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Tecnologia – O ciborg sueco

Sueco ‘veste’ computador e vislumbra era dos ciborgues.
Óculos com tela integrada permitem ver informações o tempo todo.
‘Computador é uma janela para o mundo virtual’, diz criador.
Tela acoplada a óculos faz com que ‘janela’ de

O futurista americano Raymond Kurzweil, um dos maiores defensores do conceito conhecido como transumanismo, acredita que a tecnologia vai servir, em breve, para ampliar as capacidades humanas e, eventualmente, nos transformar em seres imortais. O pesquisador sueco Martin Magnusson quer fazer com que parte desse futuro chegue mais cedo. Ele desenvolveu um computador portátil, que ele carrega e utiliza durante todo o tempo, mesmo quando está prestando atenção em outras tarefas do dia-a-dia.

O “ciborgue” de Magnusson utiliza um par de óculos com tela integrada, conectada um pequeno computador feito em casa. Um pequeno teclado serve para inserir dados. O sistema operacional escolhido foi o Linux. Sem fios, via bluetooth, a máquina é ligada a um iPhone, que serve para ligar o computador à internet. O sistema fica guardado em alça de bolsa do tipo carteiro, pendurada no ombro do usuário.

A ideia surgiu quando Magnusson identificou limitações dos computadores tradicionais. “O computador é uma janela para o mundo virtual”, afirma Magnusson em seu blog. “Mas assim que eu me levanto e me afasto da máquina, a janela fecha e fico limitado à realidade física. Minha máquina permite que essa janela siga aberta, o tempo todo”, acredita.

A máquina de Magnusson é fruto de um conceito plantado nos primórdios da computação moderna. Quando o pesquisador americano Douglas Engelbart apresentou, no final dos anos 60, o primeiro mouse e o primeiro sistema com um ambiente gráfico, já se discutia a chamada ampliação do intelecto humano por meio de computadores. O homem do futuro, afirmava Engelbart, iria terceirizar para as máquinas funções que até então dependiam apenas do cérebro.

“Não preciso mais memorizar minha lista de coisas a fazer e minha agenda para um determinado dia. Elas ficam expostas o tempo todo no canto do meu olho”, conta o pesquisador sueco.

Equipamento desenvolvido por sueco é ligado a iPhone para transmitir dados via internet.

G1

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Patrões esquisitos

Numa escala de 1 a 10, qual seu grau de esquisitice? Se você acha que não passa de um, então não procure emprego na Zappos. Se for 10 talvez seja esquisito demais, mas suas chances de conseguir emprego são melhores.

Antes de maiores explicações, vamos dar dois cenários de empresas diferentes com conexões taiwanesas. A Foxconn, com sede em Taiwan, tem 700 mil empregados, 400 mil deles em Shenzen, no sul da China, onde fabricam componentes eletrônicos para Apple, Dell, Hewlet-Packard. Peças do iPhone e do iPad saem de lá.

Os empregados da Foxconn trabalham onze horas por dia, às vezes 13 dias seguidos sem folga. Dormem nove em cada dormitório, mal sabem os nomes dos companheiros de quarto, só comem no bandejão da empresa. Qualquer tipo de lanche fora das horas de refeição é proibido. O limite de hora extras na China é de 36 horas por mês, mas na Foxconn muitos empregados fazem 112 horas.

No fim das contas ganham US$ 1 por hora. Os banhos são frios. Estas condições do capitalismo chinês parecem piores do que os das empresas inglesas descritas por Marx e Engels, aqueles dois críticos do capitalismo selvagem inglês do século 19.

Só este ano, houve 13 suicídios ou tentativas de suicídio na Foxconn, entre eles o de Ma Chiangquian, que discutiu com o chefe e, como castigo, foi limpar privadas. Em depressão e absolutamente infeliz, saiu da fábrica pela janela do nono andar. O suicídio de Ma já aumentou os salários na fábrica e os patrões anunciaram mudanças de atitude. Nós, consumidores dos produtos chineses, vamos pagar a conta e as consequências da inflação que vem por aí.

Na Zappos, com sede em Las Vegas e presidida pelo taiwanês Tony Hsieh, os empregados ditam os “valores essenciais” – “hardcore values” -, uma espécie de código de valores e comportamento da empresa.

