Design – Tecnologia – TV Keracolor Sphere – Inglaterra 1970

Enquanto os gigantes, Microsoft e Google, brigam no Olimpo, sobra pros mortais aqui na planície digital. Entre os Titãs da tecnologia da informação a disputa é por dinheiro. Aqui entre os mortais o que vai se perdendo são valores.
O Editor
Disputa entre Microsoft e Google ameaça livre fluxo de informações na Web
Por enquanto ainda é rumor, mas crescem os indícios de que há mesmo uma conversa em curso entre a Microsoft e o império jornalístico News Corporation, controlado pelo magnata Rupert Murdoch, para tentar obrigar o mecanismo de buscas Google a pagar pela indexação de notícias publicadas na imprensa.
Ao que tudo indica a Microsoft e a NewsCorp decidiram que é hora de encurralar a Google numa jogada de alto risco, cujas conseqüências para a internet vão muito além de uma mera guerra entre três das maiores empresas do mundo digital contemporâneo.
Para tentar defender posições estratégicas ameaçadas pelo crescimento constante da Google e pela queda do seu faturamento global, a Microsoft e a News parecem dispostas a criar muros virtuais e sacrificar o principio do livre fluxo de dados, informações e conhecimentos, mantido desde o surgimento da Web, há mais de uma década.
Murdoch, que controla um império jornalístico onde se destacam jornais como o The Wall Street Journal, New York Post (ambos norte-americanos), The Times e The Sun (ingleses), há muito vem insistindo na tese de que o acesso a jornais e revistas online deve ser pago. Ele acusa a Google de “roubar” conteúdos jornalísticos ao indexar notícias que depois são publicadas no site Google News.
Murdoch tem se mostrado cada vez mais irritado e agressivo na defesa de sua tese, ao mesmo tempo em que a Microsoft vê seus lucros caírem por conta do crescimento da Google e da perda de espaço de softwares residentes em computadores para programas disponíveis na Web, a chamada “computação em nuvem”.
As perspectivas sombrias tanto para a News como para a Microsoft criaram o ambiente adequado para uma aproximação onde a empresa criada por Bill Gates oferece à de Murdoch um pagamento para ter a exclusividade na indexação de todos os conteúdos online produzidos pelo império criado pelo milionário australiano naturalizado norte-americano. Hoje a Microsoft é dirigida por Steve Ballmer, depois da aposentadoria de Gates.
A exclusividade de acesso é considerada um pecado mortal pelos criadores da Web que a conceberam como um espaço sem muros para a troca de informações. A Google é no momento uma espécie de paradigma de modelo empresarial bem sucedido financeiramente num ambiente digital, onde os sistemas convencionais de negócios estão mostrando uma série de debilidades.
A possível guerra de gigantes na internet é por dinheiro, mas as conseqüências serão sentidas no âmbito dos princípios e valores. Por isto não é uma disputa qualquer. Dependendo do desenlace, o sonho da livre circulação de informações pela rede pode ser adiado por alguns anos.
Apesar do cacife financeiro da Microsoft e da News ser muito grande, a Google também tem um arsenal respeitável em matéria a conta bancária e de posição no mercado. O mecanismo de buscas controla 65% do mercado enquanto o Bing, da Microsoft tem modestos 9%. Nada menos que 100 mil acessos por minuto são desviados de buscas no Google para os sites de jornais, revistas, rádios e TVs em todo mundo.
Números como este levaram alguns especialistas em buscas, como Danny Sullivan, do site especializado Search Engine Land, a afirmar que o risco de tentar isolar a Google é grande demais e que possivelmente a dupla Mudorch/Ballmer esteja apenas tentando assustá-la. Mas outros estão convencidos de que a perspectiva de lucros declinantes na Microsoft e na News é forte demais para eles estarem blefando.
Murdoch e Ballmer estão desafiando um processo deflagrado pela internet e que está alimentando o crescimento da nova economia digital, baseada na informação como matéria prima mais valorizada. Sem a livre circulação da informação, o ritmo das inovações tende a cair para uma velocidade típica da era industrial e mecânica, o que inviabiliza todo o sistema de produção baseado na automação e computação.
É o chamado conservadorismo digital, que tenta frear o avanço das inovações para manter privilégios. É mais ou menos como se a Olivetti tentasse proibir a fabricação de computadores para manter a sua hegemonia na venda de máquinas de escrever.
Herbert Richers – o ‘pai’ da dublagem no Brasil

Ele vai ser velado na capela 1 do Cemitério Memorial do Carmo.
O corpo do produtor de cinema deve ser cremado no sábado (21).
Morreu nesta sexta-feira (20) o produtor de cinema Herbert Richers. Conhecido pela frase “versão brasileira Herbert Richers”, dita nos filmes dublados na TV, o produtor vai ser velado esta tarde no Memorial do Carmo, na Zona Portuária do Rio, e será cremado no sábado (21).
Ele estava internado desde o último dia 8 na Clínica São Vicente, na Zona Sul da cidade. Ele sofria de problemas nos rins.
