De olho nos descontos

Twitter aproxima clientes de suas marcas preferidas e ainda ajuda a encontrar as melhores pechinchas e economizar nas compras, com direito a promoções

O Twitter virou aliado de quem recorre a portais de comparação de preços para pesquisar pela Internet ofertas e características de produtos. Estudo da Intel aponta que 64% dos internautas pesquisam na rede antes de comprar pessoalmente. Usando o Twitter, cujo conteúdo é criado coletivamente, o consumidor pode encontrar descontos exclusivos e saber de queimas de estoque.

As dicas aliviam o bolso e estreitam a relação entre a marca e o consumidor. Um dos pioneiros é o perfil @oleitorvoraz, da editora Ediouro, que desde junho de 2008 oferece livros a quem participa com criatividade das promoções.

Perfis como o @ShoppingTijuca apontam lojas em liquidação, shows e ofertas exclusivas. Lojas que fazem sucesso na Web como a @americanascom, @pontofrio e @canalshoptime têm público cativo e atuante. Com milhares de seguidores, elas criam ofertas exclusivas para os seguidores repetirem, além de divulgar descontos e concursos dos sites.

Os descontos estão em todo tipo de estabelecimento. Para ganhar entradas de cinema, siga o @blockbuster_br, @botafogopraia ou @grupoestacao. Para conseguir ingressos para boates e casas de show, vá ao perfil do @grupomatriz.

SOB MEDIDA

Quem quer desconto na padaria, precisa anotar a senha divulgada no Twitter do @farinhapura, que também avisa quando sai pão quentinho. O publicitário Jorge Aldrovandi é um dos clientes cativos da Farinha Pura. Ele acompanha o perfil e troca a senha por descontos e produtos. “Acho uma forma sensacional de aproximar lojista e cliente. Moro perto e aproveito sempre”, conta.

Tamara Menezes/O Dia

, , , , , ,

Amazon vende mais e-books que livros físicos


Kindle, da Amazon: o leitor de conteúdos digitais foi o item mais vendido da loja nas compras de fim de ano

Em um comunicado oficial depois das vendas de Natal, a Amazon.com anunciou que seu leitor portátil, Kindle, é o mais vendido da história da loja.

De acordo com a companhia, nas compras de fim de ano, as vendas dos livros digitais superaram as dos livros físicos pela primeira vez. A Amazon, porém, não fornece os dados específicos.

O que se sabe é que os livros mais comprados no fim do ano, foram, em ordem: “Going Rogue” de Sarah Palin; “Símbolo Perdido” de Dan Brown; e “The Help” de Kathryn Stockett

Para muitos, a notícia comemorativa em relação ao Kindle (a segunda, em menos de um mês) é uma forma de espantar a concorrência, representada, especialmente, pela livraria Barnes & Noble, que acaba de lançar um leitor de e-books próprio, o Nook.

No mesmo comunicado, a Amazon também informou que, no dia 14 de dezembro, recebeu 9,5 milhões de itens pedidos pelo mundo, o que representa 110 presentes por segundo e um novo recorde da loja.

Em 2009, a Amazon diz ter feito entregas para mais de 178 países e 99% dos pedidos de fim de ano – considerados de 15 de novembro a 19 de dezembro – foram entregues no tempo previsto.

Segundo o relatório de itens mais vendidos no período natalino, os eletrônicos mais adquiridos foram, depois do Kindle, o “iPod Touch de 8 GB“, da Apple, e o GPS “Garmin nuvi 260w”, com tela de 4,3 polegadas.

No quesito videogames, o mais vendido foi o “Wii Fit Plus com Balance Board”, seguido por “New Super Mario Bros” e “Call of Duty: Modern Warfare 2″.

Dentre os software mais comprados, o “Microsoft Office Home and Student 2007” ocupou o primeiro lugar, “Adobe Photoshop Elements 8” o segundo e “Microsoft Office 2008 for Mac Home & Student Edition” o terceiro.

