Em explanação na Comissão de Ciências e Tecnologia do Senado Federal, Franklin Martins da Secretaria de Comunicação do Governo Federal, declarou que “o governo precisa de uma entidade para administrar a banda larga e a Telebrás hoje é a que parece mais fácil”.

Plano de banda larga pode custar R$ 15 bi e vai integrar o PAC 2

Infraestrutura: Programa será executado até 2014, mas começa este ano com 300 municípios, diz o governo

Antes mesmo de ter definido o formato final do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), o que vai ocorrer em abril, o governo deverá incluir investimentos em expansão das telecomunicações no arcabouço do segundo Programa de Aceleração de Crescimento (PAC 2), a ser anunciado até o fim de março. Estimativas da Casa Civil apontam para um custo total do projeto de até R$ 15 bilhões, entre recursos próprios de prestadoras e de financiamentos públicos. Para o Ministério das Comunicações, porém, o plano custaria dezenas de bilhões. Esse valor ou parte dele deverá aumentar o volume de investimentos previstos no PAC 2.

Segundo o ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação Social, depois de aprovado pelo presidente, o plano ainda será debatido pelo Congresso. Ele informou que a ideia do governo federal é atuar na regulação da banda larga. “O governo precisa de alguma entidade para administrar e operar isso e a Telebrás hoje é a que parece mais fácil”, disse, reafirmando que o presidente ainda não se definiu sobre a retomada da empresa. O projeto deverá ser mostrado ao presidente na primeira quinzena de abril.

Ontem, o ministro e o coordenador dos projetos de inclusão digital da Casa Civil, César Alvarez, participaram de uma audiência pública sobre o PNBL na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado. Alvarez afirmou que, mesmo após a definição dos parâmetros do PNBL, deverá existir um ambiente de diálogo constante entre governo, iniciativa privada e sociedade civil, chamado provisoriamente de Mesa Brasil Digital. Nesse âmbito se discutirá desde o uso da internet para fins sociais como a expansão da ultrabanda larga, que é a rede de altíssima velocidade.

Segundo Alvarez, com os atrasos para aprovação do projeto, o governo pretende levar o PNBL a 300 cidades até o fim do ano. “Mas serão cidades de regiões e perfis diferentes, que reflitam a diversidade do Brasil”, afirmou.

O assessor da Casa Civil comentou que as primeiras cidades estarão na região do anel onde estão os cabos da Eletrobrás – que foram em parte recebidos da Eletronet – e de outras estatais, como a Petrobras. A rede, que hoje tem 23 mil quilômetros deverá chegar a 31 mil km até 2014, prazo previsto no PNBL. A previsão foi confirmada pelo ministro Martins, ao dizer que “o plano está sendo concebido para ir até 2014 e é evidente que não será todo realizado este ano”.

Presentes na Comissão do Senado, representantes das empresas privadas reclamaram da elevada carga tributária do setor, que prejudica a sua participação no projeto de expansão da banda larga. Segundo José Fernandes Pauletti, presidente da associação brasileira da telefonia fixa, a Abrafix, a carga da banda larga é superior a 40%. Para Franklin Martins, porém, se as empresas decidissem massificar o serviço, ele seria mais barato. Alvarez destacou que a maior parte dos encargos do setor fica por conta do ICMS e, portanto, tem de ser revistos pelos Estados.

Jarbas Valente, conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), também participante da audiência pública, destacou que o PNBL deverá ter incentivos para que a tecnologia do projeto seja principalmente brasileira.

Danilo Fariello/VALOR

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A “Big Blue” teria descoberto um nicho de usuários significativos – em número e renda – não contemplado pelas demais companhias?

IBM investe em celulares para idosos

À medida que a população da Europa e América do Norte envelhece, a necessidade de aparelhos móveis especializados se torna aguda.

A IBM deu início a um programa de pesquisa de dois anos que tem por objetivo tornar os celulares mais fáceis de usar por grupos que incluem os idosos e os analfabetos.

Com a estagnação do crescimento de mercados como os da Europa, Japão e Estados Unidos, o setor de comunicação sem fio está especialmente interessado nos idosos que até o momento tenham imaginado que podem viver sem celulares, ou que não conseguem usar os aparelhos de que dispõem.

