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Luiz Domingos de Luna – Versos na tarde – 10/12/2016

Mundo Global
Luiz Domingos de Luna

Sinto-me confortado
Postando minhas poesias
Uma oportunidade a cada dia
Neste mundo globalizado
Contrato bem firmado
A comunicação presente
Pessoa, cidadão – Gente.
Conhecimento pulverizado
Imprensa solidificada
A informação percorre o planeta
Girando o globo como uma carrapeta
Num estado a demarcar fronteiras
Em parceria, em fileiras.
A humanidade está segura
A democracia empurra
Para o mundo libertar
Uma existência que teima em
Chocar, a beleza do ser humano.
Ao espaço a contemplar

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  1. A Morte do Aquariano
    Luiz Domingos de Luna*
    Outro dia eu estava respirando como de costume, tranqüilamente, um dor, um dor muito forte, contínua e grossa, como sou cardíaco fino, pensei: deve ser a taxa de triglicerídeos que subiu de forma alarmante, creio, igualmente, que o metabolismo do organismo é sensato o suficiente para contornar esta situação.
    Uma artéria, talvez a espreita de uma oportunidade, que finalmente apareceu, entupiu, o cérebro a esperar o oxigênio, que também não veio, parou, e eu como não podia fazer muito fiquei somente a aguardar os novos acontecimentos.
    Como não podia ser diferente, o óbito um mal necessário, me acudiu prontamente, até que enfim, um fim pensei.
    Criei assim uma grande solução para os humanos e um grande problema para os aquarianos, vez que, em Aquarius, a morte é algo obsoleto, nem existe e não faz parte da nossa cultura.
    Os humanos, que na verdade são humanos me levaram para uma tumba em um lindo Cemitério. Era noite, porém os lindos refletores davam a impressão ser dia, ruas bem delineadas e silenciosas. Finalmente sozinho, que deve ser a solidão de todos; portanto nenhum privilegio para mim.
    De repete escuto uma grande discussão. Como já estava deitado aproveitei a posição para escutar melhor o barulho, na verdade, um debate dos meus irmãos Aquarianos. Uns mais exaltados diziam: esta morte está errada, esta morte não devia acontecer – Esta tudo errado.
    – Como assim? Perguntou outro, – Como vamos noticiar a morte de um Aquariano em Aquarius se nós aquarianos não provamos da morte?
    Depois de muita refrega decidiram me levar para o meu planeta de origem, mas sempre com uma dúvida no ar – A matéria agüenta a velocidade da luz ? – pois nós vamos acelerar uma três vezes mais – O calculador encontrou uma solução rápida para a problemática, vamos acelerar bem, quando houver a desintegração a gente coloca nosso motor gravitacional em rotação plena,junta as partículas e em Aquarius a gente monta tudo novamente e ninguém nem desconfia.
    Alguma dúvida?
    – Todas
    Alguma certeza nenhuma
    -Nenhuma
    -Mas é assim que a coisa funciona.
    Professor – Aurora -Ceará

  2. Ibiapina: O Homem
    Transcrição: Luiz Domingos de Luna*
    Padre José Antonio de Maria Ibiapina, assim assinava aquele que o povo chamava de mestre Ibiapina, o maior missionário do Nordeste. Cujo centenário se celebrou em 1983. Hoje em dia ele está quase totalmente esquecido, mesmo no Nordeste, salvo em algumas comunidades rurais muito tradicionais em que se mantêm algumas devoções recomendadas por ele ou nas imediações de Santa Fé, perto de Arara, na Paraíba, onde foi sepultado. Cada ano em Santa Fé no dia 19 de fevereiro uma piedosa romaria reúne os últimos os últimos devotos do Padre Mestre.
    Nada mais injusto do que o esquecimento em que caiu o grande missionário do sertão do Nordeste. Se tivesse tido continuadores, a face da igreja no Nordeste e no Brasil teria podido ser diferente. Mas a circunstância histórica não lhe foi favorável. Depois do Vaticano I, no Brasil a igreja entrou nos rumos da romanização e do ultramontanismo. Os bispos pediram a ajuda de religiosos europeus formados na mais estrita observância do Ultramontanismo. A Herança pastoral autóctona foi abandonada. Em torno à figura do maior e dos mais originais dos missionários do Nordeste, criou-se um silêncio de quase reprovação.
    Ibiapina nasceu em 1806 numa fazenda perto de Sobral, no Ceará. O Seu pai era escrivão o público. Seu pai teve parte ativa na revolução de 1824, conhecida como confederação do Equador, e foi fuzilado. O Seu irmão mais velho. Pela mesma razão. Foi preso na ilha de Fernando de Noronha onde morreu misteriosamente. Estudou dois anos no seminário de Olinda de 1823 a 1825. Mas não se entrosou e saiu. Entrou na faculdade de direito recém fundada e formou-se aos 26 anos, assumindo imediatamente a cadeira de direito natural na escola de direito.
    No ano seguinte, aos 27 anos, ele é juiz de direito e chefe da polícia em Quixeramobim. Aos 28 é eleito deputado federal na constituinte de 1834. (…) Em 1855, dois anos depois da ordenação, deixa o Recife definitivamente para buscar a sua vocação no sertão. Deixa a igreja instalada da capital pernambucana que a ninguém para buscar o povo de Deus perdido nesse interior interessa. Então começa a sua vida missionária. Os últimos 28 anos de sua vida vão fazer uma extraordinária carreira de missionário.
    De 1860 a 1876 foram os anos da vida itinerante. A partir de 1876, Ibiapina, paralisado, instala-se em Santa Fé, continuando a dirigir asa suas fundações à distância. Aí morre em 1883.
    É mestre de Ordem, Ordem Santa Cruz, – Penitentes – Forania do Aurora no Estado do Ceará, aos 28 dias do mês de março, 2009.
    Bibliografia:
    Ibiapina José Antonio de Maria, 1805 – 1883
    Instruções espirituais do Padre Ibiapina/ José Comblin {organizador} – São Paulo: Ed. Paulinas, 1984.
    http://www.livrodigitalartigosdeluizdominogs.blogspot.com

  3. Aquariano, logo existo!
    Luiz Domingos de Luna*
    Outro dia eu estava bem sentado no meu planeta natal-Aquarius, quando de repente comecei a pensar, ora, enquanto estava pensando, descobri que em Aquarius não se pensa, logo o pensar não existe, diante desta situação vexatória, passei do chip dos humanos para o dos aquarianos, foi um impacto muito forte, pois, a partir do momento do transplante todo pensamento sumiu, o chip aquariano é tão somente uma gravação que remonta a Big Bang, o tempo real não existe, um barulho ensurdecedor, são fatos ocorridos, tudo bem encaixado em uma seqüência perfeita.
    – Quando a bateria que fornece energia parar – Como é que fica? – coloca-se uma nova, – Quando o chip pifar?- Coloca-se um novo. – O novo é atualizado?– Não, porque isto nunca acontece. Em Aquarius o tempo real não existe. Tudo é feito para a eternidade. Uma energia contínua que clona qualquer pensamento e coloca no arquivo da memória.
    – Nós somos como o sol a energia que consumimos é a mesma que produzimos, logo, matematicamente, o zero seria sempre o nosso referencial para o inicio, o meio ou o fim.
    Os humanos para existir, precisam pensar, e nós? – Nós precisamos apenas da matéria escura, sempre na matéria escura nós temos o formato, sem a matéria somos diluídos no espaço sideral, pois o nosso campo gravitacional é inverso ao que você conhece.
    -E eu, finalmente, sou um terrestre ou um Aquariano? – O dois? – como assim? – você funciona na matéria clara e na escura.
    -Existem outros que também são assim?
    -Sem dúvida
    -Alguma dúvida
    -Todas
    -Alguma certeza
    -Nenhuma
    -Mas é assim que a coisa funciona.
    * Professor, Aurora – Ceará.