O preço no Brasil

Liminar permite comprar Kindle sem imposto

Em dezembro, uma decisão da Justiça Federal autorizou um consumidor a comprar o Kindle sem o pagamento de imposto de importação, reduzindo o preço do aparelho quase pela metade – no Brasil, segundo um balanço feito pela INFO, o leitor de e-books com todas as tarifas custaria aproximadamente mil reais.

A ação foi movida pelo advogado Marcel Leonardi que pedia à Justiça o direito de comprar o Kindle nos mesmos termos da lei para importação de livros e manuais impressos.

Ao ler o pedido de Leonardi, a juíza Marcelle Ragazzoni Carvalho, da 22ª Vara da Justiça Federal em São Paulo, considerou a solicitação justa, pois considera que o Kindle tem função exclusiva de leitura e, por isso, deve ser classificado como um livro, ainda que em formato eletrônico.

A decisão tem caráter liminar e vale apenas para este pedido.

Guilherme Pavarin/INFO Online

, , , , , , , ,

Tem medo de comprar na web? Manual traz dicas de segurança

Cuidados ajudam a fazer compras on-line para o Natal; ainda dá tempo.

Segurança com computador, sites e pagamento estão entre as dicas.
Altieres Rohr* Especial para o G1

Está cada vez mais difícil ignorar as ofertas na internet. Às vezes, o valor é menor do que na loja física – apesar do custo do frete –, e a diversidade de marcas e modelos presente nas opções na rede é inigualável. Se você ainda tem medo de realizar compras on-line, por qualquer motivo, este “manual” da primeira compra na internet pode ajudá-lo a fazer sua primeira aquisição na rede. Com essas dicas, você poderá fazer compras on-line da Natal com segurança. Ainda dá tempo!

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.

No ano passado, também na época do Natal, a coluna divulgou os “dez mandamentos” para realizar compras na internet. Eles ainda valem e alguns deles são novamente mencionados nas dicas abaixo.

Capítulo 1: O computador

Não há compra com segurança em computador inseguro. Tenha um antivírus instalado, atualizado e realize um exame completo antes de fazer o pagamento (porque é no pagamento que algumas informações podem ser roubadas). Não use computadores públicos.

Nesta época, uma série de golpes temáticos envolvendo natal e final de ano circulam na rede: o G1 já mostrou os que circularam no ano passado. Esses golpes levam as vítimas a sites falsos que roubam dados ou contém vírus com a mesma finalidade. Evite-os para manter seu computador seguro.

Se você vai usar um notebook para a compra, faça-o em casa. A fabricante de antivírus Symantec alerta que você precisa tomar cuidado ao digitar senhas e dados bancários em locais onde pode ser visto por desconhecidos. Também não utilize conexões sem fio públicas ou inseguras (veja aqui como proteger sua rede sem fio).

Capítulo 2: A loja

A Symantec dá a seguinte dica: “não compre em uma loja virtual que você desconheça ou não tenha referência. Não se baseie apenas no número de opiniões positivas de usuários de sites de pesquisa de preços, pois algumas lojas turbinam os próprios números criando feedbacks positivos comentando sobre vendas que nunca ocorreram”.

Outro ponto importante – e aqui a coluna diverge da recomendação de algumas empresas de segurança – é ignorar qualquer “selo” que ateste a segurança do site. Não é possível verificar adequadamente a veracidade do selo, e um site falso pode colocar imagens de selo sem qualquer dificuldade. Por isso, embora alguns selos sejam de empresas ou organizações confiáveis, eles ainda não têm qualquer valor prático devido à facilidade com que podem ser abusados por criminosos.

Na verdade, apenas lojas legítimas – que precisam zelar pelo seu negócio e têm medo de sofrer processos – é que não podem usar os selos de forma indevida.

Tente pesquisar na web para descobrir referências sobre a loja. Use a dica desta coluna para verificar o cadastro do CNPJ da empresa. Fazendo uma pesquisa por um determinado programa de computador há algumas semanas, a coluna encontrou um site que vendia softwares e que estava com o CNPJ irregular por cinco anos.

O Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (CAIS/RNP) dá também a seguinte dica: “sites sem reputação com preços bons demais são suspeitos. Você pode não receber o produto, colaborar com a sonegação de impostos ou ter seus dados financeiros utilizados por terceiros”.

