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O Editor


China ameaça Google com “consequências” caso empresa largue autocensura

A China advertiu nesta sexta-feira (12) a gigante da internet americana Google que a empresa ficará exposta a “consequências” se interrromper a filtragem dos resultados da buscas no site Google.cn.

“Apoiamos a expansão do Google na China, mas se violar as leis chinesas isto seria inamistoso e irresponsável, e o Google será certamente responsável pelas consequências”, afirmou o ministro da Indústria e Tecnologias da Informação, Li Yizhong.

O governo chinês controla com rigidez a internet e exige que as ferramentas de busca filtrem os resultados para ignorar os links que levam a conteúdos sensíveis para Pequim.

Em janeiro, o Google anunciou estar cansado da autocensura e informou que poderia interromper a medida, ou até mesmo suspender as atividades na China.

A ameaça aconteceu depois que a empresa americana foi vítima de ataques virtuais procedentes, segundo o Google, da China.

Desde então, o Google afirma estar em negociações com as autoridades chinesas, mas destaca que mantém a intenção de não atender mais as exigências oficiais de censura, o que não fez até agora.

“Se o Google decidir ficar na China, saberemos e isto beneficiará o desenvolvimento da internet na China”, comentou Li.

“Mas se decidir partir, o mercado de internet na China continuará se desenvolvendo rapidamente e o impacto não será muito grande”, completou.

A China tem o maior número de internautas no mundo: 384 milhões.

O mercado de busca on-line na China é dominado pelo local Baidu, que tinha 58,4% do setor no quarto trimestre, contra 35,6% da Google China.

France Presse, em Pequim

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Mouse – The Ball Scroll – designer Danilo Cvjetkovic


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Para presidente da CNN, redes sociais são o novo desafio dos canais de notícias

Facebook e Twitter ‘ameaçam’ afastar público da TV, diz Jon Klein.

Além de expansão na web, canal aponta para serviços via celular.

O presidente da CNN, Jon Klein, procura meios para enfrentar a ‘ameaça’ representada pelas redes sociais.

O maior desafio para a Cable News Network, o canal de notícias americano mais conhecido pela sigla CNN, hoje, são as redes sociais como Facebook e Twitter e não novas emissoras dedicadas à informação 24 horas, admitiu o presidente de uma das mais respeitadas empresas de mídia do mundo, nesta quarta-feira (10).

“A competição que eu realmente temo são os sites de relacionamento social”, confessou Jon Klein, durante a conferência de mídia Bloomberg BusinessWeek 2010, realizada em Nova York. “Eles são uma alternativa que ameaça afastar as pessoas de nós”, acrescentou.

“As pessoas de quem você é amigo no Facebook ou que você segue no Twitter são fontes confiáveis de informação”, explicou Klein. “Você clica em links que elas te enviam e confia nelas”, acrescentou.

“Bem, nós queremos ser o nome mais confiável quando o assunto é notícia”, continuou. E por isso, “não queremos que as mil pessoas que você segue no Twitter sejam as fontes mais confiáveis para você”.

“É um desafio e nós temos que responder a ele”, afirmou Klein.

“Por isso, estou muito mais preocupado com as 500 milhões de pessoas que estão no Facebook do que com os dois milhões que assistem à Fox”, comparou o executivo, citando a rede de TV que é a maior concorrente da CNN.

Aspas

Estou muito mais preocupado com as 500 milhões de pessoas que estão no Facebook do que com os dois milhões que assistem à Fox”

O executivo disse ainda que a “missão” de sua emissora é trazer as redes sociais e outros usuários da internet a se conectar de alguma forma à CNN. Além de expandir seus domínios na rede com notícias e vídeo, a CNN está voltada também para serviços via celular, explicou Klein.

“Os serviços on-line são uma área em expansão para nós, os serviços via celular têm enorme potencial de crescimento e o serviço doméstico a cabo nos Estados Unidos já é uma área de desenvolvimento”, acrescentou. “Há muito espaço para onde expandir”, emendou.

“Estamos em muitos lugares e eu acho que este é o modelo que pode funcionar bem para nós”, afirmou. “Todo mundo no ramo da mídia busca ativamente por múltiplas fontes de lucro, isto não é segredo”, acrescentou.

Análises detalhadas

Para Klein, que assumiu o cargo de diretor de operações da CNN nos Estados Unidos em 2004, depois de trabalhar na rede CBS, com a explosão das novas mídias e da internet, estar no local de um acontecimento não é mais o suficiente.

“Simplesmente estar lá costumava ser grande coisa”, afirmou. “Hoje em dia, precisamos dar mais do que simplesmente chegar lá”, continuou.

“Aprofundar e fazer análises é mais complicado”, disse. “Exige mais capacidade mental, mais trabalho, pensar mais o trabalho, exige mais criatividade”, enumerou.

