.

Com 20 mil artigos em 18 línguas só no seu primeiro ano, o prêmio considerou que o lançamento da enciclopédia digital Wikipedia no ano seguinte “simbolizou o poder da internet de levar pessoas que não se conhecem em diversas partes do globo a colaborar tanto em projetos grandes e pequenos”.

O prêmio destacou ainda a capacidade do antigo Napster, um programa de compartilhamento de música fechado em 2001, de “abrir as portas” para esse tipo de prática – uma “inovação que mudou para sempre a maneira como obtemos e experimentamos música e vídeo”, disseram os organizadores.

Nos anos seguintes, o prêmio destacou a abertura de capital em bolsa da gigante de informática Google “para se tornar a mais dominante e influente companhia da década” e o avanço da tecnologia de transmissão de dados em banda-larga possibilitou o advento do vídeo na internet – uma “revolução” que “remodelou tudo, da cultura pop à política”.
Nesse campo, o prêmio destaca o uso das mídias sociais tanto no caso da campanha presidencial americana de 2008 quanto nos protestos contra as eleições iranianas neste ano.

No primeiro caso, o prêmio afirma que “a internet alterou a forma de fazer política presidencial tanto quanto a televisão havia feito 40 anos, durante a disputa Kennedy/Nixon”.

No segundo caso, os organizadores indicaram a “impossibilidade de se censurar o Twitter”, um serviço de microblogging descentralizado que acabou se tornando uma das principais fontes de informação para o mundo exterior do que ocorria dentro do Irã.

O Webby Awards também destacou a expansão do site de relacionamentos Facebook, que colocou a chamada “mídia social” no centro das atenções.

Por fim, a lista inclui o lançamento do iPhone em 2007. “Na próxima década, estima-se que um bilhão de usuários virá para a internet pela primeira vez através de serviços móveis“, diz o Webby.

DEZ ‘MOMENTOS DA INTERNET’
2000 – Site de classificados Craigslist ameaça jornais

2000 – Google barateia publicidade online com AdWords

2001 – Wikipedia é lançada

2001 – Napster inaugura compartilhamento de arquivos

2004 – Google abre seu capital

2006 – Tecnologia permite difusão do vídeo online

2006 – Facebook e Twitter ganham espaço

2007 – Apple lança iPhone

2008 – Campanha presidencial nos EUA ganha a rede

2009 – Manifestantes iranianos driblam censura usando internet

BBC Brasil

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Confira cinco tendências para o Twitter

O que o futuro reserva para o serviço de microblog aumentar sua relevância na internet.

O Twitter, por sua natureza, pode ser bastante efêmero. Mas algumas tendências previstas para o futuro do popular serviço de microblog podem torná-lo ainda mais relevante e garantir o sucesso da ferramenta por um longo tempo.

O site mashable.com listou cinco desses tendências. Confira:

1 – Geolocation

Apenas algumas semanas atrás o Twitter anunciou novas ferramentas que trarão ao serviço recursos de localização. Uma vez que você o aceita, sua latitude e longitude estarão associadas aos seus tweets.

Os tweets com localização não devem demorar a aparecer, afinal, o pacote de ferramentas para desenvolvimento de aplicativos (API) já foi publicado. Eles serão um desenvolvimento monumental para o Twitter, porque cada atualização, de cada usuário, será como um ‘check-in’ de sua localização e o volume de dados a respeito de lugares, localizações e tweets será muito poderoso.

2 – Falência de aplicativos

Só porque aplicativos para Twitter são fáceis de fazer não significa que são simples para geração de receitas. Os softwares invadiram o pedaço, tornando a vida dos aficionados pelo serviço muito mais fácil, por meio de aplicativos como os do iPhone ou aqueles que permitem o uso por meio de múltiplas contas.