Se você vai tentar arriscar com uma loja que ainda não conhece ou não tenha referências – o que não é recomendado, na verdade –, atente para o produto que está comprando. Alguns podem levá-lo mais facilmente a locais fraudulentos e pode ser preferível que, se quer um destes, que volte a buscar uma compra em uma loja mais confiável.

Capítulo 3: O produto

Segundo informações do CAIS/RNP, produtos populares como “MP3 players, câmeras digitais, smartphones, laptops, TV LCD e navegadores GPS” são iscas comuns para atrair possíveis compradores a lojas fraudulentas, que não entregarão os produtos ou roubarão os dados dos clientes.

Não quer dizer que você não possa comprar esses produtos na web. Você pode. Mas é necessário atenção redobrada na hora de fazer a pesquisa pela melhor compra.

Outra questão são produtos falsificados. Um levantamento da Symantec feito em parceria com a MarkMonitor aponta que 24% dos resultados de pesquisa por produtos na web, com base em sites de língua inglesa, levam a sites com produtos falsos ou piratas. É o caso de joias, acessórios ou bolsas “de marca”.

Seja qual for o produto do seu interesse, pesquise preços em vários sites, inclusive em sites especializados nessa tarefa. Não se limite a apenas uma loja. Assim você tem noção do preço do mercado e poderá desconfiar caso alguma oferta seja “boa demais”.

Capítulo 4: O pagamento

Enquanto estiver realizando a inserção de dados pessoais e do cartão, atente para a presença do “cadeado de segurança”. Isso significa que o site está usando a tecnologia SSL para proteger seus dados contra roubo enquanto eles estiveram em trânsito na rede. Mas importante: simplesmente a presença do cadeado de segurança não garante que a compra será segura ou que a loja é confiável.

Para as lojas que oferecem, Sedex a cobrar é sem dúvida a forma de pagamento mais segura. Você só paga quando recebe o produto. Cuidado com débitos diretos na conta. De acordo com o CAIS/RNP débitos automáticos não autorizados são uma “prática frequente”.

O cartão de crédito tem a mesma segurança. Se você não receber o produto, pode contestar a fatura junto ao banco, afirmando que nunca recebeu. Esse processo, conhecido como “chargeback”, garante que você terá seu dinheiro de volta caso a mercadoria não seja entregue. Gera alguns transtornos, mas nenhum dinheiro é perdido.

Por outro lado, criminosos também podem roubar os dados do cartão se o seu computador estiver com algum vírus. Se você quer evitar isso, pode pagar no boleto bancário. Porém, no caso de boleto, fica mais complicado contestar.

Se preferir, na maioria dos casos é possível realizar compra, ou pelo menos o pagamento, por meio de um LiveCD com Linux. Isso garante um ambiente seguro para a digitação dos dados do cartão de crédito.

Vale lembrar que, uma vez recebido o produto, independentemente da forma de pagamento, você pode, pelo Código de Defesa do Consumidor, pedir devolução do dinheiro em até 7 dias após o recebimento. Confira outras dicas de compras para o final de ano do CAIS/RNP.

¹ Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança para o PC”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários.

, , , , , ,

E-commerce: um mercado a explorar

Previsão da Câmara e-net, é de que as vendas on-line cresçam 30% ao ano

O Brasil é responsável por 45% do faturamento de comércio eletrônico da América Latina. Foto: Fotolia/ Golden Light.

Um estudo inédito da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), divulgado dia 26, revelou que 66% das empresas do varejo, associadas à entidade que responderam a pesquisa (cerca de 1.200), possuem site próprio. Outros 34% ainda não entraram no universo digital. A análise mostra que, do percentual de empresas que possui site, 64% ainda não utilizam o e-commerce como canal de vendas. Isso significa que 23% do total de pesquisados vendem pela web.

Apesar de as microempresas aparecerem no relatório entre as que menos estão on-line (41%), seguido pelas pequenas (15%), grandes (14%) e médias (5%), são elas que mais utilizam o e-commerce em seus negócios. Os dados foram apresentados durante o Ciclo MPE.net – Ciclo de Seminários de Comércio Eletrônico, realizado pela Câmara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico).

