Para a prevista chegada do homem ao Planeta Marte em 20230, a LIQUIFER Systems Group projetou um veículo e uma habitação para os astronautas. O Human Mission To Mars (Missão Humana a Marte) e RAMA – Rover for Advanced Mission Aplications (Veículo para Aplicação de Missões Avançadas). O grupo LIQUIFER Systems, é líder em design de sistemas, e tem interesse em arquitetura espacial, robótica e vida futura. A designer Barbara Imhof, co-fundadora do grupo e arquiteta multipremiada, é o nome mais conhecido dessa empresa.

Barbara se graduou em Arquitetura na Universidade de Artes Aplicadas, em Viena. Possui mestrado da International Space University, em Estrasburgo, e PhD em arquitetura espacial pela Universidade de Tecnologia, em Viena. Barbara Imhof trabalhou em diversos projetos, inclusive como perita em arquitetura espacial, para clientes como a NASA e a Agência Espacial Europeia. A arquiteta dá aulas e publica regularmente nos campos de arquitetura terrestre e espacial.

No 3º capítulo do livro “Musing towards a new genre in [space] architecture“, Barbara diz em um trecho: “O espaço não é determinado por fatores convencionais, físico, estrutural e funcional; porque perdeu seu status material e não é mais possível predefinir seu propósito específico. O resultado é uma tendência a deslocar a atenção de estratégias de ordem do espaço para pontos conectantes e efeitos, ações e eventos.”

© LIQUIFER Systems Group, RAMA em Marte.

 

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Triciclo especial foi batizado de ‘Biga’ e atinge até 80 km/h.

Cadeirante José Domingues é o primeiro do país a incluir categoria A na CNH (Foto: Hélder Rafael/G1 MS)

Veículo tem alavancas para baixar plataforma e travas que prendem cadeira.

Cadeirantes que buscam meios rápidos de locomoção nas cidades já podem ter acesso a uma alternativa ao carro e ao transporte coletivo. Um triciclo especial, produzido por uma fábrica em Mato Grosso do Sul, permite que deficientes físicos com membros inferiores sem mobilidade ou amputados tirem habilitação na categoria A, que inclui motos e triciclos.

Cadeirantes que buscam meios rápidos de locomoção nas cidades já podem ter acesso a uma alternativa ao carro e ao transporte coletivo. Um triciclo especial, produzido por uma fábrica em Mato Grosso do Sul, permite que deficientes físicos com membros inferiores sem mobilidade ou amputados tirem habilitação na categoria A, que inclui motos e triciclos.

Na última quarta-feira (7), o carioca José Henrique Domingues, de 59 anos, tornou-se o primeiro no estado a fazer a inclusão dessa categoria na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), segundo o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MS). A bordo do triciclo especial, ele foi aprovado no exame prático realizado no pátio do órgão, em Campo Grande.

Domingues, que mora no Rio de Janeiro e trabalha como técnico em contabilidade, conta que é cadeirante há quatro anos, desde que começou a ter complicações por causa da esclerose múltipla. No ano passado, depois de ler sobre o triciclo especial, ele decidiu tirar a habilitação no Rio de Janeiro, mas esbarrou na desinformação.

“Cheguei ao Detran do Rio, mas lá ninguém sabia como aplicar as provas. Diziam que não tinha jeito. Juntei várias informações sobre o triciclo e protocolei um processo, aguardei quatro meses e não me deram resposta até hoje. Aí decidi viajar até Campo Grande para comprar o triciclo e tirar a carteira”, relata.

O Detran de Mato Grosso do Sul é o único a dispor de um centro de formação de condutores voltado aos deficientes físicos, de acordo com o órgão. As aulas teóricas podem ser feitas em centros convencionais, e as aulas práticas nas categorias A e B são oferecidas de graça pelo departamento. O centro possui automóveis adaptados e um triciclo especial do mesmo modelo que foi adquirido por Domingues.

“Ele começou como todo aluno, com dificuldades no início, achando que não daria conta. Agora ele está aí, aprovado”, diz o instrutor.

