Os caças do Brasil

Por Cel. Hiram Reis e Silva ¹

“A guerra não é mais para instalar outro modelo econômico: ela é o modelo”. (Dario Azzelini)

- Esclarecimentos – Projeto F-X2

“O Comando da Aeronáutica informou aos fabricantes finalistas do Projeto FX-2 (Boeing, Dassault e SAAB), nesta semana (8/9), que será possível apresentar propostas de melhoria dos quesitos que fazem parte do processo de seleção dos novos aviões de caça para a defesa do país.

Em nota divulgada nesta semana, o Ministério da Defesa informou que a negociação com os três finalistas prossegue com a possibilidade de aprofundamento e redefinição das propostas apresentadas”.

- Caças

“Não podemos comprar um avião caça sem possuir a tecnologia e é justamente porque pensamos em produzir uma parte deste avião no Brasil. Temos uma importante empresa que é capaz de fazê-lo”. (Presidente Luiz Inácio Lula da Silva)

A corrida armamentista, como sempre, devido aos valores astronômicos envolvidos, é carregada de escândalos, tramas de toda ordem, declarações estapafúrdias por parte das autoridades e argumentos inverossímeis dignos de um enredo de 007. Mas desta vez, achamos, que as tratativas estão tomando o rumo certo.

A França resolveu rever o alto custo dos 36 caças Rafale, ponto mais desfavorável aos franceses na disputa com os fornecedores suecos (da Saab) e americanos (da Boeing), e, também, conceder ao Brasil exclusividade nas vendas do jato na América Latina para que o acordo seja firmado.

Os americanos reagiram, imediatamente, e informaram ao governo brasileiro que a proposta de transferência de tecnologia só foi aprovada pelo Congresso norte-americano no último dia 5 setembro.

“A Missão dos Estados Unidos no Brasil recebeu diversas indagações sobre a situação da proposta da Boeing para a concorrência dos caças FX-2. Entendemos que uma decisão final ainda não foi tomada em relação ao vencedor do contrato. O F/A-18 Super Hornet é um caça de avançada tecnologia testado em combate e acreditamos que é o melhor em comparação com seus concorrentes. O governo dos EUA apóia totalmente a venda do F/A-18 Super Hornet à Força Aérea Brasileira.

(…) Isso significa que a aprovação do Governo dos Estados Unidos para transferir ao Brasil as tecnologias avançadas associadas ao F/A-18 Super Hornet é definitiva. O governo aprovou também a montagem final do Super Hornet no Brasil.”

- Submarinos nucleares

Segundo o assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia: “A questão essencial nessa escolha (submarinos franceses) é a troca de tecnologia, que os outros países não fizeram. Não vamos mais às compras, mas vamos co-produzir os nossos armamentos. E isso tem importância para o atual quadro de defesa da América do Sul”.

“O Brasil está prestes a adquirir da empresa estatal francesa DCNS (Direction des Constructions Navales Services) cinco submarinos pagando dez vezes o valor que poderia desembolsar se tivesse aceitado a proposta da empresa privada alemã HDW (Howaldtswerke-Deutsche Werft)”.

(O GLOBO)

O jornal O Globo, não menciona que a proposta alemã era apenas para a construção de dois submarinos convencionais (propulsão diesel-elétrica) e que a Marinha alemã não pode transferir tecnologia de construção de submarinos nucleares porque simplesmente não a possui.

A proposta francesa, por sua vez, inclui a construção, no Brasil, de quatro submarinos convencionais, que, através de transferência de tecnologia, capacitarão o País fabricar seus próprios submarinos com propulsão nuclear.

A proposta inclui, também, a construção de um estaleiro para a fabricação de submarinos e de uma nova base naval, para os submarinos nucleares. A tecnologia nuclear do submarino será integralmente nacional, desenvolvida pela Marinha do Brasil.

- Cel Gélio Fregapani

Mais uma vez me socorro da lucidez e do conhecimento estratégico militar de meu caro amigo Coronel Gelio Fregapani sobre a análise sobre a compra dos caças e submarinos nucleares pelo governo brasileiro transcrevendo parte de se Comentário nº 50, de 13 de setembro de 2009.

- Si Vis Pacem Bellum

“Se nosso objetivo é dissuadir, torna-se imperioso fazer com que o preço de qualquer agressão seja mais caro do que o possível lucro. Isto inclui a capacidade de causar danos na defesa e a capacidade de retaliar. Dentro dessas premissas, concluímos:

1. A melhor forma de dissuadir uma agressão é poder responder (retaliar) com um ataque nuclear. Quem tiver armas atômicas e meios de lançá-las sobre o país do agressor, estará livre de ataques militares e até mesmo de pressões insuportáveis. Submarinos nucleares sempre terão sua importância, mas só serão eficiente arma de dissuasão se dotados de mísseis com ogivas nucleares, capazes de atingir, das proximidades da costa, centros vitais do país agressor. Aumentando as tensões, teria que ‘viver’ no mar, incógnito, para evitar ser destruído no porto.