A micro empresa de Bruna Braz, que vende DVD de cursos para festas, é um exemplo de sucesso no e-commerce, obtendo 90% do faturamento das vendas pela internet. “Estamos na web há sete anos, com vendas por telefone; há quatro fazemos e-commerce. Quando começamos a fazer anúncios no Google, tivemos um incremento de 60% na nossa receita”, fala a empresária.

Segundo Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP, “a gente quer levar mais conhecimento sobre o uso das ferramentas digitais para gerar mais negócios aos empresários. Mesmo que o ramo dele não necessite de e-commerce, propriamente dito, ele pode usar a internet a seu favor e atender seu consumidor de uma forma ainda melhor,” diz.

Quando o estudo é dividido por setores, a indústria aparece como aquela que mais investe em sites próprios (80%). No comércio atacadista 70% têm sites próprios. Na área de prestação de serviços, 67% das empresas estão on-line. Na quarta posição, com média de 65% de empresas com seus negócios também na web está a construção civil. Na sequência estão, comércio varejista (60%) e instituições financeiras (58%).

A C&C Casa e Construção, é um dos poucos home centers que apostam no e-commerce de materiais de construção. Segundo Mauricio Grandeza, que há três anos está à frente das estratégias de televendas e e-commerce da empresa, entrar no comércio eletrônico foi um grande desafio para a loja que há nove anos está nesse nicho. “Esses anos foram bem difíceis. Desde o começo sabíamos que era um caminho sem volta. Temos no e-commerce um apoio fundamental para a loja física”, diz.

Do volume total de visitação do site do home center, 3% compram, enquanto do total de visitação da loja física cerca de 50% a 60% saem da loja com algum item. “Sabemos que o retorno é a longo prazo. Hoje, nosso foco principal é aumentar a base de clientes. Batemos recorde de vendas on-line em novembro com 54% a mais em relação ao mesmo período de 2008. No último dia 30, houve recorde de vendas em um único dia. Atribuímos isso ao 13º salário, ao bom momento da construção civil, redução de IPI e ao apagão. Registramos altas vendas em geradores, lanternas e luminárias de emergência pela internet”, fala Grandeza.

Para Sandra, da ACSP, estar on-line hoje é praticamente uma necessidade de todo mundo, das pessoas físicas e jurídicas. “Agora, quanto ao e-commerce, não é uma obrigatoriedade para todos. Depende do tipo de negócio, mas ela pode usar a internet para divulgar o seu negócio para vender no mercado B2B, usar sistemas de buscas orgânicas no Google ou outros, para aparecer para o seu mercado, do seu interesse”, avisa.

Quem não faz venda pela internet, pode estar perdendo uma fatia de mercado que cresce a cada dia. Dados da Câmara-e.net, mostram que o Brasil em comparação com países da América Latina é o que mais faz comércio eletrônico. “Nós temos uma posição de vanguarda e de liderança incontestável. Hoje o Brasil é responsável por 45% do faturamento do comércio eletrônico da América Latina inteira. Para você ter uma ideia, o México, que é o segundo colocado, representa 15% do faturamento. Somando o Brasil e o México, nós temos 60% do faturamento na região”, diz Gerson Rolim, diretor executivo da Câmara.

Isso significa que o comércio eletrônico no Brasil é muito evoluído e tem muito para evoluir. É um segmento da economia que cresce a uma taxa de 45% ao ano, nos últimos dez anos, segundo dados da Câmara-e.net. E as boas previsões não param por aí. Rolim diz que a entidade projeta “um crescimento de pelo menos 30% ao ano nos próximos cinco anos e que, a estimativa de faturamento apenas no natal de 2009, é de R$ 10,8 bilhões, excluindo as vendas de automóveis, de passagens aéreas e leilões online.”

Entrando na web – Um dos pontos chaves que levaram o Brasil à vanguarda nas vendas on-line “é justamente o que a gente chama de ecossistema do comércio eletrônico”, diz Rolim. Para quem quer ingressar na web e no e-commerce, várias empresas oferecem serviços e suporte. “Se quiser entregar, os correios têm um produto específico para o comércio eletrônico que se chama e-sedex. Você quer fazer a propaganda, o webmarketing, tem o Google, com o Adwords, que é líder em audiência. Não falta estrutura. As empresas que prestam serviço para o varejista on-line no Brasil estão muito evoluídas.”

