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	<title>Blog do Mesquita &#187; Direito de Família</title>
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	<description>Seja qual for a ideologia de quem está no poder, ele só quer se perpetuar.E o povo é quem paga! Arte&#124;Poesia&#124;Literatura&#124;Humor&#124;Tecnologia da Informação&#124;Design&#124;Publicidade&#124;Fotografia</description>
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		<title>Divórcio direto é aprovado no Senado</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 10:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A sociedade modifica o Direito e o Direito modifica a sociedade. Com a aprovação dessa Emenda Constitucional os legisladores tornam legal o que já acontece no cotidiano dos relacionamentos. Hoje é mais que comum as pessoas passarem a ter um novo relacionamento logo após a separação. A nova legislação vai convalidar essa realidade, uma vez que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000080;"><a href="http://mesquita.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/BL-PL-Ilustrando-Notícias-Divórcio-Direto-Alianças.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-39370" title="Divórcio Direto Alianças Blog do Mesquita" src="http://mesquita.blog.br/wp-content/imagescaler/0f204b3b2113b06073fd6ab38004f168.jpg" alt="" width="240" height="160" imagescaler="http://mesquita.blog.br/wp-content/imagescaler/0f204b3b2113b06073fd6ab38004f168.jpg" /></a>A sociedade modifica o Direito e o Direito modifica a sociedade. Com a aprovação dessa Emenda Constitucional os legisladores tornam legal o que já acontece no cotidiano dos relacionamentos.<br />
Hoje é mais que comum as pessoas passarem a ter um novo relacionamento logo após a separação.<br />
A nova legislação vai convalidar essa realidade, uma vez que o Código Civil de 2002 equiparou a união estável ao status de casamento civil regular.<br />
O editor</span></p>
<hr /><strong><span style="color: #008080;">Em votação apertada, Senado aprova &#8216;divórcio direto&#8217;</span></strong></p>
<p>Por 49 votos a favor, quatro contra e três abstenções, o Senado aprovou a emenda constitucional que cria no Brasil o &#8220;divórcio direto&#8221;.</p>
<p>Significa dizer que, uma vez divorciada, a pessoa pode, se quiser, casar-se novamente no dia seguinte.<div style="float: right; padding: 3px 15px 2px 3px;"><script type='text/javascript'><!--//<![CDATA[
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<p>Acaba a figura jurídica da separação judicial (antigo desquite), que obrigava os casais a esperar por até dois anos para poder casar de novo.</p>
<p>A emenda passou raspando na trave. O quorum de 49 votos a favor é o mínimo exigido para a aprovação de emendas à Constituição.</p>
<p>Coube à senadora <strong>Rosalba Ciarlini</strong> (DEM-RN) anotar no painel eletrônico o último voto. Chegou ao plenário atrasada. Por pouco o voto dela não foi consignado.</p>
<p>A emenda já havia sido aprovada na Câmara. O autor é o deputado Sérgio Carneiro (PT-BA). Entra em vigor no dia da promulgação.</p>
<p>Relator da proposta no Senado, <strong>Demóstenes Torres</strong> (DEM-GO) explicou ao blog a importância da mudança. Leia:</p>
<p><span style="color: #008080;">- O que representa a modificação aprovada?</span></p>
<p>No Brasil, existe um processo intermediário, após o divórcio, chamado de separação. É o antigo desquite. Os casais, mesmo depois de divorciados, mantêm o vínculo por até dois anos.</p>
<p><span style="color: #008080;">- Como funcionava?</span></p>
<p>As pessoas precisavam ficar separadas de fato por um ano, gastar dinheiro com advogado, com custas de cartório para, só então, formalizar o divórcio. Outra alternativa era manter a separação de fato por dois anos.</p>
<p><span style="color: #008080;">- Houve oposição da Igreja?</span></p>
<p>A Igreja Católica e as igrejas evangélicas trabalharam duramente contra a aprovação da emenda.</p>
<p><span style="color: #008080;">- O que acha do argumento de que a novidade enfraquece a família?</span></p>
<p>Esse discurso é velho, vem de 1977, quando o mecanismo da separação foi criado. Fizeram o divórcio, mas puseram um desquite no meio, dando-lhe o nome de separação judicial. Não faz o menor sentido.</p>
<p><span style="color: #008080;">- O que muda de fato?</span></p>
<p>A partir da promulgação da emenda, a separação será automática. A pessoa pode se casar novamente no dia seguinte. Se quiser dar uma de <strong>Richard Burton e Elizabeth Taylor</strong> pode casar, separar e casar de novo depois de amanhã. Casamento é isso mesmo. Não se pode obrigar duas pessoas que não querem a ficar juntas.</p>
<p><span style="color: #008080;">- O senador Marcelo Crivella [PRB-RJ, bispo licenciado da Igreja Universal],  anunciou que vai recorrer. Pode mudar?</span></p>
