Aviões personalizados


Ele vai ser velado na capela 1 do Cemitério Memorial do Carmo.
O corpo do produtor de cinema deve ser cremado no sábado (21).
Morreu nesta sexta-feira (20) o produtor de cinema Herbert Richers. Conhecido pela frase “versão brasileira Herbert Richers”, dita nos filmes dublados na TV, o produtor vai ser velado esta tarde no Memorial do Carmo, na Zona Portuária do Rio, e será cremado no sábado (21).
Ele estava internado desde o último dia 8 na Clínica São Vicente, na Zona Sul da cidade. Ele sofria de problemas nos rins.
Herbert tinha 86 anos e nasceu em Araraquara, no interior de São Paulo e começou a produzir filmes em meados dos anos 50. Foram cerca de 60 filmes ao longo de sua carreira.
Ainda nos anos 50 fundou a empresa que leva seu nome e começou na distribuição de filmes. Mais tarde, ela se transformou numa das pioneiras na dublagem Brasil e ainda hoje é uma das maiores no ramo no país.No Twitter, o diretor José Bonifácio de Oliveira, o Boninho, fez uma homenagem ao produtor. “Hoje se foi uma parte da história da TV brasileira… Nos deixou Herbert Richers, considerado o dono do melhor estúdio de dublagem do mundo”, escreveu ele.
A morte de Richers também foi comentada na internet pelo apresentador Luciano Huck.

Jovem que escreve sobre moda sentou-se na primeira fileira dos desfiles.
Para isso, ela teve de faltar nas aulas. Seu pai a acompanhou no evento.
Durante a semana de moda de Nova York, realizada neste mês, uma blogueira de 13 anos dividiu atenção com as estampas florais, as botas, Victoria Beckham e até Madonna. A responsável por todo esse alvoroço foi Tavi Gevinson, descrita em seu próprio blog como “uma pequena babaca de 13 anos, que fica em casa o dia todo, com jaquetas estranhas e lindos chapéus”.
Além de aparecer em diversas publicações, a jovem de Chicago tirou fotos de celebridades, apareceu ao lado de muitas delas e também ocupou a primeira fileira de desfiles disputados em Nova York. Atrás dela, conta o “Guardian”, sentaram-se muitas celebridades e editores de revistas de moda.
A publicação britânica conta que, no início, houve desconfianças sobre a autoria do conteúdo postado no blog: isso porque as informações tinham ares profissionais, assim como as análises de revistas. A jovem também postava suas próprias combinações, que pareciam bastante ousadas para alguém de sua idade.
A confirmação de que Tavi é a autora do blog veio em dezembro do ano passado, oito meses após a criação da página. Isso aconteceu quando a jovem foi procurada por Kate and Laura Mulleavy, as irmãs responsáveis pela marca Rodarte, que conheceram Tavi pessoalmente. Desde então, a blogueira tornou-se musa das irmãs e dos fãs de moda. “Ela faz com que a gente pense de uma forma diferente”, disse Kate, segundo o “Guardian”.Para participar da semana de moda de Nova York, Tavi faltou na escola durante uma semana. Seu pai, que é professor, acompanhou a filha no evento e esperou do lado de fora das salas de desfiles. “Estou muito surpresa pela forma rápida como as coisas aconteceram”, disse a jovem. Segundo Tavis, apenas alguns colegas de classe entendem a maneira como ela se veste.
Veja mais sobre Tavi Gevinson em Moda com Estilo
O Brasil sempre teve, mais pouco divulgado, artistas digitais.
Fabrício Garcia, artista digital, que é conhecido pelo nick de ManoHead, fez essa caricatura do quadro “a última ceia” que foi pintada por Leonardo da Vinci.
Veja abaixo a pintura digital que tem como título “a última ceia” feita pelo grande artista Fabrício Garcia
A pintura foi feita com tablet e photoshop
Fonte: 3d4all
A arte criativa de Christian Fur
Muitas crianças começam a pintar com lápis de cera, também conhecidos como crayons. Também as memórias mais antigas de Christian Faur estão associadas a este material e talvez por isso continue a utilizá-lo para produzir arte. Mas não o faz da forma convencional, riscando sobre o papel.
