Outdoor da AT&T na Índia

Primeiro desce redondo. Numa boa. Depois humilha e mata!
…”o que dá pra rir dá pra chorar…”
3 razões para parar de beber
Fosse vivo hoje Waldik Soriano certamente mudaria a letra de um de seus grandes sucessos, “Eu não sou cachorro não”. Veria que no Planalto das Ilusões ser cachorro é um bom meio de vida!
O Editor
O cachorro de Dilma nos jardins da corte brasiliense
Publicitários são mesmo magos na transformação da realidade. Lembra daquele cachorro preto que corre para a água e traz de volta para a dona um galho lançado num plácido lago – cena que encerrou o programa eleitoral de Dilma Rousseff desta terça? Pois bem, trata-se de Nego – o labrador que faz companhia à candidata, e que dividiu com ela, em tempos menos movimentados, os passeios das manhãs de domingo.
A cena que encerra a propaganda eleitoral se passa no lugar mais nobre e elitizado do riquíssimo Lago Sul – um gueto brasiliense onde o PIB familiar se iguala ao de países de primeiro mundo, povoado por estrangeiros e funcionários públicos de alto escalão.
Era lá que se dava a solitária caminhada de Dilma, hoje primeira colocada nas pesquisas, nos tempos de ministra – no mais exclusivo recanto do Lago Sul, cujo pomposo e expressivo nome é Península dos Ministros.
“As pessoas pensam que ele me protege, mas sou eu que o protejo”, contou-me a então ministra, numa destas caminhadas. “Ele é só um cachorro preto e dócil, com uma boca cheia de dentes”, completou.
Estilizada, a imagem foi parar no programa do horário eleitoral gratuito, para humanizar a candidata, apresentando-a numa singela cena doméstica, brincando com seu cachorro.
E Nego nem sabe disso, mas virou cabo eleitoral, está até na televisão – tudo pelos transformistas da publicidade em busca do voto.
blog da Christina Lemos
Mais um que achava que poderia ganhar dinheiro cobrando por acesso ao conteúdo on line. Deu com os burros n’água!
Perdeu dinheiro e audiência.
Após começar a cobrar, site do ‘Times’ tem queda de 66% em visitas
Diminuição de audiência perdeu força após uma semana de restrição.
Medida é acompanhada por outros grupos editoriais, que podem copiá-la.
As visitas ao site do jornal inglês “The Times” caíram aproximadamente 66% desde que o grupo News International, seu proprietário, decidiu cobrar pelo acesso.
A informação foi divulgada pelo “Financial Times“, que lembra que a queda, no entanto, foi muito inferior aos 90% que os mais pessimistas previam.
A aposta do News International, propriedade do magnata australiano Rupert Murdoch, está sendo observada por grupos editoriais de todo o mundo.
Muitos projetam medidas similares para compensar a queda na venda de suas edições impressas e a redução na receita publicitária.
Segundo os números, elaborados pela Experian Hitwise, empresa que analisa o trânsito on-line, a queda mais significativa das visitas foi nas semanas anteriores ao início da cobrança, quando os leitores precisaram se registrar.
Nas cinco semanas entre 22 de maio e 26 de junho, o volume de visitas caiu 58%.
No mesmo período, a fatia do “Times” de todo o tráfego na web relacionado com a imprensa passou de 4,37% a 1,83%.
Uma semana depois do início da cobrança, a partir de 2 de julho, a queda perdeu força – foi para 33% do total de antes da cobrança -, embora a quantidade de visitas possa ter sido influenciada pelo início da Copa do Mundo.
G1/EFE