<p>Não há a menor chance. Ele vai recorrer à <strong>Comissão de Constituição e Justiça</strong>, que é presidida por mim. Ou seja, o Crivella vai recorrer a mim (risos).</p>
<p><span style="color: #808080;"><span style="font-size: xx-small;">blog Josias de Souza</span></span></p>
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		<title>Transexual responde como mulher no civil e no penal</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 10:10:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em uma decisão inédita, em outubro de 2009, o Superior Tribunal de Justiça autorizou a mudança do nome e gênero na certidão de nascimento de um transexual sem que conste anotação no registro. O autor fez uma cirurgia de mudança de sexo. A relatora, ministra Nancy Andrighi, determinou que a alteração conste apenas nos livros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-4869" title="Sexualidade Blog Lei e Ordem" src="http://mesquita.blog.br/wp-content/imagescaler/5b860035f8fab3743d443ac28cd12b07.gif" alt="" width="284" height="300" imagescaler="http://mesquita.blog.br/wp-content/imagescaler/5b860035f8fab3743d443ac28cd12b07.gif" />Em uma decisão inédita, em outubro de 2009, o <span style="color: #808080;"><strong>Superior Tribunal de Justiça</strong></span> autorizou a mudança do nome e gênero na certidão de nascimento de um <span style="color: #808080;"><strong>transexual</strong></span> sem que conste anotação no registro. O autor fez uma cirurgia de mudança de sexo.</p>
<p>A relatora, <span style="color: #808080;"><strong>ministra Nancy Andrighi</strong></span>, determinou que a alteração conste apenas nos livros cartorários. Oito meses depois, as instâncias inferiores aderiram ao entendimento da Corte Superior. A tese, porém, gera questionamentos sobre como essas pessoas responderão às regras da sociedade no futuro.  As dúvidas não são poucas: O transexual vai responder na Justiça como uma mulher? Se for condenada, vai para uma prisão feminina?<div style="float: right; padding: 3px 15px 2px 3px;"><script type='text/javascript'><!--//<![CDATA[
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<p>Num casamento, responderá como mulher de fato? Em caso de separação, terá os mesmo direitos que uma mulher?</p>
<p>Para a advogada <span style="color: #808080;"><strong>Gladys Maluf Chamma</strong></span>, a resposta é sim para todas as perguntas.</p>
<p>&#8220;Deve se ter em mente que o transexual, com a averbação de seu registro de nascimento e a aposição do estado feminino para o seu nome, está, em verdade, consolidando como de direito uma situação que era de fato, através do reconhecimento judicial&#8221;, informou. De acordo com Gladys, a alteração do primeiro nome e gênero apenas legaliza uma situação preexistente:</p>
<p>&#8220;O transexual, a partir de então, não está mulher, ele é mulher&#8221;.  A advogada explica que, num casamento, o transexual responde como mulher de fato e tem os mesmos direitos no momento da separação, como pensão alimentícia e guarda de filhos. &#8220;Se casou ou viveu em união estável na condição de mulher, porque assim se constituía a sua psique e tal condição sócio-psicológica foi devidamente avaliada e reconhecida judicialmente, ele é, em verdade, uma mulher, com os mesmos direitos e deveres&#8221;, afirma.  O mesmo vale para violência doméstica.</p>
<p>Se agredido pelo marido, o transexual poderá recorrer a Delegacia da Mulher e aplicar a <span style="color: #808080;"><strong>Lei Maria da Penha</strong></span> se quiser acusar o agressor.</p>
<p>A Maria da Penha dispõe sobre regras para coibir a violência familiar contra a mulher. Ainda no ambiente penal, passando de vítima para acusado, caso o transexual cometa algum crime e seja condenado, será encaminhado para um presídio feminino. &#8220;É aí que a alteração sob sigilo atua como um manto protetor à privacidade do transexual, retirando de seus ombros o preconceito que o impediu de levar uma vida comum até então&#8221;, comenta.</p>
<p>A advogada Maria Berenice Dias chama a atenção para outra situação: o sexo social, ou seja, a identidade que a pessoa assume perante a sociedade. A especialista em <span style="color: #808080;"><strong>Direito de Família</strong></span> e ex-desembargadora do Tribunal de Justiça gaúcho revela que mesmo os transexuais que não fizeram cirurgia ou trocaram o nome no registro estão sendo encaminhados para presídios femininos. &#8220;Já tem até portaria determinando que as pessoas sejam identificadas pelo seu sexo social&#8221;, revela.  No ano passado, jornais estrangeiros destacaram a história de um transexual do Reino Unido, que venceu uma batalha na Justiça para ser transferido para uma prisão feminina.</p>
