Contra a censura. Sempre! Antes que Cháves.
Aos chavistas maluquetes do PT:
1. A liberdade de expressão é um dos pilares do Estado Democrático de Direito.
2. A Constituição Federal do Brasil consagra o direito que todos têm de dizer o que quiser e não cabe a ninguém definir previamente o que pode ser dito.
3. Aos petistas desassistidos da Constituição eu recomendo, pelo menos aos alfabetizados, uma leitura no Artigo 220 da CF/88:

“A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não sofrerão qualquer restrição”.
4. Todos estão sujeitos a punições e aos rigores da lei caso use esse direito da liberdade de expressão para caluniar, difamar ou mentir.
5. Cabe ao ofendido/caluniado /difamado recorrer à Justiça, que poderá aplicar a legislação de danos morais e/ou o direito de resposta.
O Editor


Visão do PT sobre meios de comunicação é absurda.

Reportagem – aliás muito boa – de Gabriel Manzano, O Estado de São Paulo de 8 de julho, focaliza pontos polêmicos.


Alguns, equivocados, outros, contidos no programa de governo do PT entregue, conforme a lei prevê, ao Tribunal Superior Eleitoral acompanhando o registro da candidatura Dilma Rousseff. Entre os pontos equivocados, destaca-se a visão do Partido dos Trabalhadores sobre os meios de comunicação.

Transcrevo literalmente o parágrafo acentuado por Manzano: jornais, rádio e TV são pouco afeitos à qualidade, ao pluralismo, ao debate democrático. É preciso compensar o monopólio e a concentração dos meios de produção.

Vamos por etapas. Em primeiro lugar, como é muito comum acontecer na vida, uma falta de registro histórico, uma ingratidão. Pois foram os jornais e as emissoras de televisão que destacaram a imagem de Lula, o metalúrgico, comandando a greve de 79 no ABCD paulista, transferindo-a do campo trabalhista para o político. Veicularam intensamente a onda nacional de protestos contra sua prisão naquele momento, primeira reação sindical depois do fim do ciclo do arbítrio absoluto.

Em segundo lugar, não é verdade que não sejam os órgãos de comunicação afeitos ou que não se preocupem com a qualidade. Pelo contrário. Basta examinar as edições de O Globo, O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Correio Braziliense, Zero Hora de Porto Alegre, do Estado de Minas, para se constatar o absurdo da afirmativa, que desqualifica a ideia formulada.

Não é fato, também, que não se ajustem ao debate democrático. Sustentação falsa. É só ler os artigos, as matérias, as entrevistas publicadas, as seções de cartas aos leitores. O pluralismo está caracterizado todos os dias. Mais um absurdo total.

Em terceiro, o que significa a frase é preciso compensar o monopólio e a concentração dos meios de produção? No caso, meios de produção só podem ser os do sistema de comunicação, já que este é o capítulo ao qual a afirmação se refere e focaliza. Como compensar o monopólio? Simplesmente impossível, a não ser que fossem aplicados investimentos estatais no setor. O que não tem cabimento. Há cinqüenta e seis anos, o financiamento do Banco do Brasil ao jornal Última Hora, acabou levando diretamente a uma CPI de grande repercussão política, e indiretamente o presidente Getúlio Vargas ao suicídio. Não existe tal possibilidade no panorama de hoje.

Quando Dilma Rousseff – que assinou, segundo ela própria, sem ler direito – recorre à palavra monopólio, só pode estar se referindo às Organizações Globo. Pois não existe outro grupo empresarial tão forte e abrangente no Brasil.

Caso da Rede Globo, líder absoluta em audiência, do Jornal O Globo, da Rádio Globo, AM e FM, da CBN, da NET, de canais a cabo como o Sport TV, a Globo News.

Há uma contradição nítida. Existe ainda, ia esquecendo, o jornal Valor, líder absoluto na área econômica, em sociedade coma Folha de São Paulo, que, por seu turno possui o controle acionário do portal UOL, o maior do país.

Casos de concentração, sim, mas decorrentes da qualidade de cada um deles. Isso é inegável. Mas a sequência de equívocos do PT não termina aí. Fala em desconcentração.

Como fazê-la? Como tornar a ideia na sombra em exeqüível na prática? Não existe como. Não há forma possível de se promover projeto tão absurdo. Impressionante a visão destorcida. Uma pergunta: quem tem destacado para a opinião pública a enorme aprovação do governo Lula?

Basta dizer isso.

Pedro de Coutto/Tribuna da Imprensa

, , , , , , , , , , , , ,

Para presidente da CNN, redes sociais são o novo desafio dos canais de notícias

Facebook e Twitter ‘ameaçam’ afastar público da TV, diz Jon Klein.

Além de expansão na web, canal aponta para serviços via celular.

O presidente da CNN, Jon Klein, procura meios para enfrentar a ‘ameaça’ representada pelas redes sociais.