Os pais de Tony Hsieh vieram de Taiwan como imigrantes, e os três filhos cresceram em cima dos livros e instrumentos musicais. Esperavam que eles acrescentassem MDs, PhDs e outras abreviações preciosas aos sobrenomes. Tony estudou em Harvard, não acrescentou nada ao nome, mas junto com outro colega criou a LinkExchange que foi comprada pela Microsoft por US$ 265 milhões. Ele tinha 24 anos.

No livro que lançou esta semana, aos 37 anos, ele conta que vendeu a empresa porque tomou pavor dela depois que cresceu de 10 para 100 empregados. Ele e o sócio não conseguiam sair da cama para ir trabalhar.

Com o dinheiro, Tony Hsieh comprou parte da Zappos, uma empresa que vende sapatos pela internet. Na época, faturava US$ 1,6 milhão por ano. O problema dele de dinheiro já tinha sido resolvido (como presidente da Zappos, ganha R$ 5 mil por mês) com a venda da LinkExchange.

O que ele queria era criar um lugar que desse prazer de trabalhar, revolucionar o capitalismo, como sugere o título do livro, Delivering Happiness: A Path to Profits, Passion and Purpose. (em tradução livre, Entregando Felicidade: Um caminho para Lucros, Paixão e Proposito).

Uma das primeiras decisões dele quando assumiu a Zappos foi pedir a todos uma lista de sugestões do que deveriam ser os 10 valores essenciais (“hardcore values”) da empresa. Chegaram a 37 propostas que foram reduzidas para 10, entre elas, “crie diversão e um pouco de esquisitice no trabalho”. Vem daí a pergunta sobre quão esquisito é o candidato que pede emprego na Zappos.

Este patrão escreve que se interessa tanto pelo conteúdo das respostas como pelas reações à pergunta: “A Zappos prefere as pessoas que sejam diferentes, todos nos somos meio esquisitos”, diz Hsieh.

Será preciso ser meio esquisito para vender sapatos? Talvez, mas este não é o ponto. A Zappos quer produzir o empregado feliz que dá lucro para a empresa. Não importa o produto. Um dia por ano – Bald and Blue Hair Day – , Hsieh raspa a cabeça de vários empregados, que escrevem a letra Z nas carecas, nas bochechas ou pintam seus cabelos de azul, a cor da Zappos.

Esta é apenas uma das demonstrações de dedicação e apreço a empresa que paga bons salários, raramente demite, oferece refeições de graça, jogos e outras distrações durante o trabalho, horários flexíveis, excelente seguro de saúde.

Você compra os sapatos pela internet, mas se precisar esclarecer dúvidas vai conversar com algumas das pessoas mais solícitas deste pais. Pode falar sobre as vantagens e desvantagens dos modelos dos sapatos. Ou sobre qualquer assunto. O tempo que quiser. Para reduzir custos, a maioria das empresas transferiram suas centrais telefônicas de atendimento ao cliente para a Índia e outros países. O da Zappos fica em Las Vegas.

A Zappos, segundo a revista Fortune, é a 15ª melhor empresa para se trabalhar nos Estados Unidos. Esta também entre as empresas que lideram as listas dos empregados campeões de lealdade. Desde a entrada dele, as vendas da Zappos subiram de um US$ 1,6 milhão por ano para US$ 1 bilhão.

Hsieh ainda não está feliz. Quer empregados que cheguem ao trabalho sapateando nas nuvens.

Lucas Mendes/BBC Brasil

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Eleições: campanha no celular sem opt-in não dá

Cuidado com a “pegadinha do Malandro” no marketing político.

Por Marcelo Castelo ¹

Não temos como falar sobre o mundo publicitário em 2010, sem passar por Copa do Mundo e eleições…

Eleições! No ano passado, no evento Efeito Obama, estive com Ben Self, estrategista da campanha digital de Obama e “futuro” responsável pela campanha digital da Dilma Rousseff.