A IBM anunciou hoje que o software desenvolvido pelo programa, que envolve também o National Institute of Design, da Índia, e a Tokyo University, será fornecido em base de fonte aberta, e que outros materiais desenvolvidos também serão fornecidos publicamente a governos e empresas.

Observadores do setor de telecomunicações avaliaram que o programa da IBM atende a uma necessidade genuína.

“À medida que a população da Europa e América do Norte envelhece, a necessidade de aparelhos móveis especializados se torna aguda,” disse Ben Wood, diretor de pesquisa da consultoria britânica CCS Insight.

IBM investe em celulares para idosos

À medida que a população da Europa e América do Norte envelhece, a necessidade de aparelhos móveis especializados se torna aguda.

“Os fabricantes de celulares terão de se adaptar caso desejem atrair uma geração que cresceu com os aparelhos móveis mas já não é capaz de usá-los da mesma forma que no passado,” explicou.

Grandes fornecedores como a Nokia e a Samsung Electronics produziram celulares com botões grandes e design simples, mas não chegaram a comercializá-los especificamente para os idosos.

Isso abriu o mercado para empresas menores como a Emporia, de capital fechado, e a sueca Doro, segundo a qual um estudo recente demonstrou que a maioria das pessoas com mais de 65 anos nos países desenvolvidos já têm celulares.

A austríaca Emporia decidiu que seu foco exclusivo seriam os celulares para idosos alguns anos atrás, quando a mãe aposentada de seu presidente-executivo, Albert Fellner, começou a pedir ajuda regularmente para usar seu aparelho.

“Ela me deixava maluco com o celular. A cada duas semanas, eu precisava explicar a ela como usá-lo. Desisti e disse que produziria um celular que ela saberia como usar,” afirmou Fellner.

Info Online

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Empresa reuniu 13 bancos de dados públicos para oferecer visualização de indicadores como educação, economia e salários, entre outros.

O Google Labs, serviço que reúne as iniciativas online em teste no Google, acaba de abrir o acesso dos internautas a mais uma experiência: o Google Public Data Explorer.

Divulgado nesta segunda-feira (8/3) por meio do blog da empresa, o Public Data Explorer é uma ferramenta de visualização dos dados públicos armazenados pelo Google – mais precisamente, estatísticas fornecidas por órgãos oficiais.

A iniciativa é um complemento a outras que o Google já havia anunciado, como o acesso aos dados de pesquisas do Banco Mundial. Desta vez, o Google selecionou cerca de 80 das pesquisas mais populares sobre dados estatísticos globais, para apresentá-los de diversas formas gráficas.

Garimpo

A lista dos temas escolhidos para garimpo de dados inclui comparação dados escolares, desemprego, população, salários, estatísticas de crime e de saúde, desastres, PIB, pobreza, preço do petróleo, custo de vida e até os nomes próprios mais populares.

“Para nos ajudar a priorizar melhor que dados incluir neste recurso, analisamos de forma anônima os logs de busca para descobrir padrões nos tipos de busca que as pessoas estão fazendo”, explicou o estatístico Jürgen Schwärzler, da equipe de Dados Públicos do Google, no blog da empresa.

Por enquanto, os dados são extraídos de 13 bancos de dados, fornecidos por entidades como Banco Mundial, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), o US Census Bureau e o Eurostat, entre outros.

Os gráficos podem ser incluídos em blogs e sites, e o Google avisa que está aberto à participação de provedores adicionais de dados.

IDGNow

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Espicaçado pelos adversários e escondido pelos aliados, Fernando Henrique Cardoso tornou-se um franco-atirador político.

Há um mês, no primeiro domingo de fevereiro, FHC levara aos jornais um artigo em que, advogado de si mesmo, defendera sua gestão.

Aceitara, de resto, o repto plebiscitário de Lula: “Se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa. Nada a temer”.

Neste primeiro domingo (7) de março, em novo artigo, FHC tenta prover à oposição um esboço de “programa”. Agora, olha pra frente. Fala de “futuro”.

“A hora é agora”, anota FHC no título do artigo.” Hora de avançar a partir do que conseguimos nestes 25 anos de democracia e de buscar um futuro [...]”.

