Vou às cores. Ao atelier trabalhar. Afinal, viver sem pintar e sem arte é imprudência.
Fui.José Mesquita,Acrílica e colagem sopre tela2017,#178ABS32,50x50cm,Preto,Black,Cinza,Gray L PL


Às panelas. Vamos?
Sinistro, ops!, mini$tro Odebrecht da Saúde vai pra casa todo fim de semana em jatinho da FAB.


“TCE dá prazo para Alckmin explicar concorrência de barragem com água imprópria para consumo․”
Seria pra fazer uma xepa com a ração do Doria?

Alckmin Geraldo,Blog do Mesquita


PSDBdoPT faz convenção e joga a candidatura do Lula – minha nossa. De novo nãããããão – no colo do PT.
“Ô povin burro sô!”


Sonho de consumo nesse Natal.

Brasil,Temer,Economia,Gás de cozinha,Blog do Mesquita


Trabuco, que nominho mais apropriado, minha nossa, presidente do Bradesco – esse banco deve “apenas” R$ 465 milhões à previdência, e a culpa do rombo é dos Tapuias – cotado para vice de Lula. Perfeito. Trabuco, tiro no pé.
Mas que suruba de m*rda é o Bananil.

General na ativa e em posto de comando critica o Temer.

Passo a ser Temer desde criancinha. O Temer foi eleito.
Contudo, expressa a Constituição Federal:
A Constituição Federal prevê no seu Art 5º, inciso IV que ” é livre a manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato”.
Pelo no dispositivo acima mencionado, o General é um cidadão brasileiro que tem o direito de expressar seu pensamento sobre o que acha como brasileiro. Ele não procedeu no anonimato, ele expressou o que sentiu como brasileiro.
Vou mais além, fez o que devia fazer, e muito mais por ser uma autoridade dentro de uma área de segurança estratégica do país, a qual tem grande responsabilidade.
A Lei nº 7524/86 é anterior a Constituição Federal e está aquém dela, até porque estamos velejando num país democrático, não podendo existir cabrestos.
Deu pra entender né?


Na insônia contumaz estava lendo o Sigmund, o Freud:
“Seriamos melhores se não pretendêssemos sermos tão bons.”


Às panelas. “Vambora”? Zumbis do Planato atacando.
1. Estão disponibilizando – meu Deus. A praga dos verbos terminados em “zar” – cinco ambulâncias para cada deputado que votar pela deforma da previdência;
2. R$500 milhões para as Centrais Sindicais que aderirem;
3. E quem não aceitar a negociata do MiShell nas bancadas de negócios do Congresso, perderá cargos;
4. Os “infiéis” serão expulsos dos partidos dos quais são cúmplices.


Frajola sem Piu Piu…
Eu vi um juiz, ora se vi!jUSTIÇA,bLOG DO mESQUITA

“Não aceito delações vinda de ursos. Essa é uma corte imparcial”

Estácio: Demissão em massa sem acordo com sindicato.

Ps. Não importa qual seu cargo e função. Caso você não seja patrão, você está na fila. Só questão de tempo e lugar.
Lembre-se para reensaiar a dancinha e comprar novas panelas.


Sem humor não dá para agüentar o tranco desse hospício.,Blog do Mesquita,Mentira,Temer,economia,Henrique Meirelles


Sinistro Embassaí do PSDBdoPT pede para “andar” e sai do governo.
Voto para a Desforma da Previdência na Câmara dos Depufedes Federosos está pagando mais.Zé Golfado o vomitador,Blog do Mesquita


Sou mesmo um abestado contumazEvo Morales,Michel Temer Adriano Machado,Reuters,Blog do Mesquita

Pois não é que eu pensava que o concubinato com “Ditadores” Bolivarianos fosse coisa do Lula e da Dilma?
Ou será que o MiShell está cancelando os negócios em torno do acordo do gasoduto construído pela Petrobras para trazer o gás boliviano pros Tapuias?
Aí sussurra um diabinho – Soros? – na parte posterior do meu pavilhão auditivo. Viram que erudição? Hahaha – “é a economia, estúpido!” E é? Então tá!

A silenciosa tomada de poder do ativismo digital

A silenciosa tomada de poder do ativismo digitalGetty Images

As redes sociais desencadearam a Primavera Árabe e deram origem ao fenômeno Trump. O escritor Oscar Howell-Fernández analisa em ‘A mão emergente’ os padrões do quinto poder

Adam Smith popularizou o termo mão invisível em sua obra-prima A riqueza das nações (1776). A teoria clássica recorre desde então a essa expressão para falar da suposta capacidade do mercado de se autorregular. Dois séculos depois, em A mão visível (1977), de Alfred D. Chandler, afirmava-se que a complexidade das organizações exigia uma hierarquia profissional e bem-estruturada.

O empreendedor e consultor Oscar Howell-Fernández (San José da Costa Rica, 1964) acaba de publicar um livro cujo título dá continuidade ao jogo de Smith e Chandler. Em A mão emergente (La mano emergente, no original em espanhol), o autor desenvolve o conceito homônimo. O termo faz alusão a esse tipo de ativismo digital cotidiano gerado pelo uso da Internet, que às vezes faz eclodir grandes mobilizações públicas (como a Primavera Árabe) e em outras se limita ao linchamento público de uma empresa ou pessoa cuja atuação não agradou determinado grupo.