<p>Ele foi condenado à pena de morte por homicídio culposo e tentativa de estupro. O juiz David Elvin derrubou a decisão do secretário de Justiça Jack Straw determinando que o preso de 27 anos permanecesse na ala masculina. Para o juiz, a recusa de transferência era uma violação aos direitos humanos. &#8220;Eu declaro que a continuidade da presa em detenção masculina é uma transgressão aos seus direitos, segundo o artigo 8º (direito à privacidade) da Convenção Europeia dos Direitos Humanos.&#8221;</p>
<p>Segundo o juiz, os primeiros passos para que a transferência da &#8220;mulher presa no corpo de um homem&#8221; seja feita já foram dados e o processo deve ser concluído em algumas semanas. Phillippa Kaufmann, que autou como testemunha na audiência, disse que a presa nasceu homem, mas tinha comportamento feminino reconhecido pela lei. Sua certidão de nascimento já foi até alterada para o sexo feminino. Os pelos do rosto e da perna da transexual foram removidos à laser e ela ainda passou por tratamento hormonal e cirurgias.</p>
<p>Segundo Phillippa, ela foi proibida de usar saia, blusa e maquiagem na prisão masculina.</p>
<p>O Departamento de Justiça e as autoridades prisionais argumentavam que provavelmente ela não seria bem aceita pelas internas da prisão feminina e teria de ser isolada, o que causaria custos extras acima de £80 mil por ano. Ainda alegaram que a transferência para a prisão feminina causaria sérios impactos na saúde mental da transexual, dificultando o processo de redução de risco à sociedade e a possibilidade de reduzir a pena.</p>
<p><span style="color: #008080;">Marido desinformado</span></p>
<p>O ditado popular diz que o marido é sempre o último a saber sobre a traição da mulher. Não é difícil imaginar a sabedoria popular atualizada com a decisão do STJ e o sigilo da mudança de sexo e nome. Ou seja, o casamento com um transexual pode acontecer sem que o marido saiba da mudança. A saída para aquele que se sentiu lesado é pedir a anulação do casamento, revela Maria Berenice.</p>
<p>&#8220;Basta declarar erro essencial sobre a pessoa do outro cônjuge&#8221;, diz.  Gladys defende que, apesar do sigilo ser sobre a alteração de seu registro civil em razão da troca cirúrgica de sexo, é feita uma &#8220;averbação à margem do registro no sentido de que a alteração foi feita por decisão judicial, não constando referência à alteração sexual, de tal modo a preservar o direito de terceiros&#8221;. Na prática, apesar de não conter a mudança de nome e gênero, é possível saber que houve alteração de registro.</p>
<p><span style="color: #808080;"><span style="font-size: xx-small;">Por Geiza Martins/Consultor Jurídico</span></span></p>
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		<title>Avó de 72 anos terá filho do neto biológico</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 10:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;&#8230;Parem o mundo que eu quero descer&#8221;, já cantava Raul Seixas, o maluco beleza. O caso abaixo mexe com incesto, definitivamente um dos mais complexos e estigmatizados tabus da humanidade. Idosa namora neto biológico e será mãe aos 72 anos Phil Baile abraça sua avó e amante, Pearl Carte. Phil Baile tem 26 anos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #000080;">&#8220;&#8230;Parem o mundo que eu quero descer&#8221;, já cantava Raul Seixas, o maluco beleza. O caso abaixo mexe com incesto, definitivamente um dos mais complexos e estigmatizados tabus da humanidade.<br />
</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008080;">Idosa namora neto biológico e será mãe aos 72 anos</span></strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-36570" title="Avó namora neto biológico Blog do Mesquita" src="http://mesquita.blog.br/wp-content/imagescaler/1760c87a4c22253ce04344189a6103d3.jpg" alt="" width="300" height="400" imagescaler="http://mesquita.blog.br/wp-content/imagescaler/1760c87a4c22253ce04344189a6103d3.jpg" />Phil Baile abraça sua avó e amante, Pearl Carte.</p>
<p>Phil Baile tem 26 anos de idade.</p>
<p>O casal usará barriga de aluguel.</p>
<p>Pearl Carter, de 72 anos, está enfrentando muitos olhares tortos nos Estados Unidos desde que assumiu o namoro com seu neto biológico, Phil Baile, de 26 anos.</p>
<p>Como se não bastasse, o polêmico casal ainda terá um filho concebido com a ajuda de uma barriga de aluguel.</p>
<p>A americana do estado de Indiana nunca escondeu seu amor pelo neto, desde que o conheceu quando tinha 46 anos.</p>
<p>Phil é filho de Lynette Bailey, que foi deixada para adoção quando Pearl tinha apenas 18 anos.</p>
<p>Quando a idosa soube da morte da filha, ela foi atrás de seu neto, com quem começou uma estranha relação.</p>
<p>&#8220;Não estou interessada no que as pessoas pensam. Estou apaixonada pelo Phil e ele por mim.<div style="float: right; padding: 3px 15px 2px 3px;"><script type='text/javascript'><!--//<![CDATA[
