Pois é Tupiniquins. O maluquete das Caraíbas começa a colher os resultados da política “bolivariana” que empurrou goela abaixo da Venezuela.
O coronel megalomaníaco está empurrando a Venezuela para o fundo poço. Que não é o do petróleo. Ao contrário! Cháves conseguiu a proeza de ser o único país exportador de petróleo que não tem dólares para que os empresários venezuelanos possam importar matéria prima para suas empresas funcionarem.
Agora, as empresas brasileiras foram para lá por livre e espontânea vontade. Se não fizeram análise de risco agora não podem reclamar. A velha máxima de “quanto maior o lucro maior o risco”, continua valendo.
O Editor
PS. A maioria dos investimentos de empresas brasileiras na Venezuela foi feita com financiamento do BNDES. Se o Cháves der o ‘cano’, adivinhem quem irá pagar a conta?


‘Risco Chávez’ assusta firmas do Brasil na Venezuela

É dura a vida das empresas estrangeiras que se aventuram a investir em países autocráticos.

Tome-se o exemplo da Venezuela. Ali, os investidores de toda parte, inclusive os do Brasil, são assediados pelo “risco Chávez”.

Convivem com o atraso nos pagamentos e com a aprovação repentina de leis que mudam as regras do jogo com a partida em andamento.

Como dinheiro é bicho medroso, procura logo a rota de fuga ais próxima.

A brasileira Braskem fechara com a estatal venezuelana Pequiven parcerias para a abertura de duas companhias. Coisa de US$ 3,5 bilhões.

Uma, a Propilsur, foi adiada por um ano. Outra, a Polimérica, teve o investimento podado à metade.

Das três dezenas de pessoas que a Brasken deslocara para a Venezuela, restarão cinco. Parte dos executivos já está voltando para o Brasil.

Grandes logomarcas brasileiras do mundo das obras convive com a perspectiva de um calote companheiro. Entre elas a Odebrecht, a Andrade Gutierrez e a Camargo Correa.

A Assembléia Nacional venezuelana, Casa em que Hugo Chávez manda e, sobretudo, desmanda, acaba de aprovar uma nova lei de “Contratações”.

Entre outras excentricidades, autoriza o governo a confiscar máquinas e se apossar de canteiros de obras que, a seu juízo, estejam atrasadas.

Para entrar em vigor, a lei ainda precisa ser votada em segundo turno. Não há dúvidas quanto à aprovação.

A notícia vem à luz num dia em que Lula se encontra em Caracas. Foi tratar do conflito Venezuela X Colômbia.

A capacidade de Chávez de produzir encrencas é ilimitada. A personalidade do companheiro é 100% constituída de alucinações.

blog Josias de Souza

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As mensagens SMS, torpedos, vão se tornando mais populares que o telefonema propriamente dito. Além disso, Skype, Twitter e demais redes sociais contribuem significativamente para a diminuição das chamadas de voz nos aparelhos de telefonia convencionais.
O Editor

A morte do telefonema

Clive Thompson escreve na Wired (em inglês) que as pessoas fazem cada vez menos chamadas telefônicas, e que essas chamadas têm duração cada vez menor.

Citando dados da Nielsen, ele aponta que o número de chamadas de celular vem caindo a cada ano, depois de ter atingido um pico em 2007. E que a duração média dos telefonemas diminuiu para quase a metade dos três minutos registrados em 2005.

O autor explica:

“Caminhamos, em outras palavras, na direção de uma transição cultural fascinante: a morte da chamada telefônica. Essa mudança é particularmente clara entre os jovens.

Alguns universitários que conheço ficam dias sem falar em seus celulares inteligentes. Recentemente, estive com um empreendedor de vinte e poucos anos que precisou procurar durante cerca de 30 segundos a opção que permitisse a ele ligar para alguém.”

Os jovens preferem trocar mensagens de texto, bater papo via internet ou deixar mensagens nas redes sociais. Thompson sugere que os telefones passem a mostrar se as pessoas estão disponíveis para conversar, e prevê que mais e mais pessoas passarão a usar sistemas de comunicação com vídeo.

blog do Renato Cruz

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“O mercado se rege por critérios de eficiência e rentabilidade, não de justiça ou de equidade. Ele é um soberbo órgão de criação de riqueza, mas não um mecanismo competente de distribuição de renda.”
José Guilherme Merquior

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Investimentos do governo batem recorde com Lula

Para os economistas, investimentos são gastos com a infraestrutura e ampliar a capacidade de gerar bens e serviços. Para os políticos são obras e inaugurações em habitação, saneamento, rodovias, ferrovias, hospitais e escolas. Tudo o que sirva para angariar votos.