Internet segura – A ACSP e a Câmara-e.net, lançaram no último dia 26, o Selo Internet Segura que vai vigorar a partir de fevereiro de 2010. O Selo só é concedido depois que alguns itens como: logística, meio de pagamento, atendimento ao cliente, risco de fraude e certificação digital de servidor SSL ICP-Brasil forem analisados e aprovados por auditores. O custo mensal da certificação é de R$ 49. Até agora, 18 dos maiores varejistas on-line do Brasil já têm o selo.

Por Paula Thomaz/São Paulo

, , , ,

O CEO do YouTube afirmou que as vendas de anúncios estão aumentando, mas não revelou se finalmente o site de vídeos está lucrando.

Chad Hurley, também fundador do YouTube, falou em Jerusalém durante a estreia de um canal pessoal de Shimon Peres, presidente de Israel, no site.

Hurley se recusou a fornecer os números do aumento de anúncios, mas afirmou que a companhia teve “trimestres espetaculares” e que o site recebe mais de um bilhão de visitas diárias.

O YouTube não rendeu lucros ao Google desde quando o gigante das buscas o adquiriu por 1.76 bilhão de dólares há três anos, mas executivos garantem que o site está saindo do vermelho.

Peres declarou que pretende utilizar seu canal no YouTube para se comunicar com pessoas no mundo todo diretamente.

, , , , , , , , ,

Um perfil no Twitter já gerou mais de 6,5 milhões de dólares de receita para a fabricante americana de computadores Dell, de acordo com o site Mashable, especializado em mídias sociais.

A conta @DellOutlet, com mais de 1,5 milhão de seguidores – e três milhões de conexões com outros sites sociais – , triplicou as vendas online pelo serviço de microblog nos últimos meses, diz a companhia.

Ainda que o valor seja mínimo quando comparado às receitas totais de 60 bilhões de dólares obtidos no ano passado, o lucro via Twitter é considerado uma referência de bom uso (leia “de modo lucrativo”) das redes sociais.

O perfil da Dell estimula a compra pela internet com links de promoções pelo site e também costuma responder dúvidas e reclamações de usuários.

Guilherme Pavarin/INFO Online

, , , , , , , ,

Em 2015, a Internet deve superar os jornais e se tornar o segundo meio em investimentos em todo o mundo, de acordo com projeção da ZenithOptimedia.

Uma análise da Zenith apontou que a crise econômica acabou acelerando mudanças de verbas da mídia tradicional para a rede mundial.

Em um momento em que os departamentos de marketing precisam justificar seus investimentos, a Internet torna-se mais atrativa por conta de seu retorno mais rápido, se comparada a outros meios, na avaliação da empresa.

A Zenith avalia que, em 2010, a procura por publicidade na Internet crescerá 9,5% e, em 2011, atingirá 12%. Para 2012, estima-se aumento na procura de 13%, de acordo com informações do Paid Content.

UOL

, , , , , ,

ATUALIZAÇÃO: Saiu o calendário com as datas de vencimento do IPVA 2010, confira!

O secretário da Fazenda anunciou nesta segunda-feira (7), em coletiva, a tabela completa do IPVA 2010. A redução, com relação ao valor de 2009, tem média de 20%.

Ao todo são mais de R$ 1 milhão de veículos tributados com previsão de arrecadação de R$ 322 milhões, representando um crescimento de 11,2% em relação a 2009.

Baixar tabela completa (.pdf)

Para os contribuintes que optarem pelo pagamento em parcela única o vencimento será agendado para 31 de janeiro, com desconto de 5%. Já o pagamento parcelado será agendado para 12 de fevereiro, 19 de março e 19 de abril em parcelas iguais.