O maior desafio para a Cable News Network, o canal de notícias americano mais conhecido pela sigla CNN, hoje, são as redes sociais como Facebook e Twitter e não novas emissoras dedicadas à informação 24 horas, admitiu o presidente de uma das mais respeitadas empresas de mídia do mundo, nesta quarta-feira (10).

“A competição que eu realmente temo são os sites de relacionamento social”, confessou Jon Klein, durante a conferência de mídia Bloomberg BusinessWeek 2010, realizada em Nova York. “Eles são uma alternativa que ameaça afastar as pessoas de nós”, acrescentou.

“As pessoas de quem você é amigo no Facebook ou que você segue no Twitter são fontes confiáveis de informação”, explicou Klein. “Você clica em links que elas te enviam e confia nelas”, acrescentou.

“Bem, nós queremos ser o nome mais confiável quando o assunto é notícia”, continuou. E por isso, “não queremos que as mil pessoas que você segue no Twitter sejam as fontes mais confiáveis para você”.

“É um desafio e nós temos que responder a ele”, afirmou Klein.

“Por isso, estou muito mais preocupado com as 500 milhões de pessoas que estão no Facebook do que com os dois milhões que assistem à Fox”, comparou o executivo, citando a rede de TV que é a maior concorrente da CNN.

Aspas

Estou muito mais preocupado com as 500 milhões de pessoas que estão no Facebook do que com os dois milhões que assistem à Fox”

O executivo disse ainda que a “missão” de sua emissora é trazer as redes sociais e outros usuários da internet a se conectar de alguma forma à CNN. Além de expandir seus domínios na rede com notícias e vídeo, a CNN está voltada também para serviços via celular, explicou Klein.

“Os serviços on-line são uma área em expansão para nós, os serviços via celular têm enorme potencial de crescimento e o serviço doméstico a cabo nos Estados Unidos já é uma área de desenvolvimento”, acrescentou. “Há muito espaço para onde expandir”, emendou.

“Estamos em muitos lugares e eu acho que este é o modelo que pode funcionar bem para nós”, afirmou. “Todo mundo no ramo da mídia busca ativamente por múltiplas fontes de lucro, isto não é segredo”, acrescentou.

Análises detalhadas

Para Klein, que assumiu o cargo de diretor de operações da CNN nos Estados Unidos em 2004, depois de trabalhar na rede CBS, com a explosão das novas mídias e da internet, estar no local de um acontecimento não é mais o suficiente.

“Simplesmente estar lá costumava ser grande coisa”, afirmou. “Hoje em dia, precisamos dar mais do que simplesmente chegar lá”, continuou.

“Aprofundar e fazer análises é mais complicado”, disse. “Exige mais capacidade mental, mais trabalho, pensar mais o trabalho, exige mais criatividade”, enumerou.

“As pessoas acompanham rapidamente o que acontece hoje”, afirmou. “Você precisa dar a elas mais detalhes sobre o que está acontecendo. E aí que nós vamos trabalhar para continuar a fazer a diferença”, concluiu.

G1

, , , , , , , , , , ,

A incógnita da internet no jogo político-eleitoral

Há um consenso entre os que estudam a internet de que ela terá uma grande influência na definição dos novos centros de poder que estão surgindo na sociedade contemporânea. Mas o que ninguém sabe é como este processo vai se desenrolar, quando os seus resultados aparecerão e de que forma.

Os processos eleitorais configuram momentos em que as pessoas tomam decisões que vão moldar o cenário político e por consequência uma nova geografia do poder no país ou na região. Como a internet já faz parte do contexto social contemporâneo, ela começa a provocar reações desencontradas tanto entre os conservadores como entre os liberais.

As pessoas tomam decisões a partir de mensagens captadas pelo sistema cognitivo individual que por sua vez está condicionado a contextos específicos, dando origem a percepções diferenciadas. As mensagens são transmitidas e recebidas dentro do processo da comunicação, transportadas pelos chamados meios de comunicação (jornal, radio, TV, internet, cinema, livros, publicidade, propaganda etc.).

A internet é um meio de comunicação que opera no contexto de redes sociais formadas por usuários que interagem de forma horizontal e descentralizada. Estas características levaram o sociólogo espanhol Manual Castells a afirmar que “numa sociedade em rede, a política é essencialmente a política da mídia”, ou seja ela é determinada pela política dos meios de comunicação.

É esta característica que está deixando os conservadores nervosos e beligerantes enquanto os liberais mostram-se perplexos e desorientados. A internet quebrou o controle quase absoluto que os conservadores tinham sobre os meios de comunicação e isto os está assustando muito. A multiplicação vertiginosa dos weblogs, a disseminação viral dos twitters e o crescimento constante das redes como Facebook, os colocam diante de situações não previstas e incontroláveis.