Em sua palestra, Shelf destacou o potencial do celular lembrando as mais de 160 milhões de linhas ativas de celular (números da época, atualmente já passamos dos 175). Chegou até a falar que o “canal” celular só perde para a TV aberta…

Muito bom ouvir esse tipo de colocação, mas devemos ter cuidado e nos atentar a alguns detalhes. Utilizar o celular para atingir as massas deve ser via voz ou SMS e é exatamente por isso que para mim o opt-in é o principal ponto de discussão aqui.

Em relação à voz nem preciso me aprofundar muito, o telemarketing já está aí para pontuar a opinião dos usuários sobre este tipo de serviço. Falando sobre SMS… Imagine só um petista recebendo uma mensagem no estilo “vote Serra” em seu celular. Acho que ele não ficaria muito feliz!

Vou bater na velha tecla: apesar de ser uma mídia de massa, o celular é muito pessoal e isso se agrava quando o assunto é política. Opt-in genérico definitivamente não pode ser levado em consideração quando o assunto é política, religião, sexo ou futebol.

Dentre os players que não gostam de frustrar os usuários de celular, as operadoras aparecem em destaque. Voltando ao exemplo do nosso amigo que recebeu o SMS do “Vote Serra”, se ele fosse reclamar com alguém, com certeza o call-center da operadora apareceria com uma de suas primeiras opções. Por causa disso um projeto de opt-in genérico, além de não agradar os usuários, provavelmente não seria aprovado pelas operadoras!

Uma alternativa que vejo com muito bons olhos é o opt-in ativo, no qual o usuário deve enviar uma determinada palavra-chave para um número curto e assim começará a receber conteúdos via SMS do seu candidato. Por exemplo, quem enviar Serra para 45455, começará a receber SMS com propostas, lembretes de quando o candidato for aparecer em algum canal de televisão, lembrete de visitas do candidato na sua cidade etc.

O assunto das mensagens pode ser segmentado e o tipo de informação oferecida pode ser dos mais variados.

Este formato me lembra muito o Twitter e seus 140 caracteres. Eu, por exemplo, passei a gostar mais do Serra após começá-lo a seguir no Twitter, me senti mais próximo! Inclusive, mesmo com centenas de perguntas, todos os dias ele responde para algum anônimo.

Só para registrar, eu escolhi seguir o Serra e é assim que acho que deve funcionar em relação ao SMS… As pessoas devem escolher de quem querem, ou não, receber as mensagens.

Para divulgar este “serviço”, não faltam oportunidades. Os políticos devem aproveitar e mobilizar todas as mídias que dispõem. Colocar chamadas nos horários políticos, nas propagandas de TV, rádio, no site e por aí vai…

Para mim este opt-in ativo, somado ao formato de “pílula”, é uma solução matadora.

É claro que além dos SMS, temos outros formatos que podem ser explorados pelos partidos. Internet móvel, aplicativos, Bluetooth, “santinhos” pelo celular, QR codes. Isso sem contar os diferentes formatos de mídia, se é que eles poderão ser utilizados…

Um bom exemplo, que merece destaque, é o aplicativo do Obama para iPhone. Entre outras funcionalidades, ele se integrava com a agenda do celular e iria selecionando com quais pessoas da sua agenda você já tinha falado na tentativa de convencê-los a votar no Obama. Muito bacana!

Para finalizar, gostaria de falar para todos aqueles que vão trabalhar de alguma maneira em alguma campanha, para que não caiam na “tentação do Malandro“.

Em 2008, o então candidato a vereador pelo PTB, Sérgio Malandro, disparou um “broadcast SMS” convocando os eleitores a votarem nele (obviamente, nenhum deles tinha autorizado o recebimento das mensagens). Confira a mensagem abaixo:

Reparem que a mensagem não veio de um número curto, mas sim de um número de celular com o DDD 31. Provavelmente algum “malandro” utilizou um modem GSM e listas de terceiros para fazer este disparo “fora do radar” das operadoras.

Nem preciso dizer a minha opinião sobre o assunto, né? Além de ser ilegal, o opt-in passou longe desta ação! Existem algumas palavras-chave para a utilização do mobile marketing em campanhas políticas: relevância, frequência, engajamento, etc.

Mas a palavra que não pode sair da cabeça de quem estiver por trás dessas campanhas é “opt-in”!

