Brasil: da série “relembrar é preciso”!

Na tragédia narrada abaixo, pode-se perceber o quanto de demagogia, falácia e irresponsabilidade habita a mente distorcida de um esquerdista de “boutique”. Tais personagens, verdadeiras ‘personas’ de tragédia grega, ainda se arvoram na desfaçatez de elaborar planos de direitos humanos. O apedrejamento moral é o mínimo que deve ser aplicado a tão nefasta figura que habita o círculo mais próximo do chefe dos Tupiniquins.

“O tempora, o mores”!

O Editor


Quanta humanidade..

Em 2007, o país se estarreceu com a história de uma adolescente presa por 24 dias em uma cela masculina no Pará.

Torturada e seviciada pelos detentos, ela foi incluída no programa de proteção a testemunhas e enviada a Brasília, onde deveria ser protegida pela Secretaria dos Direitos Humanos, do ministro Paulo Vannuchi, que anda muito empenhado em criar mecanismos para censurar a imprensa.

Na capital, ela mendigou e passou a usar crack. Resgatada por uma ONG, foi alojada em um quarto com rapazes drogados.

Agora, está internada em uma clínica para se recuperar do vício.

De Felipe Patury/Veja

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Primeiro desce redondo. Numa boa. Depois humilha e mata!

[...] “o que dá pra rir dá pra chorar”[...]
Paris Hilton – Chegando(?) ao hotel no Rio de Janeiro – Carnaval
Foto: Felipe Panfili e Philippe Lima Ag/News

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Primeiro desce redondo. Numa boa. Depois humilha e mata!

…”o que dá pra rir dá pra chorar…”

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Primeiro desce redondo. Numa boa. Depois humilha e mata!


…”o que dá pra rir dá pra chorar…”

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Por Wálter Fanganiello Maierovitch ¹

Como pagar os traficantes de drogas proibidas?

Esse é um velho problema. Atinge a maioria dos dependentes químicos e psicológicos de cocaína que não querem se tratar.

Richard Crawford, 41 anos, diretor do setor de luta às fraudes bancárias do banco britânico HSBC, desviou, em oito meses, 170 mil libras esterlinas (cerca de R$ 650.000) de contas correntes para pagar os seus fornecedores de cocaína e bebidas alcoólicas.

O dinheiro subtraído era transferido, on-line, para os que lhe vendiam a crédito cocaína e bebidas alcoólicas. Crawford tinha acesso a dados bancários sensíveis, diante de sua função como chefe do setor de luta contra fraudes.

Para não ser descoberto, analisava as contas cujos correntistas não dispensavam atenção permanente.

Crawford ganhava mensalmente no banco 65 mil libras (mais de R$ 24.000).

O divórcio da esposa foi usado por ele para justificar sua mudança de comportamento e o ingresso abusivo no mundo da cocaína e do álcool.

Antes de se tornar dependente de drogas, o ex-dirigente bancário era considerado funcionário exemplar.

Trabalhava há mais de 20 anos no HSBC e chegou, por mérito, à chefia de um setor importante da atividade do banco: luta contra as fraudes bancárias. Por evidente, usou desse conhecimento para trapacear.

Crawford acaba de ser condenado pela Justiça britânica à pena de 3 anos e 8 meses de prisão. Tal condenação serve para mostrar os erros das políticas criminalizantes do Reino Unido.

Em outras palavras, um dependente químico, em vez de ser tratado, vai para cadeia por prática de crime conexo (subtração de valores para pagar fornecedores).

¹ Wálter Fanganiello Maierovitch, 60 anos, é comentarista da CBN, colunista da revista Carta Capital e colaborador da revista italiana Narco-Mafie. Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo e presidente e fundador do Instituto Brasileiro Giovanni Falcone de Ciências Criminais, é também professor de pós-graduação em direito penal e processual penal, além de professor-visitante da Universidade de Georgetown (Washington-EUA). É conselheiro da Associação Brasileira dos Constitucionalistas-Instituto Pimenta Bueno da Universidade de São Paulo (USP), ex-secretário nacional antidrogas da Presidência da República, titular da cadeira 28 da Academia Paulista de História.

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Primeiro desce redondo. Numa boa! Depois humilha e mata.

“…o que da pra rir dá pra chorar…”

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Campanha contra o fumo


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Cartazes de campanhas contra o cigarro




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