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Florbela Espanca – Versos na tarde – 03/11/2017

Que importa?… Florbela Espanca ¹ Eu era a desdenhosa, a indiferente, Nunca sentira em mim o coração Bater em violência de paixão, Como bate no peito à outra gente. Agora, olhas-me tu altivamente, Sem sombra de desejo ou de emoção, Enquanto as asas loiras da ilusão Abrem dentro de mim ao sol nascente. Minh’alma, a […]

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Florbela Espanca – Versos na tarde – 31/08/2017

Os meus versos Florbela Espanca¹ Rasga esses versos que eu te fiz, amor! Deita-os ao nada, ao pó, ao esquecimento, Que a cinza os cubra, que os arraste o vento, Que a tempestade os leve aonde for! Rasga-os na mente, se os souberes de cor, Que volte ao nada o nada de um momento! Julguei-me […]

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Florbela Espanca – Versos na tarde – 28/01/2016

Se Tu Viesses Ver-me… Florbela Espanca¹ Se tu viesses ver-me hoje à tardinha, A essa hora dos mágicos cansaços, Quando a noite de manso se avizinha, E me prendesses toda nos teus braços… Quando me lembra: esse sabor que tinha A tua boca… o eco dos teus passos… O teu riso de fonte… os teus […]

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Florbela Espanca – Versos na tarde – 18/02/2015

Os meus versos Florbela Espanca ¹ Rasga esses versos que eu te fiz, amor! Deita-os ao nada, ao pó, ao esquecimento, Que a cinza os cubra, que os arraste o vento, Que a tempestade os leve aonde for! Rasga-os na mente, se os souberes de cor, Que volte ao nada o nada de um momento! […]

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Florbela Espanca – Versos na tarde – 16/12/2014

Horas Rubras Florbela Espanca¹ Horas profundas, lentas e caladas Feitas de beijos rubros e ardentes, De noites de volúpia, noites quentes Onde há risos de virgens desmaiadas… Oiço olaias em flor às gargalhadas… Tombam astros em fogo, astros dementes, E do luar os beijos languescentes São pedaços de prata p′las estradas… Os meus lábios são […]

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Florbela Espanca – Versos na tarde – 14/09/2014

Lágrimas Ocultas Florbela espanca ¹ Se me ponho a cismar em outras eras Em que ri e cantei, em que era q’rida, Parece-me que foi noutras esferas, Parece-me que foi numa outra vida. E a minha triste boca dolorida Que dantes tinha o rir das Primaveras, Esbate as linhas graves e severas E cai num […]

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Florbela Espanca – Versos na tarde – 04/08/2014

Os meus versos Florbela Espanca¹ Rasga esses versos que eu te fiz, amor! Deita-os ao nada, ao pó, ao esquecimento, Que a cinza os cubra, que os arraste o vento, Que a tempestade os leve aonde for! Rasga-os na mente, se os souberes de cor, Que volte ao nada o nada de um momento! Julguei-me […]

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Florbela Espanca – Versos na tarde

Mais alto Florbela Espanca ¹ Mais alto, sim! Mais alto, mais além Do sonho, onde morar a dor da vida Até sair de mim! Ser a perdida A que se não encontra! Aquela a quem O mundo não conhece por alguém Ser orgulho, ser águia na subida, Até chegar a ser, entontecida, Aquela que sonhou […]

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Versos na tarde – Florbela Espanca

Os versos que te fiz Florbela Espanca ¹ Deixa dizer-te os lindos versos raros Que a minha boca tem pra te dizer! São talhados em mármore de Paros Cinzelados por mim pra te oferecer. Têm dolência de veludos caros, São como sedas pálidas a arder… Deixa dizer-te os lindos versos raros Que foram feitos pra […]

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Florbela Espanca – Versos na tarde

Sonhando Florbela Espanca ¹ É noite pura e linda. Abro a minha janela E olho suspirando o infinito céu, Fico a sonhar de leve em muita coisa bela Fico a pensar em ti e neste amor que é teu! D’olhos fechados sonho. A noite é uma elegia Cantando brandamente um sonho todo d’alma E enquanto […]

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Florbela Espanca – Versos na tarde

Balada Florbela Espanca ¹ Amei-te muito, e eu creio que me quiseste Também por um instante nesse dia Em que tão docemente me disseste Que amavas uma mulher que o não sabia. Amei-te muito, muito! Tão risonho Aquele dia foi, aquela tarde! E morreu como morre todo o sonho Deixando atrás de si só a […]

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Florbela Espanca – Versos na tarde

Anseios Florbela Espanca ¹ Meu doido coração aonde vais, No teu imenso anseio de liberdade? Toma cautela com a realidade; Meu pobre coração olha que cais! Deixa-te estar quietinho! Não amais A doce quietação da soledade? Tuas lindas quimeras irreais, Não valem o prazer duma saudade! Tu chamas ao meu seio, negra prisão! Ai, vê […]

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