O controle da comunicação sempre foi junto com a força militar o binômio responsável pela hegemonia de um segmento social cujo poder é financiado pela acumulação de riquezas. Como os conservadores estão perdendo o controle da comunicação isto os está obrigando a rever o seu modelo de poder político. A recente crise no sistema financeiro mundial é um sintoma deste ajuste, que até agora ninguém sabe como vai terminar.

Por seu lado, os liberais, ainda não chegaram a um consenso sobre o modelo econômico que viabilizará os negócios digitais, a longo prazo. A ausência deste modelo fragiliza os seus questionamentos políticos porque mantém a dependência dos internautas em relação à economia convencional.

Politicamente, a geração internet mostra-se refratária às práticas e valores tradicionais tendendo ao nihilismo eleitoral. Mas esta atitude, embora rotulada como apolítica, é na verdade profundamente política, porque aponta para o surgimento de um contra-poder alimentado pela comunicação horizontal e descentralizada dentro da internet.

Os dilemas e incertezas dos que desconfiam da internet são claramente visíveis na imprensa brasileira, que se mostra integrada ao sistema de poder político hegemônico no país, sem dar-se conta de que existe um contra-poder em gestação, cujo perfil é totalmente distinto daquele que caracterizou a esquerda.

A cobertura das eleições presidenciais deste ano faz parte deste contexto midiático e tende a fortalecer a ideia de que só existe um poder político, o que é uma ficção. Existe um poder hegemônico, mas a internet está criando outro que funciona segundo regras próprias e que em sua maioria ainda não foram suficientemente materializadas. A única coisa que se sabe é que ele provavelmente será fragmentado e descentralizado.

Carlos Castilho/Observatório da Imprensa

, , , , , , , , , , , , , , , , , ,

O leitor Sérgio Ribeiro, de São Paulo, perguntou num comentário postado aqui no Observatório se a avalancha informativa gerada pela internet e pela digitalização, em vez de ajudar não está complicando ainda mais a já atribulada vida do cidadão contemporâneo? Ele questiona se os mortais terão capacidade de lidar com tanto conteúdo e se na verdade não estamos criando um fantástico desperdício informativo?

Ele não é o único a se colocar a mesma dúvida e se formos ver em detalhe, é bem possível que cheguemos também à mesma pergunta.

Para encontrar uma resposta tranqüilizadora, nós teremos é que mudar o foco das nossas preocupações. Até agora, o metro usado para medir quantidades de informação era dado pela nossa capacidade de processá-la. Nós comprávamos só os livros, jornais e revistas que poderíamos ler, só ligávamos a televisão para ver os programas considerávamos interessantes, e por aí vai.

A avalancha informativa mudou os parâmetros e passou a concentrar as preocupações nas comunidades, na sociedade global. E por que isto?

Antes da revolução tecnológica, o conhecimento individual era suficiente para atender às nossas necessidades de produção de novos conteúdos informativos e alimentar a criatividade universal. Os cérebros privilegiados, os cientistas e aquelas pessoas que muitos chamam de gênios.

Mas a economia cresceu e se diversificou, passando a exigir novos conhecimentos para alimentar a cadeia da inovação. A demanda de conhecimentos superou a oferta, pressionando a busca de inovações que acabaram levando à revolução gerada pela digitalização e pela internet. A combinação de ambas liberou uma massa de informações, dados e conhecimentos nunca vista na história da humanidade.

Usando dados da pesquisa How Much Information, feita em 2002 pelos professores Hal Varian e Peter Lyman, da Escola de Sistemas e Gerência da Informação da Universidade da Califórnia (Berkeley) , seria possível estimar que, em 2008, a avalancha informativa disponibilizaria para cada ser vivo no planeta uma pilha de livros, DVDs e CDs da altura de um edifício de nove andares.

Um número como este deixa muita gente na dúvida. Primeiro se o cálculo está correto e, em segundo lugar, porque comprova uma distribuição de conhecimento muito mais desigual do que imaginamos.

A questão é que esta massa de informações é necessária para alimentar um processo de produção de conhecimentos que adquiriu também características inéditas na história da humanidade. Quando você faz uma busca no Google, cada resultado que você lê na tela resultou de vários bilhões de recombinações de informações armazenadas nos servidores do mecanismo de busca, tudo em questão de fração de segundos.

Nós ainda estamos acostumados a pensar em termos aritméticos em matéria de absorção de conhecimentos. Mas o mundo já funciona numa outra realidade movida basicamente à base de informação, quase na velocidade de luz. Sem ela, a economia moderna entraria em colapso. O sistema financeiro simplesmente desapareceria. O tráfego aéreo implodiria.

Na verdade não há desperdício informativo. Pelo contrário, a demanda continua crescendo e a oferta, também. Tomemos o caso da chamada Web social, formada pelas redes, comunidades e coletivos virtuais. A soma de todos os conhecimentos de todos os usuários das redes é essencial para produzir sistemas cada vez mais rápidos, sofisticados e personalizados.