  4. A Filosofia em Aquarius
    Luiz Domingos de Luna*
    Outro dia, depois de uma viagem cansativa, já próximo da bolinha ainda azulada, na troca do chip, senti o peso do oxigênio nos pulmões, o cheiro do ar, a estratosfera com a sua gravitação a todo vapor, pedi ao navegador uma parada, o nosso GPS deu sinal de alerta! Impossível redução de velocidade. A aceleração é lei, é norma, precisa ser seguida, ao contrário entraremos em pane.
    Fiquei muito preocupado, vez que, nós aquarianos não pensamos, como saberíamos que uma freada rápida iria causar uma colisão? Além do fato de estarmos a uma certa distância do Planeta Terra, logo, colisão com a terra nem pensar. Colisão com quem? Pensei! Na dúvida, coloquei minha luneta, na verdade quase perdi minha luneta, pois uma chuva de meteoros atacava intensamente a nossa nave. Um ataque calculado, intensivo, violento, ameaçador. Quem estaria no nosso encalço? Os terrestres com certeza não, eles não tem tecnologia para navegar a cem vezes a velocidade da luz, era o que constava no compudator de bordo.
    Quem seriam então os intrusos? Cientistas? Filósofos? ETs? Ora, em Aquarius não existem filósofos, pois Aquarius é a própria filosofia, a nave mãe, Cientistas? Os nossos cientistas trabalham com programas previamente estabelecidos, o que, não é nosso caso – Rota: Aquarius- Terra.
    Sobrou para os ETs, ora, nós temos um pacto com os ETs, por que estes iriam quebrar um pacto antigo e aceito, feito ainda no nosso processo existencial e que nunca foi violado por nenhuma das partes para a sobrevivência nossa e deles.
    Como, por lei, na estratosfera, nós já temos o direito de pensar, vez que já é território dos terráqueos. Senti a entrada de um novo pensamento, um pensamento forte e dirigido ao centro do córtex cerebral – Que ataque que nada! Tudo isto é tão somente o lixo espacial deixado pelos humanos.
    Lixo espacial
    -Sim com Certeza
    Alguma dúvida
    -Todas
    Alguma certeza
    -Nenhuma
    Mas é assim que a coisa funciona.
    *Professor –Aurora – Ceará
    REF: http://www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com

  5. JOAQUIM MULATO, PENITENTE.
    Transcrição: Luiz Domingos de Luna.
    Que anjos são estes que guerreiam conta a fome, a peste e o pecado? Que purgam, na própria carne, a transgressão do mundo? Corpos lanhados, como o de Cristo, que dialogam com os crucifixos. Ordem dos penitentes, grupo que perambula empapuçado, pelas noites, rezando e bodejando benditos. Uma fé incondicional. Uma tradição que vem de tempos remotos, passa pela idade média e chega ao sítio Cabaceiras, Barbalha. Introduzida pelos missionários do século XVIII, reforçada quando da epidemia de cólera no século XIX, pela mediação do Padre Ibiapina.
    Joaquim Mulato nasceu no sítio Cabaceiras, Barbalha, dia 3 de março de 1920. O pai, o agricultor Pedro Mulato de Souza, “remediado”, casou com uma mulher mais velha que ele, Maria Velosa da Conceição, e tiveram dezesseis filhos (…)
    Conta a crônica que a religiosidade sertaneja foi marcada pelos missionários capuchinhos, que aqui estiveram no século XVIII. A Tônica era a ameaça do fogo do inferno. Daí se reforçou esse maniqueísmo que tem origens mais fundas, e, mesmo nas escrituras, “a invenção do demônio,” é posterior ao Gênesis. A Penitência, no dizer de Joaquim Mulato, foi introduzida pelo Padre Ibiapina, sobralense, homem da elites, bacharel em direito, que abriu mão de tudo para cuidar dos pobres, criar casas de caridade no sertão. De onde saíram beatas, e disseminar um catolicismo triunfante. Moldado pela Contra-Reforma, com base na “ Missão Abreviada”, e que teria trazido os benditos, ainda hoje entoados pelos penitentes do sitio Cabaceiras(…)
    Contam que Rosemberg Cariry, quando fazia imagens do grupo, nos anos 80, teria sugerido a utilização de umas tochas para iluminar o ritual. A flagelação à noite teria pouco impacto. E as tochas embebidas em gasolina davam um tom dramático que combinava com a severidade da cerimônia (…)
    O Juazeiro tem um mistério que… não sei não.
    Não tem opinião muito favorável sobre o beato José Lourenço, repetindo o senso comum de que ele “ botava os bestas pra trabalhar de graça” e a acusação do assédio sexual, repetida, inclusive, por Câmara Cascudo, em plena euforia do Estado Novo de Vargas.
    Já com Conselheiro é mais tolerante: “era monarca, contra a República”.
    O Silêncio é entrecortado pelos carros que passam em alta velocidade. Sobre as laterais do oratório, imagens inconclusas, que um dia serão cortadas com canivetes, ferros, a madeira ferida, como é ferido seu corpo de penitente, lavado com sal para purgar a Humanidade inteira.
    Ficha Catalográfica
    Dados internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
    C331a Carvalho, Gilmar de
    Artes da Tradição: mestres do povo/Gilmar de Carvalho; fotos de Francisco Souza-Fortaleza: Expressão Gráfica/Laboratório de Estudos da Oralidade UFC/ UECE, 2005. 269p; Il. ISBN.

  6. Uma vida escrita na madeira
    Enviado por: Luiz Domingos de Luna

    Praça do Cristo Redentor, ponto dos ônibus que fazem a linha Crato – Juazeiro, debaixo dos pés de fícus benjamins. Os “velhos” se reúnem para jogar dominó. Walderêdo, Gonçalves muitas vezes, passa por lá. Antes, poderia também estar na livraria de seu Ramiro Maia, à Rua Senador Pompeu, que fechou, depois de quase setenta anos de atividades. O Mais certo é pegar um mototáxi e subir a ladeira íngreme da Caixa d água, onde ele mora à rua Zabulon, 100. Aos oitenta e quatro completos, este grande nome da gravura brasileira, de todos os tempos, que gosta de receber, é sempre atencioso e conversa muito, revolvendo histórias do arco –da –velha, merece, como poucos, ser chamado de mestre.

    Walderêdo nasceu no dia 19 de abril de 1920, na rua da Boa Vista, que hoje se chama Nélson Alencar, na cidade do Crato. Dizem que o Milfont, de seu pai José Gonçalves, que a mãe Maria Emília Oliveira herdou, por força de lei, veio de um ancestral Louis Charles, fugitivo da revolução Francesa, de 1789, que teria se radicado no Brasil (…)
    Walderêdo aconteceu, no início dos anos 60, quando a faculdade do Filosofia do Crato fez uma tiragem de pranchas de sua autoria. Em 1962, Sérvulo Esmeraldo e Lívio Xavier, emissários d Museu de Arte da Universidade do Ceará ( MAUC), fundado no ano anterior, foram ao cariri comprar tacos para o acervo da instituição e aproveitaram para encomendar álbuns, como a “ Via Sacra”, de Mestre Noza: “ A vida do Padre Cícero”, de Lino da Silva:; “As aventuras do Caboclo Vira – Mundo” de José Caboclo e o “ Apocalipse”, do Walderêdo(…)
    O MAUC, além das matrizes do “Apocalipse” tem uma de cenas populares do Cariri (engenho de pau, aviamento, maneiro pau. O vaqueiro. Penitentes) e gravuras soltas. Capas de folhetos, cortadas, por ele. Tornaram-se referências, como “A morte dos doze pares de França, “Juvenal e do Dragão” e Antonio Silvino no júri-debate de seu advogado. O Dr. José Macário de Brito, do Crato, encomendou uma “via Sacra”, mas esconde as matrizes, não deixa tirar cópias, “ele diz que só vai abrir o cofre quando eu morrer”…)
    A Idéia que fica é de alguém que poderia ter ido muito longe além, se tivéssemos tido, desde a criação da Secretaria da Cultura, em 1966, políticas que valorizassem a tradição como ponto de partida para o contemporâneo. Temos as pranchas do “Apocalipse”. Versão matuta de Jean Duvet ou de Gustave Doré, iluminuras sertanejas, clássicas, sem que ele tenha se deixado contaminar pela pressa das encomendas, vencendo os desafios com paciência, determinação e a marca do gênio. É isto tudo que faz de Walderêdo Gonçalves o grande nome da Xilogravura. Os outros, diante dele, são aprendizes.
    Carvalho, Gilmar de
    Artes da Tradição: mestres do povo / Gilmar de Carvalho; fotos de Francisco Sousa – Fortaleza: Expressão Gráfica/ Laboratório de Estudos da Oralidade UFC /UECE,2005 269P.;Il ISBN:

  7. Super proteção – Um Castigo.

    Luiz Domingos de Luna*

    Os adolescentes, ao tempo da ditadura militar, sonhavam com a liberdade como um instrumento de auto-afirmação na família, nas comunidades e na sociedade como um todo. Pois, apesar do regime de exceção, a alma do espírito democrático a rondar o inconsciente ou “consciente maturativo”. De que algo no espaço social, político precisava ser mudado. Este eixo espiritual não foi destruído pela força de dominação do militares à época.