¹Marcelo Castelo (twitter.com/mcastelo) é sócio da F.biz e editor-chefe do blog Mobilepedia.

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iPhone tem carregador de bateria solar

Solar Surge, é o novo carregador solar do iPhone, que alimenta a bateria do aparelho  por até 20 minutos de conversa a cada duas horas de exposição ao sol.

Aí vai mais um pra sua coleção de gadgets verdes. O Solar Surge, da Novothink, usa a energia solar para carregar uma bateria externa anexada ao seu iPhone. De acordo com a empresa, este é o primeiro carregador solar aprovado pela Apple.

E deve ser também o primeiro a ter um rendimento razoável. Com duas horas de exposição ao sol, o Solar Surge alimenta 20 minutos de conversa no seu iPhone 3G, iPhone 3GS ou iPod Touch.

Quer saber quanto de bateria é necessário para outras tarefas como navegar na internet, assistir vídeos ou mandar SMS? Basta consultar a calculadora automática do website da empresa ou do aplicativo de iPhone específico.

Você diz como está o tempo, qual a tarefa e por quanto tempo quer desempenhá-la e o aplicativo te conta qual a duração do banho de sol que seu iPhone precisa tomar.

O carregador está disponível em preto e branco (novas cores chegam em breve, promete a empresa) e pode ser comprado no site da Novothink. Mas aí vem o baque: o gadget tem mais ou menos o dobro da espessura do iPhone, uma característica nada atrativa para quem não gosta de carregar peso nos bolsos.

E mais uma má notícia: o preço do gadget para iPhone é de US$ 80 e a versão para iPod Touch custa US$53. Pois é, quem te disse que ser ambientalmente correto era barato?

Revista Galileu

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iPad: a estratégia ousada de Steve Jobs da Apple

A estratégia alucinada por trás do tablet de Jobs

O iPad é a segunda coisa mais ousada que Steve Jobs fez em sua vida. E, a estas alturas, o prezado leitor está lá pensando com seus botões: “coitado, o colunista pirou.” É só um iPhone grande.

Sim, é. O tablet de Jobs não é uma revolução. É evolução de uma linha bem sucedida de produtos. Mas trata-se de uma jogada arrojada que vem de uma estratégia alucinada.

Ele, afinal, quer concorrer com a web.

A corrida é pela internet móvel. De um lado do ringue está o Google. A trupe da cidadezinha de Mountain View tem uma vantagem: sua plataforma Android é aberta e portanto serão muitos os smartphones e tablets com o sistema. Os aparelhos podem parecer caros hoje. Mas haverá modelos vendidos a US$ 100 lá por 2013. Telefonia celular sempre avançou muito rápido e com a internet móvel não será diferente.

O Google abre as portas para um mundo que os navegantes já conhecem. É a internet da boa e velha web, aberta como sempre foi.

Do outro lado está a Apple. Promete uma multimídia mirabolante. Há um formato para livros – e o livro texto de medicina permitirá ao estudante vasculhar por dentro do corpo humano com filmes e cores e sons aos quais ele jamais teve acesso.

E um formato para periódicos – o jornal e a revista mantêm a diagramação elegante do papel, mas a ela somam-se a atualização continuada da internet, filmes, galerias de fotos. As vantagens de um e as do outro. Isso, para não falar dos games. Tudo estruturado numa plataforma que já é conhecida. A da dupla iPod e iTunes.

A vantagem do Google virá no preço e no fato de que todos já estão habituados com a web aberta.

Mas que ninguém dispense a Apple – ela também conta com uma vantagem no momento em que a internet fica móvel: os produtores de conteúdo estão do seu lado. Estúdios de cinema, gravadoras, jornais, revistas, editoras, game houses, quem produz conteúdo quer um ambiente já aceito pelo mercado no qual possa vender o que produz.

E, se o melhor conteúdo estiver fora da web aberta, talvez a Apple possa virar esse jogo.

Neste ambiente, Microsoft e RIM, do Blackberry, correm desesperadas atrás. Para não falar da pobre Palm.

Ao decidir concorrer com a web, Steve Jobs faz a segunda coisa mais ousada de sua carreira. A primeira foi o computador pessoal.