O Orkut, Facebook e todas as demais redes virtuais na Web são gigantescas usinas de conhecimento que consomem e produzem quantidades ciclópicas da matéria prima informação. Sérgio, o meu conselho é: fica frio. A mesma angústia que estás sentindo atingiu os telespectadores quando a TV por cabo entrou no mercado, multiplicando por até 50 vezes a oferta de canais no sistema aberto. Ninguém morreu e hoje há muita gente que reclama por uma oferta mais diversificada de programas de televisão.

por Carlos Castilho/Observatório da Imprensa

, , , , , , , , , , ,

Parece uma epidemia que grassa, desde sempre, na América Latina. Tudo quanto é protótipo de ditador caudilhesco ou quer se perpetuar no poder — antes através de golpes militares, hoje através de atentados plebiscitários, Cháves, Correa, Evo, Zelaya, contra as constituições nacionais — ou quer amordaçar a imprensa.

Os pulhas não aprendem que a imprensa tradicional pode até ser contida por decretos ou pressões financeiras, mas a internet está aí pra não deixar que os ‘Cháves’ proliferem.

Contra a censura. Sempre. Antes que Cháves!

O editor


O debate sobre a nova Lei de Serviços Audiovisuais da Argentina pode ter acabado no Congresso, que aprovou o projeto da presidente Cristina Kirchner anteontem, mas vai agora aos tribunais.

A Província de San Luís, governada pelo oposicionista Alberto Rodríguez Saá, pedirá à Suprema Corte que declare a nova lei inconstitucional, segundo o diário “La Nación“.

Estima-se que também apelem à Justiça grupos privados de mídia que terão que se desfazer de parte de seus negócios, de acordo com as novas regras.

A lei limita a dez as concessões de rádio e TV por empresa, veta a propriedade simultânea de canais de TV aberta e a cabo e cria teto de 35% dos assinantes por operador de TV a cabo.

O Clarín, maior conglomerado de mídia argentino, em choque com o governo desde 2008 e suposto alvo do casal Kirchner com a nova lei, é o grupo que terá de se desprender de mais negócios para se adequar.

“Aqui na Argentina parece que o direito à propriedade privada é um palavrão. Mas o artigo 17 da Constituição defende claramente esse direito”, disse ao jornal “Perfil” Gregorio Badeni, apontado como o especialista em direito constitucional que representará o Clarín nas ações contra a nova lei.

A ordem para “desinvestir”, contudo, não será imediata. Depende da regulamentação da lei e da formação da “autoridade de aplicação” -comitê que decidirá sobre as concessões e o enquadramento das empresas existentes ao marco legal.

Embora o governo tenha demonstrado pressa na tramitação e na promulgação da lei -em edição extraordinária do Diário Oficial, horas após a votação-, a conformação da “autoridade de aplicação” pode não ocorrer antes de 2010, já que três dos membros devem ser indicados pelo Legislativo.

O governo está ciente da batalha judicial que se avizinha. O chefe de gabinete presidencial, Aníbal Fernández, disse que “todos que quiserem” poderão ir à Justiça, mas que suas ações “não terão sustentação”.

Na avaliação do governo, os empresários de mídia não poderão invocar direitos adquiridos, uma vez que não são proprietários do espectro radioelétrico, mas sim têm concessão do Estado para explorá-lo, por tempo determinado.

O aspecto que San Luís questionará na Suprema Corte é outro. “A lei viola o artigo 32 da Constituição, porque afeta o direito da Província de legislar sobre os meios de comunicação que operam dentro dela”, disse Rodolfo Barra, que impulsionará a causa, ao “La Nación”.

Além dos questionamentos à nova lei, as atenções se voltam à causa que o Clarín move contra o governo, por “intimidação”.

Em setembro, a Receita Federal fez operação-surpresa na sede do diário “Clarín” e em casas de diretores do grupo. Na semana passada, o Clarín denunciou que o governo ameaçou expropriar a fábrica de papel-jornal Papel Prensa, da qual detém 49% das ações.

Silva Arantes/Folha de S.Paulo

O debate sobre a nova Lei de Serviços Audiovisuais da Argentina pode ter acabado no Congresso, que aprovou o projeto da presidente Cristina Kirchner anteontem, mas vai agora aos tribunais.

A Província de San Luís, governada pelo oposicionista Alberto Rodríguez Saá, pedirá à Suprema Corte que declare a nova lei inconstitucional, segundo o diário “La Nación”.

Estima-se que também apelem à Justiça grupos privados de mídia que terão que se desfazer de parte de seus negócios, de acordo com as novas regras.

A lei limita a dez as concessões de rádio e TV por empresa, veta a propriedade simultânea de canais de TV aberta e a cabo e cria teto de 35% dos assinantes por operador de TV a cabo.

