Sapateado – Nicholas Brothers em Stormy Weather


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A não premiação do filme Avatar premiou os espectadores que têm mais de dois neurônios funcionando.

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Ao não premiar Avatar o Oscar premiou os espectadores que têm mais de dois neurônios.

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Brigite Bardot – E Deus Criou a Mulher

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Carlos Saura – Carmen, Habanera – Bizet

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Rita Hayworth e Fred Astaire – So Near and Yet So Far

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Fred Astaire e Ginger Rogers dançam Smoke Gets In Your Eyes


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Ave, Catherine Deneuve

Arte - Fotografia Chaterine Deneuve

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Adísia Sá: uma trajetória de dignidade

Adísia Sá Documentário

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Fotos-Herbert-richers-Imagens-Produtor-dublagem-empresa-morreu

Ele vai ser velado na capela 1 do Cemitério Memorial do Carmo.
O corpo do produtor de cinema deve ser cremado no sábado (21).

Morreu nesta sexta-feira (20) o produtor de cinema Herbert Richers. Conhecido pela frase “versão brasileira Herbert Richers”, dita nos filmes dublados na TV, o produtor vai ser velado esta tarde no Memorial do Carmo, na Zona Portuária do Rio, e será cremado no sábado (21).

Ele estava internado desde o último dia 8 na Clínica São Vicente, na Zona Sul da cidade. Ele sofria de problemas nos rins.

Herbert tinha 86 anos e nasceu em Araraquara, no interior de São Paulo e começou a produzir filmes em meados dos anos 50. Foram cerca de 60 filmes ao longo de sua carreira.

Ainda nos anos 50 fundou a empresa que leva seu nome e começou na distribuição de filmes. Mais tarde, ela se transformou numa das pioneiras na dublagem Brasil e ainda hoje é uma das maiores no ramo no país.
Twitter

No Twitter, o diretor José Bonifácio de Oliveira, o Boninho, fez uma homenagem ao produtor. “Hoje se foi uma parte da história da TV brasileira… Nos deixou Herbert Richers, considerado o dono do melhor estúdio de dublagem do mundo”, escreveu ele.

A morte de Richers também foi comentada na internet pelo apresentador Luciano Huck.

G1

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Andam as oposições em paroxismo por conta da pré-estréia do filme sobre a vida do Lula, onde os seus erros são omitidos e as suas virtudes, exaltadas.

Trata-se de mais um capítulo da campanha sucessória, sem dúvidas, mas censurá-lo seria um ato de truculência, além de uma burrice. A liberdade de expressão do pensamento e de imagem é constitucional.

Se quiserem mesmo neutralizar os efeitos de “O Filho do Brasil” melhor seria que os tucanos contratassem um cineasta e produzissem uma película sobre José Serra.

Poderia ser “O Filho do Palmeiras”, ou coisa parecida.

E se não pensaram, anos atrás, em fazer um filme sobre Fernando Henrique Cardoso, certamente foi pela falta de um mocinho no presumível roteiro. Com todo o respeito, só haveria bandidos…

Carlos Chagas/Tribuna da Imprensa

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Gary Grant e Ingrid Bergman no filme Notorius, de Hitchcok
Peggy Lee canta ‘The man I Love’ de Billie Holiday


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