    A noção de mudança, sempre presente no tecido sociológico brasileiro, a inquietação grassava desde as camadas sociais mais baixas às mais altas – Elites.

    O espírito mudancista sempre presente no meio social em todas as suas arestas, em proporções e intensidades constantes, como uma massa pensamental uniforme e invisível a incomodar sempre o regime de opressão. – Uma permanente inquietação.

    A entrada no regime democrático um sonho realizado de um povo que não acostomou-se com a mordaça.

    A mancha negra do regime de exceção não pode e nem deve ser um trauma para superproteção de crianças, adolescentes, ou mesmo adultos, por algo que não pertence mais ao mundo deles, pois o relativismo político do estado brasileiro foi incorporado ao Estado Democrático de Direito.

    Ao se propalar a superproteção às novas gerações, que vivem a liberdade, ideal sonhado pela anterior, está se criando um grande paradoxo, pois a própria liberdade almejada pela geração anterior não pode ser utilizada como ferramenta para o bem comum, vez que os pais passam a controlar os passos de seus filhos de forma intensiva, coercitiva desde o nascimento, formando assim, não filhos reais, mais filhos ideais, modelos, referências, projetos, tudo, menos uma vida autônoma e soberana no espaço tempo.

    A vida não pode ser um projeto de vida que não deu certo em um ideal sonhado por outrem, visto cada um, ser único e total. Educação, orientação, sim, porém superproteção nunca, pois a superproteção é apenas um castigo disfarçado.

    * Professor – Aurora – Ceará.

    .

  8. O Chip do Planeta Terra
    Luiz Domingos de Luna *

    Outro dia, fui convidado para participar de uma conferência no meu planeta natal – Aquarius, como de costume, juntamente, com os colegas de sempre, pegamos a nave e embarcamos, depois de uma viagem cansativa chegamos.

    O Tema da conferência foi logo exposto, de modo, a iniciar a reunião. Escutamos:
    O Planeta Terra não precisa de vida para existir, porém insiste em manter ao longo de sua história este sopro vital – Por quê? Um Aquariano bem a frente levantou o braço e disse em voz alta – Simples, a vida na terra dá lucro. O Conferencista coçou a cabeça e perguntou dá lucro! Como assim? O Planeta oferece condições para o surgimento da vida, alimenta bem e, depois ingere toda massa ex-viva, num processo continuo, pois lá, o tempo real existe num ciclo constante.
    Um Aquariano, bem ao meu lado, indignado proclamou – Protesto, pois se a terra se alimentasse de toda massa viva que ela mesma produz o planeta seria o maior do universo, e pelo que consta nos autos, é apenas o terceiro na via – láctea, e de pequena significação com relação a sua massa de coesão atômica.
    O Plenário choveu de palmas, porém o conferencista detonou – Protesto negado! O colega parte de uma premissa verdadeira para chegar uma conclusão falsa. Como assim?Perguntou o assistente. Se realmente a colega { terra} consumisse, tão somente, a massa viva, com certeza seria a maior do cosmo, porém, está em nossos registros que não é bem assim, pois a massa produzida pela ingestão da conteúdo morto é automaticamente transformada em energia e vendida a outro parceiro, ou seja,100% da energia é vendida, do contrario, o planeta estaria inchado e na realidade ele está é diminuído sua unidade de massa.
    E este lucro obtido com a venda de energia é investido em que?
    Na compra de enzimas cósmicas para o preparo das lavas vulcânicas e do gás galáctico para a dissolução dos deslocamentos das placas tectônicas.
    – Fábrica de futuras vidas de forma diferenciadas
    Este investimento serve para nós
    -Não
    Por quê?
    – Um capital muito alto investido em algo de grande risco
    Tem certeza?
    Não
    -Dúvida
    Todas
    -Mas é assim que a coisa funciona.
    ( * )Professor – Aurora – Ceará.

    http://www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com
    Email:deuteronomioarte@ig.com.br

  9. Fuxico – Um resíduo social.
    Luiz Domingos de Luna*
    Desde o umbral da historia do homem em sociedade, que um resíduo sociológico, vem, das mais priscas eras, perpassando por todos os períodos, colado no cotidiano dos seres humanos, como um vírus a espalhar doenças contagiosas, pois, têm um poder letal em qualquer agrupamento sociológico, quantos danos provocados no processo interativo, prejuízos enormes na convivência humana, porém a força do fuxico, sempre presente a assombrar os mais fiéis crédulos, é uma arma apontada para um alvo, que se desconhece vez que, o fuxico pode, em questão de segundos, transformar-se num boato forte, consistente e às vezes com um agravante maior, o apoio da mediana da sociedade, os fundamentos racionais, em muitos casos, nem existirem, mas o boato voa, tem um poder incrível de manter-se vivo e atuante no espaço social.
    Dada a força histórica que o fuxico exerce na argamassa humana no espaço tempo, deve sim, pelo menos em teoria ter algo positivo e afirmativo para a constância deste resíduo sociológico que vem se mostrando um gigante na formação diária de boatos, mitos, lendas… E, por conseguinte, toda a literatura ficcional, que, embora distante da realidade, às vezes como as linhas paralelas têm o seu encontro no infinito.A Admiração dos seres humanos pelo mundo ficcional é um imbróglio a incomodar sempre os “puristas racionais”, pois, o fuxico, não necessariamente, nasce de uma mentira, mas sim de uma especulação, que ganha milhares de adeptos, ou não, dependendo da aptidão social para tal fim, como saber se um fuxico é verdadeiro ou não? Se o seu alimento é a difusão social, pois, quanto maior for à adesão social, maior o seu poder de destruição ou não.
    A Transmutação do fuxico para o boato é uma forma de defesa da sociedade? Estes vetores sociológicos fazem parte da civilização humana? Sem estes “pigmentos” o espaço social seria mais civilizado, e, por conseguinte mais harmônica a civilização do homo sapiens?
    Com certeza não sei.
    -Mas é assim que a coisa funciona.

    (*)Professor –Aurora -Ceará

  10. O Nascimento da Consciência Ecológica
    Luiz Domingos de Luna*
    deuteronomioarte@ig.com.br

    O cheiro dos seres humanos é algo muito forte, via de regra, usamos os nossos sentidos como janelas para o mundo individual, de fato, a silhueta do homo sapiens corrobora para a o egocentrismo do nosso ser, nós somos meros captadores e consumidores de meio externo, porém, não há uma preocupação com a natureza, até parece, que esta despreocupação está timbrada no nosso DNA, em prosseguimento, as formas sociais vão desenhando o espaço pensamental de cada um, pois, vive-se numa eterna fábrica de seres humanos, ou desumanos, o circulo cultural permeado, tem um potencial modificador, capaz inclusive, de mascarar o direcionamento biológico na conspiração cotidiana de destruição do espaço, ao custo de reclames da mãe natureza, a chorar eternamente em berço esplêndido. Por enquanto e até quando?

    O Contrato Social é a base, ou motor primeiro, para a harmonia do homem no espaço tempo, vez que, um contrato obsoleto cria sempre a preocupação com o substrato dos seres humanos na fixação no planeta terra, masmorras para sociedade, ou presilhas inoportunas, que inviabilizam a harmonia na floresta humana e, na maioria das vezes, um deserto árido para o meio ambiente.

    O Nascimento pleno da consciência ecológica nasce, quando o ser humano for capaz de colocar a sua objetiva para o mundo exterior, observar a paisagem existencial geográfica, observar que o disforme ecológico, é uma coletânea dos disformes individuais e sociais, a elasticidade do tempo, esta geléia vai ganhando corpo, solidez e unicidade. É este monstro que assusta a sociedade e a coletividade humana como um todo – O Homem como o centro de destruição do planeta terra.