2. Se tratando de aviões, os únicos que poderiam retaliar seriam os Sukoy russos, pela autonomia. Para o combate, como plataformas de tiro, melhores ou piores, todos cumprem satisfatoriamente suas missões. O desempenho depende mesmo é do armamento e dos ‘avionics’. Contra um inimigo infinitamente superior, independente do tipo da aeronave, não teríamos chance de vitória ou de causar dano expressivo, mas provavelmente os nossos seriam destruídos ainda em terra. Neste caso a sobrevivência dependerá do sucesso em ocultar o local de guarda, o que favoreceria a escolha de aviões de pouso e decolagem vertical, mesmo em detrimento de outras características. Ainda assim, quaisquer dos que comprarmos serão úteis para manter a respeitabilidade entre e os vizinhos e, principalmente, para inibir (e combater), firmas de segurança tipo Blackwaters e Halliburton eventualmente contratadas pelas ONGs indigenistas para garantir a independência das reservas.

3. Em terra, não há como se enfrentar, em campo raso, exércitos infinitamente superiores, mas podemos desafiá-los com guerrilhas na selva, nas cidades e nos sertões, desde que haja população brasileira no local. Ainda que seja mínima a capacidade de retaliação – a não ser sobre os aliados do país mais forte – a capacidade de causar dano, de cobrar um preço caro demais pela agressão, dependerá de adequarmos o armamento, o equipamento e os procedimentos para a nova realidade.

A mobilidade ainda crescerá de importância, mas não as blindagens; motociclos e ‘boogies’ armados com mísseis devem substituir os dispendiosos e vulneráveis carros de combate (tanques). De vital importância serão os mísseis portáteis e as armas manejadas e controladas a distância, as minas e o jogo de sensores. Entretanto a chave da vitória será sempre a existência de uma população local, armada e imbuída de decisão de defender a Pátria. Só isto que deixa uma região inconquistável.

Isto evidencia o erro estratégico de interditar a fronteira aos não-índios. Só poderemos reverter a bobagem que fizemos, permitindo garimpos nas reservas”.

- Parceria com a França (Cel Gélio fregapani)

“Há lógica na definição da parceria militar com a França. Lógica, comercial, mas principalmente política. A França e o Brasil se unem, não contra os EUA, mas de alguma forma para fugir da sua influência.

Na época da bipolaridade, razões históricas e geográficas nos colocaram como aliados menores (satélites) dos EUA, o que, se não foi vantajoso pelo menos cumpriu a finalidade da segurança. Com a queda do mundo comunista, todos ficaram na incomoda posição de subordinação à hegemonia Norte-Americana, reconheçamos, bem mais suave do que as anteriores, mas nela não mais havia motivo para contemporizar com seus aliados e se ampliaram as desconfianças pré-existentes na medida em que disputavam o controle dos recursos naturais. Mesmo antes da crise, o futuro já apontava para uma tendência ao poder multipolar, cada grupo com um líder e seus satélites.

Numa comparação doméstica, Colômbia e Peru aprofundam a sua ligação com os EUA, aliás, de dependência. A Venezuela, o Equador e a Bolívia voltam-se para a Rússia, em alianças também desequilibradas, enquanto o Brasil tende a optar pela França, formando um bloco onde ambos os parceiros tem a mesma importância.

A orgulhosa França secularmente procura não se submeter a hegemonias, mas mesmo sendo um dos mais sofisticados tecnologicamente, não dispõe de base física para, sem alianças, ser um dos pólos de poder mundial. O Brasil, um país continental, com a Amazônia, mercado crescente, com produção agrícola, biocombustíveis e agora com o pré-sal, sem falar das maiores jazidas de urânio do planeta, torna-se para a França, o parceiro ideal. Poderia também ser o parceiro ideal para outras potências tecnológicas sem a base física, pois nenhum bloco pode ser significativo sem os recursos naturais de um país-continente. Foi uma questão de escolha.

Na parceria houve interesse estratégico. Para nós, a certeza da transferência de tecnologia propiciará o avanço que almejamos e em troca a França certamente visa, mais do que a mercados, ao acesso a recursos naturais escassos no mundo, entre os quais, sou capaz de apostar, o urânio. Vale lembrar que a França é uma potência nuclear. Por que não podemos ser também?

Prosseguindo esta parceria como esperamos, será formado um novo centro de poder a altura dos demais, mas onde os parceiros serão iguais e complementares”.

¹ Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva

Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)
Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)

Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br

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18 Comentários até o momento. Faça o seu também!

  1. Pedro Rodolfo Santos Bandeira em 15 de setembro de 2009 às 12:20

    Salientaria posto provocativo os comentários do CEL. G. FREGAPANI sôbre o desenho de influências na AL, hoje com tendências de polarização entre os Estados Unidos e a Rússia onde a possível parceria do Brasil com a França seria um fator de equilíbrio. É posto outro mérito além dos habituais, em negociações como esta.

