Sinalização em Fortaleza para a Copa do Mundo 2014


, , , , ,
1 Estrelas2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (4 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...

Fotografias – Arte – Buracos nas ruas

Depois de ter o carro danificado devido a queda em um buraco existente em uma via pública, Claudia Ficca e Davide Luciano desenvolveram um projeto fotográfico pra lá de interessante.
A dupla percorre os Estados Unidos e o Canadá em busca de buracos em ruas e rodovias.
Conforme o buraco, eles criam um imaginário em volta da cratera escolhida, montando um cenário mais que surrealista, como forma mordaz de denúncia ao abandono das vias de tráfego por parte do poder público.
Todo o processo demora entre 5 a 10 minutos e implica uma vigilância atenta ao tráfego, uma vez que as sessões fotográficas são feitas sem interromper o trânsito.
Se a moda pega no Brasil…

© "MYPOTHOLES" (Montreal) Claudia Ficca & Davide Luciano, and Big Pearl Productions INC.

 

© "MYPOTHOLES" (Montreal) Claudia Ficca & Davide Luciano, and Big Pearl Productions INC.

 

© "MYPOTHOLES" (Montreal) Claudia Ficca & Davide Luciano, and Big Pearl Productions INC.


, ,
1 Estrelas2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (13 votos, média: 4,69 de 5)
Loading ... Loading ...

Fotografias – Buracos nas ruas

Depois de ter o carro danificado devido a queda em um buraco existente em uma via pública, Claudia Ficca e Davide Luciano desenvolveram um projeto fotográfico pra lá de interessante.
A dupla percorre os Estados Unidos e o Canadá em busca de buracos em ruas e rodovias.
Conforme o buraco, eles criam um imaginário em volta da cratera escolhida, montando um cenário mais que surrealista, como forma mordaz de denúncia ao abandono das vias de tráfego por parte do poder público.
Todo o processo demora entre 5 a 10 minutos e implica uma vigilância atenta ao tráfego, uma vez que as sessões fotográficas são feitas sem interromper o trânsito.
Se a moda pega no Brasil…


, , ,

Robert Shanebrook estaciona seu Dodge diante do imenso edifício da Kodak, em Rochester, Nova York.

Há mais de 40 anos, ele pôs os pés na empresa pela primeira vez, quando era ainda um jovem engenheiro.

Na época, a Kodak estava produzindo a câmera que iria captar as imagens da missão Apollo 11 e as fotos do primeiro homem na Lua.

Shanebrook continua ativo desde que se aposentou da Kodak, em 2003.

Por 35 anos, teve o privilégio de trabalhar – e viajar pelo mundo – para a empresa.

Ele estava na Kodak na década de 90, quando suas ações valiam US$ 70 cada.

Estava lá, nos anos 80, quando a companhia empregava 30 mil pessoas.

Nessa época, a maior preocupação dos funcionários era achar um lugar para estacionar.

Ele dirige seu carro pelo estacionamento coberto de neve, muito maior do que alguns campos de futebol, mas onde poucos carros estão estacionados. Hoje, a Kodak emprega menos de sete mil pessoas em Rochester, e as notícias que vêm da direção da empresa são devastadoras. Em 19 de janeiro, a Kodak viu-se obrigada a pedir recuperação judicial. “Devo chorar? Não. Estou surpreso? Sim. Tenho de me recuperar do choque.”

A medida adotada pela Kodak é considerada mais um símbolo da situação deprimente dos negócios nos Estados Unidos. Outros dizem que a Kodak é uma empresa que negligenciou os sinais dos tempos – e é a única culpada por ter cochilado no caminho em direção à ruína. Mas nenhuma dessas interpretações é correta. A Kodak simboliza as mudanças estruturais profundas que ocorreram em todo o mundo nos últimos anos.

Jobs

Nos 132 anos da Kodak, pessoas em todo o planeta se imortalizaram em Kodacolor, o primeiro filme em cores, lançado em 1942. Seu fundador, George Eastman, era aclamado como o Steve Jobs da sua época. Em 1900, Eastman deu aos consumidores a “Brownie”, primeira câmera fotográfica portátil que gerou uma nova ideia – fantástica e lucrativa – de negócio: a Kodak venderia câmeras e também ganharia dinheiro revelando os filmes usados nelas. O modelo durou mais de um século. Em 1999, a Kodak teve lucro recorde de US$ 2,5 bilhões.

A marca estava em toda parte. Entre 1928 e 2008, todos os filmes que ganharam o Oscar de melhor fotografia foram rodados com películas Kodak. Hoje, boa parte da produção de Hollywood é digital. Não era raro ver a empresa lançar até 30 novos produtos ao ano. Eram impressoras, fotocopiadoras, papel fotossensível e filmes de todos os tipos.