Vai abaixo um resumo da plataforma esboçada no texto do ex-presidente tucano:

1. Pilares Economia: “Controle da inflação, pelo sistema de metas, câmbio flutuante, lei de responsabilidade fiscal, autonomia das agências regulatórias, são pilares que podem se ajustar às conjunturas, mas não devem ser renegados, e não podem estar sujeitos a intervenções político-partidárias e interesses de facção”.

2. Gastos públicos e comércio exterior: “O novo governo terá de cuidar de controlar os gastos correntes e de conter a deterioração da balança de pagamentos (sem fechar a economia ou inventar mágicas para aumentar artificialmente a competitividade de nossos produtos)”.

3. Tamanho do Estado: “Perdemos tempo com uma discussão bizantina sobre o tamanho do Estado ou sobre a superioridade das empresas estatais em relação às empresas privadas ou vice-versa…”.

“…Ninguém propõe um ‘Estado mínimo’, nem muito menos o PSDB. Outra coisa é inchar o Estado, com nomeações a granel, e utilizar as empresas públicas para servir a interesses privados ou partidários”.

4. Estatal X privado: “A verdadeira ameaça ao desenvolvimento sadio não é privatizar mais, tampouco o PSDB defende isto. Empresas estatais se justificam em áreas para as quais haja desinteresse do capital privado ou necessidade de contrapeso público. Não devem acobertar ganhos políticos escusos nem aumentar o controle partidário sobre a economia”.

5. Salário mínimo e política Social: “A política continuada de aumento real do salário mínimo a partir de 1994, a extensão de programas sociais a camadas excluídas e a difusão de mecanismos de transferência direta de renda (as bolsas), melhoraram as condições de vida e ampliaram o mercado interno. Tudo isso precisa ser mantido. Caberá ao novo governo reduzir os desperdícios e oferecer serviços de melhor qualidade, melhor avaliados e com menor clientelismo”.

6. Gastos sociais X carga tributária: “Não se pode elidir uma questão difícil: a expansão dos impostos sustentou os programas sociais. Atingiu-se um limite que, se ultrapassado, prejudicará o crescimento econômico. É ilusão pensar que um país possa crescer indefinidamente puxado pelo gasto público financiado por uma carga tributária cada vez maior e pelo consumo privado. Falta investimento, sobretudo em infraestrutura, e falta poupança doméstica, principalmente pública, para financiá-lo”.

7. Reforma tributária: “Maior poupança pública não virá de maior tributação. Ao contrário, é preciso começar a reduzir a carga tributária, sobretudo os impostos que recaem sobre a folha de pagamentos, para gerar mais empregos. Para investir mais, tributar menos e dispor de melhor oferta de serviços sociais, não há alternativa senão conter o mau crescimento do gasto”.

8. Juros: A redução de tributos e a melhoria do gasto público “permitirá a redução das taxas de juros e o aumento da poupança pública, como condição para aumentar a taxa de investimento na economia. Sem isso, cedo ou tarde, se recolocarão os impasses no balanço de pagamentos, com a deterioração já perceptível das contas em transações correntes, e na dívida pública, que em termos brutos já ultrapassa 70% do PIB”.

9. Corrupção: “Os escândalos de corrupção continuam desde o mensalão do PT [Nesse ponto, FHC esquece convenientemente de mencionar o tucanoduto mineiro, precursor das valerianas petistas]. Há responsabilidades pessoais e políticas a serem cobradas e condenadas” [inclusive as do grão-tucano Eduardo Azeredo, diga-se].

10. Reforma política: “O sistema eleitoral e partidário está visivelmente desmoralizado. Uma reforma nesta área se impõe. Ela se fará mais facilmente no início do próximo governo e se houver um mínimo de convergência entre as grandes correntes políticas. O PSDB deve liderar esse debate na busca de consenso”.

11. Segurança: “Há avanços no plano federal e em vários Estados. A expansão da criminalidade advém do crime organizado e do uso das drogas. O dia a dia das pessoas é de medo. As famílias e as pessoas precisam de nossa coragem para propor modos mais eficientes de enfrentar o tema. A despeito da melhoria do sistema jurisdicional e prisional, estamos longe de oferecer segurança jurídica às empresas e, o que mais conta, às pessoas”.