  2. jailson carçlos de ataide em 15 de setembro de 2009 às 13:40

    Ola gostei muito do porto de vista abraços.

  3. É um bôlo GRANDE e apetitosso,se souber-mos usar a inteligencia em vêz da desonnestidade, teremos melhores preços e de “quebra” tecnologia de ponta, fora algumas vagas de bons empregos.QUE É PRECISO COMPRA-LOS SIM,O DOIDO CHAVES NÃO QUER SO A VENEZUELA NÃO. Olho vivo.

  4. Creio que o Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva substima a capacidade e a performance de um submarino nuclear. Ele (o submarino) não serve só como plataforma de mísseis nucleares, estes podem ser também lançados de terra, principammente no Brasil que faz vizinhança com quase todos os paises da AL. O submarino nuclear, com sua quase inesgotável independência energética, é importante para proteção da esquadra e destruição das naves inimigas. Uma nação beligerante contra o Brasil, se não for um de nossos vizinhos, forçozamente só poderá vir para combate pelo mar e aí teremos nossa vantagem em possuirmos submarinos nucleares e uma armada com modernas belonaves. A defesa e suporte aéreo pode se dar a partir de bases aéreas terrestres, já que as temos ao longo do nosso litoral.
    Também discordo da assertiva que a melhor maneira de dissuadir uma agressão é poder responder (retaliar) com um ataque nuclear. Irlanda, Vietnan, Afeganistão entre outros, não possuem armas nucleares e mesmo assim conseguiram evitar e até vencer confrontos com potencias militarmente superiores. Israel, que possui armas atômicas, não evita os ataques dos seus vizinhos. A melhor maneira de evitar um confronto é ter as forças armadas equipadas com armas modernas e treinadas, uma reserva bem treinada e com alto grau de mobilização e principalmente, um parque industrial capaz de produzir rapidamente armas, munições, alimentos, veículos,combustíveis, medicamentos, etc. e manter um eficiente apoio logístico pois quem vence uma guerra não é o soldado mais valente mas a logística à sua disposição.

  5. Comentário bastante esclarecedor. Gostaria de acreditar que a intenção colocada nessas negociações seja a verdade como mostrada pelo Coronel. Confio nos militares, mas sem esperança em nossos políticos. Prego uma renovação completa, digo, escolhermos pessoas que nunca pisaram em um ambiente politico.

  6. Jonatan N de Morais Zmijeski em 24 de setembro de 2009 às 01:19

    Corcordo plenamente com o coronel, e gostaria de salientar que a questão posta en pauta a respeito da capacidade de retaliação com armas nucleares é relativa a uma invasão massiva e não ataques terroristas como os que ocorrem contra israel. Outra questão que devemos levar en consideração é que a amzonia é a maior extensão de territorio não explorado do planeta, e que existem muitos países de olho grande no que é nosso, nos EUA por exemplo existem escolas que ensinan que a amazonia é territorio mundial, do meu ponto de vista parece inconcebivel uma ocupação da amazonia por qualquer potencia estrangeira se formos possuidores de armas nucleares.

    E é logico que um submarino tem seu valor estrategico mais un unico submarino com propulsão nuclear e armado com ogivas nucleares de longo alcance possui infinitamente mais poder de persuasão intimidação e retaliação que dezenas ou ate centenas de submarinos oleo-eletrico com armamento convencional, pois são até 12x mais lentos possuem pouca autonomia e não tem capacidade de causar grandes danos ou mudar o rumo de uma guerra contra um inimigo superior.

    Já nos cabe o exemplo da alemanha na segunda guerra mundial que mesmo possuindo a maior frota de submarinos da época não foi capaz de desenvolver um bloqueio maritimo contra a inglaterra que é uma simples ilha, quem dira o brasil que possui milhares de quilometros de costa nem com 100 ou 200 submarinos poderia impedir um desembarque de uma força expedicionária enimiga.

    O que o coronel fala a respeito de que qualquer avião serve na minha opinião está muito bem colocado, porque na atualidade o mais importante não é o avião em si e sim o armamento que ele pode transportar e as “avionics” que é a tecnologia abordo englobando aki os radares e contra medidas. Nas guerra das malvinas os argentinos possuiam somente aviões sucateados e lutavam contra a Inglaterra uma das maiores potencias militares, mesmo assim conseguiram infrigir severas baichas aos ingleses utilizando de misseis “exocet” franceses que eram lansados a centenas de quilometro de distancia do objetivo. Com o poder de destruição de por a pique un navio de grande tonelagem.

    Resumindo avião é bom mais oque importa mesmo é o missel que tem.

    E o submarino é bom mais oque importa mesmo é a autonomia e poder do armamento.

