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Álvaro de Campos quarta-feira, 20 de junho de 2018

Só Há Duas maneiras de se Ter Razão Quando o público soube que os estudantes de Lisboa, nos intervalos de dizer obscenidades às senhoras que passam, estavam empenhados em moralizar toda a gente, teve uma exclamação de impaciência. Sim — exactamente a exclamação que acaba de escapar ao leitor…  Ser novo é não ser velho. Ser velho é ter opiniões. Ser novo é não querer saber de opiniões para nada. Ser novo é deixar os outros ir em paz para…

Fernando Pessoa – Versos na tarde – 24/09/2017 domingo, 24 de setembro de 2017

Estou cansado da inteligência Álvaro de Campos/Fernando Pessoa ¹ Estou cansado da inteligência. Pensar faz mal às emoções. Uma grande reacção aparece. Chora-se de repente, e todas as tias mortas fazem chá de novo Na casa antiga da quinta velha. Pára, meu coração! Sossega, minha esperança fictícia! Quem me dera nunca ter sido senão o menino que fui… Meu sono bom porque tinha simplesmente sono e não ideias que esquecer! Meu horizonte de quintal e praia! Meu fim antes do…

Álvaro de Campos/Fernando Pessoa – Versos na tarde 18/09/2016 domingo, 18 de setembro de 2016

O horror sórdido do que, a sós consigo Álvaro de Campos/Fernando Pessoa¹ O horror sórdido do que, a sós consigo, Vergonhosa de si, no escuro, cada alma humana pensa. ¹Fernando Antonio Nogueira Pessoa * Lisboa, Portugal – 13 de Junho de 1888 d.C + Lisboa, Portugal – 30 de Novembro de 1935 d.C [ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”] Compartilhe a informação:

Fernando Pessoa/Álvaro de Campos – Versos na tarde – 04/08/2016 quinta-feira, 4 de agosto de 2016

O tumulto concentrado da minha imaginação intelectual Fernando Pessoa/Álvaro de Campos ¹ O tumulto concentrado da minha imaginação intelectual… Fazer filhos à razão prática, como os crentes enérgicos… Minha juventude perpétua De viver as coisas pelo lado das sensações e não das responsabilidades. (Álvaro de Campos, nascido no Algarve, educado por um tio-avô, padre, que lhe instilou um certo amor às coisas clássicas). (Veio para Lisboa muito novo…) A capacidade de pensar o que sinto que me distingue do homem…

Fernando Pessoa – Versos na tarde – 31/12/2013 terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Tabacaria ¹Fernando Pessoa – Álvaro de Campos Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. Janelas do meu quarto, Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é (E se soubessem quem é, o que saberiam?), Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente, Para uma rua inacessível a todos os pensamentos, Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,…

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