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O mundo à beira um “Crash” econômico

Dow Jones cai 4,15% novamente e arrasta a Bovespa.

Na expectativa da elevação dos juros básicos da economia americana, por parte do FED, o Banco Central Americano, o que tornaria os papéis da dívida pública americana mais rentáveis e seguros que os mercados da bolsa de valores, as bolsas do mundo desabam e já há a previsão de fuga de capitais. A situação afeta diretamente o Brasil e o restante do mundo, incluindo bancos e governos, que tomam empréstimos no mercado internacional.

A elevação da taxa americana influenciaria o custo do crédito no mundo todo. Além disso, a retirada dos capitais dos mercados considerados mais especulativos, como é o caso do Brasil, poderá ter forte impacto nas economias locais. Com a possível fuga de capitais, o dólar se elevaria, demandando o uso das reservas cambiais que a era Lula e Dilma demoraram 13 anos para acumular. Mesmo que as reservas suavizem o impacto, a inflação seria fortemente pressionada para cima.

Na outra ponta, na tentativa de manter o mercado brasileiro mais vantajoso que os títulos do governo americano, o Banco Central brasileiro poderá elevar a taxa Selic no Brasil, o que tornaria o mercado brasileiro interno menos dinâmico, reduzindo o consumo interno, devido ao custo do crédito. O resultado seria mais recessão, menos crescimento e mais pobreza, nesse modelo econômico implementado pelo golpe. Fora, a possibilidade de derrocada total do mercado financeiro internacional, por alguma bolha que ainda não detectamos.

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