O Editor


Em 12 meses, despesas atingem R$ 42 bilhões, o equivalente a 1,25% do PIB

Ainda distantes das metas oficiais e das necessidades da produção nacional, os investimentos do governo Luiz Inácio Lula da Silva fecharam o primeiro semestre do ano no maior patamar desde o restabelecimento das eleições presidenciais no país.

Investimentos, diria um economista, são gastos destinados a ampliar a infraestrutura e a capacidade de gerar bens e serviços para empresários e consumidores.

Pela ótica política, são obras e inaugurações em habitação, saneamento, rodovias, ferrovias, hospitais e escolas.

Dados ainda preliminares indicam que, ao longo dos últimos 12 meses, essas despesas, sem contar as das empresas estatais, somaram R$ 42 bilhões, ou 1,25% do Produto Interno Bruto, ou seja, de tudo o que o país consumiu e investiu no período.

As cinco eleições presidenciais anteriores foram disputadas com taxas de investimento inferiores a 1% do PIB, com exceção do pleito de 1994, em pleno lançamento do Plano Real – quando a troca da moeda e o fim repentino da hiperinflação distorceram as estatísticas.

Gustavo Patu e Valdo Cruz/Folha de S.Paulo

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Google compra site de turismo

O Google avança seu pacote de serviços. Agora, ao adquirir a ITA Software, para a área de turismo e passagens aéreas.

Google compra site de busca de turismo por US$ 700 milhões

Negócio marca entrada da gigante de internet no setor de viagens on-line.

ITA é fonte de informações sobre passagens aéreas para indústria de aviação.

O Google anunciou a aquisição do provedor de busca para a indústria de turismo ITA Software por US$ 700 milhões em dinheiro, ampliando sua supremacia em pesquisas na internet com as tecnologias da ITA que são amplamente utilizadas.

O negócio marca a entrada da empresa líder em publicidade e buscas na internet no setor de viagens on-line, e permite que o Google aumente seu serviço de pesquisas específicas.

A ITA é uma importante fonte de informações sobre passagens aéreas para a indústria de aviação, usado por companhias aéreas, agentes de viagens e outros sites.

G1/Reuters

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Cada vez mais fica patente o poder das redes sociais.
Blogs, Facebook, Twitter, entre outros, podem ser valiosas ferramentas de comunicação corporativa, bem como instrumento de marketing pessoal.
A abrangência capilar das redes sociais não pode ser desprezada.

O Editor


Abílio Diniz, presidente do conselho do Grupo Pão de Açúcar, pede desculpas via Twitter

O presidente do Grupo Pão de Açucar lamentou a publicação de anúncio que agradecia a participação do Brasil na Copa após eliminação.

O presidente do Grupo Pão de Açúcar, proprietário da rede de hipermercados Extra, Abílio Diniz, pediu desculpas via Twitter pelo anúncio publicado erroneamente, hoje, no jornal Folha de S.Paulo.

O anúncio agradecia a Seleção brasileira por sua participação na Copa após uma suposta eliminação. O Brasil venceu o Chile por 3 a 0, ontem, em jogo válido pelas oitavas de final.

“Como Pres. do Conselho de Adm. do GPA peço desculpas, em meu nome e do Grupo, aos brasileiros e, principalmente, aos jogadores da seleção. Infelizmente, a Folha de SP cometeu um grave erro com o anúncio do Extra, o que é inadmissível”, disse ele.

“Não compartilhamos com a impunidade e tomaremos as providências, que não eliminarão o erro, mas irá responsabilizar os culpados”, completou.

Segundo a assessoria de imprensa do Grupo Pão de Açúcar, a Folha de S.Paulo deve publicar uma nota explicando o erro.

Vinicius Aguiari/INFO Online

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O bilionário americano Sam Zell, 68, está no Brasil, hoje e amanhã, para expandir os investimentos do grupo Equity International no país que considera a próxima “potência mundial”.

“O quanto vamos investir depende das oportunidades. Até hoje, nenhuma foi maior do que o nosso apetite por capital”, afirmou Zell à Folha, por telefone, de Chicago.

