A necessidade é mãe de todo Magaiver




Projeto de um engenheiro francês, certamente não muito apreciador dos cães de sua (dele) mulher

A geringonça aí é invenção de, certamente, um parente do professor Pardal.
O maluquete em questão, J.H. Purves, inglês, “of course”, imaginou esse transporte pessoal que chamou de uniciclo elétrico. Para o inventor ‘a coisa’ trafegaria normalmente entre os veículos normais.

A pergunta que não quer calar: como o motorista, que fica em um assento que não roda, em alta velocidade, iria enxergar para onde está indo?
A empresa canadense Magenn Power desenvolveu uma solução incomum para gerar energia limpa. Tirando vantagem dos ventos mais constantes a grande altitude, propõe uma turbina montada num balão.

Também designado por Magenn Power Air Rotor System (M.A.R.S.) a proposta da Magenn é de um balão de hélio com um conjunto de pás rotativas que estão colocadas de forma a que o vento as faça rodar em torno do eixo horizontal. Através deste movimento de rotação, os geradores convertem a energia mecânica em elétrica enviando-a para armazenamento nas baterias que estão situadas em terra.

Segundo o autor do projeto, as turbinas convencionais têem a desvantagem de estar fixadas ao solo e, consequentemente, dependentes do vento que passe na sua localização. Esta abordagem propõe que essas limitações sejam ultrapassadas através da elevação do sistema para uma altitude de cerca de 300 metros, onde se beneficiará dos ventos constantes aí existentes. A produção de energia estima-se em cerca de 10 KWatts e está funcional para ventos entre 6km/h e 100Km/h.

Robert L. Stern, presidente da Zeus Corp, claro que só podia ser nos Estados Unidos, inventou(sic), em 1954, essa coisa aí com guarda chuva pra não molhar o cigarro.

Jogos ajudam a ‘treinar’ o organismo a funcionar corretamente.
Resultados são mais rápidos, e pacientes sentem menos dor.

Biofeedback ajudou Michael Rigon a recuperar movimentos e voltar às pistas.
Foto: Arquivo Pessoal
Após um acidente de carro há 11 anos, o veterinário Michael Rigon, de 32, perdeu todos os movimentos do pescoço para baixo. Mas ele ainda consegue jogar videogame. Não qualquer videogame — um jogo especial, controlado pelos impulsos elétricos de seu sistema nervoso, que o ajuda a recuperar parte da atividade perdida de seus membros. Ele é um dos muitos pacientes, em diversos países, que estão usando os jogos eletrônicos em tratamentos médicos. O objetivo é ter resultados mais rápidos e menos doloridos.
O game que Rigon joga é parte de um programa chamado “biofeedback”. Nele, eletrodos colocados em partes-chave do organismo o ajudam a entender como o movimento funciona e como recuperá-lo. A mesma técnica é usada em clínicas de psiquiatria para tratar problemas que vão desde dificuldade para parar de fumar até depressão clínica.
Tetraplégico desde os 21 anos, ele já cruzou duas vezes os quase três mil quilômetros que separam Ariquemes, em Rondônia, onde mora, de São Paulo, onde passa por sessões de biofeedback. “Descobri músculos que, para mim, eu tinha perdido”, afirma Rigon.
Com sessões diárias por cerca de um mês, o veterinário conseguiu recuperar parte dos movimentos, por exemplo, do tríceps. Ele, que tinha dificuldade para locomover sua cadeira de rodas e já tinha deixado de dirigir por falta de força nos braços, voltou ao volante após a terapia e hoje até corre de kart, em um modelo adaptado.
A psiquiatra e psicoterapeuta Dirce Perissinotti, uma das pioneiras do biofeedback no país, explica como ele funciona. “O aparelho se conecta ao indivíduo e transmite uma mensagem do corpo, que não temos consciência, para um computador. Ele traduz essa imagem para uma atividade prazerosa – para que o indivíduo possa entender o seu funcionamento interno”. Essa “atividade prazerosa”, na prática, é um joguinho de computador – mas controlado pela mente.
Os eletrodos são colocados em pontos estratégicos do corpo. No caso de pessoas que precisam resolver problemas psicológicos, o aparelho se conecta à cabeça. Em quem quer, como Michael Rigon, recuperar o movimento de um membro, o eletrodo fica no músculo afetado.
Depois implicam com os lusitanos, né? Óculos com funil pra pingar colírio? Uáu!
Pelo nível das inutilidades o cara termina ministro ou aspone de político brasileiro.

O japonês Kenji Kawakami, fundador da Sociedade Internacional de Chindogu (cuja palavra é traduzida por ‘ferramentas estranhas’), mostra em Tóquio seus novos inventos, alguns considerados bizarros: óculos com funis concebidos para facilitar o uso de colírios, engenhoca na cabeça que fornece lenços higiênicos e também um despertador dotado com pinos pontiagudos para evitar que um dorminhoco consiga desligá-lo. (Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP Photo)