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<p>Em breve, abraçaremos nosso filho e tenho certeza que Phil será um excelente pai&#8221;, contou Pearl Carter à revista &#8220;New Idea&#8221;.</p>
<p>O casal gastará US$ 54 mil em uma inseminação artificial e contará com a ajuda de uma barriga de aluguel.</p>
<p>Pearl contou ainda que tem uma vida sexual bem ativa com o neto.</p>
<p>&#8220;Amo Pearl. Sempre fui atraído por mulheres mais velhas e a acho maravilhosa&#8221;, disse o jovem de 26 anos.</p>
<p><span style="font-size: xx-small;"><span style="color: #808080;">G1</span></span></p>
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		<title>STJ permite adoção por homossexuais</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 12:14:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;O Direito muda a sociedade e a sociedade muda o Direito!&#8221; A 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça reconheceu por unanimidade a adoção de crianças por um casal homossexual de Bagé (RS). Segundo o ministro João Otávio de Noronha, não se pode supor que o fato de os adotantes serem duas mulheres prejudicará a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #000080;">&#8220;O Direito muda a sociedade e a sociedade muda o Direito!&#8221;</span></strong></p>
<p>A 4ª Turma do <strong>Superior Tribunal de Justiça</strong> reconheceu por unanimidade a adoção de crianças por um casal homossexual de Bagé (RS).</p>
<p>Segundo o <strong>ministro João Otávio de Noronha</strong>, não se pode supor que o fato de os adotantes serem duas mulheres prejudicará a criança.</p>
<p>Para ele, &#8220;dano ao menor seria a não adoção&#8221;. A criança será registrada com o nome das duas mães.</p>
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		<title>Mulher luta para conseguir ter filho de noivo que já morreu</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 10:06:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ela conseguiu na Justiça autorização para tirar espermatozoide dele. No Brasil, ainda não existe lei sobre fertilização após a morte. Uma mulher conseguiu autorização para retirar espermatozoides do noivo depois que ele morreu e agora luta pelo direito de conceber um filho do noivo morto. &#8220;Uma parte de mim, de todos meus sonhos de cinco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008080;">Ela conseguiu na Justiça autorização para tirar espermatozoide dele.</span></strong></p>
<p>No Brasil, ainda não existe lei sobre fertilização após a morte.</p>
<p><div style="float: left; padding: 5px 8px 2px 0px;"><script type='text/javascript'><!--//<![CDATA[
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<p>&#8220;Ele teve um aneurisma. Falaram que o caso era irreversível, que ele não tinha como mais voltar, que ele teve sete isquemias, não tinha retorno, que o caso dele é sem retorno, que ia morrer nas próximas horas. Era só esperar&#8221;, disse a mãe de Bruno, Eliane Leite.</p>
<p>Foi o que aconteceu. Bruno morreu no ano passado. Mas a história de Nara e Bruno não acaba aí. Quando os pais e a noiva receberam a notícia de que as chances dele sobreviver eram pouquíssimas, juntos, eles tomaram uma decisão: Nara levaria adiante mesmo assim o seu sonho de ser mãe. &#8220;Você perde a pessoa que você ama e naquele momento você pode decidir que uma parte dele continuar, uma parte dos nossos sonhos, o único que pode ser dado continuidade&#8221;, contou Nara.</p>
<p>Nara e a família de Bruno procuraram um centro de fertilidade que funciona dentro de um hospital. &#8220;O que eles queriam era o congelamento do sêmen do rapaz. Assim que eles chegaram, nós orientamos que precisavam de uma autorização judicial por ser uma coisa incomum, por não existir uma legislação especifica sobre o assunto&#8221;, disse a médica Cecília Erthal.</p>
<p>Em menos de 12 horas, a família conseguiu autorização do juiz. &#8220;Foi um alívio, uma esperança de continuar uma vida. Um projeto que, naquele momento, era tudo que a gente queria&#8221;, disse Eliane.</p>
<p><span style="color: #008080;">Como foi feito?</span></p>
<p>Foi preciso fazer uma cirurgia. O paciente já estava em morte cerebral. &#8220;Morte cerebral significa que não existe mais o cérebro. Não manda comandos paro corpo para ele continuar vivendo e funcionando sozinho&#8221;, disse Maria Cecília Cardoso.</p>
<p>Os espermatozoides de Bruno estão congelados e podem ficar assim por mais de 20 anos.</p>
<p>Só que a batalha de Nara agora é conseguir na Justiça o direito de ter o filho do ex-noivo por meio de uma fertilização in vitro.</p>
<p>A discussão é polêmica e também está na <strong>novela &#8220;Escrito nas estrelas&#8221;</strong>. O personagem Daniel, antes de morrer em um acidente de carro, congelou seus espermatozoides. Agora o pai, interpretado por Humberto Martins, procura uma mãe para gerar um neto dele.</p>