12. Energia: “Olhando o futuro, falta estratégia e sobram dúvidas: o que faremos no campo da energia? Onde foi parar o programa do biodiesel? Que faremos com os êxitos que nossos agricultores e técnicos conseguiram com o etanol? Que políticas adotar para torná-lo comercializável globalmente?”

13. Petróleo: “A discussão sobre as jazidas de petróleo se restringirá à partilha de lucros futuros ou cuidaremos do essencial: a base institucional para lidar com o pré-sal, a busca de tecnologias adequadas e de uma política equilibrada de exploração?”

14. Educação: “E a ‘revolução educacional’, que, com as honrosas exceções em um ou outro Estado, é apenas objeto de reverência, mas não de ação concreta?

15. O Brasil no mundo: “Que papel desempenharemos no mundo, o de uma subpotência bélica ou a de um país portador de uma cultura de convivência entre as diferentes raças e culturas, com tolerância e paz, embora cioso de sua segurança?”

Em meio às certezas e às dúvidas que levanta, FHC vai se firmando como única voz da oposição capaz de enunciar ideias.

Num instante em que Lula sapateia sobre o passado e Dilma avança sem um rival que lhe faça o contraponto, FHC, o rejeitado, se esforça para qualificar o debate.

- Serviço: O artigo de FHC foi às páginas de vários jornais. Pressionando aqui, você chega à íntegra, veiculada pelo gaúcho ‘Zero Hora’.

blog Josias de Souza

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A dar crédito à oposição, o empresário Abílio Diniz faz parte do grupo de 82% dos brasileiros imbecis que se deixaram enganar pelo Lula. O que pode nos salvar são os 18% de gênios esclarecidos que não caíram na ‘cantada’ do apedeuta do agreste.

O Editor


Só açúcar para Dilma e Lula

Dono da maior rede varejista do país, Abílio Diniz declara apoio à candidata do PT

O empresário Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar, maior rede varejista do país, se declarou ontem um verdadeiro cabo eleitoral da pré-candidata do PT à Presidência da República, a ministra Dilma Rousseff. Na apresentação do novo presidente da empresa, Enéas Pestana, Diniz defendeu Dilma e disse que ela tem “todas as condições” de levar adiante o “legado” que será deixado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

— É o legado do crescimento, da geração do emprego e da distribuição de renda.

Este é o legado que ele (Lula) deixa. Tenho uma profunda admiração por este homem — disse Diniz, negando que os elogios sejam uma declaração de voto na ministra.

Diniz é o primeiro grande empresário a dar uma declaração de apoio à candidata do PT. Em 89, durante o período eleitoral, Diniz foi sequestrado e, às vésperas das eleições em que o ex-presidente Collor disputava a Presidência contra Lula, a polícia prendeu os sequestradores ligados a movimentos de esquerda da América Latina e encontrou nomes de petistas em agendas dos criminosos, o que levou a polícia a vincular o caso a petistas e a apresentar os sequestradores com camisetas da campanha do PT. Isso prejudicou a campanha de Lula, que foi derrotado por Collor.

Apesar de elogiar Dilma ontem, Diniz se negou a fazer comparações entre o atual governo e o de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Para ele, o presidente Lula não vai se afastar de Dilma, caso ela seja eleita, pois ficará “por trás”, olhando e fazendo com que o seu legado continue.

— Ela tem condições de levar esse legado em frente, até porque Lula vai ajudar. A Dilma tem todas as condições pelos conhecimentos dela, e até porque o Lula vai ajudar.

Ele não vai ficar omisso — disse.

Uma das qualidades do presidente, segundo Diniz, é que ele está o tempo todo em busca de crescimento, de saber, de perguntar e ouvir: — Você já viu político que ouve? Ele (Lula) ouve, ouve, ouve… É impressionante.

Essa não é primeira vez que o empresário faz elogios em público a Lula. No início do ano, ele disse que era “fã de carteirinha” do presidente. Perguntado se a ministra Dilma também é uma boa ouvinte, Diniz garantiu que sim: — Ela ouve muito mais do que vocês podem imaginar. Sou um cara equilibrado, de bom senso, já sou um velhinho (tem 73 anos), tenho boa cabeça. Por que será que eu gosto da Dilma? Porque ela é ministra da Casa Civil eu me encanto com ela? Não. Eu gosto da Dilma porque eu a conheço.