Pedro Doria/Estadão

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Só falta agora o iPhone fritar ovo, pregar botão e promover teletransporte!
O Editor


Tecnologia pessoal

LAS VEGAS – Uma empresa que faz acessórios para celulares quer incluir um item à interminável lista de coisas que se pode fazer com o iPhone: pilotar um helicóptero de brinquedo.

Na Consumer Electronics Show, na semana passada, a francesa Parrot lançou seu AR.Drone — um helicóptero de plástico com aproximadamente 30 centímetros de comprimento e que pode ser remotamente controlado pela tela do iPhone ou do iPod Touch.

A conexão é feita via wifi e o helicópter tem duas câmeras: uma na parte de baixo, que calcula a velocidade, e a outra na frente, que mostra seu campo de visão na tela do telefone.

A Parrot planeja ainda lancer jogos que mesclam o mundo real com a realidade aumentada. Henri Seydoux, CEO da empresa, acredita que o apelo do produto é a possibilidade de levar os games para for a de casa.

O lançamento deve ser feito ainda este ano, mas não há preço estabelecido.

Info Online

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Dica do Editor
O site foi otimizado para celulares
Android, iPhone, Nokia S60 e Palm Web OS. Tem até a célebre baleia que aparece quando o serviço está indisponível.
Pode ser acessado em
mobile.twitter.com


Twitter remodela seu site para celulares

Tecnologia Celulares Twitter 01Serviço de microblog pôs no ar uma versão melhorada da interface móvel, feita já com a nova API.

O Twitter construiu um site móvel a partir do zero para seu serviço de rede social e microblog, reconhecendo que o atual, apesar de confiável, tem uma interface pouco atraente e um conjunto modesto de recursos.

“Muita gente acessa o Twitter de seus celulares por meio do nosso bom e velho site web, e o confiável ‘m’ tem publicado os tweets com afinco. No entanto, o ‘m’ já não representa tão bem o Twitter, e achamos que ele poderia fazer mais algumas coisas por vocês”, escreveu o designer de experiência móvel do Twitter, Leland Rechis, em um blog oficial.

Os usuários podem experimentar agora o novo site por meio do endereço mobile.twitter.com. Antes de torná-lo o endereço padrão para acesso móvel, o Twitter que ouvir mais os usuários.

Mais útil

“Ele ficou com uma aparência ótima, e ganhou alguns toques excelentes que tornarão sua experiência móvel com o Twitter um pouco mais divertida e muito mais útil. Diga se você concorda com a gente e, principalmente, se tem alguma coisa que possamos melhorar”, escreveu Rechis.

O novo site, construído inteiramente com a própria API (interface de programação de aplicações) do Twitter, funciona melhor em navegadores móveis baseados no núcleo de código aberto Webkit, que serviu de base aos navegadores do iPhone e do sistema Android, do Google.

A mídia móvel é um negócio importante para o Twitter. O sistema foi projetado para publicar mensagens de texto que não são maiores que 140 caracteres, e o acesso pode ser feito por vários métodos, incluindo a tecnologia SMS encontrada em praticamente todos os celulares. Recentemente, no Brasil, o envio de mensagens ao Twitter via SMS foi lançado pela operadora Vivo.

Fonte: IdgNow

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Internet-da-mais-poder-a-pessoas-comuns-diz-site

Internet 'dá mais poder a pessoas comuns', diz site.

Os protestos no Irã, a campanha presidencial americana do ano passado, a abertura de capital do Google e o surgimento de sites inovadores como Twitter, Facebook e Wikipedia, estão entre os “dez momentos mais influentes” da internet na última década, segundo os organizadores do Webby Awards, um reconhecido prêmio de excelência na internet.

A lista, englobando “uma década dominada pela internet”, tem como finalidade ressaltar o caráter da rede mundial como “catalisador da mudança não apenas em todos os aspectos da nossa vida cotidiana, mas em tudo, do comércio e as comunicações à política e a cultura“.

“O tema recorrente entre todas os marcos da nossa lista é a capacidade da internet de deixar para trás sistemas antigos e colocar mais poderes nas mãos das pessoas comuns”, disse o diretor-executivo do Webby Awards, David-Michel.

