A Ongs que operam na Amazônia – são mais de 100 mil, leves, livres e soltas na apropriação do território brasileiro – agora finalmente começam a ser notadas pelo alienando governo federal, que resolveu, finalmente, colocar um freio na baderna. O alerta do General Heleno, afinal, serviu para chacoalhar as dorminhocas autoridades.
De Vera Rosa: O Estado de São Paulo
O Planalto vai fechar o cerco às organizações não-governamentais (ONGs), na tentativa de coibir a biopirataria, a influência internacional sobre os índios e a venda de terras na floresta amazônica. A primeira ação de controle consta do projeto da nova Lei do Estrangeiro, que está na Casa Civil e será enviado ao Congresso até junho.
Se a proposta for aprovada, estrangeiros, ONGs e instituições similares internacionais, mesmo com vínculos religiosos, precisarão de autorização expressa do Ministério da Defesa, além da licença do Ministério da Justiça, para atuar na Amazônia Legal. Sem esse procedimento, o “visitante” do exterior terá seu visto ou residência cancelados e será retirado do País.

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