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Brasil – Economia

Recebo “in box”: “…a Nova Matriz Econômica da Dilma – a Dilma ainda colocou dois Keynesianos no governo; Luciano Coutinho no BNDES; Nelson Barbosa na secretaria executiva do Ministério da Fazenda, e o secretário de Política Econômica, Márcio Holland de Brito – destruiu a economia do pais, que já vinha sofrendo com a farra de gastos do segundo governo Lula. Vai – como os tempos verbais são complicados, né? – levar décadas para recuperar”…
Respondo: Perfeito, mas não tão assim querido. A “nova matriz” do “distrupiço” do governo da mandioqueira “estocadora” de vento, teve lá seus erros. Mas o que afunda a economia e a capacidade de desenvolvimento do Bananil é a depressão causada pelas políticas liberais; reduzem a arrecadação, o que fragiliza as contas públicas e cria um ciclo infindável até um dia no qual irá “estourar a boca do balão”. Desse ciclo infernal, se é que aprendi alguns primários rudimentos de macroeconomia, somente sairemos com um Keynesianismo¹ – procure dar uma vista d’olhos em “Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda” – como defendiam Celso Furtado e Rubem Vaz da Costa, entre outros. Foi assim que saímos do buraco deixado por FHC, com seu ministros filhotes de von Mises, Francisco Dornelles e Pedro Malan. E nem irei falar, nessa época, do Pedro Parente no Ministério do Planeja Aumento.
Ps. O ostracismo atual de Keynes, você pode colocar na conta de Ronald Reagan e da ex-primeira-ministra britânica Margareth Thatcher.
¹ A teoria keynesiana, cujo cerne é mostrar que economias capitalistas são inerentemente instáveis, já que o pleno emprego é uma utopia de economistas clássicos como o escocês Adam Smith.

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