O Clarín, maior conglomerado de mídia argentino, em choque com o governo desde 2008 e suposto alvo do casal Kirchner com a nova lei, é o grupo que terá de se desprender de mais negócios para se adequar.

“Aqui na Argentina parece que o direito à propriedade privada é um palavrão. Mas o artigo 17 da Constituição defende claramente esse direito”, disse ao jornal “Perfil” Gregorio Badeni, apontado como o especialista em direito constitucional que representará o Clarín nas ações contra a nova lei.

A ordem para “desinvestir”, contudo, não será imediata. Depende da regulamentação da lei e da formação da “autoridade de aplicação” -comitê que decidirá sobre as concessões e o enquadramento das empresas existentes ao marco legal.

Embora o governo tenha demonstrado pressa na tramitação e na promulgação da lei -em edição extraordinária do Diário Oficial, horas após a votação-, a conformação da “autoridade de aplicação” pode não ocorrer antes de 2010, já que três dos membros devem ser indicados pelo Legislativo.

O governo está ciente da batalha judicial que se avizinha. O chefe de gabinete presidencial, Aníbal Fernández, disse que “todos que quiserem” poderão ir à Justiça, mas que suas ações “não terão sustentação”.

Na avaliação do governo, os empresários de mídia não poderão invocar direitos adquiridos, uma vez que não são proprietários do espectro radioelétrico, mas sim têm concessão do Estado para explorá-lo, por tempo determinado.

O aspecto que San Luís questionará na Suprema Corte é outro. “A lei viola o artigo 32 da Constituição, porque afeta o direito da Província de legislar sobre os meios de comunicação que operam dentro dela”, disse Rodolfo Barra, que impulsionará a causa, ao “La Nación”.

Além dos questionamentos à nova lei, as atenções se voltam à causa que o Clarín move contra o governo, por “intimidação”.

Em setembro, a Receita Federal fez operação-surpresa na sede do diário “Clarín” e em casas de diretores do grupo. Na semana passada, o Clarín denunciou que o governo ameaçou expropriar a fábrica de papel-jornal Papel Prensa, da qual detém 49% das ações.

Silva Arantes/Folha de S.Paulo

, , , , , , , , , , ,

“Reclame” do Repórter Esso na Rádio Farroupilha

Memória Cartazes Cinema & TV Memória Cartaz Repórter Esso

, , , , , , , ,

Novamente o soba do Maranhão tenta limpar a sua (dele) emporcalhada biografia, culpando a imprensa, inclusa aí a mídia internet. Mais uma vez o déspota dos Timbiras coloca a culpa no mordomo.

Não satisfeito com as deslavadas explicações dadas da tribuna do senado, sua ex-celência contratou uma tropa de choque fascista para produzir contra informação, favorável é claro, nos comentários dos blogs que ‘ousam’ denunciar as maracutaias do impoluto senador.

Essas penas, quer dizer, esses teclados venais, são remunerados — será que tal remuneração é contabilizada nas imorais verbas indenizatórias pagas pelos Tupiniquins aos inconpíscuos senadores? — postam comentários espúrios para defender o senhor de todo o infelicitado povo maranhense.

Observem que aqui nesse blog, toda vez que é postada uma matéria desfavorável ao senador Sarney, algum marimbondo de fogo se apressa em publicar comentário com loas ao dedicado avô de ‘netinhas-precisando-empregar-namorados’.

Tais vigilantes do puxasaquismo utilizam emails falsos, tais e quais seus (deles) argumentos. Contudo o rastreio dos IPs os identifica como oriundos de um mesmo provedor de Brasília. Mais óbvio impossível, né?

Acontece, que ao contrário do censório presidente do senado — vide censura ao Estadão —, meu blog é democrático e não censura ninguém.

Lembram da censura ao blog da brava jornalista Alcinea Cavalcante, do Amapá? A Alcinea é aquela jornalista que, na campanha eleitoral, difundiu em todo o Amapá o inocente e amistoso slogan “Xô Sarney!”.

O ‘democrático’ Sarney conseguiu que uma juíza substituta do Tribunal Eleitoral de lá a silenciasse na campanha: proibiu que ela escrevesse no jornal, falasse na rádio, dissesse na televisão e até mesmo pusesse em seu blog na internet.

O tiro saiu pela culatra. Por causa das ferroadas censórias de Sarney, o blog ganhou o Prêmio Best of the Blog da Deutsche Welle (alemã), na categoria ‘Repórteres sem fronteiras’.

Na Academia, Sarney é Rui Barbosa. No Senado, é Pinheiro Machado. No Amapá, é Mussolini. (Sebastião Nery, jornalista)

O editor

PS. O que esperar de quem — um Fausto do universo político? — trêfego, trafegou da ARENA até se transformar em um empedernido petista desde criancinha?


Sarney prepara cartilha contra os ‘ataques da mídia’

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) decidiu fazer mais uma derradeira tentativa de afastar de sua biografia as nódoas.

