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Olhe essa – Eleições 2006 – Justiça prende poesia!

Poesia presa!
A Justiça Eleitoral, a ociosidade mais diáfana do País, resolveu prender a poesia. Um cordelista de Pernambuco fez um poema para o ex-ministro Eduardo Campos, presidente e candidato do PSB a governador.


Pronto!
O Tribunal Eleitoral pernambucano entendeu que a poesia era um grave atentado à Nação.
Prendeu a poesia e multou o brilhante e competente neto de Arraes em R$21 mil, por “campanha eleitoral antecipada”.


Quanta besteira, poeta e pernambucano Manuel Bandeira!

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  1. Armando Falcão, com licença da palavra, fez escola.

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