Shanebrook se pergunta: como a Kodak chegou à beira da falência? Como uma empresa que nos anos 70 produzia 90% de todos os filmes e 85% das câmeras nos EUA pode fechar? Como uma companhia tão inovadora podia implodir a ponto de o preço de sua ação cair até chegar ao nível de perder seu registro na Bolsa de Valores de Nova York? Se quer saber as respostas, prepare-se para surpresas.

Primeira digital

Para começar: quem acreditaria que foi a Kodak que criou a primeira câmera digital, em 1975? Era três vezes maior do que uma caixa de sapatos. Inventada pelo engenheiro da Kodak Steve Sasson, era simples e produzia imagens em preto e branco, com 0,01 megapixel. Por essas razões, a máquina não parecia um produto muito comercializável. Mas os técnicos da Kodak continuaram a aperfeiçoar os sensores que, mais tarde, foram parar nas câmeras Nikon e Leica. Na verdade, os executivos em Rochester não estavam dormindo. Estavam bem acordados – mas com um cenário de pesadelo à frente.

Larry Matteson, outro veterano da Kodak, também se lembra daqueles dias. Chegou a ser vice-presidente sênior. Hoje é professor na Universidade de Rochester. Quatro anos depois da invenção da câmera digital, Matteson foi incumbido de elaborar um relatório sobre o futuro da tecnologia digital para a diretoria da empresa. Seu relatório parece hoje profeticamente exato. Depois de décadas concentrada no setor da química orgânica e de filmes, provavelmente seria impossível – talvez insano em termos comerciais – a Kodak tentar se reinventar e transformar-se numa empresa de produtos eletrônicos. Além disso, suas operações com filmes ainda eram muito prósperas nos anos 70 e prometiam lucros durante muitos anos no futuro. E as magras margens do mercado digital nunca iriam se comparar às do filme analógico. Assim, há cerca de 30 anos, a Kodak viu-se diante de duas alternativas: cometer suicídio ou adiar sua morte.

Houve repetidas tentativas, não muito entusiasmadas, de reorganizar a empresa. Cada nova diretoria propunha uma estratégia diferente. A Kodak investiu em sua divisão de produtos químicos para entrar no campo farmacêutico. Também tentou dominar o mercado da impressão digital – plano implementado, abandonado e depois retomado.

O azar também contribuiu para a ruína. A Kodak reduziu a produção de filmes, ao mesmo tempo em que aumentou sua presença na área digital. Em 2005, chegou a ser a maior fabricante de câmeras digitais nos EUA. Mas, com smartphones substituindo câmeras digitais, caiu para sétimo lugar nos anos seguintes. Na rival Fujifilm, seus diretores tiveram a ideia de sair das operações na área química e partir para o setor de cosméticos.

A Kodak, se pretende sobreviver, vai precisar de um milagre. Como parte do seu processo de concordata, a companhia recebeu mais US$ 950 milhões em empréstimos do Citigroup para tentar colocar suas finanças em ordem dentro dos próximos 18 meses. A direção espera que a Kodak volte a prosperar com as impressoras, mas isso não convence muito, pois a empresa sempre esteve ligada a imagens. Não importa o quão maravilhosas elas sejam, as histórias sempre têm um fim. E talvez seja a mesma coisa com as empresas.

(Tradução de Terezinha Martino)
Estadão/Ulrich Fichtner, do Der Spiegeo

, , , , , ,

A Marcha da Insensatez ¹ – Bosnia
Foto de  Emanuel Ortiz

clique na imagem para ampliar

¹ Tenho ao longo desses 8 anos do blog recebido perguntas sobre o porquê dos títulos de algumas seções.
A marcha da insensatez é um deles.
Explico: coloco nesses ‘posts’ fotos que demonstrem a insensatez do ser humano nas mais diferentes situações, povos e países.
A minha referência para alertar sobre a estupidez das ações humanas, é o livro “A Marcha da Insensatez – De Troia ao Vietnã” — José Olympio Editora —, da historiadora norte americana, já falecida, Barbara Tuchman. Aliás, um livro essencial em qualquer biblioteca,
Se ainda viva fosse a excepcional historiadora, talvez o subtítulo do livro fosse “De Troia à Palestina”.
“Pesquisando com rigor vasto espectro de documentos históricos, a autora traça e registra nesse livro, um dos mais estranhos paradoxos da condição humana: a sistemática procura pelos governos, de políticas contrárias aos seus próprios interesses.”
Considerada a mais bem sucedida historiadora dos Estados Unidos, Barbara Tuchman, ganhadora do Prêmio Pulitzer, é autora de clássicos como: The Guns of August, The Proud Tower, Stilwell and the American Experience in China, A Distant Mirror e Pratcting History.


, , , , , , , , ,

Nos anos 30 do século passado, a fotografia passou por uma revolução até então sem comparação, com a introdução das câmeras “rangefinders” (ou telemétricas).

Confira seleção de apps de fotografia; veja outros abaixo

Introduzidas por gigantes como a recém-quebrada Kodak e a alemã Leica, tinham como principais características a portabilidade e a capacidade de produzir ótimas fotos com discrição e agilidade em um mundo acostumado a trambolhos.