O prêmio, dado desde 1996 a diversas iniciativas presentes na internet, como sites, anúncios interativos, vídeos e filmes online, é considerado uma espécie de “Oscar da internet”.

Premiações

Entre as maiores façanhas da internet nesta década esteve o desafio às mídias tradicionais, ilustrado pela expansão do site de classificados gratuito Craigslist – que “causou um frio da espinha de jornais em todos os lugares”, segundo o Webby Awards – e a possibilidade de empresas anunciarem seus produtos ao lado dos resultados das buscas através do Google AdWords.

Com 20 mil artigos em 18 línguas só no seu primeiro ano, o prêmio considerou que o lançamento da enciclopédia digital Wikipedia no ano seguinte “simbolizou o poder da internet de levar pessoas que não se conhecem em diversas partes do globo a colaborar tanto em projetos grandes e pequenos”.

O prêmio destacou ainda a capacidade do antigo Napster, um programa de compartilhamento de música fechado em 2001, de “abrir as portas” para esse tipo de prática – uma “inovação que mudou para sempre a maneira como obtemos e experimentamos música e vídeo”, disseram os organizadores.

Nos anos seguintes, o prêmio destacou a abertura de capital em bolsa da gigante de informática Google “para se tornar a mais dominante e influente companhia da década” e o avanço da tecnologia de transmissão de dados em banda-larga possibilitou o advento do vídeo na internet – uma “revolução” que “remodelou tudo, da cultura pop à política”.
Nesse campo, o prêmio destaca o uso das mídias sociais tanto no caso da campanha presidencial americana de 2008 quanto nos protestos contra as eleições iranianas neste ano.

No primeiro caso, o prêmio afirma que “a internet alterou a forma de fazer política presidencial tanto quanto a televisão havia feito 40 anos, durante a disputa Kennedy/Nixon”.

No segundo caso, os organizadores indicaram a “impossibilidade de se censurar o Twitter”, um serviço de microblogging descentralizado que acabou se tornando uma das principais fontes de informação para o mundo exterior do que ocorria dentro do Irã.

O Webby Awards também destacou a expansão do site de relacionamentos Facebook, que colocou a chamada “mídia social” no centro das atenções.

Por fim, a lista inclui o lançamento do iPhone em 2007. “Na próxima década, estima-se que um bilhão de usuários virá para a internet pela primeira vez através de serviços móveis“, diz o Webby.

DEZ ‘MOMENTOS DA INTERNET’
2000 – Site de classificados Craigslist ameaça jornais

2000 – Google barateia publicidade online com AdWords

2001 – Wikipedia é lançada

2001 – Napster inaugura compartilhamento de arquivos

2004 – Google abre seu capital

2006 – Tecnologia permite difusão do vídeo online

2006 – Facebook e Twitter ganham espaço

2007 – Apple lança iPhone

2008 – Campanha presidencial nos EUA ganha a rede

2009 – Manifestantes iranianos driblam censura usando internet

BBC Brasil

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Confira cinco tendências para o Twitter

O que o futuro reserva para o serviço de microblog aumentar sua relevância na internet.

O Twitter, por sua natureza, pode ser bastante efêmero. Mas algumas tendências previstas para o futuro do popular serviço de microblog podem torná-lo ainda mais relevante e garantir o sucesso da ferramenta por um longo tempo.

O site mashable.com listou cinco desses tendências. Confira:

1 – Geolocation

Apenas algumas semanas atrás o Twitter anunciou novas ferramentas que trarão ao serviço recursos de localização. Uma vez que você o aceita, sua latitude e longitude estarão associadas aos seus tweets.

Os tweets com localização não devem demorar a aparecer, afinal, o pacote de ferramentas para desenvolvimento de aplicativos (API) já foi publicado. Eles serão um desenvolvimento monumental para o Twitter, porque cada atualização, de cada usuário, será como um ‘check-in’ de sua localização e o volume de dados a respeito de lugares, localizações e tweets será muito poderoso.

2 – Falência de aplicativos

Só porque aplicativos para Twitter são fáceis de fazer não significa que são simples para geração de receitas. Os softwares invadiram o pedaço, tornando a vida dos aficionados pelo serviço muito mais fácil, por meio de aplicativos como os do iPhone ou aqueles que permitem o uso por meio de múltiplas contas.

