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Luiza Caetano – Versos na tarde – 02/12/2017

Poema
Luiza Caetano ¹

Deixa-me um sinal
quando quiseres.
 
Uma pedra, uma estrela ou uma ave
um cheiro, um aroma ou um morango.
 
Uma cruz talhada na minha porta
 
Que o caminho eu acharei
encruzilhado
entre o gesto e o espanto
pressentido
entre o vácuo e o manto!
ou o mar!
ou o vento!
ou as velas do meu barco
parado algures
no inevitável
porto das esperas.
 
¹ Luiza Caetano
* Mafra, Portugal, 1946
 
 
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