    Falta ao ser humano o pigmento radioativo do bem comum, em todas as suas dimensões, desde o menor tecido sociológico ao maior.
    Desde o mais frágil ecossistema(…)

    Enquanto não existir uma conscientização de contrato social que dê a legitimidade, a legalidade as inúmeras espécies que formam a variante do conjunto da totalidade, do todo em partes, da biodiversidade existencial, das forças internas presente em cada um, para a disposição, da aptidão do estar sempre a serviço do bem comum e, do crescimento com sustentabilidade ecológica, por que no final das contas, somos a massa humana planetária em movimento, num carrossel giratório, na roldana deste tapete tortuoso – todo planeta sofre, se abala e chora.
    (*) Professor- Aurora -Ceará

  11. Ingazeiras aos olhos do mundo
    Luiz Domingos de Luna*

    Nos umbrais do espaço tempo, já conhecida no oco do mundo, ao bloco congelado de uma história esquecida. Celeiro do cinzel, pincel do menestrel das artes plásticas, do fluxo do cotidiano ao estilo abstrato, na poeira do esquecimento de outrora, a lâmpada do gênio, duas vidas que na vírgula do tempo, o mistério dos remansos gira nos acordes da cítara no baile existencial – Aldemir Martins.

    Da viola, pandeiro e violão, música brega, sertaneja, do xaxado ao samba canção ao gosto do ritmo, misturas em audição, na grandeza de um menino, ganha o forró nordestino uma nova versão – Alcimar Monteiro é também filho do nordeste, de ingazeiras, que também, é palco luz da criação.

    Quando a caatinga foi devorada ao som do apito do trem, no dia 08 de dezembro 1923, sob o manto da mãe protetora – A Padroeira N.SRA Conceição- recebe pela primeira vez a máquina do progresso e do desenvolvimento – O trem.

    Enquanto a fumaça da locomotiva teimava em voltar para a capital alencarina, gritava com os braços abertos as margens do salgado, ainda na bruma fresca, do cheiro potável da água salgadina, em fluidez, o grito de apelo, aos inúmeros artesãos, pintores e músicos, na seara da mistura entre o mundo material e espiritual, uma fonte jorradora ao cariri, ao sertão, ao Nordeste, sua linda aquarela, ao oco do mundo, materializar – Ingazeiras a musa de sempre no sul do Ceará, na curva do tempo, a qualquer momento, na constelação do cariri um estrala à brilhar.

    (*) Professor- Aurora – Ceará

    http://www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com

  12. A Operação Cósmica
    Luiz Domingos de Luna*
    Outro dia fui convidado a retornar ao meu planeta natal – Aquarius, na verdade não foi um convite, mas uma intimação, de certa forma fiquei aliviada, pois a missão de me levarem de volta, achei um tanto quanto arriscada, pois o meu problema com o campo gravitacional é de conhecimento pleno nos computadores de Aquarius.
    Pensei também, os radares humanos estão ficando bem aprimorados, qualquer falha no plano, estaríamos fadados ao fracasso, além do fato de, ao que me lembre a minha memória Aquariana, nada, a importância que justifique este risco, a meu ver inoportuno, desprovido de racionalidade aquariana.
    Como a ética aquariana é muito forte, antes de concluir o pensamento, fui totalmente desmaterializado e, como sempre, a velocidade, inúmeras vezes a da luz, entrou na galáxia de Atenas, e lá, brilhantemente o meu querido planeta Aquarius, como lá, tempo real não existe, não precisa explicar que tudo estava do jeito que deixei.
    Na plenária, a discussão sobre a nova cápsula, o teste, e a cobaia, até que eu vinha entendendo os preliminares, porém quando foi aberta a discussão sobre a cobaia, levei um grande susto ao citarem meu nome. Mas fazer o que, o relatório já pronto no código Central, umbral de uma vida todo detalhada, aplicaram a injeção de materialização e voltei à silhueta humana em Aquarius, tudo funcionou perfeitamente, mesmo assim, a luz vermelha acendeu o programa de força gravitacional, precisava ser corrigido.
    Aplicaram a cápsula de Correção, não mais que um grão de areia, mas a dor insuportável, o metabolismo entrou em pane, as células, uma conspiração geral, umas aceitaram o comando outras uma rebelião, ora azulado, ora avermelhado, às vezes até mesmo sem cores.
    Remeti para o código geral a minha insatisfação, o comando, notificou que este efeito colateral se dava ao fato de o corretor de gravidade, ser utilizado no planeta terra, o que estava sendo feito era apenas uma operação a ser testada na terra.
    -Se der certo?
    Nós acertamos
    – Se der errado
    Será um problema para os terrestres
    Tem certeza
    Não
    Dúvidas
    Todas
    Mas é assim que a coisa funciona.
    (*) Professor – Aurora – Ceará

  13. Academia de Ginástica

    Uma tecnologia mecânica a serviço da luz educacional

    Edvania Tavares – Diretora escolar
    Vicente Luna de Alencar – Coord. Escolar
    Fátima Pereira da Silva – Coord. Escolar

    No dia 7 de setembro, 1920, Aurora recebeu pela primeira vez a luz do progresso, com a entrada do trem em nossa cidade, assim, pela máquina chegou o progresso comercial, econômico e intelectual.
    Em 1927, no rumo dos ventos progressistas que vinham do norte, a soprar em terras secas, áridas e inóspitas, mas férteis e volumosas, alimentando-se da seiva bruta, extraída da caatinga, é que se formam as escolas reunidas de Aurora, precursora da atual Monsenhor Vicente Bezerra.
    No ano de 2010, no paralelo do tempo/espaço, a mesma máquina, agora aprimorada com o timbre de conscientização de seu povo traz a Academia de Ginástica, não mais uma maquina fria de metal, mas a máquina, a serviço da silhueta humana, que a todo vapor busca incessantemente driblar o tempo, levando o homem a viver plenamente e com mais qualidade de vida.

    Esta academia tem a função primeira de mudar hábitos sedentários, enraizados na cultura de nossa gente, mostrando que, no compartimento do pensar, a máquina se locomove rápida quando é alimentada pela energia revigorada da nova geração. O exercício físico quando acompanhado por especialistas traz benefícios externos e internos, pois quando o pulsar do sangue se torna mais acelerado carrega consigo todas as impurezas do organismo deixando a máquina sempre renovada aumentando a expectativa de vida para todos.
    A bailar no campo existencial, urge a necessidade, de as novas gerações o combate intensivo e constante ao mal do Século XXI – O Sedentarismo contemporâneo, e nesta linha afirmativa, que a escola mais antiga de Aurora, 83 anos, rejuvenesce na sua missão de a experiência a juventude, o conhecimento, a sabedoria, odores envelhecidos com sabores novos, assim como mistério do vinho, na magia eterna do renascimento constante. Talvez o nome Aurora seja o símbolo da nossa pedagogia, a cada manhã uma nova luz do conhecimento a brilhar na constelação dos nossos mestres, a via láctea do Monsenhor.

    Agradecimentos:
    A Secretária de Educação Básica do Estado do Ceará Professora Isolda Cela
    A Coordenadora da CREDE 20 Professora Luciana Maria Brito Rodrigues.
    A todos que direta ou indiretamente contribuíram para esta conquista

    Aurora – Ceará, 16 de Setembro de 2010
    Texto enviado por Luiz Domingos de Luna -Aurora – Ceará

  14. Luiz Domingos de Luna
    Livro digital – Google
    I
    Duas, vê filho, é meu neto
    Seu Berço – ingazeiras
    O cariri a esteira
    Um Ceará ao afeto.
    II
    Na suavidade da vida
    Sua história uma canção
    Seu destino em construção
    Seu ideal é guarida
    III
    Na grandeza da existência
    Espinhos, flores, a contemplar
    Em uma estrada a esperar
    O sumo da essência
    IV
    São muitos horizontes
    Varias possibilidades
    A cada probabilidade
    Estrada, caminho ou monte
    V
    Creio no seu discernimento
    Acredito na sua direção
    O direito a construção
    De uma vida em andamento
    VI
    Vida, vela, veleja
    Além horizonte uma cruz
    Que também pode ser luz!
    Ao tempo senhor, peleja
    VII
    O espaço a passos marcar
    Seu avô sempre a compasso
    Na firme abertura do aço
    Uma nova história a timbrar
    VIII
    Aposto no tempo
    Acredito em sua formação
    Creio na sua educação
    A luz, o conhecimento
    IX
    Na malha do mundo
    Uma cela a ser quebrada
    Luz e treva são apresentadas
    Em questão de segundos
    X
    A Fé a iluminar
    O facho da indecisão
    A Vida em projeção
    Da proa, no mastro a velejar.