O examinador Sílvio Ângelo da Silva, que acompanhou as manobras do cadeirante no dia da prova, disse que ele não perdeu nenhum ponto durante o percurso. “Ele fez passagem de nível, conversão, obedeceu aos semáforos e às placas, trocou de pista, tudo de forma correta”, afirmou.
Após saber do resultado, Domingues disse esperar que outros cadeirantes como ele possam tirar a CNH da categoria A. “Isso vai beneficiar muita gente, porque é chato depender dos outros para tudo. Agora vou poder ir sempre que quiser à praia, ao centro da cidade.”

Características
O nome de “batismo” do triciclo é Biga, e o visual remete aos carros de combate usados na Antiguidade. O motor importado de 100 cilindradas pode desenvolver velocidade nominal de 80 km/h, mas o manual recomenda que o condutor trafegue em segurança a no máximo 60 km/h. O câmbio automático é composto por três marchas à frente e uma à ré, que são indicadas por luzes no painel.

A aceleração fica no punho direito, e os dois manetes acionam os freios. O manete esquerdo possui ainda um mecanismo que ativa o freio de estacionamento. Velocímetro, indicador do reservatório de combustível e buzina ficam no guidão. A capacidade do veículo é para apenas uma pessoa.

O cadeirante não precisa de auxílio de terceiros para usar o triciclo especial. Uma alavanca faz com que a plataforma seja rebaixada ao nível do chão, e corrimãos servem de apoio para subir ou descer do veículo. Travas garantem que a cadeira de rodas não se movimente durante a condução do triciclo. De acordo com a fabricante, o preço do produto é de R$ 15 mil.

Como um veículo zero
Segundo o idealizador e fabricante Oraci Silva da Costa, a ideia começou a sair do papel há cinco anos, quando ele se aposentou como professor de ensino industrial.

O amplo conhecimento sobre mecânica e a paixão por motocicletas somaram-se à intenção de desenvolver veículos especiais.

Desde então já foram comercializadas 13 unidades, sempre sob encomenda.
As peças não são reaproveitadas de outros veículos.

“É o único triciclo do país totalmente projetado, diferentemente de outras motocicletas adaptadas para cadeirantes”, explica Costa.

A vantagem, segundo ele, é que o triciclo sai da linha de montagem com o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam).

“É como um carro zero quilômetro que se compra em uma loja”, afirma.
G1

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A belezura aí acima é um projeto para um carro movido à força magnética
Segundo os inventores, o carro reduz o impacto ambiental através do uso da forca magnética.


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O desiner deste carro foi o vencedor do prêmio “Interior Motives Design” de technologia em 2007. O peso do carro é reduzido usando motor elétrico com a polaridade magnética igual ao da estrada em que trafega. A forca magnética inversa, força o carro para cima diminuindo seu peso em ate 50%.

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Motocicletas Antigas

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Motocicletas: genocídio sobre rodas

O levantamento mais completo, intitulado “Acidentes de trânsito no Brasil: um atlas de sua distribuição”, da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), revela que a taxa de mortalidade de motociclistas foi a que mais cresceu entre 1996 e 2005. O aumento foi de 540%.

A taxa subiu no período de 0,5 para 3,2 por cem mil habitantes.

Morrem mais homens do que mulheres, principalmente entre 20 e 49 anos.

E os estados com maior taxa são Tocantins, Mato Grosso e Santa Catarina.

O Editor


Epidemia mortal e invisível acelera no Brasil profundo.

As motos já matam mais do que os carros, no Brasil.

A virada aconteceu em 2007, e desde então a diferença só vem aumentando.

Em 2009, as mortes de motociclistas ultrapassaram as de pedestres e alcançaram o topo do ranking de mortes por acidentes -qualquer tipo de acidente, não só de trânsito.

Em 2010, foram 10.134 mortes de motoqueiros, contra 9.078 de pedestres e 8.659 de ocupantes de automóveis, segundo estatísticas do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), tabuladas pelo Estado a partir do site do Datasus.

O mais assustador é que enquanto as mortes por atropelamento caíram 30% quando comparadas às de 1996, as de motociclistas cresceram 1.298% no mesmo período.