Em vez disso agrupa centenas ou mesmo milhares de lápis de cores diferentes na vertical dentro de molduras de madeira. As pontas dos lápis transformam-se assim em pixels que, a uma certa distância, formam imagens.
Ao longe as imagens possuem um realismo fotográfico, de tal modo são detalhadas e sutis as variações de tons. Representam sobretudo retratos de pessoas e de crianças, que o artista justifica como sendo um eco da sua juventude.
A tridimensionalidade dos lápis faz com que as imagens não sejam estáticas e vão modificando a sua aparência à medida que o nosso olhar se move até desaparecerem completamente quando nos aproximamos muito perto.
Só então percebemos que são na realidade lápis. O ato de desenhar com lápis ganha assim originalidade e, literalmente, profundidade.
Depois de fazer 17 acordos para a tomada de empréstimos e até de aplicar pelo menos dois calotes, o Brasil agora vai ao FMI (Fundo Monetário Internacional) para investir. Aplicará US$ 10 bilhões, equivalentes a 5% das reservas nacionais, hoje situadas em US$ 200 bilhões. Numa leitura simplista, isso poderia levar à ufanista impressão de que o país venceu suas dificuldades e está investindo seus excedentes no banco onde no passado costumava tomar emprestado. Excelente figura para um governo populista, especialmente na chegada do período eleitoral, quando ocorre o maior volume de distribuição de “bondades”.
Espera-se, no entanto, que esta decisão de investir no Fundo não tenha nada em relação às próximas eleições. Que seja apenas uma opção técnica e de política internacional compatível com o atual estágio da economia brasileira. E que esse desembolso não venha a prejudicar o cumprimento das tarefas internas do governo.
Num país como o nosso que, apesar das muitas riquezas potenciais, sempre viveu de chapéu na mão, soa falso encontrar o governo emprestando dinheiro público para solucionar o problema da economia internacional. A crença geral é de que não temos nem para solucionar nossas dificuldades. Se tivéssemos, certamente a saúde, a segurança pública, a educação e tantos outros setores não seriam o caos que tanto sofrimento causa ao povo.
O presidente Lula e seus auxiliares da área econômica terão de se desdobrar para explicar ao povo a razão de estarem mandando o dinheiro brasileiro para o FMI em vez de aplicá-lo nas necessidades sociais. Terão, inclusive, de esclarecer quais os fatores que os levaram a investir no Fundo, tão xingado por eles próprios, em seus tempos de oposicionistas. Diziam, naquela época, que o FMI, com os juros que cobrava da dívida brasileira, era o grande culpado da miséria nacional. Mas, quando chegaram ao poder, pagaram o resto que o Brasil ainda devia e, hoje, vão colocar lá o nosso dinheiro.
Da mesma forma, é inadmissível que os cofres públicos brasileiros continuem realizando empréstimos para os países vizinhos que, na maioria das vezes, comem o nosso dinheiro e ainda colocam-se contra nossos interesses. Recentemente viu-se a Bolívia expropriando a preço vil as instalações da Petrobras naquele país e promovendo uma alta injustificada no preço do gás natural vendido o Brasil. O Paraguai teve o Brasil como tema da campanha eleitoral do atual presidente, que insiste em elevar as tarifas de Itaipu, a hidrelétrica que o Brasil construiu na divisa com aquele país e se comprometeu a comprar a energia que o Paraguai não consegue consumir. O Equador também tentou dar o calote e Chávez está pleiteando dinheiro brasileiro para a Venezuela.
Não há questão humanitária ou de desenvolvimento regional que justifique um país necessitado deixar de atender o seu povo para aplicar no exterior. Se continuar aplicando o nosso dinheiro para solucionar os problemas de outros países, o governo corre o risco de transformar-se num verdadeiro algoz do seu próprio povo. E isso não é bom para ninguém, nem mesmo para os governantes…
Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves é dirigente da ASPOMIL
(Associação de Assistência Social dos Policiais Militares de São Paulo)
Cerca de 400 pessoas, entre artistas, produtores culturais, intelectuais, políticos e ministros, participaram de um debate sobre a legislação de incentivo à cultura, realizado hoje à noite em São Paulo.