O grupo de private equity já tem participações em cinco empresas brasileiras, entre elas a Gafisa e a BR Malls, que tem atualmente 35 shoppings em seu portfólio.

Entusiasta do Brasil, Zell atribui ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o reconhecimento do país como “uma das oportunidades mais atraentes do mundo”.

O empresário americano minimiza o risco de superaquecimento da economia brasileira. “O país vai muito bem. Prefiro investir em um país quente demais a investir em um país frio”, diz.

“Começamos a estudar o Brasil há quase 12 anos. Desde então, houve o reconhecimento [no exterior] da estabilidade fiscal do país”, elogia.

“O Brasil elevou as taxas de juros antes de outros países, evitando a hiperinflação que o infestou no passado.”

Para o americano, “o Brasil sempre foi reconhecido como tendo enormes recursos e oportunidades, mas, no passado, não soube tirar vantagem disso”.

“Nos últimos oito, nove anos, tem havido um novo nível de disciplina, fazendo dele uma das oportunidades mais atraentes no mundo. O presidente Lula focou no crescimento enquanto manteve a disciplina fiscal, para evitar a hiperinflação.”

Zell diz achar que, hoje, “há menos obstáculos para investir no país”. “O Brasil está se transformando de um país em desenvolvimento em um país desenvolvido.”

A eleição tampouco o preocupa -os dois principais candidatos à Presidência, diz, manterão a política econômica atual.

Ele dá dois conselhos para que o país continue no caminho para se tornar uma potência com liderança mundial: “Manter a disciplina fiscal e continuar a desenvolver os seus recursos e a construir infraestrutura, facilitando os investimentos”.

Apesar de o principal foco da sua empresa ser no setor imobiliário, Zell afirma não descartar nenhuma área. Mas, ao final da entrevista, o empresário responde com um rápido “”não” quando questionado se investiria na mídia brasileira.

Uma das grandes polêmicas que assombram sua carreira é a aquisição da Tribune Company, em 2007. No ano seguinte, o grupo, que publica o “Los Angeles Times” e o “Chicago Tribune”, entre outros veículos, pediu falência.

Com o processo ainda em andamento, Zell recusa-se a comentar o assunto. Questionado se se arrepende de ter investido em mídia nos EUA, diz apenas: “Não tenho arrependimento nenhum”.

Brasil é próxima potência mundial, afirma bilionário americano

Cristina Fibe de NY/Folha de S. Paulo

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Quando Philip Mould começou a trabalhar como marchand profissional 22 anos atrás, o trabalho de compra e venda de obras de arte de alto nível era limitado a um grupo restrito de historiadores experientes que vasculhavam o mundo em busca de obras-primas.

Mas o mundo atemporal da arte mudou na era da internet e da alta tecnologia. Mould e sua equipe antes se limitavam a examinar 15 a 20 obras por dia, mas hoje podem avaliar o valor de entre 50 e cem obras diariamente.

“Há mais possibilidades, mais descobertas”, disse ele. “Mas também há mais concorrência. Existe uma nova geração que curte a adrenalina e compra indiscriminadamente.”

O novo livro de Mould, “The Art Detective“, trata do mundo antes desconhecido mas hoje amplamente acessível da negociação e restauração de obras de arte. “O conhecimento está mais democratizado hoje”, diz ele.

No passado, ele tinha que usar fotos de baixa qualidade para avaliar uma obra de arte oferecida por um vendedor. Hoje ele pode examinar cada centímetro de um quadro de perto, usando imagens digitais modernas.

O subtítulo de seu livro é “Falsificações, fraudes, achados e a busca por tesouros perdidos” e uma de suas melhores histórias é a descoberta de um autorretrato de Rembrandt.

Atribuída originalmente a um seguidor de Rembrandt, a tela foi avaliada no passado como valendo entre US$ 2.000 e US$ 4.000 dólares. Mais tarde, tendo sido autenticada como autorretrato perdido, foi vendida por US$ 5,2 milhões em um leilão. Hoje, é estimada em US$ 40 milhões.

Especialista em retratos britânicos, Mould é apresentador do programa de TV “Antiques Roadshow”, em que especialistas avaliam o valor de antiguidades compradas na Grã-Bretanha. O programa já foi reproduzido em vários países, incluindo Estados Unidos, Canadá, Austrália e Alemanha.