    Não quero se o dono da verdade aki so tentei passar a minha opinião e fundamentar um pouco abraço a todos.

  7. O que mais importante para o Brasil, e nos brasileiros é o a tecnologia tamto nuclear, como aeronautica. Nao importa que quem vai ficar com o Bolo. Temos Bons Militares, ótimos negociadores, apartir do momento que se trata de segurança nacional. É bom deixar os Politicos Corruptos de fora, pois eles não são patriota, e sim mercenarios que venden a propria mãe. Eu acredito em uma boa negociação, é a primeira vez que estão estudando e negociando, da melhor forma onde o Brasil, está em primeiro lugar, nao só uma siples ccmpra como foi feito com os submarinos alemães, e atransferencia de tecnologia com o AMX e o mais recente a compra do porta aviões São Paulo, que ja veio doente. Precisamos sim de tecnologia e aumentar nossa defesa, nao so comprando e sim construido e aprimorando capacidade e bons proficionais temos.

  8. Esse tópico também está muito bem construído, vou colocar o blog nos meus favoritos.

    Tecnologia, essa é a palavra chave quando se fala de defesa, também de outras áreas em que o Brasil pretende se destacar.

    A questão é tratada por muita gente como um desperdício de dinheiro que poderia ser investido em outras áreas.

    Não é verdade.

    Em primeiro lugar não se está adquirindo equipamento, mas tecnologia para utilizá-lo (não é qualquer país que opera esse tipo de equipamento), fabricá-lo, e eventualmente, comercializá-lo na forma original ou aplicando a tecnologia em outras áreas, se analisarmos com cuidado grande parte do que usamos hoje me casa foi desenvolvido para a guerra.
    Depois a cifra, que é realmente expressiva, não pode ser considerada sem uma análise precisa, de quanto se gasta hoje para manter forças armadas que não tem a capacidade de defesa necessária (acabaremos chegando à conclusão que não é tão menos assim), quanto custa viver sem a garantia de ter um potencial dissuasório que elimine ou ao menos minimize a ameaça às nossas fronteiras.

    É também importante lembrar que a conta é parcelada em 20 anos, e que por ano o incremento de gasto não representa nem o que nações poderosas gastam de material de limpeza para seus exércitos.

  9. Temos que ter 10 portas avioes 5 submarinos nucleares
    satelites militares avançadissimos
    Tanques de gerra ultra modernos da russia
    Armas para os nossos militares de ultima greaçao para não ficarem com fuzis anos 70,80 por aí …..
    Concordo SUKOI 35,40…. Mig 29
    O Brasil precisa produzir avioes de caça de 5º, 6º, 7º Geração
    FIM DE SUCATA THE END.
    Mas se botar dinheiro na mão do Arruda ELE DÁ UM JEITO ( Meu DEUS QUE È ISSO)zombador cretino isso sem falar no MALUF……e outros.
    O BRASIL TEM QUE TER SALÁRIO MAIS DIGNOS 500,00 reias minimo?
    BOTA 2.000 e valoriza o REAL a frente do EURO de qualquer país.

  10. Os militares brasileiros erraram feio ao fazer alianças com os americanos na década de 60. Ficamos sem a bomba atomica . Agora criticam a demarcação indigena no Amazonas . Quem nos oferece perigo são os idolatrados EUA que tanto amam os militares do antigo golpe. Os vizinhos faz-no rir. Bolívia , Venezuela , Haiti , Suriname, entre estes os mais poderosos não possuem nem bodoques para nos assustar . Mas depende de quem está dirigindo a mídia . Assustaram o povo brasileiro , a PIG ao anunciar em tom alarmante que a Bolívia ou Venezuela poderiam invadir o Brasil. Fez-me rir até urinar nas calças . Sou entendido do assunto e não vou questionar os que acreditam nessas premissas do PIB e em disco voador.
    Só sei que a bomba atomica agora eh impossivel ao Brasil. Países aliados ao russos e chineses como India,Paquistão,a própria Rússia, Ucrania, Coreia do Norte , e outros aliados americanos Inglaterra,França , Israel além do próprio EUA detem bombas atomicas. Nem mesmo a pequena Coreia do Norte precisa de preocupar com aviõezinhos. A bomba atomica por si só , impediu e impedirá qualquer país até mesmo o poderoso EUA invadir a peninsula coreana.
    Isto foi o preço que o Brasil pagou e está pagando ao se unir aos EUA !!!