<p>&#8220;Acho isso maravilhoso. Há uns anos atrás, isso nunca seria possível e hoje em dia toda evolução cientifica pode me proporcionar isso. Uma parte de mim, de todos meus sonhos de 5, 6 anos tem que morrer com ele? Que mal eu estou fazendo, quem eu estou prejudicando?&#8221;, disse Nara.</p>
<p>&#8220;Estamos pedindo o uso do material genético, ou seja, do sêmen de Bruno para que realmente seja efetivada a inseminação e a Nara possa gerar um filho dele&#8221;, explicou Adrienne Maia, a advogada de Nara.</p>
<p><span style="color: #008080;">Polêmica</span></p>
<p>Como será a opinião dos homens? Eles gostariam de ter um filho mesmo depois da morte? A reprodução após a morte envolve muita discussão. A lei deve permitir que uma criança já nasça órfã? E quais serão os direitos dessa criança?</p>
<p>&#8220;Esse é um ponto polêmico. A princípio, ela não teria direito a essa sucessão, direito a herança. O registro no cartório seria feito com o nome do pai, mas só isso, sem nenhuma outra repercussão no campo exatamente patrimonial. Sem falar nos problemas de ordem psicológica que essa criança pode vir a ter em razão da falta dessa figura paterna&#8221;, explicou o jurista Guilherme Calmon.</p>
<p>&#8220;Não me preocupa o fato de meu filho nascer sem um pai, mas ele vai ter estrutura familiar maravilhosa e vai ser amado muito mais que muitas outras crianças que nascem com pai. Ele vai ser amado e desejado&#8221;, defendeu Nara.</p>
<p><span style="color: #008080;">Paternidade após a morte</span></p>
<p>Outra questão importantíssima: como saber se o pai realmente gostaria que o seu filho fosse concebido e nascesse mesmo depois da sua morte?</p>
<p>&#8220;A doutrina jurídica tem entendido que, através de um documento, quer dizer, uma manifestação formal, escrita, de vontade para que essa manifestação possa ser utilizada depois da morte da pessoa&#8221;, disse o jurista Guilherme Calmon.</p>
<p>No caso do Bruno, ele não teve tempo para assinar, o que torna a situação mais complicada do que normalmente seria, disse o jurista.</p>
<p>No Brasil, ainda não existe lei sobre fertilização após a morte, apenas uma norma do <strong>Conselho Federal de Medicina</strong> determinando que os médicos colham material com autorização do doador. Como Bruno não deixou nada por escrito, o caso vai ter que ser julgado com base nos testemunhos de quem convivia com ele.</p>
<p>&#8220;No caso da reprodução assistida, eu não conheço nenhuma hipótese em que isso tenha acontecido. Se houver, vai ser a primeira vez no nosso judiciário, pelo menos que eu conheço. E aí o problema vai ser discutir se aquela prova testemunhal vai ser ou não considerada válida e importante em substituição ao documento&#8221;, disse o jurista Guilherme Calmon.</p>
<p>&#8220;Eu tenho certeza que gostaria de dar essa criança para nossa família, não para nós, para nossa família, porque seria uma criança que ia alegrar nossa casa de novo, porque a perda dele foi um rombo. A nossa casa ficou vazia sem ele e essa criança iria trazer alegria de novo&#8221;, disse Eliane, mãe de Bruno.</p>
<p><span style="font-size: xx-small;"><span style="color: #888888;">G1</span></span></p>
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		<title>Direito de Família e a Internet</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 11:51:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eis aí uma realidade que remete à demanda de ser o acesso a Internet um direito fundamental. A juíza da 1ª Vara de Família de Petrópolis, Andrea Pachá, ex-membro do Conselho Nacional de Justiça &#8211; CNJ, julgando um caso de regulamentação de visitas a um menino de pais que vivem em cidades distantes entre si, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eis aí uma realidade que remete à demanda de ser o acesso a <strong>Internet</strong> um direito fundamental.</p>
<p>A juíza da 1ª Vara de Família de  Petrópolis, <strong>Andrea Pachá</strong>, ex-membro  do <strong>Conselho Nacional de Justiça &#8211; CNJ</strong>, julgando um caso de  regulamentação de visitas a um menino  de pais que vivem em cidades  distantes entre si, determinou que duas  vezes por semana o pai terá  direito a contato com o filho pelo <strong>Skype</strong>.</p>
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		<title>Eleições 2010, José Serra, pai inútil e pistoleiros virtuais</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 10:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagine no poder&#8230; Uma central de pistoleiros virtuais foi criada para insultar quem ousa divulgar notícias desfavoráveis ao governador José Serra (PSDB). STF manda entregar o menino Sean ao pai biológico O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, decidiu seguir os pedidos dos mandados de segurança apresentados pela Advocacia Geral da União e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #008080;">Imagine no poder&#8230;</span></p>
