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Fotografias – Flagrantes – Paris Hilton

Primeiro desce redondo. Numa boa. Depois humilha e mata!

[...] “o que dá pra rir dá pra chorar”[...]
Paris Hilton – Chegando(?) ao hotel no Rio de Janeiro – Carnaval
Foto: Felipe Panfili e Philippe Lima Ag/News

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“Se você quer uma mulher que realize todas as suas fantasias, namore uma costureira de escola de samba.”
Anônimo na Web

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Pro dia nascer melhor – 22/02/2009

Se for dirigir, não beba
Publicidade,Grafite,Carnaval,Campanhas,Se for dirigir não beba

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Carnaval proibido por juiz eleitoral

Juiz eleitoral proíbe carnaval em cidade de AL. Motivo é nova eleição dia 15.

A disputa política em Porto de Pedras, no litoral Norte de Alagoas, fez com que o juiz eleitoral Gustavo Souza Lima proibisse o carnaval de rua na cidade. O motivo, segundo o promotor Flávio Gomes, é o clima de tensão no município por causa das eleições marcada para 15 de março.

Em janeiro, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) cancelou as eleições de 2008 em Porto de Pedras. Isso porque o prefeito eleito em outubro, Rogério Farias (PTB) – irmão de Paulo César Farias, o PC – , e o juiz eleitoral, Rivoldo Sarmento, foram presos pela Polícia Federal, acusados de articular um esquema de fraude na votação, envolvendo títulos de eleitor falsificados e votantes fantasmas.

- Quem quiser formar o seu bloco, faça em casa. Se brincar na rua, pode ser preso – disse Flávio Gomes.

Com a decisão, Porto de Pedras é a única cidade de Alagoas onde os foliões terão que ficar trancados em casa ou nas pousadas da região.

do O Globo – De Odilon Rios

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Opinião – Tem censura no samba

“É preciso estar atendo e forte. Atenção ao dobrar uma esquina.”
Caetano Veloso

Uma juiza aceitou liminar proibindo uma Escola de Samba do Rio de apresentar um carro alegórico com referências ao holocausto promovido pelos nazistas durante a 2ª guerra mundial.

A Juiza atende ação impetrada pela Federação Israelita do Brasil.

Abstraindo-se o mau gosto que se possa pregar na estética da alegoria, há de se bradar, sempre, contra qualquer tipo de censura.

Vale refletir sobre o que escreve o advogado Ricardo Brajterman, quando argumenta que o Holocausto é uma tragédia de toda a Humanidade:

- Não sei qual é a religião da juíza, mas é preciso lembrar que o genocídio promovido pelos nazistas matou ciganos, negros e deficientes, além de judeus. Assim, é um fato histórico que interessa a todos.

Contra a censura. Sempre!

Antes que Chávez.

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Artigos –

Mais um delicioso e mordaz texto do implacável Ivan Lessa.

Carnavália
Ivan Lessa -
BBC, Londres

A última marchinha que cantei foi aquela do diabo. Uma que eu ensinei à Narinha Leão e, infelizmente, apesar de minha insistência, ela não chegou a gravar, embora tenha apreciado o engenho, a arte e a malícia empregados em sua confecção.
Assim dizia a tal marchinha que cantarolei para a cantora às vésperas do carnaval de 1965, nas areias então sem quiosque de Ipanema:

“Eu este ano vou sair de diabo
Só falta o rabo, só falta o rabo (bis)
Já botei meu anúncio no jornal
Precisa-se de um rabo pra brincar o carnaval.”

Não minto, apesar de ser brasileiro e me encontrar em época de – arram! — tríduo momesco. A marchinha existe, não sei quem gravou e eu a considero mais animada e poética do que O teu cabelo não nega, do Lamartine Babo.

Saí, saímos todos – eu, Danuza e Narinha, mais uma francesa de férias no Rio, a Josée, coitada – de índios. Fantasias preparadas com esmero pelas referidas moças fazendo uso apenas de material adquirido num armarinho da praça General Osório (Onde estão os armarinhos de outrora?). Fomos a um baile só, o de sábado, no Copacabana.

Era uma época em que carnaval ainda se brincava, ou se pulava (“Onde é que você pulou no domingo?”). Nos bailes, claro. Sobrara um quase nada de blocos na avenida. Já tinham ido para a proverbial cucuia juntamente com os banhos de mar à fantasia, entrudos e préstitos (como eram feiosos e tristes, Senhor!). Os bailes, não muitos, continuavam.

Pena que pouquíssimas pessoas saíssem de diabo. Diabo com rabo.

Carnaval 2008 em Londres
Não. Não tem. Os ingleses não brincam carnaval. Os ingleses não pulam carnaval. Também se fantasiam pouquíssimo. Principalmente de diabo. Não botam anúncio no jornal. Não precisam procurar um rabo.

Eles ficam por aí, zanzando, fingindo serem britânicos. O fingimento é o equivalente do “Pirata Rico” e “Catedral Submersa” nos bailes que metaforicamente freqüentam o ano inteiro. Ou, o que está mais na moda, sendo imigrantes legais e ilegais: indianos, paquistaneses, bengaleses, poloneses, estas suas fantasias. Com elas, como nos anos 30, viram-se para os passantes, ou ficantes, e fazem a pergunta que já foi clássica: “Você me conhece?”