  11. Leonardo Medeiros em 22 de março de 2010 às 22:38

    Acredito que a maioria dos comentários sejam relevantes, porem faço as seguintes resalvas:
    1-Fronteiras terréstres e principalmente a floresta amazônica têm que serem monitoradas,vigiádas e controladas pelo estado sem interferéncias, seja de ONGs ou qualquer outro orgão privado, independênte da presença ou não de
    povos nativos ou de quem está no poder de países vizinhos.
    2-Quanto ao armamento em geral o que estamos negociando agora é para suprir um defcit enorme que existe nas forças armádas, e tentarmos ter um folego para uns 20 ou 30 anos, pois, mesmo que nos repassem tecnologia, este é no mínimo o tempo necessário para que possamos desenvolver e produzir nossos próprios meios de defesa, afinal também estamos defasados em indústrias, universidades de ponta que forman engenheiro e mão de obra especializada.
    3-Não basta só produzir a bomba atómica, precisamos desenvolver o vetor para lança-la, o que recai também na transferência de tecnologia.
    4-Em relação ao dinheiro temos que atentar que este é apenas o começo de um caminho,o investimento é indefinitivo, pois a defesa de um país na atualidade esta diretamente ligada a seu avanço tecnológico e elas ficam obsoletas rapidamente.Temos como exemplo o avião de combate f22 5geração americano que tem tecnologia furtiva, porem ja há rumores de sistemas que podem detecta-lo, os americanos ja estão testando outros vetores para operarem daqui a 15 ou 20 anos que são os UCAVs, ou seja independente de que pais for os investimentos nucam podem cessar.

    Em resumo, independente de ideologias o assunto é sério e tem que ser conduzido por pessoas sérias de todas as areas interessadas, para que daqui a algumas décadas sejamos um povo acima de tudo orgulhoso do país que construímos.

  12. concordo plenamente com o q foi dito, porem para um pais crescer é necessario o desenvolvimento de tecnologia hoje somos capazes de produzir…
    mas ainda deixamos a desejar quanto a proficionais, que estao em falta….
    mas desde q passacemos a investir em educaçao para termos proficionais capacitados e passarmos a olhar para desenvolvimento e crecimentointerno, poderemos andar com as proprias pernas.
    nao temos q ficar como marinetes esperando nos movimentarem, mas sim nos sobrepor e demonstrar nossa capacidade.

  13. Jurandir Bezerra em 24 de junho de 2010 às 11:27

    A dialética acima é excelente, porém, o essencial mesmo é ação. A ação é o fator importante na interação com o ser humano na paz ou na guerra. E, particularmente, eu não vejo o exemplo no meu Brasil. A corrupção é grande e a escória política, verdadeiros cupins, passam por cima dos interesses do povo e da pátria em beneficio próprio. Existe traição maior? Churchill já dizia que a democracia é o pior regime. Realmente. Ela só beneficia quem tem e quem pode conseguir mais. Precisamos purificar o Pais. Chega de balela.

  14. O Brasil precisa urgente da sua independencia no que tange ao Sistema de Posicional Global ou GPS americano. Os Russos tem o Sistema de Posicional Global de nove Glonass, com mais de 20 satélites. Eh o melhor do mundo atualmente . A Europa tem o Sistema de Posicionamento Global chamado Galileu. Independente não precisa do Gps americano nem do Glonas Russo. A China estará com o seu Sistema de Posicionamento Global pronto em 2 anos . Em 2012 . A India idem . O Irã terá o seu. E o Brasil ?????? Vai ficar no tempo das cavernas , produzindo coltre , apito e flechas ???? Embora caro, o Brasil poderá formar um consorcio com o países do hemisfério sul e america central e lançar o Sistema de Posicionamento Global das Américas Central e do Sul . Passa a sacolinha e pronto. O que não dá , eh ver o boi passar , o trem passar , e perder o onibus . Sacou ?