Herbert tinha 86 anos e nasceu em Araraquara, no interior de São Paulo e começou a produzir filmes em meados dos anos 50. Foram cerca de 60 filmes ao longo de sua carreira.
Ainda nos anos 50 fundou a empresa que leva seu nome e começou na distribuição de filmes. Mais tarde, ela se transformou numa das pioneiras na dublagem Brasil e ainda hoje é uma das maiores no ramo no país.No Twitter, o diretor José Bonifácio de Oliveira, o Boninho, fez uma homenagem ao produtor. “Hoje se foi uma parte da história da TV brasileira… Nos deixou Herbert Richers, considerado o dono do melhor estúdio de dublagem do mundo”, escreveu ele.
A morte de Richers também foi comentada na internet pelo apresentador Luciano Huck.
De 2008 para cá, o setor registrou um crescimento de 17,6%. Possuía 20 milhões de espectadores. A Internet tem 60 milhões de usuários. A comparação, entretanto, implica em análise mais detida. Em primeiro lugar, o uso da Internet abrange não só as residências, mas o universo das empresas. Inclui a pesquisa. Os canais pagos englobam o lazer, os documentários, os filmes, o jornalismo, obras de arte portanto, as mesas de debates, as entrevistas, programas como o de Oprah. É bem diferente.
No Brasil, para um total de praticamente 54,5 milhões de domicílios, 12%(6,35 milhões) possuem TV a cabo. O total de residências com televisão passa de 90%. É um bem motivador, como se verifica. Nem poderia ser de outra forma. Há motivação também para o cabo, dada a multiplicidade de canais. Mas existe o limite de expansão imposto pelo preço, pelo valor da mensalidade. Afinal em nosso país, segundo também o IBGE, somente 7% ganham mensalmente acima de dez salários mínimos. Como pagar?
O mesmo índice mercadológico fixa um teto para a expansão da compra de computadores.
Como determina também uma fronteira para a contratação dos planos e seguros de saude. Mas estas são outras questões. O ponto essencial que impede a unificação dos mercados da TV a cabo e da Internet, penso eu, está no compartilhamento.Um aparelho de televisão é compartilhado simultaneamente por várias pessoas da família e amigos que normalmente recebem. As duas coisas. Os computadores são de operação individual. Muito raro que o operador tenha a companhia de alguém. Não quero dizer que não aconteça, porém se trata de incidência percentualmente pequena.
Em matéria de CDS e DVDS, muitas obras de fato são baixadas pela Internet. Influi no mercado de consumo, como disseram Daniel e Lucia na Ilustrada da FSP. Mas não na dimensão da audiência dos canais a cabo, inclusive porque em larga escala estes incluem transmissões esportivas. Assim, creio que os dois sistemas se intercompletam. Como acontece com os jornais, com as emissoras de TV aberta e estações de rádio.
Quando no final de 1950 a televisão chegou ao Brasil, implantada por Assis Chateaubriand, Tupi do Rio e de São Paulo, houve quem pensasse que seria o fim da era do rádio. Não foi. Nada disso. Os futurólogos esqueceram, não somente a força do rádio, mas também a audiência de mobilidade, acentuada com a expansão da indústria automobilística. Não se pode dirigir e ver televisão. Mas se pode guiar ouvindo rádio. Existe também o transistor, outra invenção do início da década de 50.
Por estas experiências que os fatos acumularam na história moderna, a tendência é que a comunicação, claro, se expanda em função da Internet. Mas um setor não eliminará o outro. A propósito: em matéria de notícias em tempo real, o que acontece? Os internautas recorrem aos sites de quem? Dos jornais.
Em um cenário de crise econômica, recessão e gastos comedidos, David Rosenberg, autor do relatório “O Futuro Frugal”, prevê que a farra consumista dos últimos anos está definitivamente sepultada e em 2009 os consumidores valorizarão cada centavo gasto nos produtos que compram - seja um frasco de xampu, seja num aparelho de TV. Segundo este relatório, o neofrugalismo como tendência de comportamento que começou a ser observada por especialistas americanos em marketing e consumo após a crise das hipotecas podres, no final de 2007, não é algo episódico, mas veio para ficar.
Nesta tendência, consumidores têm adotado comportamento semelhante em países europeus em recessão. Por exemplo, os consumidores tornaram-se mais seletivos e passaram a buscar produtos e serviços com diferenciais tangíveis.
Seguindo esta lógica, as pessoas devem passar mais tempo em casa como forma de economizar em despesas supérfluas e isso abre uma perspectiva a toda uma gama de produtos voltados para a diversão doméstica – vasta categoria que envolve de computadores que funcionam como central de entretenimento a videogames e sistemas de som digital.
Os consumidores neofrugais, ao que parece, deverão fazer com que empresas de todos os ramos, reajustem e repensem suas estratégias de marketing, e ressignifiquem os produtos e serviços que oferecem à seus clientes.
Bem, vamos tentar aproximar um pouco mais este conceito do nosso dia-a-dia, pois o fato é que alguns aspectos são fundamentais para o entendimento desta nova tendência de consumo: busca por benefícios tangíveis e maior seletividade.