<p>Uma central de pistoleiros virtuais foi criada para insultar quem ousa divulgar notícias desfavoráveis ao governador José Serra (PSDB).</p>
<p><span style="color: #008080;">STF manda entregar o menino Sean ao pai biológico</span></p>
<p>O presidente do <strong>Supremo Tribunal Federal</strong>, ministro <strong>Gilmar Mendes</strong>, decidiu seguir os pedidos dos mandados de segurança apresentados pela <strong>Advocacia Geral da União</strong> e pela defesa do americano <strong>David Goldman</strong>, pai biológico do menino Sean, 9, e determinou que a criança deve ser devolvida imediatamente ao pai. Na última quinta-feira, o <strong>STF</strong> aceitou recurso da família brasileira e decidiu que o garoto deveria permanecer no país. A avó brasileira da criança enviou hoje uma carta ao presidente <strong>Lula</strong> pedindo a ajuda do governo para manter a criança no Brasil.</p>
<p><span style="color: #008080;">Pai nem pra enfeite</span></p>
<p>A carta da avó ao presidente Lula, reivindicando o &#8220;direito&#8221; de substituir a figura paterna na vida de Sean Goldman, considera pai um ser inútil.</p>
<p><span style="font-size: xx-small;"><span style="color: #888888;">coluna Claudio Humberto</span></span></p>
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		<title>Infidelidade e danos morais</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 10:42:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Traição O Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, apreciará caso se não inédito, pelo menos muito peculiar. O Ministro Luis Felipe Salomão, da 4ª Turma, deverá, como relator, trazer seu voto sobre pedido de indenização por dano moral. O requerente é um marido, do interior de Minas Gerais, que depois de dezena de anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #008080;">A Traição</span></strong></p>
<p>O <strong><span style="color: #888888;">Superior Tribunal de Justiça</span></strong>, em Brasília, apreciará caso se não inédito, pelo menos muito peculiar.</p>
<p>O Ministro Luis Felipe Salomão, da 4ª Turma, deverá, como relator, trazer seu voto sobre pedido de indenização por dano moral.</p>
<p>O requerente é um marido, do interior de Minas Gerais, que depois de dezena de anos de casado, vem a saber que o filho que sua esposa terá, ou já teve, não é seu.</p>
<p>É do vizinho do lado. Com quem por anos a esposa mantinha relações. O marido, devidamente abandonado, pede indenização não à mulher, pela infidelidade cometida.</p>
<p>Mas, ao vizinho pela infidelidade provocada. Curiosa decisão. Optou por processar o vizinho e não a ex esposa. A raiva dele, era maior do que a raiva dela.</p>
<p>O adultério nao é mais crime, a mulher não é mais condenada em nome da moral pública. Hoje, o marido pode ser beneficiado em seu patrimônio privado.</p>
<p>A idéia permanece a mesma: fidelidade conjugal é obrigação legal. Será?</p>
<p>&#8220;Quem pode ser responsabilizado pelo fim do amor?&#8221;, pergunta a juíza Andrea Pachá, da 1ª Vara de Família de Petrópolis, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.</p>
<p>Não são poucos os que respondem como o juiz Werson Franco Pereira Rego: deve ser responsabilizado aquele que causou o dano moral. E o que é dano moral?</p>
<p>Para autores ilustres como Savatier, dano moral é qualquer sofrimento humano que causa dano à reputação da vitima, ao seu amor próprio, a suas afeiçoes e por aí vai. Seria, pois justamente o caso.</p>
<p>Mais ainda, a Constituição brasileira no seu artigo 5°, X diz que &#8220;são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação&#8221;. Donde, o vizinho do lado teria violado o direito a honra. Tem, pois que pagar.</p>
<p>No Código de Hamurabi, de 1700 antes de Cristo, a pena seria provavelmente ter metade de seu cabelo raspado. Hoje tanto, pouco importa. Raspar cabelo não é pena, é moda. Importa é o dinheiro.</p>
<p>É contabilizar no patrimônio do traído, o custo da traição. Há males que vem para o bem, diz o ditado popular.</p>
<p>Este caso revela duas tendências que crescem na sociedade de hoje. A primeira é a judicialização do afeto, ou do desafeto no caso.</p>
<p>A judicialização dos problemas familiares não resolvidos. Não apenas entre marido e mulher, mas também entre pai e filho. A juíza Andrea Pachá alerta sobre o crescente número de casos em que pais sem meios de se auto sustentarem vão à justiça pedir que os filhos sejam obrigados a fazê-lo.</p>
<p>Quase um pedido de justiça: olho por olho. É como se os deveres da paternidade como a educação, o abrigo e a alimentação, tivessem sido apenas um empréstimo ao filho, de longo prazo e exigível. Uma nota promissória assinada pelo mesmo sangue.</p>
