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Christopher Marlowe – Versos na tarde – Literatura sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Quem que sempre amou não amou à primeira vista? Christopher Marlowe¹ Em nosso poder não está amar ou odiar, Pois o fado invalida o nosso desejar. Quando dois se despem, um longo curso começa, Almejamos que um amar deva, o outro vença. E sentimos especial feição por um Dos dois lingotes d’ouro, como a cada um: Por razão que ninguém sabe, suficiente O que a nossos olhos censurado se encontre. Quando se deliberam, o amor de pesos dista: Quem que…

Christopher Marlowe – Versos na tarde – 18/07/2017 terça-feira, 18 de julho de 2017

Quem que sempre amou não amou à primeira vista? Christopher Marlowe¹ Em nosso poder não está amar ou odiar, Pois o fado invalida o nosso desejar. Quando dois se despem, um longo curso começa, Almejamos que um amar deva, o outro vença. E sentimos especial feição por um Dos dois lingotes d’ouro, como a cada um: Por razão que ninguém sabe, suficiente O que a nossos olhos censurado se encontre. Quando se deliberam, o amor de pesos dista: Quem que…

Shakespeare escreveu tudo que se diz ser de sua autoria? domingo, 8 de março de 2015

Em entrevista sobre seu novo livro, especialista analisa teorias que questionam autoria das peças do dramaturgo James Shapiro, autor de ‘Contested Will: Who Wrote Shakespeare?’ O que poderia unir figuras tão díspares quanto Mark Twain, Sigmund Freud, Orson Welles e Malcolm X? A convicção de que William Shakespeare não é o autor da obra de William Shakespeare. Não, não estamos falando de uma seita que propôs a Morte do Autor, muito antes de Roland Barthes, no ensaio clássico de 1967….

Christopher Marlowe – Versos na tarde domingo, 5 de agosto de 2012

Inefabilidade do belo Christopher Marlowe ¹ Se as penas todas que jamais serviram mãos de poetas, houvessem haurido os sublimes conceitos e arroubos que o peito, a mente e a musa lhes moveram ao descantar seus temas portentosos; se a quinta-essência que elas destilaram das flores imorredouras de seus versos, onde, qual num espelho, apercebemos as culminâncias do engenho humano – se tudo, tudo isto, num só período tivessem combinado, e na expressão da magia do belo: mesmo assim, sempre…

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