Durante a coletiva Mauro Filho, anunciou também o resultado do estudo para a redução da alíquota das motocicletas, autorizado pelo Governador em novembro. O imposto antes de 2% será reduzido para 1% para motocicletas de 125 cc em 2010. A partir de 2011, o benefício somente será concedido aos condutores que não tiverem infrações junto ao Detran nos 12 meses anteriores ao do exercício que será pago.

Desoneração

Seguindo a política de desoneração de produtos adotada pelo Governo do Estado, a Secretaria da Fazenda divulgou uma relação com mais 34 itens que sofrerão redução e isenção de ICMS. Parte dos produtos compõem a relação de material escolar que será utilizada pelas escolas no início do ano letivo e passarão a ter carga de apenas 7%, a mesma alíquota dos produtos da cesta básica. São eles:

Caderno, Caneta, Lápis, Borracha, Apontador, Lapiseira, Agenda, Cartolina, Papel, Régua, Compasso, Esquadro e Transferidor

Os outros 21 itens serão totalmente desonerados quando destinados ao atendimento dos programas sociais do Estado e estão enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). São eles:

Arroz tipo 1 e 2, Bolinha de peixe, Bolo de batata, de macaxeira e de milho, Cajuína, Carne bovina de 1ª e de 2ª, Carne ovina, caprina e suína, Cocada de coco, Doce de banana, de caju, de canjica, degoiaba e de leite, Fécula de mandioca, Iogurte natural, Laranja, Linguiça de peixe, Manteiga da terra, Massa de milho, Mel de abelha, Nata, Pão de queijo, Polpa de frutas
Queijo coalho, Tapioca de fécula de mandioca.


Fonte Verdes Mares

, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Varejo americano usou Twitter e Facebook para anunciar promoções na Black Friday

Como de praxe, os varejistas americanos não pouparam os consumidores da enxurrada de anúncios de promoções para a tradicional queima de saldo da sexta-feira após o feriado de Ação de Graças, conhecida como Black Friday . Até aí nada de novo. O que mudou, como revela matéria publicada no site do jornal britânico Finnancial Times, foi o tipo de mídia escolhida para veicular as propagandas. Este ano, os varejistas reforçaram sua estratégia de comunicação aos consumidores com uma poderosa aliada: a internet, através das mídias sociais.

Target, Walmart, Macy´s, entre outras, usaram Facebook e Twitter para anunciar descontos de produtos, o que geralmente é feito no dia anterior nos jornais. A ideia era atingir com mais rapidez os 134 milhões de americanos aguardados nas lojas, de acordo com a estimativa da Federação Nacional da Rede Varejista dos Estados Unidos.

“Este é o primeiro ano que as mídias sociais estão realmente sendo usadas como um importante veículo de marketing pelas lojas não-virtuais ”

Brad Smith, responsável pelo relacionamento de mídias sociais da Best Buy – outra das mais tradicionais redes americanas – disse que a rede de aparelhos eletrônicos tem mais de 1 milhão de fãs no Facebook, o que motivou a empresa a usar a mídia social pela primeira vez para veicular as ofertas da Black Friday.

- Nós liberamos os negócios pelo Facebook às 2h da manhã do último sábado e, mesmo àquela hora, tivemos literalmente mil atendimentos em uma ou duas horas – disse Smith.

Best Buy também está usando pela primeira vez o Twitter para fazer publicidade das ofertas do dia, durante as corridas para as liquidações de Natal.

- Este é o primeiro ano que as mídias sociais estão realmente sendo usadas como um importante veículo de marketing pelas lojas não-virtuais – acrescentou Smith.

Outras redes como Target, JC Penney, American Eagle e Nordstrom também pretendem usar o Twitter para atrair consumidores às suas respectivas lojas. Além disso, mais de uma dúzia das maiores varejistas devem lançar sites de comércio eletrônico personalizados antes dos feriados.

Confira imagens da Black Friday

Ao lado da estratégia tradicional de “compre um leve o segundo de graça”, outras estratégias menos convencionais foram sendo anunciadas, como as lojas que tiveram a abertura antecipada ou que pretendiam abrir à meia-noite pela primeira vez, como a Toys R Us ou que acabaram abrindo ao meio-dia ainda no dia de Ação de Graça, como Old Navy e Gap.