“MOMENTO MAIS INSTIGANTE”

Mould disse que é atraído pelas próprias obras de arte e pela emoção da busca.

“O momento mais instigante é quando uma pintura é restaurada”, disse ele. “É o equivalente artístico a uma cirurgia cardíaca. Às vezes nem consigo assistir ao trabalho. As emoções são extremas, especialmente quando você mesmo pagou pelo trabalho.”

Mould usa seu conhecimento especializado para expor fraudes. A polícia britânica estima que 50 % das obras de arte vendidas na eBay, por exemplo, são falsificadas.

“Há mais falsificações hoje. Muitas delas vêm da China, por exemplo. Mas ninguém pode recriar os efeitos do tempo. Mesmo o cheiro é importante”, diz ele.

“É muito empolgante. O conhecimento tradicional é muito ajudado pela ciência moderna”, acrescenta.

Por exemplo, uma tecnologia sofisticada de impressões digitais permite que compradores autentiquem obras de arte, encontrando a impressão digital do artista, às vezes de séculos atrás.

“Uma impressão digital é melhor que uma assinatura para determinar a autenticidade de uma obra. Diferentemente da assinatura, a impressão digital não pode ser falsificada.”

Reuters

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Patrões esquisitos

Numa escala de 1 a 10, qual seu grau de esquisitice? Se você acha que não passa de um, então não procure emprego na Zappos. Se for 10 talvez seja esquisito demais, mas suas chances de conseguir emprego são melhores.

Antes de maiores explicações, vamos dar dois cenários de empresas diferentes com conexões taiwanesas. A Foxconn, com sede em Taiwan, tem 700 mil empregados, 400 mil deles em Shenzen, no sul da China, onde fabricam componentes eletrônicos para Apple, Dell, Hewlet-Packard. Peças do iPhone e do iPad saem de lá.

Os empregados da Foxconn trabalham onze horas por dia, às vezes 13 dias seguidos sem folga. Dormem nove em cada dormitório, mal sabem os nomes dos companheiros de quarto, só comem no bandejão da empresa. Qualquer tipo de lanche fora das horas de refeição é proibido. O limite de hora extras na China é de 36 horas por mês, mas na Foxconn muitos empregados fazem 112 horas.

No fim das contas ganham US$ 1 por hora. Os banhos são frios. Estas condições do capitalismo chinês parecem piores do que os das empresas inglesas descritas por Marx e Engels, aqueles dois críticos do capitalismo selvagem inglês do século 19.

Só este ano, houve 13 suicídios ou tentativas de suicídio na Foxconn, entre eles o de Ma Chiangquian, que discutiu com o chefe e, como castigo, foi limpar privadas. Em depressão e absolutamente infeliz, saiu da fábrica pela janela do nono andar. O suicídio de Ma já aumentou os salários na fábrica e os patrões anunciaram mudanças de atitude. Nós, consumidores dos produtos chineses, vamos pagar a conta e as consequências da inflação que vem por aí.

Na Zappos, com sede em Las Vegas e presidida pelo taiwanês Tony Hsieh, os empregados ditam os “valores essenciais” – “hardcore values” -, uma espécie de código de valores e comportamento da empresa.

Os pais de Tony Hsieh vieram de Taiwan como imigrantes, e os três filhos cresceram em cima dos livros e instrumentos musicais. Esperavam que eles acrescentassem MDs, PhDs e outras abreviações preciosas aos sobrenomes. Tony estudou em Harvard, não acrescentou nada ao nome, mas junto com outro colega criou a LinkExchange que foi comprada pela Microsoft por US$ 265 milhões. Ele tinha 24 anos.

No livro que lançou esta semana, aos 37 anos, ele conta que vendeu a empresa porque tomou pavor dela depois que cresceu de 10 para 100 empregados. Ele e o sócio não conseguiam sair da cama para ir trabalhar.

Com o dinheiro, Tony Hsieh comprou parte da Zappos, uma empresa que vende sapatos pela internet. Na época, faturava US$ 1,6 milhão por ano. O problema dele de dinheiro já tinha sido resolvido (como presidente da Zappos, ganha R$ 5 mil por mês) com a venda da LinkExchange.

O que ele queria era criar um lugar que desse prazer de trabalhar, revolucionar o capitalismo, como sugere o título do livro, Delivering Happiness: A Path to Profits, Passion and Purpose. (em tradução livre, Entregando Felicidade: Um caminho para Lucros, Paixão e Proposito).