Ok, já temos um excesso de aplicativos, mas a maioria não consegue ser rentável como o Tweetdeck, por exemplo. Para sermos sinceros, nem mesmo aplicativos extremamente populares e úteis conseguem gerar renda a seus desenvolvedores. Veremos nos próximos meses, infelizmente, o desaparecimento de muitos deles.

3 – Análise de conteúdo

Com o Twitter consolidado, amadurece também sua audiência. Assim, as marcas precisam, mais do que nunca, entender o que devem oferecer. Para isso, elas precisam de algo além de simples dados quantitativos.

Elas querem saber quem são os formadores de opinião na chamada “Twittosfera”, entender o que está acontecendo com uma análise ‘sentimental’ e compreender realmente o que os usuários estão falando sobre seus tweets.

Logo, as ferramentas corporativas de análise do Twitter devem aumentar, se aperfeiçoar e competirem entre si.

4 – Políticas

O fato de poder disseminar uma novidade em tempo real para o mundo todo é algo que assusta qualquer tipo de negócio. Logo, as companhias já preparam suas regras de controle de uso do Twitter por seus funcionários. Claro, não há nada de errado em implantar políticas a respeito da ferramenta – melhor do que proibir totalmente o uso de redes sociais, como faz 20% das empresas, em média, nos EUA, por exemplo. Porém, por enquanto, certamente o Twitter será a rede social número um entre os inimigos de muitas companhias.

5 – Nasce uma estrela

Hoje o Twitter não é mais uma ferramenta para os geeks ou profissionais de comunicação. Ele é mainstream. Quer uma prova? Nos Estados Unidos, basta ligar a TV e ver que as maiores campanhas publicitárias já incluem o Twitter em seus roteiros. Em todos os lugares, inclusive no Brasil, as celebridades já adotaram a ferramenta e isso não vai mudar tão cedo.

Isso mostra que o Twitter está se disseminando para outras esferas da sociedade. É seu destino: tornar -se também uma celebridade.

do IDG Now

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Apple prepara lançamento do tablet

Apple negocia conteúdo para tablet com empresas australianas

A empresa norte-americana Apple está sondando empresas de mídia da Austrália para checar interesse no envio de conteúdos digitais para seu planejado tablet, informou o jornal “The Sidney Morning Herald” nesta terça-feira (27).

De acordo com o periódico, a Apple inclusive já enviou especificações do aparelho para essas empresas de mídia.

Tecnologia Computadores Tablet AppleO tablet da Apple segundo ilustração do site GizModo

O planejado tablet, que foi anunciado extra-oficialmente pelos meios de comunicação norte-americanos em agosto, seria um aparelho maior que o celular iPhone — algo entre 7 e 10 polegadas de tela  — e com funções de e-reader, como o Kindle.

Mas o aparelho, esperado para a primeira metade de 2010, também teria outros diferenciais multimídia, em uma espécie de mistura de celular e notebook.

Até mesmo o editor-executivo do jornal “The New York Times”, Bill Keller, sugeriu uma possível parceria com a Apple para envio de conteúdos digitais ao seu novo equipamento, informou o Nieman Journalism Lab na quarta-feira passada (21).

Folha Online

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Google dá dicas sobre como manter boa reputação na web

A funcionária do Google Susan Moskwa fez nesta quinta-feira (15) um post no blog oficial da empresa com dicas sobre como manter uma boa reputação na internet. Seus conselhos são úteis para os internautas não se arrependerem futuramente quando fizerem uma busca on-line e se depararem com informações que gostariam de deletar de suas vidas. Aquela foto horrorosa, um texto mal-escrito ou uma crítica da qual você depois se arrependeu, por exemplo.

A própria Susan relata no post uma situação desse tipo, pelo qual ela passou. “Há alguns anos, mal podia esperar para me casar. Porque eu estava apaixonada, claro, mas, mais importante, porque eu usaria o sobrenome do meu marido. Assim, as pessoas não encontrariam mais aquela foto ridícula da faculdade no topo dos resultados, quando me procurassem no Google”, contou.

