Primeiro desce redondo. Numa boa. Depois humilha e mata!
…”o que dá pra rir dá pra chorar…”
3 razões para parar de beber
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3 razões para parar de beber
Documento do Itamaraty enviado à Câmara dos Deputados mostra que o aumento da oferta de cocaína no Brasil é consequencia do crescimento da produção durante o governo de Evo Morales.
A Bolívia, segundo o relatório, ao mesmo tempo que aumenta a repressão ao tráfico, paradoxalmente, estimula a produção de folha de coca.
O pré-candidato acusou o governo boliviano, na última quarta-feira, de ser “cúmplice” dos traficantes que enviam cocaína para o Brasil.
Em reação, a rival petista Dilma Rousseff disse que Serra “demoniza” a Bolívia.
Dados colecionados pelo governo, porém, avalizam a versão do tucano.
Sob condição de anonimato, uma autoridade da Divisão de Controle de Produtos Químicos da Polícia Federal falou à Folha que, segundo relatórios oficiais da PF, 80% da cocaína distribuída no país vem da Bolívia -a maior parte na forma de “pasta”.
O refino é feito no Brasil.
Para a PF, a evolução do tráfico revela que há “leniência” do país vizinho.
Serra usara uma expressão análoga: “corpo mole”.
A PF atribui o fenômeno a aspectos culturais, pois o cultivo da folha de coca é legal na Bolívia.
O produto é usado de rituais indígenas à produção de medicamentos. Seu excedente abastece o tráfico
Num documento endereçado à Comissão de Relações Exteriores da Câmara, em 2007, o Itamaraty disse que, “entre 2005 e 2006, a área de produção de folha de coca na Bolívia cresceu de 24.400 para 27.500 hectares”.
Folha de S.Paulo
Primeiro desce redondo. Numa boa. Depois humilha e mata!

…”o que dá pra rir dá pra chorar…”
Primeiro desce redondo. Numa boa. Depois humilha e mata!
[...] “o que dá pra rir dá pra chorar”[...]
Paris Hilton – Chegando(?) ao hotel no Rio de Janeiro – Carnaval
Foto: Felipe Panfili e Philippe Lima Ag/News
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Por Wálter Fanganiello Maierovitch ¹
Como pagar os traficantes de drogas proibidas?
Esse é um velho problema. Atinge a maioria dos dependentes químicos e psicológicos de cocaína que não querem se tratar.
Richard Crawford, 41 anos, diretor do setor de luta às fraudes bancárias do banco britânico HSBC, desviou, em oito meses, 170 mil libras esterlinas (cerca de R$ 650.000) de contas correntes para pagar os seus fornecedores de cocaína e bebidas alcoólicas.
O dinheiro subtraído era transferido, on-line, para os que lhe vendiam a crédito cocaína e bebidas alcoólicas. Crawford tinha acesso a dados bancários sensíveis, diante de sua função como chefe do setor de luta contra fraudes.
Para não ser descoberto, analisava as contas cujos correntistas não dispensavam atenção permanente.
Crawford ganhava mensalmente no banco 65 mil libras (mais de R$ 24.000).
O divórcio da esposa foi usado por ele para justificar sua mudança de comportamento e o ingresso abusivo no mundo da cocaína e do álcool.
Antes de se tornar dependente de drogas, o ex-dirigente bancário era considerado funcionário exemplar.
Trabalhava há mais de 20 anos no HSBC e chegou, por mérito, à chefia de um setor importante da atividade do banco: luta contra as fraudes bancárias. Por evidente, usou desse conhecimento para trapacear.
Crawford acaba de ser condenado pela Justiça britânica à pena de 3 anos e 8 meses de prisão. Tal condenação serve para mostrar os erros das políticas criminalizantes do Reino Unido.
Em outras palavras, um dependente químico, em vez de ser tratado, vai para cadeia por prática de crime conexo (subtração de valores para pagar fornecedores).
¹ Wálter Fanganiello Maierovitch, 60 anos, é comentarista da CBN, colunista da revista Carta Capital e colaborador da revista italiana Narco-Mafie. Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo e presidente e fundador do Instituto Brasileiro Giovanni Falcone de Ciências Criminais, é também professor de pós-graduação em direito penal e processual penal, além de professor-visitante da Universidade de Georgetown (Washington-EUA). É conselheiro da Associação Brasileira dos Constitucionalistas-Instituto Pimenta Bueno da Universidade de São Paulo (USP), ex-secretário nacional antidrogas da Presidência da República, titular da cadeira 28 da Academia Paulista de História.
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