<p>Nem têm sido poucos os casos em que os pais pedem que a justiça puna, prenda e tente reeducar os filhos envolvidos com drogas.</p>
<p>Transferindo ao estado responsabilidade que exaustos, desorientados, não podem mais assumir. O esgarçamento das relações familiares estimula a demanda pelo Judiciário.</p>
<p>Mas, até que ponto, pergunta, Andrea Pachá, ex-conselheira do Conselho Nacional de Justiça, os tribunais devem se transformar na arena dos ressentimentos e das mágoas e das ingratidões?</p>
<p>Não seria levar longe demais a ação do Poder Judiciário? Mais ainda, acrescentamos. É o juiz o profissional treinado e competente para dirimir estes problemas de inconvivência familiar?</p>
<p>Não estaria o Judiciário mais uma vez atuando no vácuo deixado pelo Poder Executivo em sua obrigação de prestar assistência social, educacional, de abrigo a idosos, e psicológica? Preventivos da judicialização?</p>
<p>A segunda tendência que este caso revela é que ao lado da judicialização vem sempre uma patrimonialização. Vem sempre a latente tendência de mercantilização das disputas familiares.</p>
<p>A patrimonialização dos mútuos danos afetivos. Dinheiro por laços desfeitos, pelo fim do amor. Conjugal, filial, ou familiar. Perdas, danos e compensações.</p>
<p>Antigamente apenas nos inventários, a judicialização do patrimônio ocorria. Briga de herdeiros. Onde a razão, sucumbe às frustrações contidas. Muita vez, diria Freud, inventários se prolongam indefinidamente como maneira errada e transversa de herdeiros continuarem juntos.</p>
<p>Brigando na justiça, mas continuando juntos. Hoje a judicialização começa antes do fim da família. Vivemos a época das múltiplas judicializações.</p>
<p>Esta patrimonialização do afeto está presente nos pactos nupciais e nos contratos privados também. No mercado conjugal e familiar regulado pela vontade prévia das partes cônjuges ou herdeiros.</p>
<p>É famoso o contrato de casamento entre os atores Michael Douglas e a Catherine Zeta-Jones. Lá havia uma cláusula que estabelecia se uma das partes traísse a outra no primeiro ano de casamento, teria que pagar indenização de milhões de dólares.</p>
<p>Seja através da regulação privada contratual, seja através da judicialização, o fato é que a patrimonialização do desamor e da insolidariedade futura é crescente.</p>
<p>Tudo vira mercadoria judicializável neste modelo de sociedade. Inclusive a traição.</p>
<p><span style="font-size: xx-small;"><span style="color: #888888;">por Joaquim Falcão/blog o Noblat</span></span></p>
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		<title>Infidelidade terceirizada</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 10:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lei e Ordem]]></category>

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		<description><![CDATA[Na taba central dos Tupiniquins, em Brasília, até em matéria de infidelidade a burocracia determina castas. Uma servidora concursada soube que o marido (também concursado) a traía com uma moça contratada por prestadora de serviços do Senado. Durante audiência perante o juiz da Vara da Família, a traída desabafou: &#8220;Pior é que foi com uma&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na taba central dos Tupiniquins, em Brasília, até em matéria de infidelidade a burocracia determina castas.</p>
<p>Uma servidora concursada soube que o marido (também concursado) a traía com uma moça contratada por prestadora de serviços do Senado. Durante audiência perante o juiz da Vara da Família, a traída desabafou:<br />
&#8220;Pior é que foi com uma&#8230; terceirizada!&#8221;</p>
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		<title>Advogado Geral da União, José Antonio Toffoli é ignorante e mentiroso</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 10:20:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Mesquita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Advocacia Geral da União]]></category>
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		<category><![CDATA[O Estatuto da Criança e do Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Política internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sean Goldman]]></category>
		<category><![CDATA[Tratado de Haia]]></category>

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		<description><![CDATA[Toffoli é chamado de mentiroso e ignorante por família brasileira A família brasileira do menino Sean Goldman &#8211; cuja guarda é disputada pelo pai americano e o padrasto brasileiro &#8211; partiu para um ataque pesado contra o José Antonio Toffoli, chefe da Advocacia Geral da União (AGU). Numa carta pública assinada pelo advogado da família, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Toffoli é chamado de mentiroso e ignorante por família brasileira</p>
