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Bárbara Lia – Poesia – Versos na tarde – 07/05/2017

Flor escandalosa Bárbara Lia ¹ Meu pai sonhava o deserto E viveu ao lado do amor Rimbaud sonhava as areias Também reinventar o amor Rimbaud viveu no deserto Meu pai morreu de amor Meu pai surfava o mar de estrelas Com um teodolito da cor da destemperança – verde oliva que tende ao amarelo – […]

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Bárbara Lia – Versos na tarde – 22/03/2013

Violetas brancas Bárbara Lia ¹ Sigo teus passos, feito asteca, sonhando a terra eterna e rica — tua pele. Pele de diários, onde leio a lua. A maré suave que me enlaça nua, écharpe de brisa e aurora, corais gris. Adeus soledade de pedra. Paloma triste em vôo riste, ao longe. O deus-do-sol-do-meio-dia, colibri azul […]

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Bárbara Lia – Versos na tarde – 15/12/2016

Azul Noturno Bárbara Lia ¹ O anjo louco do casario deserto. Era invisível feito música. De noite subia na árvore. De dia descia ao poço. A voz – imã de luz. O perfume – avenca suave. A sombra – azul noturno. O olhar de mar – salgado. Anjo sem céu. Anjo da terra. Enlouquecido de […]

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Bárbara Lia – Versos na tarde – 30/05/2015

Mãos de abrir nuvens Bárbara Lia ¹ Ter mãos de abrir nuvens Romper o velcro de baunilha E espiar Dentro a catedral Dos sonhos Um rito de encanto Crianças e lagos E mapas emaranhados A Sexta Avenida deságua no Eufrates E as barcas cruzam De Bagdad ao Mojave As mãos se enlaçam Negras brancas Amarelas […]

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Barbara Lia – Versos na tarde – 31/01/2015

Dans l’air Barbara Lia ¹ Tínhamos a mesma idade Quando vimos o mar Este mistério de impaciência Tínhamos a mesma impaciência – Rimbaud e eu – Por isto Pisamos telhados Ao invés do chão Por isto Machucamos nossos amores Com nossas próprias mãos Por isto As velas acabam na madrugada Antes que o poema acabe […]

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Bárbara Lia – Versos na tarde – 04/02/2014

Azul Noturno Bárbara Lia¹ O anjo louco do casario deserto. Era invisível feito música. De noite subia na árvore. De dia descia ao poço. A voz – imã de luz. O perfume – avenca suave. A sombra – azul noturno. O olhar de mar – salgado. Anjo sem céu. Anjo da terra. Enlouquecido de som […]

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Bárbara Lia – Versos na tarde

Violetas brancas Bárbara Lia ¹  Sigo teus passos, feito asteca, sonhando a terra eterna e rica — tua pele. Pele de diários, onde leio a lua. A maré suave que me enlaça nua, écharpe de brisa e aurora, corais gris. Adeus soledade de pedra. Paloma triste em vôo riste, ao longe. O deus-do-sol-do-meio-dia, colibri azul […]

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Bárbara Lia – Versos na tarde

Violetas brancas Bárbara Lia ¹ Sigo teus passos, feito asteca, sonhando a terra eterna e rica — tua pele. Pele de diários, onde leio a lua. A maré suave que me enlaça nua, écharpe de brisa e aurora, corais gris. Adeus soledade de pedra. Paloma triste em vôo riste, ao longe. O deus-do-sol-do-meio-dia, colibri azul […]

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Bárbara Lia – Versos na tarde

Violetas brancas Bárbara Lia *   Sigo teus passos, feito asteca, sonhando a terra eterna e rica — tua pele. Pele de diários, onde leio a lua. A maré suave que me enlaça nua,   écharpe de brisa e aurora, corais gris. Adeus soledade de pedra. Paloma triste em vôo riste, ao longe. O deus-do-sol-do-meio-dia, […]

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Bárbara Lia – Versos na tarde

Mar/absinto Bárbara Lia ¹ Nossos olhos de dezoito anos acomodaram o mar Sobrou a maré em torno um sussurro de conchas a nos acordar nas noites brancas Nossos olhos de dezoito anos beberem do mar/absinto como ao vinho santo. Nossos olhos embriagados. Nossos olhos negros e azulados. Uma sereia recolhendo a rede os corações de […]

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