Nos últimos dez anos, 65.671 motociclistas morreram em acidentes pelo País. É uma quantidade de vidas perdidas equivalente aos soldados norte-americanos mortos durante toda a Guerra do Vietnã.

As mortes de motociclistas são uma epidemia, uma das piores que o Brasil já enfrentou.

Mas é uma epidemia silenciosa, pouco divulgada. Mesmo quando o Ministério da Saúde chamou a atenção para o crescimento das mortes no trânsito, de modo geral, há poucos dias, preferiu enfatizar os efeitos nocivos do álcool e sua relação com os acidentes de transporte.

Quando se misturam as mortes de motociclistas às de ocupantes de automóveis e pedestres, na categoria genérica “acidentes de trânsito”, perde-se o foco do problema principal. Nos últimos 15 anos, o aumento das mortes de condutores de motocicletas e motonetas foi 10 vezes maior do que o crescimento do número de vítimas de ocupantes de automóveis. Só armas de fogo provocam mais mortes violentas do que as motos, no País.

Uma das razões de essa epidemia sobre duas rodas não ser percebida é que ela ocorre, principalmente, no interior do Brasil. As maiores taxas de mortes de motociclistas não estão nas grandes cidades. Na verdade, São Paulo está em apenas 13º lugar no ranking das capitais em mortalidade de motociclistas. O Rio de Janeiro, em 15º. A campeã, com uma taxa três vezes maior, é Boa Vista (RR), seguida de perto por Palmas (TO).

Quando se dividem as mortes pela população ou pela quantidade de motos e motonetas que há em cada cidade brasileira, destacam-se municípios do interior do Piauí, áreas rurais do Centro-Oeste e capitais do Norte. São municípios como São Gonçalo do Piauí, Ribeirãozinho (MT) e Aurora do Tocantins.

Em número absolutos, as mortes em cada uma dessas cidades podem não impressionar. São duas, três, dez por ano. Por isso não provocam tanto barulho. Mas, quando somadas, configuram uma epidemia só comparável à provocada pelos assassinatos. As vítimas têm o mesmo perfil: são jovens de 20 a 29 anos, do sexo masculino e baixa renda. Nessa faixa etária, nem câncer, nem infarto nem nenhuma outra doença mata mais do que as motos. Só as armas de fogo.

A principal causa dessa explosão do número de mortes de motociclistas é fácil de identificar: o aumento explosivo do número de motos em circulação. De 2000 a 2010, a frota de duas rodas aumentou 4 vezes de tamanho no Brasil. No mesmo período, as mortes de motociclistas aumentaram exatamente na mesma proporção. Se não bastasse, há uma fortíssima correlação estatística entre a quantidade de motos em circulação em uma cidade e o número de motociclistas mortos, um coeficiente de 0,9 -num máximo de 1.

O que aconteceu é que o aumento da renda no interior do País associado às facilidades de crédito produziram um “boom” de motos e motonetas. Elas passaram a ser o principal meio de transporte individual do Brasil profundo, aposentando cavalos, jegues e bicicletas. Nessas cidades pequenas do interior, praticamente ninguém morria por acidente de moto antes da segunda metade da década passada -simplesmente porque não havia motos, e onde havia, eram peças raras.

A expansão explosiva da frota de duas rodas associada à imperícia (no caso do interior) e à imprudência (nas metrópoles) é a principal causa da epidemia de mortes de motociclistas. As mortes aumentam a cada ano, junto com o tamanho da frota.

A taxa de mortalidade pela frota dobrou de cerca de 4 por 10 mil motos em 1998 para pouco menos de 8/10 mil motos em 2006. Desde então ela vem caindo, até chegar a 6,2/10 mil motos no ano passado. É uma taxa bem maior do que a de mortes de ocupantes de automóveis, que tem se mantido estável em pouco mais de 2/10 mil automóveis. Ou seja: é três vezes mais provável um motociclista morrer num acidente do que o ocupante de um carro.