  15. DEPOIS DESSES COMENTÁRIOS, NÃO PRECISO FALAR MUITO. TODOS QUEREMOS UM BRASIL RESPEITADO; DEVIDO SERMOS RESPEITADOR. INFELISMENTE, RESPEITO NÃO É SINÔNIMO DE PODER, MAS DE FRAQUEZA… O MUNDO NÃO VÊ NOBREZA NESSA ATITUDE; MAS DE FRAQUEZA. SOMOS FRACO SIM, MAS AMANHÃ PODEREMOS SER FORTE. LEMBRAM-SE QUANDO O MUNDO SE REFERIA A CHINA: QUANDO ESSE POVO ACORDAR… A CHINA ACORDOU!!! ASSIM SERÁ O BRASIL; AINDA DORMIMOS EM BERÇOS EXPÊNDIDOS… O MUNDO NÃO TEM 100 ANOS DE TECNOLOGIA AINDA. O QUE FALTA, É NOSSO CONGRESSO PENSAR MAIS EM SUAS FUNÇÕES QUE BRIGAR POR BRIGAR. EX: TIRARAM DA CPMF R$40.000.000.000 PARA PREJUDICAR A IMAGEM DO PRESIDENTE LULA> FIZERAM MAL, MAS AOS PÓBRES DO PAÍS… O CONGRESSO TEM QUE PENSAR ALTO E DEIXAR DE PENSAR OLHANDO PARA O UMBIGO… OS NOSSOS INIMIGOS QUEREM NOSSAS RIQUEZAS, OS DEPUTADOS E SENADORES BRIGAM POR COMPLEXO DE INFERIORIDADE UM DO OUTRO, COMO FOI COMENTADO AQUI. EU GANHO 2 SALÁRIOS; UMA MERRECA QUANDO DESCONTAVAM A CPMF, EU NÃO FICAVA ABORRECIDO, HOJE FICO TRISTE QUANDO VEJO AS PESSOAS MORRENDO POR FALTA DE RECURSO NA SAÚDE. TUDO ISSO POR BRIGA DE SENADORES DO PARTIDO DO SR SERRA E SUA TURMA… ELES SOFREM DE COMPLEXO DE INFERIORIDADE DO LULA. EU NÃO SOU CONTRA QUEM ROUBA, EU TENHO MEDO DE QUEM DIZ SER HONESTO… VEJA O MALUFF. FOI ELEITO. NEM PRECISOU BRIGAR COM NIGUÉM… OS NOSSOS INIMIGOS QUEREM O NOSSO PETRÓLEO, O NOSSO MINERIO, O NOSSO OURO, O NOSSO DIAMANTE, NOSSA BIODIVERSIDADE, NOSSA MADEIRA, NOSSO ALCOL, NOSSA SOJA, NOSSA PECUÁRIA, NOSSO PRESAL, NOSSO CONTINENTE CHAMADO BRASI., NOSSA AMAZÔNIA ETC.ETC. ENQUANTO ISSO OS NOSSOS SENADORES BRIGAM POR COMPLEXO DE INFERIORIDADE UM COM OS OUTROS… TEM UM QUE SÓ FALAVA PREJORATIVAMENTE DO NOSSO PRESIDENTE… NEM RESPEITAVAM AQUELES QUE VOTARAM NELE. NÃO SE FALA ASSIM DE UM PRESIDENTE A NÃO SER POR COMPLEXO DE INFERIORIDADE. VÁ MORAR NA ESPANHA, PORTUGAL, ILHA DA MADEIRA, IRAQUI; COMO EU PARA VER QUEM SÃO OS NOSSO VERDADEIROS INIMIGOS. OS NOSSOS INIMIGOS É A FOME QUE VEM AI CAMBADA DE CEGOS; NÃO SÃO TODOS OS SENADORES QUE CABE NESTA CARAPUÇA. A PRENDAM RESPEITAR A TODOS ANTES DE SENTAR A BUNDA NO PLENÁRIO DO BRASIL. UM ANALFABETO BOTOU ESSES QUE SE DIZEM INTELECTUAIS EM BAIXO DO TAPETE. QUANDO FALAR EM LULA ESCOVEM O DENTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! OU VÃO MORAR NECESSES LUGARES CITADOS POR MIM. FUI EM UMA CIDADE ALUGAR UM APARTAMENTO, QUANDO VIRAM QUE SOU DE CÔR PARDA DICERAM-ME QUE NÃO ALUGAVAM CASA PARA AFRICANOS. NOS E U A NOS CHAMA DE MOSCA DE LIXO; MESMO ASSIM ACEITAMOS ESSAS UMILHAÇÃO PARA SOBREVIVER; ENQUANTO UNS SENADORES JOGAM FORA R$40.000.000.000 DA NOSSA SAÚDE SIMPLESMENTE POR BIRRA. AGORA O PESTE DO SERRA DIZ QUE VAI DÁ R$600.00 PARA O MÍNIMO, TÁ JOGANDO SUJO MAIS UMA VEZ. PORQUE NÃO DÁ O VALOR CERTO QUE SÃO DE R$ 2.890,00 E NÃO AS SEICENTAS MERRECAS. SE NÃO PODE DÁ O CERTO, NÃO PENSE QUE ESQUECEMOS DE F H C QUANDO QUIZ GANHAR DA VEZ PASSADA; DUPLICOU O SLÁRIO MAS DEPOIS DEU R$ 16.00 E VENDEU A VALE DO RIO DOCE.

  16. GARRUCHA MACHUCADO

    O COMPLEXO DE ÉDIPO NUMA VISÃO NEOPSICOLOGICA MOSTRA A NUDEZ PSIQUICA DE “NEU SO POR MIM” NUM IMPETO DE INFERIORIDADE NARCISISTA CAPAZ DE NOS LEVAR
    A REPENSAR A SAPIÊNCIA MITOLOGICA GREGA NA CONTEMPORANEIDADE FUTURISTA. ENTRETANTO, “CEU SO POR MIM”, NOS MOSTRA A UM ESTADO DE TRANSCEDÊNCIA DE CAUSAR INVEJA ATÉ NUM “BURRIM” VIAJADO, MALCRIADO, DESNUTRIDO EDUCACIONALMENTE, INTELECTUALMENTE E SOCIALMENTE COMPREENSIVEL SOMENTE À MENTE FEMININA DE PODER AGUERRIDO, GUERREIRA E CONSELHEIRA. PRA NÃO DIZER
    GUERRILHEIRA. DIGA SO SERVE PRESIDENTA. HASTA LA VISTA TCHE. virge aqui no nordeste tem muiê e a gente se dá bem. Inté mais vê cumpadê.