“As pessoas acompanham rapidamente o que acontece hoje”, afirmou. “Você precisa dar a elas mais detalhes sobre o que está acontecendo. E aí que nós vamos trabalhar para continuar a fazer a diferença”, concluiu.

G1

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Em explanação na Comissão de Ciências e Tecnologia do Senado Federal, Franklin Martins da Secretaria de Comunicação do Governo Federal, declarou que “o governo precisa de uma entidade para administrar a banda larga e a Telebrás hoje é a que parece mais fácil”.

Plano de banda larga pode custar R$ 15 bi e vai integrar o PAC 2

Infraestrutura: Programa será executado até 2014, mas começa este ano com 300 municípios, diz o governo

Antes mesmo de ter definido o formato final do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), o que vai ocorrer em abril, o governo deverá incluir investimentos em expansão das telecomunicações no arcabouço do segundo Programa de Aceleração de Crescimento (PAC 2), a ser anunciado até o fim de março. Estimativas da Casa Civil apontam para um custo total do projeto de até R$ 15 bilhões, entre recursos próprios de prestadoras e de financiamentos públicos. Para o Ministério das Comunicações, porém, o plano custaria dezenas de bilhões. Esse valor ou parte dele deverá aumentar o volume de investimentos previstos no PAC 2.

Segundo o ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação Social, depois de aprovado pelo presidente, o plano ainda será debatido pelo Congresso. Ele informou que a ideia do governo federal é atuar na regulação da banda larga. “O governo precisa de alguma entidade para administrar e operar isso e a Telebrás hoje é a que parece mais fácil”, disse, reafirmando que o presidente ainda não se definiu sobre a retomada da empresa. O projeto deverá ser mostrado ao presidente na primeira quinzena de abril.

Ontem, o ministro e o coordenador dos projetos de inclusão digital da Casa Civil, César Alvarez, participaram de uma audiência pública sobre o PNBL na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado. Alvarez afirmou que, mesmo após a definição dos parâmetros do PNBL, deverá existir um ambiente de diálogo constante entre governo, iniciativa privada e sociedade civil, chamado provisoriamente de Mesa Brasil Digital. Nesse âmbito se discutirá desde o uso da internet para fins sociais como a expansão da ultrabanda larga, que é a rede de altíssima velocidade.

Segundo Alvarez, com os atrasos para aprovação do projeto, o governo pretende levar o PNBL a 300 cidades até o fim do ano. “Mas serão cidades de regiões e perfis diferentes, que reflitam a diversidade do Brasil”, afirmou.

O assessor da Casa Civil comentou que as primeiras cidades estarão na região do anel onde estão os cabos da Eletrobrás – que foram em parte recebidos da Eletronet – e de outras estatais, como a Petrobras. A rede, que hoje tem 23 mil quilômetros deverá chegar a 31 mil km até 2014, prazo previsto no PNBL. A previsão foi confirmada pelo ministro Martins, ao dizer que “o plano está sendo concebido para ir até 2014 e é evidente que não será todo realizado este ano”.

Presentes na Comissão do Senado, representantes das empresas privadas reclamaram da elevada carga tributária do setor, que prejudica a sua participação no projeto de expansão da banda larga. Segundo José Fernandes Pauletti, presidente da associação brasileira da telefonia fixa, a Abrafix, a carga da banda larga é superior a 40%. Para Franklin Martins, porém, se as empresas decidissem massificar o serviço, ele seria mais barato. Alvarez destacou que a maior parte dos encargos do setor fica por conta do ICMS e, portanto, tem de ser revistos pelos Estados.

Jarbas Valente, conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), também participante da audiência pública, destacou que o PNBL deverá ter incentivos para que a tecnologia do projeto seja principalmente brasileira.

Danilo Fariello/VALOR

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A “Big Blue” teria descoberto um nicho de usuários significativos – em número e renda – não contemplado pelas demais companhias?

IBM investe em celulares para idosos

À medida que a população da Europa e América do Norte envelhece, a necessidade de aparelhos móveis especializados se torna aguda.

A IBM deu início a um programa de pesquisa de dois anos que tem por objetivo tornar os celulares mais fáceis de usar por grupos que incluem os idosos e os analfabetos.

Com a estagnação do crescimento de mercados como os da Europa, Japão e Estados Unidos, o setor de comunicação sem fio está especialmente interessado nos idosos que até o momento tenham imaginado que podem viver sem celulares, ou que não conseguem usar os aparelhos de que dispõem.

A IBM anunciou hoje que o software desenvolvido pelo programa, que envolve também o National Institute of Design, da Índia, e a Tokyo University, será fornecido em base de fonte aberta, e que outros materiais desenvolvidos também serão fornecidos publicamente a governos e empresas.