Isso mostra que se não houver políticas públicas para enfrentar o problema, cada vez mais jovens morrerão no interior do Brasil, assim como nas metrópoles, à medida que a frota de duas rodas continuar acelerando. Já são 28 por dia.
Blog José Roberto Pompeu de Toledo/Estadão

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Publicidade: quem sabe faz

Quem sabe faz. Automóvel Smart

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Automóveis antigos – Maravilhas sobre rodas

Gold Plated 1920 Pierce-Arrow 48 Coupe

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O Modelo 48 foi alimentado por uma cabeça de T-inline motor de seis cilindros de 525 polegadas cúbicas com uma transmissão de 4 velocidades em uma distância entre eixos do chassi 142. Primeiro, ele foi projetado para mineração de sal-entreprenuer Emerson Carey em Hutchinson Kansas, e mais tarde foi aperfeiçoado e blinged por um proprietário posterior em Great Bend Kansas em 1945. Cada um dos painéis Pierce-Arrows corpo finamente alumínio fundido foi meticulosamente preparado e banhado em 23 quilates de ouro, e os pára-lamas e capô em níquel brilhante. O motor eo chassis receberam o mesmo tratamento. A madeira falou rodas são de ouro folheado.
Irá a leilão com lance inicial de US$ 300.000,00


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A Boeing entregou para a empresa japonesa ANA a primeira unidade do B787 Dreamliner.

Após três anos de atraso, finalmente os passageiros da companhia poderão desfrutar o luxo da aeronave.

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O novo design do Dreamliner e seu motor Rolls-Royce permite, segundo o fabricante, reduzir o ruído e as turbulências.

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Com um número maior de janelas, a tripulação pode regular a entrada de luz na cabine.

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No entanto, os passageiros do primeiro Dreamliner ainda não terão acesso à internet durante o voo.

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A Boeing afirma que a aeronave permite uma economia de 20% no consumo de combustível e de 30% em manutenção.

O B787 pode transportar entre 210 e 250 passageiros, e tem um alcance de até 15,2 mil milhas, o suficiente para ligar Tóquio e Nova Iorque sem escalas.

UOL


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Fotografias – Flagrantes

Uma autêntica engenhoca móvelclique na imagem para ampliar


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Modelo utiliza tecnologia de ar-condicionado e chega a 129,2 km/h.

Ku:Rin precisa de gasolina, hidrogênio ou eletricidade para andar.

A Toyota Industries Corporation apresentou em sua fábrica de Obu, no Japão, o triciclo que não precisa de gasolina, hidrogênio ou eletricidade para andar.

O triciclo Ku:Rin utiliza somente ar comprimido.

Com essa tecnologia, a montadora japonesa quer chegar ao Guinness World Records, o livro dos recordes, já que o carro atingiu 129,2 km/h em um teste realizado no dia 9 de setembro.

Toyota desenvolve carro movido a ar comprimido (Foto: Kyodo News/AP)

O carro é chamado de Ku:Rin, por ser uma palavra derivada do japonês kanji para “ar” (ku) e roda (rin). O modelo mede 3,5 m de comprimento e 0,8 m de largura.

O “foguete” foi desenvolvido por cerca de 40 jovens técnicos no centro de pesquisa da companhia, aplicando a tecnologia de um compressor para ar-condicionados de carro.

Ao invés de usar a energia mecânica para comprimir o ar, o compressor gera energia mecânica para roda do carro pela expansão do ar comprimido.

Assim, o ar comprimido atua como um meio de armazenamento de energia assim como uma bateria em um carro elétrico.

 

Ku:Rin chega a 129,2 km/h, uma marca alta para um carro a ar comprimido (Foto: Kyodo News/AP)

Além de fabricar automóveis, motores e componentes eletrônicos, o grupo Toyota é o maior fornecedor de compressores de ar condicionado de automóveis do mundo, com produção anual de 20 milhões de unidades.

O Ku:Rin não será produzido, mas serve como laboratório para o aprimoramento da tecnologia.
G1/Associated Press


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Automóveis – Joias sobre rodas

Buick Riviera – 1958


Chevrolet Bel Air Coupê

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Chevrolet Bel Air Conversível
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Chevrolet Bel Air Coupê 

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Fotografias – Flagrantes


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