  17. PENSAR POSITIVO !!!
    Ratificando e reformulando, muitos dos conceitos contidos no comentário, Tempo para Tudo, submetido ao Plano Brasil, em 18/12/11, geramos no título, PENSE MUITO !!! , uma admoestação geral, porque vislumbramos a necessidade de um Grito de Alerta para sacudir a poeira da mente da sociedade brasileira. Portanto, reiterando, a transcrição da afirmação política bisonha, que o Brasil já é uma “potência militar”, a classificamos como, não só um ato infantil, mas uma justificativa medíocre para não fortalecer, através da modernização, o nosso poder militar. Resultando de quaisquer análises,, ainda de quem não é especialista do assunto, compreendemos que as FAs Brasileiras dispõem, hoje, de material bélico deficiente e, ainda, percebemos nossa trágica dependência externa, no caso de agressão militar a integridade do nosso extenso Território Nacional. Modernizar a artilharia AA do Exército Brasileiro, com a aquisição de Sistemas de Mísseis AA de alcance médio, como o sistema russo Tor-M2E, seria algo espetacular por parte do EB, pois, os armamentos russos anti-aéreos são de 1ª categoria, sem dúvidas, mas, fazê-lo por causa da Copa do Mundo de Futebol (2014) ou pelo evento da Olimpíada de 2016, é terrivelmente, desmoralizante para a sociedade, para o povo e para a Nação brasileira. Não é motivação digna para basear as ações e os movimentos bélicos de fortalecimento e modernização das nossas FAs, por iniciativa de nosso Governo. Em que patamar ficarão os Princípios Sagrados da Soberania Nacional, da Defesa, e da Segurança de nosso Território, além da Estratégia Nacional de Defesa do Brasil ( END), que visa resguardar e proteger nossas riquezas naturais das nossas extensas terras continentais e dos nossos mares com seu petróleo. Realmente, falta ao povo brasileiro a consciência do nacionalismo patriótico e o reconhecimento do valor imprescindível das nossas forças armadas cujo objetivo estratégico é a defesa do Território Brasileiro. A ausência, na sociedade brasileira, do impulso natural de saber exigir dos nossos governos, cuidados permanentes com o estado bélico das nossas defesas armadas, é um mal que nos traz péssimos resultados.
    É óbvio que não temos capacidade militar instalada e, efetivamente, direcionada para produção bélica industrial, na quantidade e na qualidade, para fortalecer nossas FAs nos momentos impreteríveis de reação armada , sejam para o exército, para a marinha ou para a FAB. Dentro da lógica do processo de fabricação, em quaisquer resultados industriais conhecidos, a evolução acontece por fases ordenadas. A cada modelo industrial criado, seja civil ou militar, se sucedem outros novos projetos mais modernizados, com objetivos mais eficazes. Transcrevo nesta ocasião, com fortes doses de entusiasmo e sentimento positivos as palavras da Sra. Presidente DILMA, numa solenidade pública que compareceu: – “Em um país ainda socialmente desigual, poderia parecer tentadora a noção de que a modernização e o dimensionamento das Forças Armadas constituiriam esforço ociosos, prejudicial ao investimento em outros setores prioritários. Isso é um grande engano.( o grifo é nosso). O certo é que a defesa não pode ser considerada elemento menor da agenda nacional.” Nesta mesma ocasião, perguntada de longe, pelos repórteres presentes sobre os arquivos da ditadura, ela respondeu: “Parabéns para você.” O Velho Patriota, sempre um crítico diante da incompreensão dos nossos governos pela grande importância estratégica das nossas forças armadas, por esta postura evoluída que a Sra. Presidente demonstrou, faço uma prazerosa ação de rendição, reconhecendo o ato de coragem e, sobretudo, “de Crescimento Interior”. Se por acaso, os Srs. Militares Brasileiros, não sabem o que é isso (crescimento interior), não me resta, outra atitude que “ formular meus sinceros pêsames” por esta ignorância. Hoje, entendemos que os governos anteriores a do Sr. Luiz Inácio, além de não resolverem quase nada do aspecto econômico – social, ainda agravaram de muito os assuntos militares de segurança nacional. O estado bélico precário em que encontram nossas Forças Armadas não foram produzidos numa única gestão de governo, e, as nossas necessidades de proteção militar existem hoje, como existiam antes. Como a realidade de nossas riquezas naturais que sempre exigiram contínua vigilância, além do tamanho continental de nossas terras e de nossos mares, sempre motivo de cobiça internacional. Todo este cenário nacional agora agravado pela certeza da invasão da Amazônia Brasileira pelos guerrilheiros das FARCs que fogem do exército colombiano, por sinal muito bem armado pelos EEUU, episódio totalmente confirmado pela