A Toys R Us ainda usou o as mídias sociais para atrair mais clientes, garantindo aos 100 primeiros da fila fora de suas lojas a oportunidade de comprar um Zhu Zhu, um hamster de estimação robótico e um dos brinquedos de maior sucesso da estação – por apenas US$ 10.

Mas a atividade dos revendedores e suas promoções não refletem tanto desespero quanto as do ano passado. Depois da crise desencadeada em setembro do ano passado, os estoques estavam altíssimos e a intenção de compra dos americanos, baixíssima.

Este ano, mais precavidos e com o nível dos estoques 10% mais baixo que em 2008, os varejistas não quiseram gastar tanto com propaganda. O que pode explicar também o uso mais intenso das mídias sociais.

O Globo OnLine

, , , , , , , , ,

Fisco de SP pede a site dados de clientes

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo notificou o Mercado Livre, empresa americana que abriga e intermedeia vendas de lojas virtuais na América Latina, a apresentar a movimentação de vendas e os dados cadastrais dos 200 maiores usuários do comércio virtual, segundo a Folha apurou.

O Mercado Livre confirma a notificação e informa, por meio de sua assessoria de imprensa, que tem como prática “colaborar permanentemente com as autoridades, fornecendo as informações necessárias de acordo com as solicitações oficiais”.

Na terça-feira passada, a Fazenda paulista realizou ações de fiscalização para participar da Operação Nacional de Combate à Sonegação Fiscal, realizada pelos Ministérios Públicos dos Estados e da União.

A ação mais importante, denominada Matrix, ocorreu no comércio eletrônico, com a participação de cerca de cem fiscais da Fazenda paulista e da Receita Federal e policiais. Dez locais em São Paulo e no interior, onde pessoas físicas e jurídicas realizam negócios por meio da internet, foram alvos da fiscalização.

O fisco tem indícios de que essas pessoas físicas e jurídicas faturem cerca de R$ 60 milhões por ano, mas declarem que movimentam apenas 4% desse valor.

Em julho, a Fazenda paulista informou que iria apertar o cerco às lojas virtuais que não pagam impostos, tanto que encaminhou neste mês à Assembleia Legislativa projeto de lei que faz mudanças na legislação do ICMS para facilitar a fiscalização e a cobrança de imposto devido no comércio virtual.

O projeto de lei obriga as empresas que operam na internet a informar dados cadastrais (como endereço e CNPJ) e de vendas feitas pelas lojas virtuais, inclusive das empresas que operam em intermediação e gerenciamento de vendas.

As vendas virtuais devem movimentar R$ 10 bilhões neste ano, valor 22% maior do que o negociado no ano passado, segundo estimativas do setor.

O fisco informa que tem dificuldade para identificar e localizar quem são os donos dos sites de vendas. Com regras específicas para o comércio eletrônico, a Fazenda paulista entende que será mais fácil saber quem é esse contribuinte virtual e cobrar dele o imposto.

O foco das ações do fisco são os sites que operam de forma irregular e driblam o pagamento de impostos, e não as lojas e provedores legalmente estabelecidos. Com a nova legislação, os sites de intermediação da internet que não informarem ao fisco o que for solicitado, como as operações comerciais feitas em ambiente virtual, serão responsabilizados solidariamente a pagar o ICMS devido.

Estima-se que hoje 20 mil sites atuem no país na venda de bens de consumo (exceto carros, passagens aéreas e produtos usados). Há cinco anos, eram 4.000. Um único site de venda de eletroeletrônicos monitorado pela recém-criada Supervisão de Fiscalização de Comércio Eletrônico da Fazenda paulista faturou no ano passado R$ 6 milhões, mas não recolheu um centavo de ICMS.

Fátima Fernandes e Claudia Rolli/Folha de S. Paulo

, , , , ,

Celular-transacoes-moveis-mobile-banco-contas-pagamentosTransações móveis superam serviços de localização, busca e navegação no celular entre as 10 aplicações móveis mais usadas, aponta consultoria. Transferências bancárias lideram a lista das dez aplicações móveis que serão mais populares nos próximos três anos, informou a consultoria Gartner na quarta-feira (19/11).