Na avaliação de Diniz, a ministra ainda tem dificuldade de ser reconhecida pelo público comum e precisa conseguir se mostrar como é vista nas conversas do dia a dia da sua pasta: — Ela precisa (se mostrar como pessoa comum). Para que as pessoas tenham ideia de quem é a Dilma. Estou falando de uma pessoa de quem sou amigo e tenho admiração.

Ela pergunta e é muito bem informada.

Lino Rodrigues/O Globo

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A Justiça federal condenou, por improbidade administrativa, Byron Costa Queiroz, ex-presidente do BNB (Banco do Nordeste do Brasil) na gestão FHC.

Apadrinhado do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), Byron foi condenado, junto com outras cinco pessoas, a ressarcir prejuízos estimados em mais de R$ 7 bilhões.

Levada à página do Ministério Público na web, a notícia chega em má hora para Tasso Jereissati.

Justamente no instante em que o nome do senador frequenta o noticiário como alternativa de vice para o presidenciável tucano José Serra.

Chama-se Alessander Sales o procurador da República autor da ação que resultou na condenação do apadrinhado de Tasso.

Ele acusara Byron e outros cinco ex-gestores do BNB (três diretores e dois superintendentes) de improbidade administrativa.

Os malfeitos referem-se ao período de 1997 a 2000. Coisas assim, segundo a sentença judicial:

1. Rolagem de dívidas sem qualquer tipo de análise técnica. Vencidos e não pagos, os débitos não eram provisionados como créditos podres.

2. Manutenção de mais de mais de 20 mil operações vencidas em prazo superior ao permito pelo Banco Central (360 dias).

3. Rolagem em bloco de diversas operações de crédito, sem a necessária formalização.

4. Má gestão do FNE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste). Recursos externos do fundo eram repassados sem formalização e dívidas atrasadas deixavam de ser reclassificadas. Com isso, tornava-se impossível aferir a situação dos devedores inadimplentes com o banco.

Além de dividir com os outros cinco condenados os prejuízos causados ao BNB, Byron foi condenado à perda dos direitos políticos por oito anos e multa de R$ 200 mil.

Os demais acusados são: Ernani Varela, Osmundo Rebouças e Raimundo Carneiro, que integravam a diretoria do Banco do Nordeste…

…E dois ex-superintendentes da instituição: Antônio Arnaldo de Menezes (área Operacional) e Marcelo Pelágio (setor Financeiro).

Aos diretores, a Justiça impôs o ressarcimento solidário dos prejuízos de R$ 7 bilhões, suspensão dos direitos políticos por cinco anos e multa de R$ 100 mil cada um.

Aos superintendentes, além do ressarcimento e perda dos direitos políticos por cinco anos, multa de R$ 70 mil cada um.

blog Josias de Souza

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Google anuncia compra de site de edição de fotos

Equipe do Picnik passa a trabalhar em conjunto com a do Picasa.

Gigante já adquiriu oito companhias desde setembro, diz porta-voz.

Site Picnik foi comprado pelo Google

O Google comprou o site de edição de fotos on-line Picnik, dando continuidade à onda de aquisições pelo gigante de buscas na internet das últimas três semanas.

O Google não divulgou os termos financeiros do acordo de compra. Segundo o site da Picnik, a empresa fundada em Seattle há cinco anos conta com um quadro de funcionários de 20 pessoas.

O porta-voz do Google Andrew Pederson disse em e-mail que a equipe do Picnik se uniu ao escritório do Google na cidade e que vai trabalhar com a equipe do Picasa, serviço de compartilhamento de fotos do Google.

O acordo é o mais recente exemplo do crescente apetite do Google por novas aquisições.

Em outubro, o presidente-executivo da companhia, Eric Schmidt, afirmou que a empresa retomará sua taxa histórica de, em média, uma pequena aquisição por mês, com acordos maiores a cada um ou dois anos.