  15. Liberdade de Expressão – Já.
    Luiz Domingos de Luna*
    A sociedade é um show apoteótico da interatividade dos seres humanos. Canal vivo, onde a expansão do conhecimento flui numa roldana contínua, na eterna construção da civilidade, neste ínterim, são naturais as mutações sociais ocorram e de forma plena, é sinal de vitalidade da coesão pensamental, do conjunto harmônico, e da convivência no Contrato social estabelecido.
    A Linguagem do politicamente correto é um ensaio que pode produzir frutos benéficos para o espaço social como um todo, porém, o problema nasce, quando este, busca a perfeição ou a radicalização, ou mesmo o xiitismo literário, e passa a considerar que e toda a historia deve ser adequada a mutação social presente, o que é uma falha, pois senão, vejamos: Quando Monteiro Lobato publicou o artigo Paranóia ou Mistificação, notadamente uma critica ácida aos integrantes da Semana de Arte Moderna, não o fez com a determinação de acabar com o maior movimento literário brasileiro, mas sim, a preservar o pensamento romântico que ainda hoje perdura na literatura brasileira, assim, Monteiro Lobato foi o porta voz de todas as forças literárias que antecederam o modernismo no Brasil.
    Claro que muitos escritores pré- modernistas, ao sabor do tempo e das conveniências, viraram a casaca a nova ordem literária no Brasil, e sobre estes, não se conhece nenhuma perseguição de Monteiro para com as adequações e da liberdade de expressão destes neo modernistas, assim; se pode dizer que: Monteiro Lobato, apesar de ser um homem com uma mentalidade formada com as bases sólidas de sua época, não violou a liberdade de expressão dos modernistas, pois, apenas pontuou para a historia o ponto entre dois mundos o pré- modernista e o modernista.
    Penalizar Monteiro Lobato é Penalizar Paranóia e Mistificação, a vírgula ou o ponto da historia literária do Brasil nestes dois momentos de fusão da literatura brasileira. Que aconteceu sem maiores transtornos para a unidade do povo brasileiro. Logo, a contestação de Monteiro serviu apenas, para mostrar que a liberdade de expressão era, no inicio do século XX um imperativo inviolável para a sociedade brasileira e que, a liberdade de opinião era algo natural, ele mesmo provocou e provou que esta realidade historia literária aconteceu de fato e de direito.
    Cabe a nós do século XXI a missão de, a exemplo de Monteiro Lobato, mostrar que a liberdade de expressão é causa pétrea de nosso de nosso contrato social, sem ela é entrar num mundo onde o desconhecido, a escuridão, vai precisar de uma vela para ler paranóia ou mistificação se ainda existir, para entender onde entramos na zona eterna das trevas desta Paranóia ou Mistificação.
    (*)Professor – Aurora – Ceará
    http://www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com