Ok, já temos um excesso de aplicativos, mas a maioria não consegue ser rentável como o Tweetdeck, por exemplo. Para sermos sinceros, nem mesmo aplicativos extremamente populares e úteis conseguem gerar renda a seus desenvolvedores. Veremos nos próximos meses, infelizmente, o desaparecimento de muitos deles.

3 – Análise de conteúdo

Com o Twitter consolidado, amadurece também sua audiência. Assim, as marcas precisam, mais do que nunca, entender o que devem oferecer. Para isso, elas precisam de algo além de simples dados quantitativos.

Elas querem saber quem são os formadores de opinião na chamada “Twittosfera”, entender o que está acontecendo com uma análise ’sentimental’ e compreender realmente o que os usuários estão falando sobre seus tweets.

Logo, as ferramentas corporativas de análise do Twitter devem aumentar, se aperfeiçoar e competirem entre si.

4 – Políticas

O fato de poder disseminar uma novidade em tempo real para o mundo todo é algo que assusta qualquer tipo de negócio. Logo, as companhias já preparam suas regras de controle de uso do Twitter por seus funcionários. Claro, não há nada de errado em implantar políticas a respeito da ferramenta – melhor do que proibir totalmente o uso de redes sociais, como faz 20% das empresas, em média, nos EUA, por exemplo. Porém, por enquanto, certamente o Twitter será a rede social número um entre os inimigos de muitas companhias.

5 – Nasce uma estrela

Hoje o Twitter não é mais uma ferramenta para os geeks ou profissionais de comunicação. Ele é mainstream. Quer uma prova? Nos Estados Unidos, basta ligar a TV e ver que as maiores campanhas publicitárias já incluem o Twitter em seus roteiros. Em todos os lugares, inclusive no Brasil, as celebridades já adotaram a ferramenta e isso não vai mudar tão cedo.

Isso mostra que o Twitter está se disseminando para outras esferas da sociedade. É seu destino: tornar -se também uma celebridade.

do IDG Now

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Apple negocia conteúdo para tablet com empresas australianas

A empresa norte-americana Apple está sondando empresas de mídia da Austrália para checar interesse no envio de conteúdos digitais para seu planejado tablet, informou o jornal “The Sidney Morning Herald” nesta terça-feira (27).

De acordo com o periódico, a Apple inclusive já enviou especificações do aparelho para essas empresas de mídia.

Tecnologia Computadores Tablet AppleO tablet da Apple segundo ilustração do site GizModo

O planejado tablet, que foi anunciado extra-oficialmente pelos meios de comunicação norte-americanos em agosto, seria um aparelho maior que o celular iPhone — algo entre 7 e 10 polegadas de tela  — e com funções de e-reader, como o Kindle.

Mas o aparelho, esperado para a primeira metade de 2010, também teria outros diferenciais multimídia, em uma espécie de mistura de celular e notebook.

Até mesmo o editor-executivo do jornal “The New York Times”, Bill Keller, sugeriu uma possível parceria com a Apple para envio de conteúdos digitais ao seu novo equipamento, informou o Nieman Journalism Lab na quarta-feira passada (21).

Folha Online

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Google dá dicas sobre como manter boa reputação na web

A funcionária do Google Susan Moskwa fez nesta quinta-feira (15) um post no blog oficial da empresa com dicas sobre como manter uma boa reputação na internet. Seus conselhos são úteis para os internautas não se arrependerem futuramente quando fizerem uma busca on-line e se depararem com informações que gostariam de deletar de suas vidas. Aquela foto horrorosa, um texto mal-escrito ou uma crítica da qual você depois se arrependeu, por exemplo.

A própria Susan relata no post uma situação desse tipo, pelo qual ela passou. “Há alguns anos, mal podia esperar para me casar. Porque eu estava apaixonada, claro, mas, mais importante, porque eu usaria o sobrenome do meu marido. Assim, as pessoas não encontrariam mais aquela foto ridícula da faculdade no topo dos resultados, quando me procurassem no Google”, contou.