No mês passado, o Google comprou o site de buscas em redes sociais Aardvark e o serviço de webmail reMail. Desde setembro, a empresa já comprou oito companhias, segundo Pederson.

G1/Reuters

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Empresas americanas aderem ao Twitter

As grandes empresas americanas parecem ter abraçado de vez as mídias sociais. Um recente estudo realizado pela Society for New Communications Research mostrou que mais de um terço das 500 maiores companhias americanas listadas pela revista Fortune usam o Twitter de forma recorrente.

Entre as top 100, o índice é ainda maior: 50%. Segundo o levantamento, quatro das cinco maiores empresas americanas — Walmart, Chevron, Conoco, Philips e General Electric — costumam postar informações no Twitter diariamente.

O estudo não analisa somente o Twitter. Cerca de 20% das 500 maiores empresas dos Estados Unidos contam com algum tipo de blog corporativo.

Seria legal saber qual a situação aqui no Brasil.

Carolina Meyer/Exame

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Indústria de GPS busca novo rumo com mapa grátis em celulares

Segundo a Nokia, 3 milhões de consumidores já baixaram pacote.

Tema está no centro dos debates do Mobile World Congress.

A indústria de serviços de navegação perdeu seu rumo agora que Google e Nokia oferecem mapas em seus smartphones gratuitamente. O tema foi bastante discutido no evento do setor de dispositivos móveis, Mobile World Congress, em Barcelona esta semana.

A Nokia, maior fabricante de celulares do mundo, seguiu o exemplo do Google e, no mês passado, lançou um serviço gratuito de mapas para cerca de 20 milhões de aparelhos, afetando diretamente o setor de navegação no mundo todo.

Analistas afirmam que a medida já mostra efeitos claros. “Serviços de navegação em celulares eram uma indústria. Agora são um aplicativo, um aplicativo gratuito”, disse Tim Shepherd, da consultoria Canalys.

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Celular de pulso funciona como GPS e alarme antiassalto
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A Nokia afirmou na segunda-feira (17) que 3 milhões de consumidores já haviam baixado o pacote de navegação gratuito.

Ao mesmo tempo, a estratégia da Nokia e do Google de oferecer serviços de navegação gratuitamente pode criar novas oportunidades para outras empresas do setor.

“Nós temos um plano B, mas não posso dar mais detalhes por enquanto. Faremos anúncios mais tarde no ano”, disse Gerhard Mayr, vice-presidente do setor global de telefonia da Navigon, terceira maior vendedora de aparelhos de navegação da Europa depois da TomTom e da Garmin.

“Vemos agora um apetite maior por nossas soluções”, disse Mayr. “Estamos negociando com diversas partes.”

Enquanto isso, outros tentam transformar o mapa em algo mais.

“Criamos nosso próprio mapa”, disse Noam Bardin, presidente-executivo da Waze, dona de um aplicativo de navegação para aparelhos móveis com informações sobre trânsito e condições das estradas.

“O valor está em informações em tempo real. Nenhum software pode te dizer se há gelo na estrada ou para ir à direita no estacionamento porque o lado esquerdo está lotado”, disse Bardin.

Reuters/G1

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Brasil: da série “O tamanho do buraco”!
Olhem aí Tupiniquins pra onde vai o seu, o meu, o nosso sofrido dinheirinho.

Os gastos do governo federal com cartões corporativos em 2010 já atingiram mais de R$ 6,15 milhões apenas durante o primeiro mês do ano. Somente as despesas da Presidência da República somaram R$ 1,3 milhão em janeiro, mas jamais serão reveladas: são classificadas de “sigilosas”.

As atividades da Polícia Federal, vinculadas ao Ministério da Justiça, consumiram R$ 1,5 milhão usando os cartões.

Liberou geral

Durante o ano de 2009, as despesas “sigilosas” da Presidência da República, incluindo gastos da família Lula, somaram R$ 13 milhões.

Perspectiva

Os gastos com cartões corporativos este ano já correspondem às despesas do Ministério do Planejamento com cartões durante 2009.

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Os canais de interatividade da internet abriram portas para negócios em todos os segmentos de mercado, e ganhar dinheiro através das redes de relacionamento é mais uma das oportunidades que esses canais propiciaram ao longo das práticas digitais.