Entre os participantes estiveram as atrizes Beatriz Segall, Rosi Campos, Ester Góes, o ator e produtor teatral Odilon Wagner, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), além dos ministros Juca Ferreira (Cultura) e Fernando Haddad (Educação).
O debate aconteceu na sede da Associação dos Advogados de São Paulo e foi promovido em conjunto pelos ministérios de Ferreira e Haddad, para discutir as alterações no atual texto da Lei Rouanet. Segundo o ministro da Cultura, as modificações devem ser enviadas ao Congresso até o fim deste mês e 16 pessoas, em Brasília, trabalham atualmente no aprimoramento da lei.
do Estadão

Grafitti de Solveig batizado de 'Scare cuts' (Foto: Supersolveig/Divulgação)
Uma menina britânica de 11 anos está sendo chamada de “a jovem Picasso da arte de rua” por causa de seus trabalhos de graffiti. Solveig, que mora na cidade litorânea de Brighton, começou a pintar muros perto de sua casa aos 8 anos.
“Eu já gostava de desenhar. Até que um dia vi um pessoal pintando, pedi para fazer também e adorei”, disse ela à BBC Brasil.
Agora, ela é convidada por grafiteiros para participar de pinturas em Londres e outras grandes cidades britânicas. “Todo mundo nesse meio é adulto. Mas eles gostam de mim e me respeitam”, afirmou. Ela chegou até a ser chamada para tatuar um personagem na perna de um fã.
Os graffitis de Solveig são caracterizados pelas cores fortes e os desenhos bem delineados. Muitos dos trabalhos consistem apenas no nome da artista. Outras vezes, apenas as letras “S”, “O” e “L” aparecem. Ela costuma assinar as obras e colocar a idade que tinha quando pintou.
Muros de Berlim e de Natal
A menina também costuma posar ao lado das pinturas e deixar as fotos em seu site na internet. Entre seus trabalhos preferidos, está uma pintura em um trecho das ruínas do Muro de Berlim. “É uma sensação estranha pintar um muro onde as pessoas levavam tiros se tentassem pular para o outro lado”, escreveu ela em seu site.
Há dois anos, Solveig e a família estiveram de férias em Natal (RN). “Eu tive vontade de pintar um muro lá, mas não encontramos tinta nem um local legal”, contou ela à BBC Brasil.
“Sei que algumas pessoas pensam que o graffiti suja as ruas, mas eu não acho. Acho que fica bonito”, disse.
Além do graffiti, Solveig diz que gosta de brincar com suas Barbies e colecionar figurinhas da série de TV britânica Doctor Who
A atenção da mídia, no entanto, fez com que os pais decidissem “diminuir o ritmo” das atividades da menina, para que ela se dedique mais à escola.
do G1

Uma pintura há muito tempo atribuída ao artista espanhol Francisco de Goya, chamada “El Colosso“, provavelmente é obra de um de seus aprendizes, disse o museu do Prado, em Madri.
O quadro, que mostra uma figura masculina gigante diante de uma paisagem cheia de pessoas e animais, tem uma técnica mais pobre do que a de Goya e leva uma assinatura que pode ser de um dos aprendizes do mestre espanhol, Asensio Julia, disse Manuela Mena, do museu.
“Quando você olha para o quadro com a luz certa… você pode ver a pobreza da técnica, seu uso de luz e cor e a grande diferença entre ‘O Colosso’ e as obras-primas atribuídas a Goya”, disse Mena, chefe do setor de restaurações, em nota publicada no site do museu.
O museu tem uma extensa coleção de pinturas de Goya, que viveu de 1746 a 1828 e cujo trabalho, radical para a época, é considerado a primeira pintura moderna.
“O Colosso” é exibido no museu de Prado desde 1931, mas as dúvidas quanto à sua origem começaram a surgir em 1992, quando o quadro foi limpo, a fim de restaurar a representação da luz.
Acredita-se que a obra tenha sido pintada no começo do século 19, quando a Espanha foi atacada nas Guerras Napoleônicas.
do Estadão