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Ele vai ser velado na capela 1 do Cemitério Memorial do Carmo.
O corpo do produtor de cinema deve ser cremado no sábado (21).
Morreu nesta sexta-feira (20) o produtor de cinema Herbert Richers. Conhecido pela frase “versão brasileira Herbert Richers”, dita nos filmes dublados na TV, o produtor vai ser velado esta tarde no Memorial do Carmo, na Zona Portuária do Rio, e será cremado no sábado (21).
Ele estava internado desde o último dia 8 na Clínica São Vicente, na Zona Sul da cidade. Ele sofria de problemas nos rins.
Herbert tinha 86 anos e nasceu em Araraquara, no interior de São Paulo e começou a produzir filmes em meados dos anos 50. Foram cerca de 60 filmes ao longo de sua carreira.
Ainda nos anos 50 fundou a empresa que leva seu nome e começou na distribuição de filmes. Mais tarde, ela se transformou numa das pioneiras na dublagem Brasil e ainda hoje é uma das maiores no ramo no país.No Twitter, o diretor José Bonifácio de Oliveira, o Boninho, fez uma homenagem ao produtor. “Hoje se foi uma parte da história da TV brasileira… Nos deixou Herbert Richers, considerado o dono do melhor estúdio de dublagem do mundo”, escreveu ele.
A morte de Richers também foi comentada na internet pelo apresentador Luciano Huck.
Andam as oposições em paroxismo por conta da pré-estréia do filme sobre a vida do Lula, onde os seus erros são omitidos e as suas virtudes, exaltadas.
Trata-se de mais um capítulo da campanha sucessória, sem dúvidas, mas censurá-lo seria um ato de truculência, além de uma burrice. A liberdade de expressão do pensamento e de imagem é constitucional.
Se quiserem mesmo neutralizar os efeitos de “O Filho do Brasil” melhor seria que os tucanos contratassem um cineasta e produzissem uma película sobre José Serra.
Poderia ser “O Filho do Palmeiras”, ou coisa parecida.
E se não pensaram, anos atrás, em fazer um filme sobre Fernando Henrique Cardoso, certamente foi pela falta de um mocinho no presumível roteiro. Com todo o respeito, só haveria bandidos…
Carlos Chagas/Tribuna da Imprensa
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