Um ambiente que leva metade do nosso desprendimento de tempo ou às vezes todo nosso tempo de trabalho, já envolve lucro e consolidação para empresas e investidores. São oportunidades variadas e que podem contribuir para crescimento financeiro e até mesmo se apresentar como único meio de renda para muitos. No entanto, não é tão fácil como parece. Muitas pessoas não enxergam as oportunidades e outras enxergam, mas não sabem como mantê-las. É preciso dedicação e estudo na hora de investir no negócio. Participar de todas as redes sociais é um grande erro, se não houver foco para todas elas. Quando nos apresentamos em uma rede de relacionamento, devemos estar preparados para atender nosso público alvo. É preciso olhar para onde estão nossos clientes e saber em quais redes sociais nossas estratégias serão mais bem adequadas e compreendidas. A busca neste negócio é por cliques. Devemos ser clicados para sermos vistos, para vendermos e sermos lembrados.

Para construir um negócio sólido, aproveitando as oportunidades criadas, temos que trabalhar de forma consistente visando solucionar as necessidades de quem está nos buscando. Quem trabalha com blogs, por exemplo, ou gostaria de criar um, e a partir disso ganhar dinheiro através anúncios, deve primeiramente ter o desejo natural de levar informação. Apresentar conteúdo relevante tanto para o anunciante quanto para o consumidor, pois com o tempo conquistará popularidade e credibilidade junto ao público pretendido. Cliques no blog equivalem a dinheiro para os blogueiros e dinheiro e exposição da marca para os anunciantes.

Cada vez mais empresas apostam nesse tipo de campanha de marketing digital para se fazerem presentes na lembrança de seus públicos. A aproximação das empresas com as ideias, interesses e desejos dos consumidores, torna a ligação de cada cliente com a marca ou o produto mais forte.

Se posicionar estrategicamente também é um passo muito importante nesse investimento, estar no lugar certo, na hora certa e sermos vistos pelas pessoas certas. Não vale oferecer pão para padeiro e nem creme de pentear para carecas. Então nada melhor que um bom planejamento estratégico para obter sucesso no investimento e manter a concorrência.

E, finalizando este raciocínio, para quem deseja ser reconhecido nacionalmente, uma das alternativas é recorrer a grandes verbas e investimentos altos em mídia e canais tradicionais, ou então, optar por blogs e veículos alternativos que aumentam o alcance da campanha, potencializando verbas, exposição e atingindo visibilidade por segmentação, ou seja, investindo especificamente nos seus alvos através de diversos canais em âmbito nacional com menor concorrência e maior tempo de exposição. Campanhas segmentadas com foco no público específico.

Autor: Roberto Soares Costa – Gerente de projetos na web – robertocosta.gp@gmail.com

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Brasil: da série “Acorda Brasil”!

Novo Honda City brasileiro, preço de envergonhar…

O novo Honda city Brasileiro e vendido no México com preço inicial de R$ 25.800,00 se é fabricado no Brasil, como e possível?

No México já vem na versão mais básica com freios abs e airbags, enquanto que no Brasil a versão de entrada sem abs tem preço inicial de R$56.210,00!!!

Se o carro é fabricado em Sumaré/SP como pode ser vendido por menos da metade do preço em outro país e ainda dar lucros???

É só entrar no site americano da Toyota, Mitsubishi, Honda, e etc., que perceberá a diferença de preços.

Um Honda Civic custa lá fora 16 mil dólares, e aqui no Brasil custa 67 mil reais.

Como pode uma coisa dessas?

Tem uma explicação lógica.

Com o dinheiro desses impostos que são pagos aos políticos, pois para sustentar UM deputado federal é necessário 10.4 milhões de reais por ano.

Agora você faça a multiplicação por 513 (que é o número de deputados federais), e se quiser ir em frente, pegue o número de deputados estaduais, senadores, ministros, mais de 40 mil vereadores, e milhões de assessores.

O Brasil tem o congresso mais caro do mundo, e para sustentar tudo isso, essa vagabundagem toda, o brasileiro tem que pagar mais impostos…

Não é revoltante?

Mas o povinho esta mais preocupado com o futebol, pagode, samba, carnaval, BBB e outros lixos.

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