Observadores do setor de telecomunicações avaliaram que o programa da IBM atende a uma necessidade genuína.

“À medida que a população da Europa e América do Norte envelhece, a necessidade de aparelhos móveis especializados se torna aguda,” disse Ben Wood, diretor de pesquisa da consultoria britânica CCS Insight.

IBM investe em celulares para idosos

À medida que a população da Europa e América do Norte envelhece, a necessidade de aparelhos móveis especializados se torna aguda.

“Os fabricantes de celulares terão de se adaptar caso desejem atrair uma geração que cresceu com os aparelhos móveis mas já não é capaz de usá-los da mesma forma que no passado,” explicou.

Grandes fornecedores como a Nokia e a Samsung Electronics produziram celulares com botões grandes e design simples, mas não chegaram a comercializá-los especificamente para os idosos.

Isso abriu o mercado para empresas menores como a Emporia, de capital fechado, e a sueca Doro, segundo a qual um estudo recente demonstrou que a maioria das pessoas com mais de 65 anos nos países desenvolvidos já têm celulares.

A austríaca Emporia decidiu que seu foco exclusivo seriam os celulares para idosos alguns anos atrás, quando a mãe aposentada de seu presidente-executivo, Albert Fellner, começou a pedir ajuda regularmente para usar seu aparelho.

“Ela me deixava maluco com o celular. A cada duas semanas, eu precisava explicar a ela como usá-lo. Desisti e disse que produziria um celular que ela saberia como usar,” afirmou Fellner.

Info Online

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Empresa reuniu 13 bancos de dados públicos para oferecer visualização de indicadores como educação, economia e salários, entre outros.

O Google Labs, serviço que reúne as iniciativas online em teste no Google, acaba de abrir o acesso dos internautas a mais uma experiência: o Google Public Data Explorer.

Divulgado nesta segunda-feira (8/3) por meio do blog da empresa, o Public Data Explorer é uma ferramenta de visualização dos dados públicos armazenados pelo Google – mais precisamente, estatísticas fornecidas por órgãos oficiais.

A iniciativa é um complemento a outras que o Google já havia anunciado, como o acesso aos dados de pesquisas do Banco Mundial. Desta vez, o Google selecionou cerca de 80 das pesquisas mais populares sobre dados estatísticos globais, para apresentá-los de diversas formas gráficas.

Garimpo

A lista dos temas escolhidos para garimpo de dados inclui comparação dados escolares, desemprego, população, salários, estatísticas de crime e de saúde, desastres, PIB, pobreza, preço do petróleo, custo de vida e até os nomes próprios mais populares.

“Para nos ajudar a priorizar melhor que dados incluir neste recurso, analisamos de forma anônima os logs de busca para descobrir padrões nos tipos de busca que as pessoas estão fazendo”, explicou o estatístico Jürgen Schwärzler, da equipe de Dados Públicos do Google, no blog da empresa.

Por enquanto, os dados são extraídos de 13 bancos de dados, fornecidos por entidades como Banco Mundial, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), o US Census Bureau e o Eurostat, entre outros.

Os gráficos podem ser incluídos em blogs e sites, e o Google avisa que está aberto à participação de provedores adicionais de dados.

IDGNow

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Nokia obtém patente de bateria de celular que carrega com movimento

Energia é captada e gerada pelo movimento sofrido pela própria bateria.

Tecnologia utiliza energia cinética, já usada para dar carga em relógios.

A Nokia registrou a patente de uma aplicação capaz de recarregar as baterias de seus smartphones e celulares a partir da movimentação delas durante a utilização dos aparelhos pelos usuários, de acordo com informações publicadas no site francês “MobiFrance” nesta

De acordo com a patente obtida nos EUA, a tecnologia chamada “Piezoelectric Kinetic Energy Harvester” (ou “Coletor Piezoelétrico de Energia Cinética”, em português) é capaz de captar a energia gerada dos movimentos do aparelho feitos pelos usuários e utilizá-la para recarregar o dispositivo móvel automaticamente.

A energia cinética já é utilizada para carregar a bateria de relógios há algum tempo, mas a Nokia dá um passo adiante, ao tentar colher a energia gerada por todos os movimentos que as baterias estão sujeitas, avaliou o site “Inquirer”.

G1

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Microsoft lançará celulares ainda no primeiro semestre

Aparelhos seriam dirigidos a usuários de redes sociais.

Celular da Microsoft é dirigido a usuários de redes sociais e deve ser lançado no primeiro semestre

A Microsoft espera lançar dois celulares no fim do primeiro semestre, informou uma fonte com conhecimento do assunto nesta quinta-feira.

O blog de tecnologia Gizmodo publicou fotografias de um aparelho preto com cantos arredondados que inclui um miniteclado deslizável.