Uma das primeiras decisões dele quando assumiu a Zappos foi pedir a todos uma lista de sugestões do que deveriam ser os 10 valores essenciais (“hardcore values”) da empresa. Chegaram a 37 propostas que foram reduzidas para 10, entre elas, “crie diversão e um pouco de esquisitice no trabalho”. Vem daí a pergunta sobre quão esquisito é o candidato que pede emprego na Zappos.

Este patrão escreve que se interessa tanto pelo conteúdo das respostas como pelas reações à pergunta: “A Zappos prefere as pessoas que sejam diferentes, todos nos somos meio esquisitos”, diz Hsieh.

Será preciso ser meio esquisito para vender sapatos? Talvez, mas este não é o ponto. A Zappos quer produzir o empregado feliz que dá lucro para a empresa. Não importa o produto. Um dia por ano – Bald and Blue Hair Day – , Hsieh raspa a cabeça de vários empregados, que escrevem a letra Z nas carecas, nas bochechas ou pintam seus cabelos de azul, a cor da Zappos.

Esta é apenas uma das demonstrações de dedicação e apreço a empresa que paga bons salários, raramente demite, oferece refeições de graça, jogos e outras distrações durante o trabalho, horários flexíveis, excelente seguro de saúde.

Você compra os sapatos pela internet, mas se precisar esclarecer dúvidas vai conversar com algumas das pessoas mais solícitas deste pais. Pode falar sobre as vantagens e desvantagens dos modelos dos sapatos. Ou sobre qualquer assunto. O tempo que quiser. Para reduzir custos, a maioria das empresas transferiram suas centrais telefônicas de atendimento ao cliente para a Índia e outros países. O da Zappos fica em Las Vegas.

A Zappos, segundo a revista Fortune, é a 15ª melhor empresa para se trabalhar nos Estados Unidos. Esta também entre as empresas que lideram as listas dos empregados campeões de lealdade. Desde a entrada dele, as vendas da Zappos subiram de um US$ 1,6 milhão por ano para US$ 1 bilhão.

Hsieh ainda não está feliz. Quer empregados que cheguem ao trabalho sapateando nas nuvens.

Lucas Mendes/BBC Brasil

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por: Roberto Soares Costa ¹

Unir o útil ao agradável, o prazeroso ao lucrativo, também não é uma má idéia na internet.

As janelas de possibilidades são muitas, no entanto qual vai trazer bons ventos ($), é que nos faz parar, pensar e planejar.

Não é uma tarefa fácil, exige comprometimento e estratégia.

Um blog, por exemplo, pode ser uma boa fonte de renda.

Neste artigo, pretendo dividir um pouco das minhas experiências no assunto, depois de conquistar resultados de sucesso em campanhas de marketing de nicho, atuando principalmente em blogs.

Existem casos de blogs que estão há muito tempo no ar e somente agora começam a render frutos, outros nem chegam render.

Neste negócio duas coisas são fundamentais: conteúdo relevante e audiência.

Criar um canal de informação que atraia público e empresas anunciantes é trabalho constante.

Se você quer ganhar dinheiro deve oferecer ao seu cliente (anunciante) retorno de investimento.

O sucesso de um blog está na interatividade com seus visitantes e seguidores. Para isso, é preciso alimentar constantemente seu canal de comunicação e atrair cada vez mais acessos com experiência positiva, ou seja, satisfazer o interesse, solucionar a necessidade daquele público que chegou até você.

Faça o possível para entregar informação completa sobre os temas que está abordando, para que o anúncio do produto ou serviço veiculado seja como uma informação complementar ao que ele está buscando. Por exemplo, se você atua como um difusor de conteúdo relacionado a esporte e sua audiência é principalmente de praticantes de esporte, os produtos anunciados deverão ser pertinentes a este perfil.

Ofereça espaços para veiculação de anúncios de artigos esportivos, vestuário esportivo e etc… Imagine que aquele visitante que entrou nos seu blog para ler um artigo sobre corrida, pode se interessar por aquele tênis para corredor que o banner do seu anunciante oferece em promoção.

Uma boa estratégia também é criar promoções para premiar e agradar seus seguidores, eles são fundamentais na divulgação do seu blog. Essas promoções podem ser viabilizadas em parceria com seus anunciantes.