  16. A Internet em Aquarius
    Luiz Domingos de Luna*
    Outro dia fui convidado a retornar, ao meu planeta natal – Aquarius, como de sempre, peguei a nave e embarquei nem liguei mais para o processo de desintegração, matéria, energia, matéria escura, buracos negros, galáxias, quasares, velocidade, acelerador de partículas, motor de regressão de gravidade.
    Como já estou acostumado com as mutações existenciais do universo paralelo, fiz desta vez uma viagem tranqüila e segura, vez estar desintegrado em íons imantados a um grande imã sem prejuízo molecular para minha reintegração material em Aquarius, ao entrar na nossa galáxia Atenas, nem ao som do ruído do redutor gravitacional me foi motivo de preocupação inicial á viagem.
    Aos procedimentos, já bastante expostos na série aquarianos, fui convidado a participar da plenária. O Tema: A Instalação de uma torre de transmissão da internet em Aquarius, eu já fui ficando alegre, pois estas viagens sempre são cansativas e desgastantes, assim em futuro breve a minha comunicação com os aquarianos seria confortavelmente on line sem prejuízo para os altíssimos gastos com a minha trajetória – Terra Aquarius – Aquarius Terra.
    O Projetista foi logo dizendo, nós temos sérios problemas para esta transmissão, primeiro: a densidade da atmosfera terrestre é muito alta, segundo: o campo gravitacional terrestre é muito forte, além do fato da inconstância climática ser de uma variedade muito intensa para a nossa preciosa tecnologia. Vez que, um raio na terra, poderia desencadear uma ruptura em toda a rede de computadores, vez que a transmissão da matéria escura para a matéria não escura cria um campo gravitacional que, em se tratando da terra, teria que se fazer um refluxo, sairia assim, um problema para os terráqueos e criariam inúmeros para os Aquarianos.
    Depois de um debate enriquecedor entre o calculador de potencia e o revisor gravitacional, o seqüenciar de ondas pediu a palavra e disse: Em alto e bom tom: Pelos relatórios consta que uma comunicação entre Terra e Marte para compreensão duraria mais de 72 horas, vez a velocidade de o som ser ainda muito lenta.
    Aquarius fica a uma distancia mil vezes superior/ a terra marte/ logo o projeto deveria ser abortado. O Filósofo aquariano pediu a palavra e perguntou quem forneceu aqueles dados/ são dados dos terrestres:/ O Filosofo riu, e disse: realmente vocês têm razão, mas tem um probleminha – Perguntei – Qual? O Sábio Aquariano respondeu vocês querem uma comunicação regressiva de 100o anos, ou em tempo real? A Emoção tomou de conta, se bem que em Aquarius não existe emoção, todos gritaram: em tempo real – O filosofo queridos aquarianos: em Aquarius o tempo real não existe- O Silencio tomou conta de todos nós.
    Série: Aquarianos
    Texto: Lendas Futuras
    Luiz Domingos de Luna
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  17. Sonho Caído
    Luiz Domingos de Luna*
    O Cheiro do incenso existencial permeia a sociedade volatizada em ligas emocionais que dão sustentabilidade aos vínculos que ligam os seres humanos; assim quanto maior for a consistência da densidade do aroma, maior a solidez do tecido sociológico, ao contrário a fragmentação, a fragilidade, cinzas, sombras, o nada.
    A mutação social é sempre oportuna em qualquer agrupamento humano, vez que a mesma,funciona como o um novo revigoramento de energias positivas do pulsar vivo existencial ao contrato vigente a paisagem humana.
    A corrente da vida sempre liga o elo do passado ao futuro, sendo o instante presente o marco que será absolvido as novas gerações, assim, o repasse de fluidos positivos acende a luz para dar lugar ao futuro, não vivido, mas que se pode dimensionar em abstrações, daí o motivo da racionalidade humana, a capacidade de projetar ações de um por vir, através das ações do agora.
    A Racionalidade como um mastro direcionador dos passos dos seres humanos, tem conservado e assegurado a continuidade do homo sapiens no planeta terra com a soberania e supremacia as demais espécies existentes.
    O Campo emocional ao vapor do vendaval do carrossel existencial é de uma textura um pouco mais complexa, vez que, além do crescimento populacional, novas tecnologias vão surgindo, novos valores vão sendo naturalizados, as exigências sociais, a cada mutação, uma nova objetiva de maior alcance a aptidão no convívio interativo da conjuntura como um todo.
    O problema nasce nos conceitos, via de regra, as grandezas emocionais na literatura, na filosofia são eternizados como se o tempo não existisse. Daí uma liga emocional eternizada no passado, hoje não ter consistência de: “nada é sólido o suficiente que não se dissolva no ar”, assim, urge a necessidade de o problema vigente não pode ser resolvida a força de conceitos ultrapassados, bem como os futuros à luz da limitação do presente.
    A prudência racional deve ao seu tempo, o templo, a missão de não deixar que a força dos conceitos emocionais de outrora se dissolva em sonho caído do agora, logo, a força do poder dos conceitos deve ser revista, para não sobrecarregar o peso exagerado que se coloca nas costas das gerações vindouras.
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  18. Aos Cuidados – Espaços Públicos
    Luiz Domingos de Luna*
    Desde o período do pleistoceno, na era cenozóica, que o homem rasteja no tapete de seu substrato – o solo terrestre. Esta vertente existencial tem sido o palco dos acontecimentos históricos e base para as intempéries negativistas que sujam as páginas do pulsar vivo nesta bolinha, livre e desprotegida, a vagar num infinito misterioso até o umbral de um pensamento construído ou a construir.
    “Os aptos sobrevivem” tiveram os não aptos, a missão de ficar a disposição como coadjuvantes, no teatro da existência, a esperar a sua própria extinção, fatalidade esta, dito pelo homem e comprovada pelo testemunho da história. Portanto, independente da comprovação da teoria, os fatos, por si só – já denunciam esta realidade imutável.
    São incontáveis os filósofos debruçados sobre este aro –Solo- a permutar debates sobre a existência ou não, do tempo real, pois, o imbróglio sempre a incomodar a inteligência em projeção, visto a curvatura de um universo móvel – Um organismo vivo a planar em matéria, ou mesmo na ausência desta, como uma força desafiadora a mente humana, seja em tempo ido, ou a ir ?
    A grandeza temporal, como um plasma abstrato, tem seu poder de impacto sobre a vida, que no plante terra é luz motriz, logo, ponto de questionamento sempre, vez os seres vivos passarem por escalas bem delimitadas ao seu tempo no carrossel existencial.
    Todo ser humano precisa do campo geográfico para desafiar o seu tempo, sua história, seu marco, sua presença, seus passos, seu mural de convívio interativo, com os demais; portanto, cuidar, zelar, dar brilho a este piso, é na verdade, preservar a extensão humana no espaço tempo; assim, fazer isto, não é nenhum mérito, ou vitória ou qualquer adjetivo, mas sim, uma prova a mais, de que os aptos somente são aptos, por terem buscado o caminho da civilidade, na construção da Civilização Humana.
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  19. O Buraco negro dos Dinossauros
    Luiz Domingos de Luna*
    O Paredão do existencialismo humano é uma vertente a dissolver na coluna do espaço tempo, o túnel construído pelo homem, para assegurar a continuidade da vida no mais distinto período da história, ou até mesmo, antes desta.
    A Ciência, em se tratando da extinção dos seres vivos, geralmente, quebra os seus métodos precisos, arraigados, comprovados e parte para teorias vagas, abstratas e pouco convincentes, via de regra, cria um cataclismo do nada, e daí a natureza mais uma vez, a engolir a vida, como uma força devoradora e bestializada de uma fatalidade que aconteceu e que, a qualquer momento, pode acontecer novamente.
    A Gratuidade desta teoria, para explicar o sumiço de milhares de espécies do Planeta Terra, tem uma base religiosa muito forte, com fundamentação teórica no apocalipse e assegurada no campo filosófico da teoria do Caos. Na verdade, os princípios e os ativos que quebraram a parábola existencial, são desprezados, para dar lugar a uma questão de: acreditar ou não; assim, sempre haverá no mínimo duas versões para o mesmo fato. Muitos podem argumentar que quanto maior for o número de versões maior a possibilidade de acertos, pois, é assim que é construída a civilização humana com erros e acertos.
    O problema nasce quando esta idéia é naturalizada no contexto histórico social, pois senão, vejamos: Para alguns cientistas, o aquecimento global é uma realidade inexorável com prejuízo irreversível para o planeta terra, logo se todos os agentes causadores do aquecimento fossem norteados, mesmo assim, o estrago já está feito, pois, é conseqüência de um processo ao longo dos anos.
    Outros, acreditam num aquecimento sustentável, que, as saídas ou resoluções serão aplicadas e tudo não passa de algo que foi solucionado dentro de padrões normais e aceitáveis, em breve espaço de tempo.
    Finalmente, há a corrente, que nem reconhece a existência do Aquecimento Global e, neste buraco negro de idéias, fica fácil, a qualquer dia, a humanidade acordar com o Planeta Terra ocupado por Dinossauros.
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  20. O Natal em Aquarius
    Luiz Domingos de Luna*
    Outro dia recebi a notificação para passar o natal em meu planeta natal Aquarius, confesso que fui acometido por uma emoção muito prazerosa, passar as festividades natalinas no meu querido Planeta Natal – Aquarius. Foi algo muito forte, muito presente, muita árvore, ai pensei Lá em Aquarius não tem árvore, lá o tempo real não existe, logo, este convite de meu retorno, era a meu ver no mínimo fajuto.
    Sofri muito, durante a espera, visto saber que lá a possibilidade da existência do natal é algo totalmente impossível. Finalmente, como combinado, a nave a me esperar, já acostumado, entrei na cápsula, ou seja, no desmaterializador da matéria e fui para o bóson negro e ainda pude sentir a nave a mil vezes acima da velocidade da luz, como já estava desmaterizado, nem me preocupei com a teoria de Albert Einstein, pois eu era somente um porção de íons.
    Chegando lá, pelo retroversor gravitacional, ganhei o meu formato habitual e o novo chip. Os irmãos gritavam é natal, é natal é natal, Pensei, o chip que colocaram em mim não deve está funcionado, pois este tipo de memória pertence aos terráqueos, jamais aos aquarianos.
    O Instrutor foi logo ordenando, tragam o papai Noel para a ceia natalina entrei na fila como de costume e. trouxeram um espécie de caixote, com o Papail Noel, para a minha surpresa, o papai Noel existindo de verdade, num natal de verdade. Parecia uma alucinação, será que os humanos estão colonizando Aquarius. Foi o que me veio no pensamento, porém como já é sabido, nós Aquarianos não pensamos, foi somente um refluxo químico da memória terrestre.
    O Instrutor de ordem, disse: este ano nós temos natal como se fazem no planeta terra, inclusive o papail Noel, tragam o papai Noel e apresentem a sociedade aquariana, e o irmão apresentou ao papai Noel para todos nós. Eu, como sempre, não me contive, perguntei:como é o nome do nosso papai Noel ? O instrutor disse é o GRAJ -1 uma bactéria que existe em abundância no Lago Mono na Califórnia, no Planeta Terra.
    Eu fiquei logo emocionado, se bem que em Aquarius, não existe emoção e gritei, tragam o fósforo para acender a vela da ceia natalina.
    O Irmão a lado disse: comporte-se, você não está no Planeta Terra, fiquei preocupado e perguntei o que eu fiz de errado? – Você falou em fósforo. Aqui não existe fósforo. E como vocês chamam fósforo aqui – Esqueceu irmão – esqueci – Arsênio.
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  21. Educação – Um edifício em construção.
    Luiz Domingos de Luna*
    No tapete da existência, a humanidade ruma, numa estrada infinita, renovada a cada geração, a corrente da civilização, a cada etapa, uma porção de conhecimento, cera básica para a harmonização da convivência dos seres humanos no espaço tempo.
    Não existe civilização sem conhecimentos, assim, quanto maior for o acúmulo de conhecimentos mais elaborado o processo de civilidade, e por extensão, a difusão deste, em ritmo acelerativo, forma o painel de coesão da totalidade, do conjunto, onde o progresso afirmativo é diluído em toda a textura sociológica, todo o mapa social é constituído de solidez, de consistência para a untação de valores que formam as colunas básicas da sociedade; logo a plataforma social deve ser constituída de uma amálgama forte e consistente o suficiente para: o todo compor as partes na amplitude geral.
    A Educação é um agente provocador de mudanças, numa dimensão interna, imperceptível inicialmente, pois é sempre o choque entre a convicção da leitura de mundo, já devidamente enraizada, sobre o pôster amostral da existência e a nova objetiva a que vem iluminar, para uma visão mais ampla, no compasso limitado de cada um.
    A Educação é um processo, e como todo, depende da ação anterior, do durante, e do posterior, se o processo nasce errado, dificilmente se chega ao acerto, pois como o próprio nome diz, é tão somente uma continuidade de acertos ou de erros. Assim qualquer falha no processo toda a seqüência está fadada ao fracasso, bem como a continuidade de acertos, somente poderá culminar com o sucesso pleno.
    A Educação pressupõe aptidão, todo sociedade apta a educação é uma sociedade desenvolvida, desde que, se entenda como aptidão, uma sede intelectual, uma motivação interna, uma vontade de dar o salto entre o conhecimento distante ao gosto de tê-lo aprisionado as equações dos já existentes, para que, já na intimidade do ser de cada um, a certeza de que, estas novas equações advindas do processo educacional é luz para si, para a família, para a sociedade, para o mundo e para a vida.
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  22. Lixo Espacial – Um Novo Planeta?
    Luiz Domingos de Luna*
    Outro dia, como de costume, fui ao meu Planeta Natal Aquarius depois de passar por todo o processo, já devidamente relatada na série aquarianos, cheguei à assembléia, passei pelo revisor de anti-matéria, ocupei minha cadeira e fiquei aguardando o conferencista. O Tema já devidamente exposto no computador central. Um telão bem grande em três dimensões, girando sempre com a mesma temática, O Que querem os humanos?
    O revisor de ondas magnéticas repassou o chip aquariano para todos nós, quando recebi o meu, fiquei com dois, pois se esqueceram de pedir o da Terra, o conferencista foi logo dizendo os terráqueos querem conquistar o cosmo, basta ver o lixo espacial que existe na galáxia da via láctea, não tarda ter um planeta terra feito de lixo circulando o planeta Terra Real. A não ser que os seres humanos estejam construindo um planeta de lixo para ter mais força e poder no espaço sideral. Ou já estão desconfiando que exista vida fora da terra e estão pensando em vender o material descartado do planeta real, para nós.
    O Projetista de viagens espacial pediu a palavra e perguntou, É útil para nós comprar dos terráqueos o Lixo Espacial? O desmaterializador disse: depende, o conferencista, depende de que?-Para nós seria um ótimo investimento, pois assim nós poderíamos estudar a cultura, a tecnologia, e enfim, todo o processo existencial dos seres humanos. Com certeza o lucro imaterial nosso seria muito alto, uma civilização toda em nossas mãos em troca de alguns trocados.
    Convoque então os nossos peritos cósmicos para uma possível compra do lixo espacial que circula ao redor do Planeta Terra, vez que a assembléia já decidiu que é um ótimo negocio para nós, além de poder armazenar em nossos computadores todos os dados dos terrestres, evitando assim viagens cansativas e onerosas ao nosso cofre virtual.
    O Perito que estava sentado na câmara de registro desceu calmamente, cumprimentou a assembléia, ficou maravilhado com a idéia, parabenizou a todos, – Eu em minha cadeirinha fui logo ficando desconfiado, vez que em Aquarius não existe emoção, e o irmão perito vibrava, como uma torcida de futebol lá na terra.
    Por fim explanou os dados técnicos. Querida assembléia, considerando que nós vamos comprar o Lixo Espacial dos terráqueos, primeiro temos que louvar a nossa missão que é a de sempre manter a paz e harmonia no universo, essa constância é motor primeiro de nossa existência, porém, existe um grande problema antes desta comemoração de emoção balofa.
    O Conferencista perguntou: Qual é o problema?
    Quando a gente comprar o lixo espacial, com certeza o universo fica limpinho, aparentemente, é um gesto nobre para a família universal.
    O Conferencista disse: como aparentemente?
    Depois da compra os terráqueos não mais que 10 anos enviarão o triplo de lixo que nós compramos – ao espaço sideral.
    O Conferencista protestou, mas doutor o tempo real para nós não existe, isto é não e problema para os Aquarianos, mas sim para os Terráqueos.
    O Perito perguntou: Que problema?
    – O do tempo
    O perito sabiamente respondeu, eu pensei que fosse o do lixo.
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  23. Academia de Ginástica – Sebastião Alves Pereira Filho – Dr. Bastim
    Luiz Domingos de Luna*
    A sabedoria da sociedade consiste em seu processo histórico destilar, na tiborna fria da racionalidade, a base da coluna, como esteio, ou mastro a suportar a pressão dos ângulos diagonais, do vértice, ao prumo, na criação de um novo desenho social que sirva de luz para toda conjuntura humana.