A mão emergente, que bebe na efervescência das redes sociais, vem e vai. “Eu as comparo com os vagalumes, que têm um comportamento coordenado”, explica o autor. “O baile de luzes é disparado por certos sinais que alguns deles fazem, há um momento em que chegam a um ponto máximo e então se apagam”.

Uma luta pelo poder

A ilusão de progresso e riqueza criada por um enfoque no laissez-fairedesenfreado da economia e da política, diz o livro, junto com o surgimento de micropoderes e ativistas digitais no mundo online, deram lugar a uma situação de fim da autoridade que afeta multinacionais, governos e ONGs ao mesmo tempo. Isso mudou as regras do jogo político e empresarial de forma substancial. “A irrupção das redes sociais trouxe consigo a capacidade de chegar a milhares ou milhões de leitores a um custo muito baixo. Isso criou uma certa utopia da comunicação, segundo a qual o indivíduo não está restrito às 20 pessoas com quem consegue falar em um dia, mas tem muito mais possibilidades de ganhar presença também na esfera pública”, explica Howell-Fernández.

Assim nascem os micropoderes. “O poder na sociedade é compartilhado, e se você faz parte dele quer dizer que está tirando-o das empresas ou dos governos. Então há uma disputa para ver até onde se pode chegar como indivíduo. O uso de ferramentas digitais pelos governos é parte da estratégia para tentar recuperar terreno nessa discussão”, afirma. “As empresas estavam muito acostumadas a ter muito domínio da comunicação. Agora um grupo de ativistas pode gerar graves problemas de marca de forma relativamente fácil, e por isso perderam poder de influência. Uma forma de recuperar esse terreno é participar, fazer parte da conversa e compreender o que está ocorrendo”, explica.

Ativismo diário

O ativismo digital, afirma o autor, é uma forma poderosa de expressão e de ação social. “É uma representação mais ou menos exata de nossas preferências e de nossa atividade social que se desenvolve de maneira constante e diária online, diante de instituições públicas ou privadas, governamentais ou comerciais”, afirma em seu livro. Cada clique, cada comentários, cada like é um tipo de voto. Às vezes, esse magma de opiniões eclode em forma de protesto; no resto do tempo é uma fonte incrível de informação para os cientistas de dados.

O problema é que, apesar de o poder da mão emergente poder ser demolidor (as redes sociais acabaram com carreiras profissionais e causaram estragos em empresas), é pouco constante no tempo. Seu ímpeto acaba esgotando-se, como se acalmam as águas depois de uma tormenta. “Yochai Benkler diz em A riqueza das redes (Icaria, 2006) que, para que um projeto para o bem comum de Internet tenha sucesso, deve ter motivação e granularidade. A primeira é clara: se vejo que há um problema, me preocupo em solucioná-lo e participo. Mas a chave está na segunda: o tempo de investimento exigido nisso tem de ser suficientemente pequeno para que você não tenha a percepção de que está dando mais do que recebe. Essa sensação de que você dá muito é o que faz com que essas multidões e grupos de pressão entrem em colapso, porque sempre chega o momento em que a motivação ou a percepção de recompensa falham”, argumenta Howell-Fernández.

O ativismo digital está substituindo o convencional? Que a solidariedade de classe está caindo é um fato que qualquer sindicato pode corroborar. “A participação online não vai substituí-la, porque estamos falando de multidões anônimas com as quais é muito difícil construir um movimento social ou laços que perdurem. É preciso ter permanência, liderança, programa… As relações sociais online são tão frágeis que podem entrar em colapso a qualquer momento”, reflete o autor. 

O terremoto Trump

A Primavera Árabe demonstrou aos governos de todo o mundo que as redes sociais não são uma ferramenta a se menosprezar. Comprovaram que podem ser usadas para influenciar a opinião pública. E que funcionam. Para Howell-Fernández, ninguém foi tão longe no uso da desinformação (ele prefere este termo a pós-verdade) quanto Donald Trump, tanto durante a campanha eleitoral que o colocou na Casa Branca como já no comando dos EUA.

Barack Obama foi o primeiro candidato a se dar conta do poder das redes sociais. Usou-as para ganhar apoio e motivar doações de um ou dois dólares, e com isso obteve fundos impressionantes. “Trump mudou o foco: se as redes sociais têm esse poder, por que não usá-las para disseminar desinformação? De fato, acredita-se que a metade dos seguidores de Trump que retuitam tudo que diz são bots”, diz Howell-Fernández, em referência aos programas de computadores utilizados para simular reações humanas.

Desde que chegou ao poder, o republicano está encontrando obstáculos para implementar suas políticas. “Então o que faz é tentar pressionar a partir de seu apoio nas redes. É como quando um político que não consegue o que quer leva as pessoas à rua para dizer que tem apoio popular. Isso é o mesmo. Mas o que acontece se boa parte desse apoio não é real? Ou sequer é dos EUA?”
ElPais


Minha nossa! Anda fumando coentro estragado. Só pode.
Pede uma erva da boa ao Mujica “cunpaêro.”
“Lula critica investigações sobre corrupção e chega a colocar em xeque acusações contra Cabral e Garotinho”


Brasil da série só dói quando eu rio, ou, o que dá pra rir dá pra chorar.,Blog do Mesquita,Mentira,Temer,economia,Reformas

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