O senador prepara uma cartilha de auto-defesa. No texto, oferecerá respostas ao que chama de “campanha” da mídia.

O texto está pronto. Passa agora por uma revisão. Aborda as acusações que frequentaram as manchetes e que o Senado não quis investigar.

Além da cartilha, Sarney organiza um jantar. Coisa seleta. O próprio senador redige, a mão, os convites.

Exclui da lista de candidatos ao repasto os senadores que pontificaram na ala do “Fora, Sarney”.

Ficarão de fora até alguns neocompanheiros do PT. O líder Aloizio Mercadante, por exemplo.

Nesta terça (14), numa espécie de avant-première da peça que está por vir, Sarney pronunciou um discurso.

A pretexto de festejar o Dia da Democracia, fustigou aquela que considera sua maior algoz: a “mídia”.

Lero vai, lero vem, Sarney lecionou: “É melhor o pior Parlamento do que Parlamento nenhum”.

Esquivou-se de realçar que melhor mesmo talvez seja o melhor parlamento. Disse ter encontrado inspiração numa frase de Thomas Jefferson.

Quando questionado acerca do que era melhor — se um governo sem imprensa ou uma imprensa sem governo — o ex-presidente americano agarrou-se à segunda hipótese.

Mais adiante, Sarney foi ao ponto: “De certo modo, a mídia passou a ser uma inimiga das instituições representativas”.

Caberia a pergunta: quem é mais inimigo das instituições, a mídia que expõe as mazelas ou os pseodurepresentantes que as praticam?

Lula Marques/Folha de S. Paulo

, , , , , , , , , , , , , , , ,
1 Estrelas2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas ( Seja o primeiro a votar !!! )
Loading ... Loading ...

A TV e a nova mídia

Por Hildeberto Aleluia – Jornalista

Henry Jenkins é professor de Ciências Humanas e coordenador do Programa de Estudos de Mídia Comparada do prestigiado MIT – Massachusetts Institute of Technology. Em seu livro Cultura da Convergência, ao contrário de Bill Gates e Rudolph Murdoch, não imagina o mundo sem televisão em seus estudos e pesquisas.

Acredita mesmo que todas as mídias permanecerão, apesar da Internet. E profetiza a tal da convergência onde as velhas e novas mídias sobreviverão complementando-se e a interatividade será o combustível de todas. É difícil discordar do mestre. Mas a busca por um modelo de comunicação, com interatividade, é frenética e alucinante na TV.

O problema é o modelo, ou os modelos. Nos EUA, as experiências vão do Survivor ao Aprendiz. Todo dia surge uma ideia, porém insuficiente. Todas moduladas na velha fórmula das TVs, um falando para todos. Pelo tipo de veículo é difícil estabelecer um modelo de interação que satisfaça ao telespectador, até mesmo por questões tecnológicas. Mas o tempo dirá. Aqui entre nós no Brasil as experiências são primárias, insuficientes ainda.

Causa espanto aos que desejam atribuir ao programa Big Brother a marca de interação. Sucesso de venda e faturamento, ele nada tem de interação. É o último suspiro de sucesso da velha fórmula.

No Brasil a experiência mais realista foi o Fala Que Eu Te Escuto, um programa evangélico, na Rede Record. No começo era muito interessante. E a interação era via telefone. Aliás, a área evangélica, na TV, é a que mais se permite experiência de interatividade. Já vimos de tudo, mas nada que supere o Fala Que Eu Te Escuto no seu início. Ali, os fiéis colocavam suas dúvidas, sugestões e críticas, sem edição. A experiência deu tão certo que rendeu até um senador para a igreja universal, no Rio de Janeiro. Daqui para frente veremos cada vez mais a TV buscando a participação do telespectador.

No jornal, bem, o jornal parece era mais dificuldades para sobreviver. Assim sinaliza o mercado. Mais a frente veremos o porquê.

Leia mais…

, , , , , , , , , , , , , , ,

Os aprendizes de censores bolivarianos, os senadores brasileiros Eduardo Azeredo e Marco Maciel, teimam em tentar controlar a internet.

Suas (deles) ex-celências se dedicam ao inútil exercício de querer encaixotar fumaça.

Contra a censura. Sempre! Antes que Cháves.

O editor

Mercadante apresentará emenda a reforma eleitoral

O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) afirmou nesta quarta (9) que vai apresentar à reforma eleitoral uma emenda que propõe liberdade total da cobertura eleitoral na internet.

Para ele, as restrições impostas aos sites jornalísticos durante este período, como sugerem os relatores Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Marco Maciel (DEM-PE), “é um erro e fere a democracia”.

Segundo Mercadante, “os homens públicos precisam aprender a conviver com a crítica”. A nova versão da reforma eleitoral, que, está sendo votada pelo Senado, proíbe que sites divulguem pesquisas eleitorais com “manipulação de dados, ainda que sob a forma de entrevista jornalística”.