    Quando ao salto do Ano de 2010, o mais antigo Educandário da cidade de Aurora, 15 de Março de 1927, recebe a sua academia de ginástica, as datas se encontram no além na formação do mais importante clube futebolístico de Aurora 15 de julho, que teve em sonho o número do nascimento do espore de Campo em Aurora, como uma instituição, consolidada no saudoso estádio Romão Sabiá, assim como uma centelha em pólvora quente a luz do esporte a clarear em todos os rincões da Terra do Menino Deus.

    Uma Marca, um nome, um registro a rolar nos campos verdejantes, sempre a portar a bola como uma guia a mostrar para as gerações vindouras a importância do esporte no combate ao sedentarismo.

    Não a menos, pois no dia 15 de dezembro 1977 o sonho da construção da maior obra artística de Aurora, A Última Ceia 33 anos, tem ao calor da argamassa disforme, nas mãos do Jovem escultor aurorense, Francisco José de Oliveira, a primeira pincelada do concreto ainda vivo, no nascimento de uma nova página eclesiástica da Igreja Matriz Senhor Menino Deus – 12 de janeiro, 1978. A cada porção de concreto nascia um novo apostolo, concretizando assim, o sonho de Dr. Bastim, D. Terezinha, Dr Willames, Dr Danúbio.

    No dia 15 de janeiro 2011 A Diretora Administrativa da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Francisca Edvania Tavares, através da Rádio Educativa de Aurora, Aurora do Povo, lança oficialmente o nome de Sebastião Alves Pereira Filho – Dr Bastim para nominar a primeira academia de ginástica das escolas públicas de Aurora; recebendo assim, a aprovação de todos os habitantes da terra do sol nascente.

    Com honras de glórias, vitorias dos filhos teus, no dia 15 de março de 2011 será inaugurado oficialmente a academia de ginástica – Sebastião Alves Pereira Filho – Dr Bastim, conseguiu, em brava luta da vida a entrar com bravura na vida da história de Aurora.
    (*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora – Ceará.

  24. A Psicografia em Aquarius
    Luiz Domingos de Luna*
    Outro dia fui convidado a retornar ao meu planeta Natal Aquarius como de sempre, passei pelos procedimentos, já devidamente, relatados na Série Aquarianos; em minha cadeirinha ao entrar na galáxia de Atenas, e em segundos de Anos luz o meu querido berço natal Aquarius, tudo do jeito que deixei, visto em Aquarius o tempo real não existir.
    Como de sempre entrei na fila para a grande conferência, o tema já devidamente exposto em 3 dimensões A Psicografia em Aquarius.
    O Palestrante abriu a conferencia mostrando os gastos onerosos a manter estas viagens Terra Aquarius – Aquarius Terra, ainda bem que a nossa moeda é virtual do contrário Aquarius já seria um depósito de notas e cartões virtuais.
    Os peritos foram convidados para fazer um relato da possibilidade técnica da aplicação da psicografia entre Aquarius e a Terra, assim, a relação entre estes dois planetas ficaria mais próxima, mesmo sendo de uma distância física impensável ao possível do pensar dos humanos.
    Já comecei a desconfiar que este tema terminasse sobrando para mim, baixei a cabeça e o colega desconfiou que eu estivesse suando muito, embora em Aquarius isto não exista apenas uma didática para compreensão dos humanos.
    Quando levantei a cabeça no telão, a minha foto e no código de Barra a indicação para eu fazer a psicografia entre os terráqueos e os Aquarianos.
    Senti uma dor imaginária que quase queimou o meu chip Aquariano.
    Mandei pelo meu computador a indagação de como faria isto, visto lá em Aquarius todos tem o direito de resposta automático.
    Colocaram uma luz bem forte em minha frente e disseram: será instalada uma antena de dupla hélice, em cada base púrica a pirimídica será instalada uma base de transmissão do pensamento que entra em nosso equalizador, assim quando você estiver psicografando nós estamos copiando e quando você estiver copiando nós estaremos psicografando.
    O Filósofo pediu a palavra e disse:
    Quem está psicografando quem afinal?
    O Projetista disse:
    Os dois
    – Que dois
    A Nave terrestre e a nave aquariana
    – O Filosofo riu muito e afirmou como é que é feito este contato hoje?
    Via nossa tecnologia que é super avançada, via energia escura, via matéria escura, via nossa….
    Queridos Aquarianos seria mais simples se vocês dissessem
    Via Psicografia pura
    O Resto é vaidade abaixo do sol ?
    – Que sol ?
    O Sol da psicografia.
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  25. Luiz Domingos de Luna*
    A Cela do existencialismo dos seres humanos é inexorável. A inteligência em projeção pouco, ou nada tem feito para outros dados amostrais da arte do existir. A busca de fundamentação teórica dos componentes químicos para a composição da existência somente consolida a tela da fortaleza da prisão, pois em nada acrescenta ao substrato de outras formas de ser fazer presente no panorama permeado a todos, vez o estudo do passado, seja como principio ativo ou não, o processo culminará sempre com a realidade do agora.
    A filosofia tem se debruçado sobre a justificativa para a devoradora de vida no planeta terra – Na verdade, a peregrinação epistemológica tem sido mais para a justificativa da morte, dificilmente, se encontra uma escola filosófica para um estudo sério de como vencê-la, a ciência pouco tem feito para derrotar esta assassina de vidas. Dessa forma até parece que a morte é soberana é algo que está acima da compreensão humana. O reinado da morte parece ser eterno.
    A morte de fato não derrota ou devora a vida, mas sim, apenas limita, pois a sobra da morte, a história, que a seqüência forma a epistemologia genética da humanidade que é base para a civilização humana.
    O Problema nasce quando a vida é estudada como a variável e a morte como a certeza, quando de fato deveria ser o contrário, a vida como certeza e a morte como variável, isto acontece porque a humanidade se curva a inferioridade de uma existência perecível, ou seja, o presídio é concreto, vive em todas as abstrações dos humanos e sempre é vencedor, sendo a morte a heroína que fecha qualquer ciclo vital.
    A solução se torna inatingível, pois tanto a inteligência quanto a ciência qualifica este caracteres como parte do Carrossel existencial, pois, a falta de uma forma diferenciada de existir faz sempre a vida no encaixe do tempo: passado, presente e futuro, até hoje esta fatalidade tem sido uma constante na vida dos seres vivos no planeta ainda azulado.
    A desfragmentação da existência em outros patamares é base a libertação do homem, se não existe espaço dentro da lógica real, palpável, ou do alcançável, que seja oferecido novos modelos existenciais, se esta possibilidade inexiste dentro do campo racional do existencialismo que se busque uma ferramenta para tal fim, assim, a fé será sempre um caminho de Luz.
    (*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora – Ceará