Neste ponto é interessante pensarmos que o conceito de benefício tangível não deve restringir-se apenas ao fato de ser um benefício “palpável”, “corpóreo”, e sim, principalmente um benefício que seja sensível e perceptível ao consumidor.
A partir deste entendimento podemos fazer alguns ensaios dos ajustes que empresas de alguns ramos podem fazer para acompanhar esta tendência. Mas independente deste ensaio, é importante que as empresas foquem na resposta à seguinte pergunta: “Qual é o benefício tangível para o meu público?“.
Fonte: Omelhordomarketing
Computador TK85 – USA – 1980

TV Kuba Komet – Alemanha 1960
TV Keracolor Sphere – Inglaterra 1960
TV Crosleys – Inglaterra 1948
TV GE – USA 1948
TV Falkirk – Inglaterra 1926
Modelo, que está grávida, doou vestido para leilão de caridade
A supertop alemã Heidi Klum protagonizou uma cena inusitada no programa de Ellen DeGeneres, na noite desta segunda-feira, 5. Heidi, que confirmou recentemente sua gravidez, doou o vestido que usava para a caridade. Ellen, então pediu para que a entrevistada trocasse de roupa ali mesmo. Sua produção trouxe um biombo em seguida, e Heidi trocou a peça por um roupão.
Fonte: Saiu no Jornal
Apesar da crise, o Dia das Mães ainda renderá bons lucros para as vendas on-line. A informação é da consultoria e-bit, que apresentou nessa segunda-feira previsões para a data no comércio eletrônico brasileiro.
De acordo com a consultoria, o Dia das Mães deve movimentar R$450 milhões neste ano, 20% a mais que o ano passado. A previsão abrange os dias entre 25 de abril e 9 de maio.
No ano passado, livros foram os principais produtos vendidos. Em seguida vieram os artigos de informática, saúde e beleza, telefonia celular, eletrônicos, e eletrodomésticos. As previsões apontam resultado semelhante no ano de 2009.
O Dia das Mães é a segunda melhor data para o comércio eletrônico – só perde para o Natal. Espera-se que o internauta brasileiro gaste aproximadamente R$ 325,00 em suas compras, R$3,00 a mais que a expectativa de 2008.
do Olha Digital
Assistir a vídeos em alta qualidade é um dos tópicos mais falados e desejados nos últimos tempos. Mas muitas pessoas desconhecem as conexões de vídeo da própria TV. São vários os padrões de conexões de vídeo, e pode ter certeza que há uma boa diferença em relação à qualidade da imagem. Então, confira aqui o ranking das conexões de vídeo disponíveis nos aparelhos de TV e veja qual se encaixa no seu aparelho:
RF (coaxial) - quase todas as TVs e videocassetes possuem esse plug, mas é o que oferece pior qualidade de imagem e som.
RCA - é composto por 3 plugs: o amarelo é para o vídeo; o branco para o canal esquerdo de áudio, e o vermelho, para o canal direito do áudio. Indicado para quem quer ligar o DVD ou videocassete à TV.
S-Vídeo - é o que possui uma saída redondinha e oferece mais linhas de resolução que o RCA.
Vídeo componente - não é muito encontrado em aparelhos domésticos. Este tipo de conexão usa três cabos: um verde, um azul e um vermelho. Cada um transmite um padrão de cor, o que torna a imagem bem melhor.
VGA - é uma boa opção para conectar sua TV a aparelhos que entregam vídeos em alta qualidade. A única deficiência é que ainda entrega sinais analógicos.
HDMI - este é o supra-sumo dentre todos desta lista. O mesmo cabo transmite áudio e vídeo digitais, e isso faz dele o único cabo que realmente consegue te entregar uma qualidade full HD.
do Olha Digital
A Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA) manifestou-se contra à decisão da Anatel de proibir a cobrança pelo ponto extra por empresas de TV a cabo.
Segundo a entidade que representa o setor, o inteiro teor da decisão não é conhecido e sua eficácia não é imediata. “A notícia divulgada pela Agência [Anatel], em página da internet, não supre e não tem o condão de suprir esse requisito”, afirma o comunicado emitido pela ABTA.
Ainda de acordo com a entidade, a decisão pode ser, e provavelmente será, objeto de recurso administrativo. A ABTA argumenta que apenas a partir da conclusão do processo administrativo, as operadoras terão condições de conhecer e se adequar às normas editadas pela Anatel, sem prejuízo de medidas judiciais que possam suspender seus efeitos.
Proibição foi anunciada na quinta-feira
A Anatel decidiu, após dez meses de discussões, proibir a cobrança do ponto extra por empresas de TV a cabo no dia 16 de abril.
A proibição chegou a ser definida ainda em 2008 pela agência, mas caiu após ações na Justiça de empresas de TV por assinatura. Agora, no entanto, a agência reguladora afirma que preparou um texto juridicamente bem feito, que não permitirá revés nos tribunais.
O texto preparado pela Anatel permite que as TVs cobrem uma só mensalidade por unidade domiciliar. É possível cobrar uma taxa de instalação ou aluguel de um equipamento para sintonizar a TV no ponto extra. Esta cobrança, no entanto, poderá ser parcelada dentro de um limite de meses.
da Info