Um terço dos adolescentes prefere conversar via web do que pessoalmente

‘Personal nerd’ ensina a usar internet e até iPhone

Segredos de anônimos transformam internet em confessionário virtual

Testamentos digitais revelam informações sigilosas em caso de morte

Curiosidade de internautas cria ‘vida após a morte’ nas redes sociais

Com base em sua experiência no Google, ela diz ter aprendido que não é necessário mudar de nome para evitar constrangimentos desse tipo. Confira abaixo as dicas de “gerenciamento de reputação: a influência de como você é percebido on-line e que tipo de informação relacionada a você está disponível”.

Informação pessoal

A funcionária do Google aconselha os internautas a pensarem duas vezes antes de colocarem qualquer informação pessoal na web. “Lembre-se que, apesar de algo ser apropriado para o contexto em que está sendo publicado, as ferramentas de busca tornam muito fácil encontrar essas informações depois, fora do contexto, inclusive por pessoas que normalmente não visitam o site onde os dados foram originalmente publicados”, diz o post.

Ou como “traduz” a própria Susan: “não é porque sua mãe não lê seu blog que ele nunca verá o post sobre a nova tatuagem que você está escondendo dela”.

Delete

Se algo que você não gosta de algo sobre você, que aparece com frequência nos resultados das buscas, tente remover essa informação do site onde ela foi publicada. Se a foto horrorosa está em seu próprio blog, delete-a. Se aquela crítica agressiva estiver no blog de um desconhecido ou outra página, entre em contato e veja se é possível apagar o conteúdo. “O Google não é dono da internet. Os resultados das nossas buscas apenas refletem o que já foi publicado em algum lugar da rede”, diz o post.

Se as informações forem realmente deletadas, o internauta que se sentia prejudicado deve então entrar nesta página do Google e pedir para remover o conteúdo que já não está mais ativo.

Publique informação

É possível que o responsável pela página com as informações que o incomodam se recuse a deletar esse conteúdo. “Se não conseguir a remoção do site original, provavelmente você também não conseguira tirar essa informação das buscas do Google. Em vez disso, você pode tentar reduzir a visibilidade daquele conteúdo publicando informações úteis e positivas sobre você mesmo”, sugere Susan.

Segundo ela, se o internauta conseguir fazer com que as informações positivas se sobreponham às negativas, ele terá reduzido o impacto negativo em sua reputação ou constrangimento causado por aqueles dados disponibilizados na rede.

G1

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Windows phone

Tecnologia Celulares Windows PhoneHTC Touch2

A Microsoft, maior empresa de software do mundo, lançou ontem a nova versão do Windows Mobile, seu sistema operacional para celulares, e uma loja de aplicativos, chamada Windows Marketplace for Mobile. Os lançamentos marcam uma nova estratégia da empresa para o mercado de aparelhos móveis, com um apelo maior ao consumidor final, para enfrentar competidores como o iPhone, da Apple; o Android, do Google; e o BlackBerry, da RIM. Os celulares com o Windows Mobile 6.5 passaram a ser chamados, pela empresa, de Windows phones.

“Este lançamento é um passo importante na integração das nossas plataformas”, afirmou Michel Levy, presidente da Microsoft Brasil. As versões anteriores do Windows Mobile já ofereciam integração com aplicativos da companhia, como o Exchange, de correio eletrônico. A versão 6.5, lançada ontem, oferece integração com serviços online, como o My Phone, que faz cópias de segurança dos dados do celular e permite compartilhar informações via internet.

A TIM foi escolhida como parceira da Microsoft para o lançamento, e terá exclusividade, durante a campanha de lançamento, na venda dos três aparelhos que chegam ao País, a partir de novembro. Os aparelhos são: Samsung Omnia II, LG GW550 e HTC Touch2. “Os preços serão de R$ 1,2 mil a R$ 2 mil, nos planos pré-pagos”, afirmou Rogério Takayanagi, diretor de Marketing da TIM Brasil. A Microsoft espera que, até o fim do ano, haja mais de 30 modelos de Windows phone no mercado mundial.