  26. Anjos do Conhecimento
    Luiz Domingos de Luna*
    No espaço frondoso da existência humana, a silhueta estigmatizada, da cultura da naturalização, banalização, do ridículo ao esdrúxulo, do abominável, ao horrível, seja nos outeiros, das encostas ao cruzeiro, sítios e povoados a carregar a cruz do preconceito.
    De Canudos na Bahia ao Crato do Caldeirão, do Juazeiro do Norte Terra do Patriarca Padre Cícero Romão, Barbalha Joaquim Mulato, o nordeste a sua história, com o peso da memória, mas não consegue expulsar a pecha da discriminação.
    No período quaresmal, se prepare para a dor, seja por onde for, e espere a força do punhal, de loucos a lunáticos, num berro de uma nota só, eis a definição dos que se dizem elegantes, mas são puros ignorantes, que a busca do conhecimento, preferem a força ao isolamento, o mundo do direcionamento a construção da cancela, um mundo sem luz, sempre janelas para as trevas do fechamento.
    Muitos sites e blogs do querido Ceará, não digeriram esta estória, oportunidade dão para a verdadeira história, possa ao parto dar, ser luz para a história, luz de civilização oportunidade, ao campo ou a cidade, lealdade aos fatos numa nova dimensão, possa no rio da humanidade no leito, coerência, a luz da ciência o ponto a contradição, mas nunca o efeito do defeito ou a força do preconceito causador da discriminação.
    Gostaria de parabenizar aos estudiosos da temática em pauta Dellano Rios, Wellington Oliveira Junior, Gilmar de Carvalho que se dirigiram inúmeras vezes à região do cariri cearense na elaboração de trabalhos sérios com fundamentação teórica farta e muito material de pesquisa, ao particular amigo Guy Veloso nesta tarefa de quebrar a falta do juízo implantado pelo fanatismo da imprensa no seio de uma sociedade sedenta de conhecimento e luz de sabedoria
    Praza Deus, Possamos nós da Ordem Santa Cruz, bem como de outras sublimes ordens que tiveram em um tempo a um só templo a carregar o fardo da discriminação aos olhos atentos e sedentos do mundo on line a vigilância e a certeza de que o contraditório é Luz de civilização, porém o preconceito é a luz dos eleitos que preferem viver no anonimato da ignorância, de um mundo que julga perfeito a luz de sua convicção, são cupins de si mesmo e da própria civilização.
    (*) Mestre de Ordem, Ordem Santa Cruz – Penitentes – forania do Cariri – Santa Igreja de Roma aos 16 de março,2011

  27. Pósconceito
    Luiz Domingos de Luna*
    A sociedade a saltos no conceito industrial busca a sua forma de desenvolvimento, a estruturação de massificação de bens produzidos, tem sido o principio norteador do modelo econômico que pulsa vivo nas veias do motor que propaga e faz girar a economia mundial.
    Esta vertente tem sido aplicada em todos os sentidos, nas mais diferentes estruturas sociais, gerando muitos paradoxos, alguns países com este modelo chegam ao ideal almejado, plenamente, outros, nem tanto e alguns nem chegam a sair do zero.
    Partindo do principio de que a sociedade é, antes de tudo, um agente consumidor, já nasce à premissa de que a produção é inevitável para o equilíbrio da balança oferta e demanda. Uma equação econômica que é o cerne de sustentação ou queda de qualquer agrupamento social, a variante do processo será o fator tempo.
    Processar esta variante para os fins propostos tem sido a base, outrossim, se não existir os meios aptos, os resultados matemáticos podem fechar positivamente, ao cálculo frio do economista sempre a mostrar no painel a beleza de gráficos que sempre a vertical, o troféu da vitória o apogeu de uma economia de resultados bem elaborada.
    A Luz do contrato social, o gráfico vertical só faz sentido se o poder econômico estiver associado ao poder imaterial da sociedade, assim o fim passa a ter relevância menor, e o meio passa a ser a questão central, visto ser o modo, o construtor da riqueza imaterial para a harmonia do convívio interativo entre os seres humanos.
    Creio ser a internet, o motor primeiro, para a construção da riqueza imaterial dos seres humanos, pois o fluxo de informação agrupada em redes sociais, ou, não vai fomentando a necessidade da construção deste edifício do conhecimento resta para isto, saber se a integração via mundo on line está predisposta a ser uma partilha coletiva, contínua, e com a visão ao bem estar de uma sociedade que ruma ao novo pósconceito a serviço de toda a unidade social que pulsa viva no Planeta Terra
    (*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora – Ceará

  28. Pedagogia do Absurdo
    Luiz Domingos de Luna*

    A massa do conhecimento é a ferramenta básica para a construção da civilização, assim quanto maior for à absorção, maior a possibilidade de aptidão da sociedade ao aprimoramento no convívio interativo, e, por conseqüente o desenvolvimento de uma Cidade, Estado ou País.

    O Conhecimento é uma grandeza imaterial que é absorvida no espaço social, ou em instituições específicas para tal fim. Pelos dados amostrais existem varias escolas, inclusive a escola que fornece o conteúdo epistemológico.

    A fusão do saber corrobora as novas tecnologias como instrumento a construção do edifício deste patrimônio imaterial necessário a civilidade, a evolução e ao crescimento afirmativo de toda conjuntura imersa no espaço tempo.

    O Modelo Mental ao aprisionar o novo, via novas ofertas disponíveis, na verdade está tão somente recebendo equações que foram questionadas, analisadas, provadas cientificamente e hoje projetadas de forma massificada e disseminadas com rapidez e precisão mo mundo on-line. Um avanço de valia maior, onde toda sociedade ganha e tudo fica muito próximo, assim o conhecimento não mais privilégio de alguns, vez estar disponível na internet a toda sociedade a um clik, tudo se abre, é uma chave mágica, linda, oportuna e necessária para a formação integral do ser humano em sociedade.

    Cria-se um imbróglio generalizado, quando se coloca a internet como um fim, e o ser humano como o meio, pois nesta postura pensamental o humano vai buscar o conhecimento na sua caixinha mágica, muitas vezes se contenta com os dados superficiais, pensando ter o conhecimento integral, ora há uma distancia de anos luz a totalidade, a pesquisa dos dados amostrais precisa ser intensa diversificada, ampla, infinitamente ampla, após análise do vasto material disponível uma amplitude de visão cognitiva apurada com a criticidade, com a problematização e destilação das amostras colhidas.

    Sem esse processo, muitas vezes cansativo, oneroso ao tempo, ao desgaste mental, a penitência do filtrar bem positivamente, intensamente, ao olhar claro, fundo e largo, está se construído uma nova pedagogia: a Pedagogia do Absurdo!
    (*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora –Ceará.

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