Se o conteúdo que você disponibiliza atrai o público de interesse, e sua audiência cresce cada vez mais, sua primeira missão já foi cumprida. Agora o que deve pensar é como atrair com mais força seus anunciantes. Para isso, serviço completo também.

Prepare seu mídia kit, pois você já tem potencial para manter seu blog e manter uma boa renda. O mídia kit é seu material comercial. Monte uma apresentação contando a história do seu blog, o segmento de atuação, perfil e região de maior audiência, números de acessos conquistados mensalmente e a relevância que ele tem sobre os seus leitores e o portfólio de projetos realizados.

Para que tudo aconteça de forma agradável, e para que você seja feliz nesta aposta, pense qual nicho irá explorar, ou seja, escolha um segmento específico, mas que você realmente goste, pois não será tão simples se for sobre algo que não se tenha total domínio sobre o assunto, e a ideia é que este trabalho não se torne um fardo difícil de carregar e sim um grande prazer.

Em caso de dúvida de qual nicho escolher, inicialmente você pode optar por desenvolver um blog sobre variedades, o que poderá servir como “termômetro” capaz de norteá-lo a alguma possível direção. E um detalhe importante: escolha um domínio condizente com o nicho que pretende explorar. Se não quiser registrar um domínio só para o blog, crie-o num subdomínio que inclua a palavra-chave (ou até mais de uma) que defina o nicho do blog.

Estas dicas são um apanhado geral de como se pode proceder para ter sucesso neste negócio, no entanto, quanto mais criativo você for maiores serão as suas chances de se destacar nesta competição por audiência e venda de espaços publicitários.

Roberto Soares Costa – Gerente de projetos e estratégias de Marketing na Webrobertocosta.gp@gmail.com

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Onda de consumo chega à reforma da casa

O ‘consumo formiga’ movimentou R$ 21,4 bilhões nos primeiros quatro meses do ano e já há casos de falta de tijolo e cimento em algumas regiões

Faz oito meses que o pedreiro José Tertuliano da Silva cumpre dupla jornada. Entra às 7h na obra e sai às 17h. Depois segue para Paraisópolis, na periferia de São Paulo, onde constrói a terceira laje da sua casa.

Lá, trabalha até meia-noite, dando o acabamento nos quatro cômodos. A família Silva é uma das 22 milhões de famílias que pretendem reformar ou construir casa até dezembro, revela pesquisa do instituto Data Popular.

Esse contingente equivale à soma da população de quatro países. É como se todos os argentinos, chilenos, paraguaios e uruguaios resolvessem reformar ou construir moradias até o fim deste ano, compara Renato Meirelles, sócio-diretor do Data Popular.

A enquete, que ouviu 2 mil famílias em 11 regiões metropolitanas e no Distrito Federal em março, mostra que a maioria – 90% das famílias – são das classes de menor renda (C, D e E), resultado que ganha relevância no Nordeste, beneficiado pelos programas sociais.

“Com a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para materiais de construção, a maior oferta de crédito e o aumento da renda, o consumo formiga de materiais de construção vai explodir”, prevê Meirelles. O consumo formiga é como são chamadas as compras de pessoas físicas para construir ou reformar a própria casa.

Nos cálculos do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Melvyn Fox, o consumo formiga hoje corresponde a 65% da receita de R$ 33,3 bilhões de janeiro a abril, ou R$ 21,4 bilhões. Já a receita total da indústria cresceu 20,3% no período em relação a 2009 e 5% ante 2008. Deve fechar o ano com alta de 15%, a maior desde o início da série, em 2004.

Um sinal dessa explosão de vendas já aparece na falta de tijolo e cimento em regiões como o Centro-Oeste. Faz três meses, por exemplo, que o depósito de cimento 13 de Maio, em Campo Grande (MS), trabalha praticamente sem estoque de tijolo e cimento, conta o gerente João Carlos Kohatsu.

Márcia De Chiara/O Estado de S.Paulo

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Empresários apostam cada vez mais em redes sociais

Empresas que investem na utilização de perfis em redes sociais como forma de marketing lucram mais, segundo aponta pesquisa feita pelo Altimer Group e Wetpaint com as 100 melhores empresas do mundo, sendo que destas, a que investiram em mídias sociais melhoraram seus resultados em 18%.