Ser estrangeiro é uma espécie de máscara que jamais se arranca da face. Ou da alma.

Brasil 2008 também em Londres
A colônia brasileira comemora o evento. Não tenho a menor idéia como. Não quero saber. Tenho medo de me chatear. Nós brasileiros somos estranhos. Mesmo sem fantasia de diabo, mesmo sem rabo.

Se ao menos houvesse lança-perfume para se comprar nessas mil bibocas que as várias luxuosas revistas para expatriados anunciam em suas ricas páginas impressas em papel couché. Mas não. É anúncio de loja para se mandar dinheiro para o Brasil, restaurantes e esoterismos pseudo-religiosos. Não oferecem confete, serpentina ou xarope de groselha (excelente para qualquer festejo, seja ou não de Momo).

Minha hora da saudade

Eu vou botar meu anúncio não num jornal mas sim numa dessas revistas. Precisa-se de um rabo pra brincar o carnaval. Já me vejo: fantasiado de diabo, todo vermelho, chifre, malha justíssima, o longo rabo dobrado e aninhado no colo, como rubra serpente adormecida, vendo DVDs alemães e franceses alugados a preço de ocasião e sendo, ao mesmo tempo, enigmático, instigante e qualificado entre os finalistas do concurso de fantasias, categoria originalidade. Uma espécie de Clóvis Bornay de nos jours, conforme o próprio diria.

Gostaria também, se possível fosse, de sair assim na revista que vai para as bancas na quarta-feira de cinzas. Numa página par, eu, de diabo com rabo e tudo, em meu estúdio, vendo com a maior atenção qualquer film dirigido pelo Michael Haneke (Caché, por exemplo), enquanto na outra página, a ímpar, como nos velhos tempos de O Cruzeiro e Manchete, um cafajeste carrega nos ombros uma mulher boazuda, mordendo uma de suas coxas gordotas só para “fazer farol” (conforme se dizia) para as objetivas dos fotógrafos presentes às festividades de Baco.

Conclusão
Vão caindo serpentinas, umas grossas, outras finas.

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Constatação – Muros e carnaval

Retorno de viagem e constato:
1 – Os muros estão cada vez mais altos e eletrificados;

2- Além de grades e muros dignos de fortalezas medievais, vigilantes com cães de ataque.

3 - A guaritas estão ficando tão elevadas que em breve os porteiros dos prédios terão que usar elevador para ascender ao local de trabalho;

4 - Começa o insuportável, para alguns, blá blá blá momino: samba no pé, comunidade, mulata, globeleza, carnavalesco, a animação é total, evolução, a alegria não para, o maior espetáculo da terra, corredor da folia, na passarela do sambódromo, subindo e descendo as ladeiras…

Argh!

Ps.
Por último mas, não por fim…
5 – O isuportável “a folia não tem hora prá acabar”.

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Olhe essa – Domingo é dia de “risco”

Foi-se o tempo em que “domingo é dia de pescaria e lá vou eu de caniço e samburá” - trecho da letra de marchinha de carnaval dos anos 50. Uma série de reportagens publicadas no Diário do Nordeste, sintetizadas na edição de hoje, identifica que “Domingo é o dia da semana mais violento”. Leia a seguir.

“Veículos parados em engarrafamentos nas principais avenidas da Capital facilitam a ação de assaltantes, que aproveitam para fazer os conhecidos “arrastões”
É muito comum se ouvir dizer por aí que os criminosos não têm mais hora, e nem dia certo, para “atacar”. É verdade. A todo momento os telefones da Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops) tocam, registrando acionamentos para os mais diversos tipos de ocorrências: furtos, roubos, assassinatos, casos de menor importância. Com base nestes acionamentos, a Ciops conseguiu delimitar os dias da semana e horários do dia com maior índice de ocorrências.

Os números estão nas estatísticas oficiais do órgão, obtidas, com exclusividade, pelo Diário do Nordeste, e que começaram a ser reveladas na série de reportagens “Dossiê da Segurança”, em matérias publicadas entre os dias 3 e 7 de setembro último.

Continuidade

Agora, dois meses depois, o jornal dará continuidade à série trazendo para a população cearense novas informações valiosas, especialmente com relação à prevenção do crime e aos cuidados no dia-a-dia de quem vive na Capital e Região Metropolitana.

As estatísticas que serão apresentadas foram baseadas em dados coletados pela Ciops entre janeiro e junho deste ano, mas que representam um importante alerta para quem quer se resguardar da violência que vem assolando a cidade.

Os números da criminalidade na Grande Fortaleza confirmam que os dias da semana mais “perigosos” – com mais registros de ocorrências – são o sábado e o domingo, ou seja, o fim de semana.

Lista

Somente nos dias de domingo do primeiro semestre do ano, a Ciops registrou um total de 53.793 ocorrências. Os sábados vêm em segundo lugar no “ranking”, com um total de 46.626 ocorrências.

Depois, vêm as sextas-feiras (com 32.671 ocorrências), as segundas-feiras (29.364 ocorrências), as quintas-feiras (27.183 ocorrências registradas) e as quartas-feiras (24.775 casos atendidos pela Polícia).

Calmo

O dia apontado pelas estatísticas como “o mais tranqüilo da semana” são as terças-feiras. Nos primeiros seis meses do ano, 24.657 ocorrências foram registradas às terças, ou seja, menos da metade do total dos domingos.

Leia mais…

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