John Berkey nasceu em Minneapolis, Usa, em 1932. Mais conhecido como o “desenhista de Star Wars”.
Estudou na Minneapolis School of Arts, sendo descoberto pela agência de publicidade Brown e Bigelow, onde trabalhou durante 8 anos.
Logo depois foi contratado pelo cineasta George Lucas para desenvolver os desenhos e ilustrações da pré-produção de “Star Wars”.
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Jovem que escreve sobre moda sentou-se na primeira fileira dos desfiles.
Para isso, ela teve de faltar nas aulas. Seu pai a acompanhou no evento.
Durante a semana de moda de Nova York, realizada neste mês, uma blogueira de 13 anos dividiu atenção com as estampas florais, as botas, Victoria Beckham e até Madonna. A responsável por todo esse alvoroço foi Tavi Gevinson, descrita em seu próprio blog como “uma pequena babaca de 13 anos, que fica em casa o dia todo, com jaquetas estranhas e lindos chapéus”.
Além de aparecer em diversas publicações, a jovem de Chicago tirou fotos de celebridades, apareceu ao lado de muitas delas e também ocupou a primeira fileira de desfiles disputados em Nova York. Atrás dela, conta o “Guardian”, sentaram-se muitas celebridades e editores de revistas de moda.
A publicação britânica conta que, no início, houve desconfianças sobre a autoria do conteúdo postado no blog: isso porque as informações tinham ares profissionais, assim como as análises de revistas. A jovem também postava suas próprias combinações, que pareciam bastante ousadas para alguém de sua idade.
A confirmação de que Tavi é a autora do blog veio em dezembro do ano passado, oito meses após a criação da página. Isso aconteceu quando a jovem foi procurada por Kate and Laura Mulleavy, as irmãs responsáveis pela marca Rodarte, que conheceram Tavi pessoalmente. Desde então, a blogueira tornou-se musa das irmãs e dos fãs de moda. “Ela faz com que a gente pense de uma forma diferente”, disse Kate, segundo o “Guardian”.Para participar da semana de moda de Nova York, Tavi faltou na escola durante uma semana. Seu pai, que é professor, acompanhou a filha no evento e esperou do lado de fora das salas de desfiles. “Estou muito surpresa pela forma rápida como as coisas aconteceram”, disse a jovem. Segundo Tavis, apenas alguns colegas de classe entendem a maneira como ela se veste.
Veja mais sobre Tavi Gevinson em Moda com Estilo
O Brasil sempre teve, mais pouco divulgado, artistas digitais.
Fabrício Garcia, artista digital, que é conhecido pelo nick de ManoHead, fez essa caricatura do quadro “a última ceia” que foi pintada por Leonardo da Vinci.
Veja abaixo a pintura digital que tem como título “a última ceia” feita pelo grande artista Fabrício Garcia
A pintura foi feita com tablet e photoshop
Fonte: 3d4all
A arte criativa de Christian Fur
Muitas crianças começam a pintar com lápis de cera, também conhecidos como crayons. Também as memórias mais antigas de Christian Faur estão associadas a este material e talvez por isso continue a utilizá-lo para produzir arte. Mas não o faz da forma convencional, riscando sobre o papel.
Em vez disso agrupa centenas ou mesmo milhares de lápis de cores diferentes na vertical dentro de molduras de madeira. As pontas dos lápis transformam-se assim em pixels que, a uma certa distância, formam imagens.
Ao longe as imagens possuem um realismo fotográfico, de tal modo são detalhadas e sutis as variações de tons. Representam sobretudo retratos de pessoas e de crianças, que o artista justifica como sendo um eco da sua juventude.
A tridimensionalidade dos lápis faz com que as imagens não sejam estáticas e vão modificando a sua aparência à medida que o nosso olhar se move até desaparecerem completamente quando nos aproximamos muito perto.
Só então percebemos que são na realidade lápis. O ato de desenhar com lápis ganha assim originalidade e, literalmente, profundidade.
Depois de fazer 17 acordos para a tomada de empréstimos e até de aplicar pelo menos dois calotes, o Brasil agora vai ao FMI (Fundo Monetário Internacional) para investir. Aplicará US$ 10 bilhões, equivalentes a 5% das reservas nacionais, hoje situadas em US$ 200 bilhões. Numa leitura simplista, isso poderia levar à ufanista impressão de que o país venceu suas dificuldades e está investindo seus excedentes no banco onde no passado costumava tomar emprestado. Excelente figura para um governo populista, especialmente na chegada do período eleitoral, quando ocorre o maior volume de distribuição de “bondades”.
Espera-se, no entanto, que esta decisão de investir no Fundo não tenha nada em relação às próximas eleições. Que seja apenas uma opção técnica e de política internacional compatível com o atual estágio da economia brasileira. E que esse desembolso não venha a prejudicar o cumprimento das tarefas internas do governo.
Num país como o nosso que, apesar das muitas riquezas potenciais, sempre viveu de chapéu na mão, soa falso encontrar o governo emprestando dinheiro público para solucionar o problema da economia internacional. A crença geral é de que não temos nem para solucionar nossas dificuldades. Se tivéssemos, certamente a saúde, a segurança pública, a educação e tantos outros setores não seriam o caos que tanto sofrimento causa ao povo.
O presidente Lula e seus auxiliares da área econômica terão de se desdobrar para explicar ao povo a razão de estarem mandando o dinheiro brasileiro para o FMI em vez de aplicá-lo nas necessidades sociais. Terão, inclusive, de esclarecer quais os fatores que os levaram a investir no Fundo, tão xingado por eles próprios, em seus tempos de oposicionistas. Diziam, naquela época, que o FMI, com os juros que cobrava da dívida brasileira, era o grande culpado da miséria nacional. Mas, quando chegaram ao poder, pagaram o resto que o Brasil ainda devia e, hoje, vão colocar lá o nosso dinheiro.
Da mesma forma, é inadmissível que os cofres públicos brasileiros continuem realizando empréstimos para os países vizinhos que, na maioria das vezes, comem o nosso dinheiro e ainda colocam-se contra nossos interesses. Recentemente viu-se a Bolívia expropriando a preço vil as instalações da Petrobras naquele país e promovendo uma alta injustificada no preço do gás natural vendido o Brasil. O Paraguai teve o Brasil como tema da campanha eleitoral do atual presidente, que insiste em elevar as tarifas de Itaipu, a hidrelétrica que o Brasil construiu na divisa com aquele país e se comprometeu a comprar a energia que o Paraguai não consegue consumir. O Equador também tentou dar o calote e Chávez está pleiteando dinheiro brasileiro para a Venezuela.
Não há questão humanitária ou de desenvolvimento regional que justifique um país necessitado deixar de atender o seu povo para aplicar no exterior. Se continuar aplicando o nosso dinheiro para solucionar os problemas de outros países, o governo corre o risco de transformar-se num verdadeiro algoz do seu próprio povo. E isso não é bom para ninguém, nem mesmo para os governantes…
Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves é dirigente da ASPOMIL
(Associação de Assistência Social dos Policiais Militares de São Paulo)

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