Um terço dos adolescentes prefere conversar via web do que pessoalmente

‘Personal nerd’ ensina a usar internet e até iPhone

Segredos de anônimos transformam internet em confessionário virtual

Testamentos digitais revelam informações sigilosas em caso de morte

Curiosidade de internautas cria ‘vida após a morte’ nas redes sociais

Com base em sua experiência no Google, ela diz ter aprendido que não é necessário mudar de nome para evitar constrangimentos desse tipo. Confira abaixo as dicas de “gerenciamento de reputação: a influência de como você é percebido on-line e que tipo de informação relacionada a você está disponível”.

Informação pessoal

A funcionária do Google aconselha os internautas a pensarem duas vezes antes de colocarem qualquer informação pessoal na web. “Lembre-se que, apesar de algo ser apropriado para o contexto em que está sendo publicado, as ferramentas de busca tornam muito fácil encontrar essas informações depois, fora do contexto, inclusive por pessoas que normalmente não visitam o site onde os dados foram originalmente publicados”, diz o post.

Ou como “traduz” a própria Susan: “não é porque sua mãe não lê seu blog que ele nunca verá o post sobre a nova tatuagem que você está escondendo dela”.

Delete

Se algo que você não gosta de algo sobre você, que aparece com frequência nos resultados das buscas, tente remover essa informação do site onde ela foi publicada. Se a foto horrorosa está em seu próprio blog, delete-a. Se aquela crítica agressiva estiver no blog de um desconhecido ou outra página, entre em contato e veja se é possível apagar o conteúdo. “O Google não é dono da internet. Os resultados das nossas buscas apenas refletem o que já foi publicado em algum lugar da rede”, diz o post.

Se as informações forem realmente deletadas, o internauta que se sentia prejudicado deve então entrar nesta página do Google e pedir para remover o conteúdo que já não está mais ativo.

Publique informação

É possível que o responsável pela página com as informações que o incomodam se recuse a deletar esse conteúdo. “Se não conseguir a remoção do site original, provavelmente você também não conseguira tirar essa informação das buscas do Google. Em vez disso, você pode tentar reduzir a visibilidade daquele conteúdo publicando informações úteis e positivas sobre você mesmo”, sugere Susan.

Segundo ela, se o internauta conseguir fazer com que as informações positivas se sobreponham às negativas, ele terá reduzido o impacto negativo em sua reputação ou constrangimento causado por aqueles dados disponibilizados na rede.

G1

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Celulares. Chegou o Windows Phone

Windows phone

Tecnologia Celulares Windows PhoneHTC Touch2

A Microsoft, maior empresa de software do mundo, lançou ontem a nova versão do Windows Mobile, seu sistema operacional para celulares, e uma loja de aplicativos, chamada Windows Marketplace for Mobile. Os lançamentos marcam uma nova estratégia da empresa para o mercado de aparelhos móveis, com um apelo maior ao consumidor final, para enfrentar competidores como o iPhone, da Apple; o Android, do Google; e o BlackBerry, da RIM. Os celulares com o Windows Mobile 6.5 passaram a ser chamados, pela empresa, de Windows phones.

“Este lançamento é um passo importante na integração das nossas plataformas”, afirmou Michel Levy, presidente da Microsoft Brasil. As versões anteriores do Windows Mobile já ofereciam integração com aplicativos da companhia, como o Exchange, de correio eletrônico. A versão 6.5, lançada ontem, oferece integração com serviços online, como o My Phone, que faz cópias de segurança dos dados do celular e permite compartilhar informações via internet.

A TIM foi escolhida como parceira da Microsoft para o lançamento, e terá exclusividade, durante a campanha de lançamento, na venda dos três aparelhos que chegam ao País, a partir de novembro. Os aparelhos são: Samsung Omnia II, LG GW550 e HTC Touch2. “Os preços serão de R$ 1,2 mil a R$ 2 mil, nos planos pré-pagos”, afirmou Rogério Takayanagi, diretor de Marketing da TIM Brasil. A Microsoft espera que, até o fim do ano, haja mais de 30 modelos de Windows phone no mercado mundial.

Mais informações no Estado “Microsoft lança novo sistema para celulares

por Renato Cruz/Estadão

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