Os senadores Romero Jucá (PMDB-RR) e Arthur Virgílio (PSDB-AM) prometeram apoiar emenda do senador Aloizio Mercadante (PT-SP) que acaba com as restrições à atuação da internet nas eleições.

, , , , , , , , , , , , , , , ,

A campanha para as eleições de 2010 acaba de ganhar mais uma atração capaz de alimentar o farto anedotário protagonizado por senadores e deputados federais. Como se já não bastasse o permanente bate boca em plenário, começamos a assistir a cômica participação de parlamentares no debate sobre regulamentação da internet.

Sim, é cômica porque os nobres representantes do povo ainda não se deram conta da posição ridícula que estão assumindo ao tentar legislar sobre algo que desconhecem e que no fundo gostariam que não existisse. Propõem coisas inviáveis e irreais deixando visível seu total despreparo para tratar com um tema que está mudando a nossa forma de viver.

Se faltava um exemplo de como os políticos brasileiros, com raríssimas exceções, não estão à altura dos dilemas enfrentados pela nação, este é o da internet. É triste por um lado, porque mostra até onde foi o divórcio entre os políticos de Brasília e o resto do país, por outro, oferece aos eleitores brasileiros uma oportunidade rara para testemunhar as acrobacias canhestras de senadores e deputados para tentar mostrar que são capazes de legislar sobre questões complexas.

A questão da internet é um divisor de águas na política brasileira porque pela primeira vez na história recente, as elites partidárias e os lobbies instalados no Congresso Nacional estão sob a ameaça de perder o controle sobre segmentos influentes do eleitorado brasileiro.

A ameaça não é devida ao surgimento de um novo partido, de um novo movimento revolucionário ou de uma potência externa. O descontrole surge de algo muito mais simples, quase prosaico: uma tecnologia que deu às pessoas o poder de expressar suas opiniões sem depender da mídia institucional.

Cerca de 70 milhões de brasileiros tem acesso à internet atualmente, mas o núcleo mais ativo de internautas não passa de uns 15 a 20 milhões. Acontece que estes fazem parte do segmento da população que exerce maior influência na formação de opiniões e na definição da agenda eleitoral. São profissionais liberais de classe média e jovens de todas as categorias sociais.

Um perfil demográfico como este não garante uma renovação total da elite política do país, porque nas regiões mais pobres, o caciquismo político ainda prevalece e vai se manifestar nas eleições de 2010. Mas no Brasil urbanizado, a mudança já começou e tende a ganhar velocidade movida pela rapidez com que a internet circula as informações e, em especial, o boca a boca político.

As trapalhadas protagonizadas por senadores como Marco Maciel e Eduardo Azeredo na tentativa de colocar um “cabresto” na Web e nos seus usuários, mostram o despreparo de parlamentares experientes no trato de uma questão que cresceu sem eles se darem conta e que agora ameaça o controle que sempre tiveram sobre as decisões nacionais.

O que está em jogo no debate sobre propaganda eleitoral na internet é a questão do controle dos políticos sobre as regras do jogo. Só que eles tentam aplicar velhos processos à uma realidade nova. É quase impossível controlar a internet usando códigos, leis e decretos. A rede funciona a base de consensos e da interação, porque é fácil achar uma escapatória tecnológica para as imposições.

Mas como os deputados e senador não conseguem entender esta nova realidade, vão insistir numa regulamentação decidida em Brasília, a toque de caixa. O resultado vai ser um jogo de gato e rato, onde os internautas provavelmente transformarão as violações das novas regras numa questão de honra e numa forma de mostrar que eles são mais hábeis na hora de usar da rede.

Para inserir a questão da internet na agenda do Congresso é essencial entender que ela não é apenas uma tecnologia mais sofisticada. Trata-se de um processo que deflagrado por uma mudança tecnologia mas que está mudando o contexto social, comunicacional, econômico e agora começa a contagiar a política. É tão irreversível quanto foi a revolução industrial deflagrada pela máquina à vapor.

A campanha para 2010 pode acabar sendo um marco no país, não tanto pelos seus resultados, mas porque o debate sobre o uso eleitoral da internet mostrou um despreparo dos políticos capaz de assustar quem se preocupa com a democracia.

Observatório da Imprensa – Carlos Castilho

, , , , , , , , , , , , , , , , ,

por Hildeberto Aleluia – Jornalista

A revolução mais rápida e desconcertante que o mundo já viu está sendo promovida pela Internet. Nada, desde o aparecimento de nossa civilização, causou efeitos tão profundos na existência do homem quanto a web. Desde cirurgias via satélite, passando por grandes máquinas e robôs operados por softwares, telefone, educação à distância, tudo através da web, o mundo em sua casa, e de graça, até chegar ao desmoronamento dos grandes impérios da comunicação social, nada na história do homem causou tanto impacto e mudou tanto o seu comportamento.