Mais informações no Estado “Microsoft lança novo sistema para celulares

por Renato Cruz/Estadão

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Adolescente rastreia ladrões com aplicativo do iPhone e chama a polícia. Policiais tentaram prender família criminosa antes, mas não havia prova. Uso do software ajudou a recuperar outros telefones, carteiras e GPS.

Um adolescente conseguiu localizar uma notória família de criminosos que roubou seu iPhone após registrar o smartphone da Apple em um site de rastreamento móvel. O caso ocorreu no Colorado, nos Estados Unidos.

Dustin Simantob, de 15 anos, tinha habilitado o aplicativo ‘Find My iPhone‘ para o seu aparelho da nova versão 3GS, que permite ao usuário rastrear e apagar conteúdo pessoal do telefone, em caso de perda ou roubo.

Quando o aparelho foi furtado do carro do seu pai, Dustin foi capaz de encontrar a localização exata do smartphone através do site, desenvolvido pela MobileMe.

“Meu pai e eu estávamos em um passeio de barco, e quando nosso grupo voltou aos seus carros, os quatro [veículos] tiveram janelas quebradas e todos os seus pertences levados”, contou Dustin ao site do jornal “Daily Mail”.

Depois de terem registrado o caso na delegacia mais próxima, o garoto lembrou que tinha instalado o aplicativo de rastreamento. Ao chegar em casa, ele entrou no site e obteve as informações sobre o iPhone roubado.

Dustin então acabou descobrindo que o smartphone estava em uma casa próxima ao local do roubo e chamou a polícia.

“Assim que eu falei o endereç, ele [o policial] começou a rir. Aparentemente, a família tinha feito algo do tipo antes e a polícia local tentou prendê-los, mas nunca teve prova de que eles eram os culpados”, contou o jovem detetive.

“Dessa vez eles tinham prova. Então, quatro policiais foram até a casa e conseguiram recuperar nossos telefones, minha carteira e o GPS, que tinham sido roubados do nosso carro”, comemorou o adolescente.

Além disso, a polícia local recuperou mais dois celulares e uma carteira que haviam sido roubados dos outros carros do grupo de turistas. E a família criminosa acabou presa.

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A Vivo e a Itaucard anunciam hoje um serviço que permitirá o uso do celular como cartão de crédito na hora de fazer o pagamento das compras. Para isso, haverá duas opções.

Clientes da Vivo que têm Itaucard e usam celulares 3G (terceira geração) –que preveem pacote de dados para navegar na internet– poderão baixar um programa pelo site da Itaucard. Instalado no celular, ele fará com que o celular “converse” com as diversas máquinas que efetuam as transações nos estabelecimentos comerciais. Os débitos serão lançados automaticamente na fatura como ocorre quando se passa o cartão na máquina.

Não é preciso ter celulares inteligentes (smartphones ou o iPhone). Qualquer modelo com jogos instalados estará apto.

Para os clientes da Vivo que não possuem esses aparelhos será possível acessar o serviço por meio de SMS (torpedos). Até o fechamento desta edição, a Folha não havia obtido a confirmação se clientes com celulares pré-pagos terão acesso ao serviço. O problema é que, nesse caso, a operação terá custo adicional, caso a cota de SMS prevista no plano seja estourada. O preço por pagamento estava previsto em R$ 0,30, além do SMS cobrado acima da cota.

Essa iniciativa é o primeiro passo de um projeto mais amplo que prevê pagamentos e transferências de valores pelo celular, inclusive entre usuários de celular sem conta em banco. A Folha apurou que, para isso, o Itaú já assinou um acordo com a Vivo. Espera-se que, até meados de 2010, as instituições financeiras do país já estejam oferecendo o serviço em uma plataforma tecnológica padronizada.

