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Murilo Mendes – Versos na tarde – 29/07/2017

O fósforo Murilo Mendes ¹ Acendendo um fósforo acendeu Prometeu, o futuro, a liquidação dos falsos deuses, o trabalho do homem. O fósforo: tão radioso quanto secreto. Furioso, deli- cado. Encolhe-se no seu casulo marrom; mas quando cha- mado e provocado, polêmico estoura, esclarecendo tudo. O século é polêmico. O gás não funciona hoje. Temos […]

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Os 400 anos da morte de Cervantes e Shakespeare

Com biografias bem distintas, a data nominal de morte une os dois gênios da literatura ocidental – apesar do choque de calendários. Mas uma questão central também fascina a ambos: o que é sonho, o que é realidade? William Shakespeare (esq.) e Miguel de Cervantes Saavedra: biografias e gênios literários distintos numa mesma época Dois […]

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A subversão do vernáculo e Diego Moraes

Com o derrame diário de escritores no mercado, a faculdade de Letras se transformou numa espécie de cartório que autentica a ambição dos neófitos, funciona como se fosse um curso de Direito linguístico para jovens e adultos que ignoram o fato de que ali nada há relevante para se assimilar sobre o ato de escrever […]

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Marguerite Yourcenar – Reflexões na tarde – 06/01/2016

Marguerite Yourcenar¹ In Memórias de Adriano “(…) Quando tivermos reduzido o máximo possível as servidões inúteis, evitando as desgraças desnecessárias, restará sempre, para manter vivas as virtudes heróicas do homem, a longa série de males verdadeiros: a morte, a velhice, as doenças incuráveis, o amor não partilhado, a amizade rejeitada, a mediocridade de uma vida […]

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Jorge Luis Borges – Versos na tarde – 11/07/2015

Aqui. Hoje Jorge Luis Borges ¹ Já somos o esquecimento que seremos. A poeira elementar que nos ignora e que foi o ruivo Adão e que é agora todos os homens e que não veremos. Já somos na tumba as duas datas do princípio e do término, o esquife, a obscena corrupção e a mortalha, […]

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Ferreira Gullar – Versos na tarde – 07/06/2015

Estranheza do Mundo Ferreira Gullar ¹ Olho a árvore e indago: está aí para quê? O mundo é sem sentido quanto mais vasto é. Esta pedra esta folha este mar sem tamanho fecham-se em si, me repelem. Pervago em um mundo estranho. Mas em meio à estranheza do mundo, descubro uma nova beleza com que […]

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Grandes expectativas, sem grandes decepções

Administrar nossas esperanças e perspectivas diante da vida pode ser uma boa forma de lidar com as frustracões que invariavelmente vão surgir em nosso caminho Existe uma lição universal: nem tudo na vida acontece da maneira como queremos ou desejamos. Alguns aprendem isso no dia a dia, vendo que o trânsito não vai andar só […]

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Shakespeare – Prosa na tarde – 12/04/2015

A Tempestade Shakespeare ¹ — (…)  “Pois o mesmo comigo vai se dar. Sendo ar, apenas, como és, revelas tanto sentimento por suas aflições; e eu, que me incluo entre os de sua espécie, e as dores sinto, como os prazeres, tão profundamente tal como qualquer deles, não podia me mostrar agora menos abalado. Muito […]

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Osman Lins – Reflexões na tarde – 30/04/2014

“A lenta rotação da água, em torno de sua vária natureza. Sua oscilação entre a paz dos copos e as inundações. Talvez seja mineral; ou um ser mitológico; ou uma planta, um liame, enredando continentes, ilhas. Pode ser um bicho, peixe imenso, que tragou escuridões e abismos, com todas as conchas, anêmonas, delfins, baleias e […]

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Fotografias – Flagrantes

Carlos Drummond de Andrade –  O poeta é um bom ouvinte >> biografia de Carlos Drummond de Andrade Tweet

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Umberto Eco – Souvenires do passado

Relíquias Umberto Eco¹ Ao ler meu jornal local, eu me deparei com um artigo interessante sobre relíquias, não apenas do tipo religioso, mas também da variedade laica, da cabeça de Descartes ao cérebro de Gorky. O hábito de conservar relíquias não é, como se costuma acreditar, um hábito cristão, mas um hábito típico de cada […]

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Herman Hesse – Prosa na tarde – 13/10/2013

Hernan Hesse¹ “Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo.” […]

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