Para entender esse novo mundo e para onde ele caminha dois livros são fundamentais.

Um é A Cauda Longa, do jornalista americano Crhis Anderson, (Editora Campus), e o outro, Cultura da Convergência, de Henrry Jenkins, (Editora Aleph). No primeiro, encontramos a abordagem segura e catalisadora das mudanças ocasionadas em todos os aspectos do “modus vivendi” da sociedade americana, especialmente nas áreas comercial, industrial e de entretenimento. Sob esse novo angulo, prospecção comercial, investimentos em novos negócios, direcionamento para os já existentes e expansão são analisados com profundidade e sabedoria. Seja lá qual for o negócio, é necessário estar atento e informado para qual direção navega o cometa chamado Internet. Cometa por agora, pois na velocidade em que se desenvolve logo será maior que o sistema solar, do tamanho do universo depois.

Em Cauda Longa podemos ter uma boa idéia de como naufragou a poderosa indústria do disco e do CD e ainda vislumbrar o tamanho da bomba que vai explodir nos meios de comunicação social.

Já em Cultura da Convergência a abordagem evolui através de estudos e pesquisas de onde o autor tira conclusões e emite julgamentos sobre o futuro dos meios de comunicação social, particularmente a televisão.

Independente da opinião sobre o futuro, o livro se torna mais interessante com a descoberta de onde a equipe do Presidente Obama foi buscar as idéias que irrigou a sua fabulosa campanha com destino a Casa Branca. Será possível entender também o porquê do fenômeno de vendas da série Harry Potter e como a Internet se torna uma linha auxiliar para que as novas gerações leiam mais, jogando por terra o mito de que quem está na net não lê. E mostra também como se deu a rendição dos grandes estúdios de Hollywood, incomodados com a questão do direito autoral, mas impotentes para uma reação diante dos milhões de internautas desejosos por criar e se divertir em cima de obras cujos direitos não permitiam o acesso gratuito. O livro mostra como os titãs se renderam.

É fascinante.

A conclusão após a leitura dessas duas obras fica ao gosto de cada um. É necessário estar plugado nas novas ferramentas de comunicação para entender os caminhos a serem trilhados pelo modelo de tv e jornal que conhecemos hoje. O Bill Gattes, dono da Microsoft, já disse que a TV acaba em 10 anos. Rudolph Murdoch, o maior empresário do mundo na área de notícias, também disse que o jornal impresso deixa de existir nos próximos 10 anos. Eles devem saber o que estão afirmando. O americano Warren Buffet, homem mais rico do mundo, é dono de um pequeno jornal em Búfalo, cidade no meio oeste americano, e também de uma pequena participação acionária no jornal Washington Post. Não tem muitos anos que ele entrou neste ramo de negócio. Um repórter lhe perguntou, recentemente, se ele pretendia aprofundar a experiência com mais compras no setor. Firme na resposta descartou:

- Não, se fosse hoje eu não teria feito esse negócio. Não investiria um tostão.

Sendo quem é Buffet, todo empresário da área de comunicação deve estar atento ao seu negócio e com as barbas de molho.

Aqui no Brasil, com as informações disponíveis no mercado, ainda não dá para fazer uma radiografia do futuro e analisar com segurança o presente. Sabe-se que o rádio já não é o mesmo, a TV perde audiência significativamente e a mídia impressa perde circulação vertiginosamente. Uma coisa é certa: nenhum deles será o mesmo nos próximos cinco anos. Em dez anos nem a sombra do que são hoje existirá.

Por aqui, entre nós, ainda é tímido o efeito da web nos meios de comunicação. Tímido, mas constante e abrangente. Enquanto isso, a grade jornalística e a apresentação dos telejornais nas TVs seguem como se nada estivesse acontecendo no seu universo. O diferencial é chamar para o portal, mas estes são desinteressantes. As TVs passam o dia a chamar o telespectador para logo mais, no jornal das sete ou das oito. Ora, tudo já está na Internet, desde a madrugada anterior. A TV envelheceu, quem diria…


, , , , , , , , , , , , , ,

Assim como fizeram Barack Obama e Hilary Clinton, a senadora Marina Silva optou por fazer o anúncio de sua filiação ao PV somente através da WEB.

A senadora descartou as mídias tradicionais – entrevistas exclusivas para determinados meios de comunicação, coletivas de imprensa, depoimentos para televisão – e fará um pronunciamento somente pela internet. Evidentemente que o material será depois amplamente replicado pela velha mídia.

O anúncio será feito oficialmente, ao vivo, neste domingo, 30 de agosto, a partir das 11hr.

Quem quiser assistir é só acessar um dos endereços abaixo:

www.pvsp.org.br

www.pv.org.br

www.tvdopv.com.br

www.proempresa.inf.br

, , , , , , , , , , , ,
12