As transações móveis superam, por exemplo, serviços de localização, busca e navegação no celular, aponta a consultoria. O celular já tem sido usando como um meio de bancarização para países em desenvolvimento. “É uma forma de levar serviços financeiros a pessoas que não possuem conta corrente”, afirma Sandy Shen, analista responsável pela área de Dispositivos Móveis e Serviços de Consumo do Gartner.

Os pagamentos móveis (mobile payment ou m-payment) estão em sexto lugar na lista de aplicativos mais populares e serão usados tanto na inclusão de pagamentos eletrônicos nos países em desenvolvimento, como nos países desenvolvidos oferecendo mais uma conveniência, afirma Shen. Este segmento também abre caminho para a tecnologia de pagamento móvel por contato, ou Near Field Communication (NFC), que já está em uso no Japão e vem sendo testada em outros países.

O interesse em serviços de pagamento móvel é crescente em diversos países, incluindo o Brasil, onde os bancos ampliam, por exemplo, a oferta de alertas via mensagens de texto (SMS) a compras, pagamento de faturas de cartão de crédito e ao DDA (Debito Direto Autorizado).

O Banco do Brasil anunciou recentemente que está preparado para oferecer serviços de ‘SMS reverso’, assim que tiver aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), prevista para o final deste ano. O serviço permite ao cliente enviar mensagens para consultar saldos, extratos ou comprar produtos do banco, como seguros, por exemplo.

A questão da segurança é o principal desafio para a ‘bancarização‘ pelo celular, ressalta o Gartner. A transmissão dos dados via redes sem fio adiciona traz um grau de risco a estas operações, em relação aos sistemas de pagamento via cartões e terminais eletrônicos portáteis, analisa Shen.

Entre as aplicações móveis que serão mais ‘quentes’ até 2010 também se destacam serviços de localização – Location-based Services (LBS) – buscas, navegação, monitoramento de saúde, publicidade, mensagens instantâneas e música.

Confira as dez aplicações que serão mais populares no celular:

1) Transferência bancária

2) Serviço de localização (Location-Based Services – LBS)

3) Buscas

4) Navegação na internet

5) Monitoramento de saúde

6) Pagamento móvel

7) Near Field Communication Services (NFC)

8) Publicidade

9) Mensagens instantâneas

10) Música

IDG Now

, , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Mais um órgão de mídia que vai remar contra a maré. O sucesso do Google é exatamente praticar o inverso. Não tentar prender o usuário entre os muros da exclusividade. O Google redireciona todo mundo que faz busca, para o destino desejado. Não tenta manter o usuário fornecendo conteúdo além do que foi buscado.

Assim forma uma plataforma de links, onde todos ganham. O usuário fica satisfeito pelo resultado da busca e essa busca realimenta o Google que se torna mais preciso e completo. Aí, o círculo se refaz.

O Editor


Jornal inglês pretende implantar tarifa em abril de 2010, em vez de junho, como anunciado; editor quer combater “cultura do grátis”.

O jornal britânico “The Times” planeja cobrar por conteúdo digital já a partir de meados de abril de 2010, informou seu editor James Harding durante um evento da indústria em Londres, nesta terça-feira (17/11).

Duas semanas atrás, o controlador do jornal, Rupert Murdoch, havia dito que a cobrança era esperada para junho.

A revelação foi feita por Harding durante sua participação na mesa redonda “Visão de 2020 – O futuro é nosso”, em congresso promovido pela Sociedade de Editores, na Inglaterra.

Cultura do grátis

“Nós precisamos superar a cultura do grátis”, disse Harding. “Nós já vimos o que a cultura do grátis fez à indústria da música. Isso Não pode acontecer com as notícias.”

Sobre o modelo de tarifa a ser adotado, Harding adiantou que a ideia é aproximar-se do preço do exemplar em banca, para acesso válido por 24 horas, com a alternativa da assinatura convencional.

Como estratégia de apoio, o “The Times” disse que prestará mais atenção aos assinantes fiéis, mediante a oferta de assinaturas com desconto e serviços de entrega diferenciados.

IDG Now

, , , , , , ,