O Gizmodo disse que as fotos, que mostram ainda a marca da Microsoft e o logo da Verizon, fazem parte de materiais de marketing enviados ao blog por uma fonte.

Os telefones, que serão vendidos pela maior operadora dos Estados Unidos, a Verizon Wireless, seriam dirigidos a usuários de redes sociais, segundo a fonte, que não quis ser identificada porque os aparelhos ainda não foram anunciados.

Os celulares estão sendo desenvolvidos pela Microsoft sob o nome de Projeto Rosa (em tradução livre), disse a fonte. Representantes do fabricante de software e da Verizon Wireless não quiseram comentar a informação.

Até agora, a presença da Microsoft no mercado de telefonia móvel se limita à venda de seu sistema operacional para celulares, o Windows Phone, para diversos fabricantes de aparelhos.

Mas a empresa vem perdendo sua fatia do mercado para empresas como Apple e Google, entre outras.

A Microsoft também vende o aparelho Sidekick, fabricado pela Sharp, desde a aquisição da empresa Danger.

Há anos, a Microsoft nega boatos de que estaria desenvolvendo novos celulares além do Sidekick, mas persistem os rumores sobre o Projeto Rosa.

Gizmodo/Reuters

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03 coisas que você nunca soube sobre seu celular.

Será útil manter essas informações com você.

Existem algumas coisas que podem ser feitas em caso de emergência.

Seu celular é uma ferramenta que pode salvar sua vida.

Veja o que ele pode fazer por você:

Emergência I

O número universal de emergência para celular é 112

Se você estiver fora da área de cobertura de sua operadora e tiver alguma emergência, disque 112 e o celular irá procurar conexão com qualquer operadora possível para enviar o número de emergência para você, e o mais interessante é que o número 112 pode ser digitado mesmo se o teclado estiver travado. Experimente!

Emergência II *3370#

Vamos imaginar que a bateria do seu celular esteja fraca. Para ativar, pressione as teclas: *3370#

Seu celular irá acionar a reserva e você terá de volta 50% de sua bateria. Essa reserva será recarregada na próxima vez que você carregar a bateria.

Emergência III *#06#

Para conhecer o número de série do seu celular, pressione os seguintes dígitos: *#06#

Um código de 15 dígitos aparecerá. Este número é único. Anote e guarde em algum lugar seguro. Se seu celular for roubado, ligue para sua operadora e dê esse código. Assim eles conseguirão bloquear seu celular e o ladrão não conseguirá usá-lo de forma alguma. Talvez você fique sem o seu celular, mas pelo menos saberá que ninguém mais poderá usá-lo. Se todos fizerem isso, não haverá mais roubos de celular.

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Cidade no Kansas muda seu nome para… Google

A cidade de Topeka, no Kansas, está tentando agradar o Google e teve uma ideia inusitada. O prefeito da cidade declarou que, durante o mês de março, a cidade mudará seu nome para Google, segundo publicou a AFP. Isso mesmo, o endereço se tornou: Google, no Kansas.

A ideia é tentar atrair a atenção do Google para que os testes do projeto de internet em alta velocidade do gigante das buscas sejam feitas por lá.

No site da cidade (Topeka.org), já é possível ver informações sobre a campanha para que as “fibras óticas” do Google cheguem à cidade. Um pronunciamento do Prefeito surge com o slogan: “Google, Kansas – a capital das fibras óticas”.

De acordo com a AFP, as comunidades norte-americanas que tiverem interesse em ser sede dos experimentos devem mostrar interesse ao Google até o dia 26 de março.

Folha OnLine

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Com a promessa de ser um espécie de “Google nacional“, segundo o presidente Lula, o novo Portal Brasil estreou nesta quarta-feira ainda com alguns problemas de navegação.

Os links demoram para abrir, e por vezes a lentidão faz com que a conexão com o site seja perdida. Segundo a assessoria da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), o problema ocorre devido ao grande volume de conteúdo que está sendo inserido.

A Secom esclareceu ainda que a situação deverá se normalizar nos próximos dias, já que a capacidade de acesso do novo portal foi quintuplicada, passando de 1.000 para 5.000 acessos simultâneos por segundo.

O objetivo do portal é reunir serviços e informações sobre ações e programas federais que antes estavam dispersas por diversos sites. Informações sobre como tirar a carteira de identidade, calendários de campanhas de vacinação e orientações sobre aposentadoria são exemplos dos conteúdos disponíveis. Para realizar o projeto, o governo gastou R$ 11 milhões e a empresa contratada foi o grupo TV1.

Durante a cerimônia de lançamento em Brasília, Lula afirmou que com o portal “não haverá mais segredo, tudo será publicado para todos os brasileiros”.

O Globo

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