<p>A família brasileira do menino <strong><span style="color: #888888;">Sean Goldman</span></strong> &#8211; cuja guarda é disputada pelo pai americano e o padrasto brasileiro &#8211; partiu para um ataque pesado contra o <strong><span style="color: #888888;">José Antonio Toffoli</span></strong>, chefe da <strong><span style="color: #888888;">Advocacia Geral da União (AGU)</span></strong>. Numa carta pública assinada pelo advogado da família, Sérgio Tostes, Toffoli é chamado de ignorante, mentiroso, arbitrário e acusado de agir desrespeitando o <strong><span style="color: #888888;">Código Civil</span></strong> e decisões judiciais. Mais: o texto insinua que Toffoli estaria agindo &#8220;por não se sabe que desígnios&#8221;.</p>
<p>É o mais violento rol de acusações sofrido por algum chefe da AGU em qualquer momento. Toffoli é também um dos favoritos para ocupar a vaga de ministro do <strong><span style="color: #888888;">STF</span></strong> nos próximos meses.</p>
<p>O documento de agora é consequência do acirramento de ânimos entre a família de Sean e Toffoli. Anteontem, o Radar On-Line relatou a dura reunião ocorrida no início da noite de segunda-feira entre Tostes e Toffoli, na sede da AGU. Tostes queixara-se do que considerou envolvimento excessivo da AGU numa questão que envolve um brasileiro nato. Toffoli disse que trabalhava para o seu cliente, ou seja a União. Foi uma reunião tão áspera quanto rápida.</p>
<p>Eis a íntegra da nota oficial da família brasileira do menino:</p>
<p>&#8220;O Ministro José Antonio Dias Toffoli da Advocacia Geral da União (AGU), na abertura, no dia 17.05.2009, domingo passado, do <strong><span style="color: #888888;">III Congresso Mundial de Direito Público</span></strong> realizado em Recife, declarou, tal como consta do site da própria AGU, que:</p>
<p>&#8220;- A atuação da AGU em casos como o do menor norte-americano Sean Goldman tem que ser baseada em leis internacionais;</p>
<p>- <strong><span style="color: #888888;">O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)</span></strong> dialoga com o <strong><span style="color: #888888;">Tratado de Haia</span></strong>;</p>
<p>- A AGU representa a União em casos como o do menino norte-americano com o objetivo de solucionar esse tipo de conflito;</p>
<p>- A Presidência da República tem a atribuição de dar ciência à população das leis e tratados consolidados e que a AGU tem esse papel&#8221;.</p>
<p>Ainda no mesmo Congresso, um palestrante, sob os olhares de aprovação do Ministro Toffoli, disse o seguinte:</p>
<p>- &#8220;A Justiça brasileira tem salvação. Mas o caso Goldman demonstra que o Judiciário brasileiro precisa de uma forcinha para abandonar a inércia.</p>
<p>- &#8221; Há luz no fim do túnel, e o caso Goldman demonstra que nem tudo está perdido&#8221;.</p>
<p>Com tais declarações, o Ministro Toffoli prestou um desserviço ao Presidente da República e mostrou absoluta ignorância em questões de direito.</p>
<p>Mais que isso: ao tratar, em seus detalhes essenciais, de uma matéria que corre em segredo de justiça, desrespeitou o Código Civil Brasileiro e o Estatuto da <strong><span style="color: #888888;">OAB</span></strong>. O Dr. Toffoli mentiu ao afirmar que o menino Sean Goldman é norte-americano. Em sua função pública, ele tem o dever de saber que, no âmbito do território brasileiro, Sean é brasileiro nato na forma do artigo 12, inciso III, letra &#8220;c&#8221; da <strong><span style="color: #888888;">Constituição</span></strong> da República Federativa do Brasil.</p>
<p>Mesmo que não o soubesse, foi oficialmente informado desse fato essencial, por expediente da familia brasileira que lhe foi dirigido, protocolado na AGU em 30.04.2009.</p>
<p>O Dr. Toffoli vem constantemente desrespeitando as leis e decisões judiciais brasileiras no seu objetivo de entregar às autoridades americanas um menino de 9 anos, brasileiro nato, com residência habitual no Brasil há 5 anos, sob a proteção de decisões da Vara de Família, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e do <strong><span style="color: #888888;">Superior Tribunal de Justiça</span></strong>.</p>
<p>Não se sabe que desígnios estão motivando o comportamento arbitrário e ilegal do Dr. Toffoli, mas sejam quais forem esses desígnios, eles estão em dissonância com as práticas republicanas do País, que está se afirmando como potência internacional imune à influência de quem quer que seja, pessoas ou países estrangeiros.</p>
<p>O signatário, agora que foram expostos os detalhes de uma questão judicial que deveria correr em segredo de justiça, desafia o Dr. Toffoli a discutir publicamente a aplicação da Convenção de Haia ao Caso Sean.&#8221;</p>
<p><span style="font-size: xx-small;"><span style="color: #888888;"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/?referer=');">Radar OnLine</a> &#8211; Lauro Jardim</span></span></p>
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