Segundo a gestora de marketing da Trevisa Escola de Negócios, Adriana Arroio, há aproximadamente um ano as empresas brasileiras têm ingressado neste novo formato de divulgação de marca, ainda timidamente, mas através dessa redes tentam conquistar clientes através da interação que as redes sociais como Twitter, Orkut, Facebook, LinkedIn e outras oferecem.

Adriana também afirma que o número de clientes pode aumentar em média 20% quando se usa desta nova estratégia como forma de promoção. Segundo a gestora, as vantagens de investir nesta plataforma é baixo custo e o retorno a curto prazo.

“Dá para mensurar os resultados entre 30 e 60 dias”, afirma.

Porém é necessário ter estrutura para que as empresas saibam lidar com os comentários positivos ou negativos.

“Outra vantagem é que a interação permite transformar a imagem. Uma crítica pode rapidamente se tornar um elogio”, completa.

Um dos segmentos que também aposta nas redes sociais é o de bares e restaurantes.

OÓrçado em R$ 2,5 milhões, o recém inaugurado Johnnie Pepper, especializado em carnes acredita no mundo da tecnologia para a propaganda. Entre agência e sistemas especiais, o investimento do espaço é estimado em R$ 200 mil. Segundo Celso Stephano, sócio do estabelecimento, afirma que teve um retorno positivo e que pretende recuperar o valor nos próximos dois anos.

O “Foursquare”, foi uma das apostas da rede de restaurantes Spoleto, especializada culinária italiana rápida.

Segundo Leandro Maia, gerente de marketing, o investimento foi quase zero, porém o retorno positivo. “Apesar de o retorno ter sido bom, as mídias convencionais dão um resultado melhor, pois nem todos os clientes possuem celulares com tecnologia 3G, essencial no uso do ‘Foursquare’”, complementa.

A casa de shows e restaurante de culinária japonesa, Barracuda Sushi Bar, localizado na zona leste de São Paulo, também apostou neste modelo de mídia, e possui um programador para cuidar dos perfis da casa. Além disso possuem uma comunidade no Orkut com mais de dois mil participantes e através disso mandam mensagens diárias aos clientes. Essa prática fez com que o público aumentasse em 30%.

Outro empreendimento que apostou na tecnologia é Bar Bleecker St, que adotou o sistema para a realização de promoções. ” É uma forma de fidelização, não somente de chamar novos clientes. Para isso mantenho o público sempre atualizado”, conta Edu Pimenta, sócio proprietário da casa.

Pimenta investiu algumas vezes em mídia impressa e garante que o resultado não foi como o esperado. Segundo o empresário, é gasto um valor muito elevado, e por vezes não recuperado.

“O boca-a-boca funciona melhor nesses casos. Não tive o resultado esperado quando investi em publicidade nos meios impressos, por isso não voltarei a fazer. Acredito no potencial das redes sociais”, completa.

O sócio do Wall Street Bar localizado no Itaim Bibi, em São Paulo, Thomaz Rothmann , afirma que antes da inauguração do estabelecimento, há sete meses, fazia divulgação no Twitter, no Facebook e no Orkut. “Uso essas ferramentas para fazer divulgação dos jogos, às quartas-feiras, as novidades do bar e as promoções”, diz. Ele afirma que nunca fez anúncios da empresa em outras mídias e as redes sociais têm sido uma ótima forma de conquistar clientes.

A rede America, que completa 25 anos no mercado, começou com essas ações de marketing online há aproximadamente um ano. Quem cuida dos perfis nessas comunidades é a própria agência de publicidade responsável por promover a rede.

Para a gerente de marketing do America, Mirella Scorza, um dos diferenciais da propaganda na internet é que através disso é possível entrar em contato com todas as pessoas que citaram o restaurante de alguma forma em alguma das redes sociais, seja para fazer críticas positivas ou negativas, ou ainda dar sugestões sobre a rede.

Pesquisa

Segundo pesquisa do TI Inside, o Twitter tem cerca de 10 milhões de usuários e o Facebook, contempla 3,4 milhões de perfis cadastrados. A quantidade de usuários atraiu a atenção das empresas que começaram a investir pelas facilidades, como baixo custo e resultados garantidos independente do público a que se quer atingir.

Segundo explica Adriana Arroio é possível aumentar o número de seguidores em 20%, isso a depender da rede social.

“Com isso é possível uma visibilidade maior e aumento significativo na clientela”.

Alessandra Gardezani e Andrezza Ribeiro/DCI

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