Hoje a revolução das câmeras digitais em dispositivos móveis é “giga” vezes maior e evolui de maneira sem precedentes.

O primeiro celular com câmera surgiu “ontem”, no ano 2000.

O grande destaque do momento já não são os aparelhos que fotografam, e sim os aplicativos, ou apps, que transformam o clique digital em arte viral.

A Folha escolheu alguns aplicativos para usar com uma foto simples, feita dentro da própria Redação.

A maior parte desses apps é gratuita ou custa em média US$ 1, e muitos são compatíveis com iOS e Android.

Os maiores pontos em comum entre todos são a aplicação de filtros e a possibilidade de compartilhar suas fotos em redes sociais.

Arte/Folhapress

Turbine suas fotos: clique para ver seleção de aplicativos para celulares e tablets e confira outros abaixo

Alguns, é claro, têm, além disso, a sua própria rede social, como é o caso do Instagram, o mais popular, que tem sido usado por artistas e até empresas em estratégias de marketing.

O Snapseed e o picfx têm destaque na aplicação de texturas sobre a imagem original, que pode deixar a foto com cara enferrujada ou de papel amassado.

A aplicação de múltiplos filtros, como o HDR (High Dynamic Range), que sobrepõe as altas e baixas luzes, e o tilt-shift, que manipula a profundidade de campo e simula miniaturas, é destaque no Camera+ e no Big Lens.

O tratamento da imagem é feito de maneira intuitiva, em um clique nos filtros ou no deslizar do dedo sobre a foto.

Os preferidos dos fotojornalistas e dos aficionados são o FilterStorm e o Hipstamatic, que apresentam recursos mais profissionais, como controles de nitidez e de curvas.

O Hipstamatic foi o único dos testados pela Folha que não manipula a foto criada anteriormente.

Ele é sua própria câmera e possui diversos filmes, flashes e lentes disponíveis para o fotógrafo optar como quer conceber a sua foto.

Ou seja, é preciso prever o resultado final, como se fazia com filtros coloridos em filmes de película tradicionais.

Talvez seja esse o motivo de ele ser o preferido dos puristas e o maior sinal de que, mesmo com o avanço da tecnologia, sempre é possível voltar ao passado e resgatar as caraterísticas originais da arte da fotografia.
Gustavo Roth/Folha de S.Paulo

, , , , , , , , , , , , , , , ,
1 Estrelas2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (8 votos, média: 4,38 de 5)
Loading ... Loading ...

Por que hoje é sábado – Flagrantes

Primeiro desce redondo. Numa boa! Depois humilha. Depois…

O que dá pra rir dá pra chorar. Questão só de peso e medida…” – Billy Blanco


, , , , , , ,
1 Estrelas2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (13 votos, média: 4,85 de 5)
Loading ... Loading ...

Tecnologia: Transformando a foto num pôster

Saiba como transformar sua foto num pôster

Se você tem uma foto e deseja criar uma ampliação em formato de pôster, uma solução é utilizar sua própria impressora e um programa especializado para fazer a impressão.

O programa Poster-It divide a imagem em partes iguais e imprime cada uma delas numa folha de papel de sua impressora para que depois, unidas, elas possam formar o pôster. 

Poster-it, programa para transformar suas fotos em um poster

A quantidade de páginas e, consequentemente, o tamanho do pôster, será definido por você.

Depois de instalar o programa, clique no botão Load Image e selecione a foto que deseja ampliar.

No campo Scale aumente o valor clicando na seta para cima e veja que linhas vermelhas são exibidas sobre a foto.

Cada retângulo que você vê representa o conteúdo de uma página de impressão.

Dessa forma, você pode dividir a imagem em quantas páginas quiser.

Por exemplo: uma foto partida em oito resultará na impressão de oito páginas. Depois de impressas, basta fazer a colagem das folhas de papel para terminar a montagem do poster.

Ao clicar no botão Preview, será aberta outra janela onde você pode conferir exatamente o que será impresso em cada página. Se tudo estiver certo, pressione o botão Print.


, ,

Primeiro desce redondo. Numa boa! Depois humilha. Depois…

O que dá pra rir dá pra chorar. Questão só de peso e medida…” – Billy Blanco


, , , , ,
1 Estrelas2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (12 votos, média: 4,75 de 5)
Loading ... Loading ...

Segurança no trabalho

Fotografias – Flagrantes – Segurança no trabalho.
Da série “só doi quando eu rio”.


, ,
1 Estrelas2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (17 votos, média: 4,88 de 5)
Loading ... Loading ...

A marcha da insensatez – Gaza

A Marcha da Insensatez – Gaza
Foto: Kent Klich

clique na imagem para ampliar

 


, , , ,
1 Estrelas2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (23 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...

Musas do Cinema – Dorothy Lamour

Dorothy Lamour


, , ,