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Helena Verdugo – Versos na tarde – 27/03/2018 terça-feira, 27 de março de 2018

Insatisfeita Helena Verdugo Afonso   Enfim, posso morrer! Já te beijei a linda boca perfumada e quente, num beijo longo, divinal, fremente, um beijo aonde toda me entreguei..   Não me conheço agora. Já nem sei se fiz bem, se fiz mal. Minha alma ardente sofria por um bem que tinha ausente, e morro na ventura em que fiquei…   É assim, o meu amor: eu, que vivera, na crença de esperança já perdida, tenho de ti o bem que…

Helena Verdugo Afonso – Versos na tarde – 09/11/2017 quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Insatisfeita Helena Verdugo Afonso Enfim, posso morrer! Já te beijei a linda boca perfumada e quente, num beijo longo, divinal, fremente, um beijo aonde toda me entreguei… Não me conheço agora. Já nem sei se fiz bem, se fiz mal. Minha alma ardente sofria por um bem que tinha ausente, e morro na ventura em que fiquei… É assim, o meu amor: eu, que vivera, na crença de esperança já perdida, tenho de ti o bem que apetecera! Por esse…

Helena Verdugo Afonso – Versos na tarde – 04/11/2016 sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Anseio Helena Verdugo Afonso Amor, vivo tão só, nesta tristeza, onde minha alma se desfaz em pranto, longe do teu olhar cheio de encanto. em que fiquei eternamente presa. Tão longe ando de ti, numa incerteza de ter-te, minha vida! No entretanto, vai crescendo este amor, mas, tanto e tanto, em místico fervor, como quem reza! Ando faminta, cheia de desejo dessas carícias tão de mim ausentes, que me enlouquecem, e que em ti prevejo… E morro na paixão que…

Helena Verdugo Afonso – Versos na tarde – 11/04/2016 segunda-feira, 11 de abril de 2016

Mentira Helena Verdugo Afonso ¹ Acreditei na vida, e foi assim que, cheia de alegria e de esperança, deixei alimentar dentro de mim um amor puro e ledo, de criança. Pensei ter alcançado então, o fim por mim tão desejado, e, sem tardança, senti-me venturosa, escrava enfim, julgando meu o que ninguém alcança. Mas, ai! Tu só mentiste. e foi em vão que tentei afogar no coração o pranto desta mágoa que delira… O teu amor, que tanto ambicionei e…

Helena Verdugo Afonso – Versos na tarde – 14/03/2014 sexta-feira, 14 de março de 2014

Anseio Helena Verdugo Afonso ¹ Amor, vivo tão só, nesta tristeza, onde minha alma se desfaz em pranto, longe do teu olhar cheio de encanto. em que fiquei eternamente presa. Tão longe ando de ti, numa incerteza de ter-te, minha vida! No entretanto, vai crescendo este amor, mas, tanto e tanto, em místico fervor, como quem reza! Ando faminta, cheia de desejo dessas carícias tão de mim ausentes, que me enlouquecem, e que em ti prevejo… E morro na paixão…

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