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Álvaro de Campos

Só Há Duas maneiras de se Ter Razão Quando o público soube que os estudantes de Lisboa, nos intervalos de dizer obscenidades às senhoras que passam, estavam empenhados em moralizar toda a gente, teve uma exclamação de impaciência. Sim — exactamente a exclamação que acaba de escapar ao leitor…  Ser novo é não ser velho. […]

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Fernando Pessoa – Versos na tarde – 24/09/2017

Estou cansado da inteligência Álvaro de Campos/Fernando Pessoa ¹ Estou cansado da inteligência. Pensar faz mal às emoções. Uma grande reacção aparece. Chora-se de repente, e todas as tias mortas fazem chá de novo Na casa antiga da quinta velha. Pára, meu coração! Sossega, minha esperança fictícia! Quem me dera nunca ter sido senão o […]

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Álvaro de Campos/Fernando Pessoa – Versos na tarde 18/09/2016

O horror sórdido do que, a sós consigo Álvaro de Campos/Fernando Pessoa¹ O horror sórdido do que, a sós consigo, Vergonhosa de si, no escuro, cada alma humana pensa. ¹Fernando Antonio Nogueira Pessoa * Lisboa, Portugal – 13 de Junho de 1888 d.C + Lisboa, Portugal – 30 de Novembro de 1935 d.C Tweet

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Fernando Pessoa/Álvaro de Campos – Versos na tarde – 04/08/2016

O tumulto concentrado da minha imaginação intelectual Fernando Pessoa/Álvaro de Campos ¹ O tumulto concentrado da minha imaginação intelectual… Fazer filhos à razão prática, como os crentes enérgicos… Minha juventude perpétua De viver as coisas pelo lado das sensações e não das responsabilidades. (Álvaro de Campos, nascido no Algarve, educado por um tio-avô, padre, que […]

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Fernando Pessoa – Versos na tarde – 31/12/2013

Tabacaria ¹Fernando Pessoa – Álvaro de Campos Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. Janelas do meu quarto, Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é (E se soubessem quem é, o que saberiam?), […]

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Álvaro de Campos/Fernando Pessoa – Versos na tarde – 07/01/2013

Adiamento Álvaro de Campos/Fernando Pessoa ¹ Depois de amanhã, sim, só depois de amanhã… Levarei amanhã a pensar em depois de amanhã, E assim será possível; mas hoje não… Não, hoje nada; hoje não posso. A persistência confusa da minha subjetividade objetiva, O sono da minha vida real, intercalado, O cansaço antecipado e infinito, Um […]

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Fernando Pessoa/Álvaro de Campos – Versos na tarde – 22/09/2012

Estou cansado da inteligência Álvaro de Campos/Fernando Pessoa ¹ Estou cansado da inteligência. Pensar faz mal às emoções. Uma grande reacção aparece. Chora-se de repente, e todas as tias mortas fazem chá de novo Na casa antiga da quinta velha. Pára, meu coração! Sossega, minha esperança fictícia! Quem me dera nunca ter sido senão o […]

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Fernando Pessoa/Álvaro de Campos – Versos na tarde

Ode Triunfal Fernando Pessoa/Álvaro de Campos À dolorosa luz das grandes lâmpadas eléctricas da fábrica Tenho febre e escrevo. Escrevo rangendo os dentes, fera para a beleza disto, Para a beleza disto totalmente desconhecida dos antigos. Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno! Forte espasmo retido dos maquinismos em fúria! Em fúria fora e dentro de […]

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Fernando Pessoa – Versos na tarde

Cansaço Fernando Pessoa/Álvaro de Campos ¹ O que há em mim é sobretudo cansaço — Não disto nem daquilo, Nem sequer de tudo ou de nada: Cansaço assim mesmo, ele mesmo, Cansaço. A subtileza das sensações inúteis, As paixões violentas por coisa nenhuma, Os amores intensos por o suposto em alguém, Essas coisas todas — […]

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Álvaro de Campos/Fernando Pessoa – Versos na tarde

Elegia da loucura Álvaro de Campos/Fernando Pessoa ¹ Esta velha angústia, Esta angústia que trago há séculos em mim, Transbordou da vasilha, Em lágrimas, em grandes imaginações, Em sonhos em estilo de pesadelo sem horror, Em grandes emoções súbitas sem sentido nenhum. Transbordou. Mal sei como conduzir-me na vida Com este mal-estar a fazer-me pregas […]

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Álvaro de Campos/Fernando Pessoa – Versos na tarde

Anniversário Álvaro de Campos/Fernando Pessoa ¹ No tempo em que festejavam o dia dos meus annos, Eu era feliz e ninguem estava morto. Na casa antiga, até eu fazer annos era uma tradição de ha séculos, E a alegria de todos, e a minha, estava certa como uma religião qualquer. No tempo em que festejavam […]

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Sticky: Fernando Pessoa – Frase do dia

“De que serve uma sensação se há uma razão exterior para ela?” Fernando Pessoa Tweet

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