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Gustave Flaubert sábado, 5 de maio de 2018

O Fim da Civilização Quando se extinguirá esta sociedade corrompida por todas as devassidões, devassidões de espírito, de corpo e de alma? Quando morrer esse vampiro mentiroso e hipócrita a que se chama civilização, haverá sem dúvida alegria sobre a terra; abandonar-se-á o manto real, o ceptro, os diamantes, o palácio em ruínas, a cidade a desmoronar-se, para se ir ao encontro da égua e da loba.  Depois de ter passado a vida nos palácios e gasto os pés nas…

Gustave Flaubert – Cartas na tarde – 15/06/2013 sábado, 15 de junho de 2013

[…]”Diz-me, que estrela regeu teu nascimento para unir em tua pessoa tantas qualidades diferentes, tão numerosas e tão raras? Despedimo-nos num momento em que muitas coisas estavam a ponto de brotar de nossos lábios. Nem todas as portas entre nós foram abertas. Tu me inspiras um grande respeito e não ouso interpelar-te.”[…] Gustave Flaubert para George Sand Extraído de “Cartas de Amor de Homens Notáveis” Autor: Ursula Doyle, Editora Best Seller, 160 pág. – Saraiva R$19,90 [ad#Retangulo – Anuncios –…

Gustave Flaubert – Cartas na tarde – 12/06/2013 quarta-feira, 12 de junho de 2013

“Teu amor acaba de infiltrar-se em mim como uma chuva tépida e encharca-me até o fundo do coração. (…) Então, não tendes tudo o que me é necessário para amar-vos – corpo, mente, ternura? És uma alma simples, mas uma mente resoluta, muito pouco poética e extremamente poeta; não há em ti nada que não seja bom. (…) Às vezes, tento imaginar teu rosto envelhecido e me parece que te amarei tanto quanto, ou talvez até mais, do que te…

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