“Isso permitirá aos bancos abrir contas específicas para quem usa celular e não tem conta corrente porque não consegue comprovar renda ou não tem dinheiro suficiente”, diz Marcelo Condé, presidente da Spring Wireless, que implantou um sistema desse tipo com o Banco Mercantil, o maior da Venezuela.

“A padronização permitiria que, caso haja problema na transação via celular, esses clientes possam sacar via celular em caixas automáticos.” A Febraban (federação dos bancos) espera chegar a um consenso sobre o assunto até o final deste ano.

Julio Wiziack – Folha de S.Paulo

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HTC contra-ataca com seu super Hero

Tecnologia Celulares HTC Hero

A HTC apresentou um concorrente de peso para bater de frente contra as duas maiores novidades do mercado de smartphones, o Palm Pre e o iPhone 3GS. O Hero é multi-touch e roda um sistema Android tunado com várias melhorias atraentes e funcionais. E atende a uma das principais reclamações dos usuários de celulares que gostam de navegar: roda páginas da internet que usam flash numa boa, numa nice. Ele é revestido com Teflon, o que, segundo o fabricante, ajuda a conservar o aparelho e evitar o acúmulo de sujeira na tela.

O Hero vem com um processador Qualcomm de 528MHz, tela com 3.2 polegadas e resolução de 320 x 480 pixels, é Quad-band GSM 3G, tem Wi-Fi, GPS, acelerômetro, bússola digital, câmera de 5 megapixels com foco automático, memória interna de 288MB, trackball, conector de áudio de 3.5mm e slot pra expansão de memória com cartões microSD. Ele pesa 135 gramas e mede 112 x 56.2 x 14.35 mm.

A função Scenes apresenta uma lindíssima interface baseada em widgets (pequenos programas) onde é possível configurar o aparelho para trabalho ou entretenimento e fazer a mudança de um modo para outro rapidamente. Vejam, por exemplo, a sutileza do efeito de animação do limpador de pára-brisas no widget de metereologia aos 32s do vídeo abaixo.

O Hero já vem preparado para facilitar a interação com diversas redes sociais como Facebook, Flickr, YouTube e Twitter e estará disponível na Europa em julho e meses depois na Ásia.

Dica do Engadget

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Modelo myTouch, com Android, do Google, chega aos EUA em agosto
Celulares, myTouch, Google,Tecnologia,Telefonia,Android,YouTube

A T-Mobile venderá modelo myTouch por US$ 199, em plano de dois anos.

Smartphone com Android concorre com iPhone 3G S, da Apple, e Palm Pre.

A operadora de telefonia móvel T-Mobile USA começará a vender em agosto um novo smartphone com o sistema operacional Android, do Google, para competir com aparelhos sofisticados como o novo iPhone da Apple e o PalmPre.

A T-Mobile, subsidiária da alemã Deutsche Telekom e quarta maior operadora dos Estados Unidos, afirmou que o myTouch 3G é um aparelho mais fino e uma versão mais avançada do G1, também fabricado pela taiwanesa HTC e baseado na tecnologia do Android.

O novo aparelho deve custar US$ 199 (cerca de R$ 390), mesmo preço do modelo com 16 GB de memória do iPhone 3G S, da Apple, e o Pre, da Palm, com um desconto garantido em contratos de dois anos.

A vantagem do myTouch é que o aparelho pode ser personalizado com telas especiais e outros widgets, por exemplo, informou a T-Mobile. A plataforma operacional Android também “aprende” as personalizações do usuário e pode fazer recomendações.

“A história da vez é a personalização”, disse o vice-presidente de inovação de produtos da T-Mobile, Andrew Sherrard. O iPhone tem “uma estética bonita, mas ela não pode ser mudada”.

O myTouch conta com tela sensível ao toque e câmera de 3,2 megapixels, além de tocador de música e ferramentas de vídeo para facilitar o compartilhamento de fotos e vídeos em sites como YouTube e Picasa.

G1

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