captura de guerrilheiro colombiano pela PF brasileira, em Manaus, que revelou a instalação de base militar das FARCs no Brasil. Mas, em termos de fortalecimento do nosso Poder Militar, para que, realmente, assuma posição de DISSUASÓRIO, onde estão todos os nossos projetos militares autorizados de modernização militar para as nossas FAs, que no governo passado foram desenhados ? Ficaram somente no papel !! Na verdade existem custos públicos inflando nossos orçamentos anuais (LOA) que nos penalizam, como povo e sociedade, muito mais que o prosseguimento de quaisquer programas militares de modernização e fortalecimento imediato das nossas FAs. Olhe que estamos, apenas, nos referindo somente ( Guarani onde estás ??) ao passado mais recente!! Ficaram somente no papel e nas boas intenções dos brasileiros de fato, da mesma maneira, como nossos navios patrulhas, nossos submarinos convencionais, a frota fluvial do Amazonas, nossos helicópteros de ataque, nossos aviões de interceptação e caça, etc.. Não estamos lamentando outros tantos programas e projetos de ótima qualidade, de construção militar nacional, que se desintegraram no tempo e no espaço, de forma lamentável. Perdido no meio de tanta displicência por um estado bélico útil das nossas FAs, e, com o bem estar de nossa sociedade, pode estar camuflado uma perigosa ação de improbidade, ou seja a de: “ destruir nossas defesas nacionais para expor nossas riquezas, como aconteceu nos tempos da Coroa Portuguesa no Brasil – Colônia”. Um povo desarmado e com suas forças armadas débeis é tudo que as potências econômicas precisam encontrar no Brasil, notadamente, em tempos difíceis da economia internacional, como o que enfrentamos. Pode transcorrer despercebido para a maioria dos brasileiros, mas, ocorre que o Poder Econômico de uma Nação sempre deverá estar vinculado ao seu Poder Militar. Informações localizadas nos registros da história universal comprovam esta assertiva, da mesma forma quando sobrevêm um desequilíbrio entre os dois pólos, resulta da destruição deste povo, desta nação e desta cultura, com todas as suas riquezas patrimoniais vilipendiadas nas mãos dos exploradores e dos assaltantes internacionais. Num período, relativamente curto, obtivemos no Brasil o desenvolvimento de uma base de promissora industria militar, que não foi respeitada nos tempos seguintes, jogando todos os esforços aplicados e os recursos investidos no lixo. Temos, e provavelmente, por longo tempo, ainda, teremos problemas governamentais de diferentes naturezas que ocupam a mente de dirigentes dignos e honestos. Mas de alguma forma também, e, numa certa escala de prioridades de interesse e importância , devem ser aplicados investimentos para o Fortalecimento Bélico das nossas Forças Armadas, para garantir a Paz necessária para obtermos o desenvolvimento econômico coletivo da Nação Brasileira. Por enquanto, é melhor “pensar positivo” enquanto o tempo corre, pois, entendemos que, há tempo para tudo, até de mudar a mente dos políticos, e o povo e a sociedade ganharem amadurecimento, enquanto capacidade econômica integral tiver nossa Amada Pátria. Embora tenhamos a nosso favor, a mudança da filosofia de governo, como demonstrada pela Chefe da Nação, infelizmente, as atitudes equivocadas dos Poderes Legislativo ou Judiciário, somente, criam obstáculos e barreiras a quaisquer gerências governamentais, plenas de intenções construtivas e benéficas como da Sra. Presidente – Titular Supremo do Poder do País, visto que, com muita sabedoria concluí que os sentimentos e emoções negativas dos “revanchismos” não edificam nada, mas somente, geram perda de capacidade gerencial para edificar grandes feitos para Nação. Luiz – O Velho Patriota

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  18. ESPECULAÇÃO, APENAS !!!
    Onde está a Frota Armada da Marinha de Guerra que vai proteger nossas reservas submarinas de petróleo ?? Nossos trabalhos estratégicos de exploração do petróleo na Bacia de Campos e em outras plataformas do Pré-Sal, seriam protegidos segundo Plano Militar de Modernização das nossas FAs, aprovados pelo governo passado, e com o devido Fortalecimento Bélico, muito bem planejado pelo ex- Ministro da Defesa, estão exatamente, aonde ?? Na cabeça dos nossos especialistas e estrategistas militares, sabemos que existem !! Para quem se lembra, também, estava projetado para a Marinha de Guerra do Brasil, à curto prazo, possuirmos , uma Frota Fluvial da M.G para proteção da nossa Região Amazônica, mas não vemos nada e ninguém fala, absolutamente, mais nada. A muito digna e briosa Marinha de Guerra do Brasil continua contando com poucos vasos de guerra em condições de uso operacional !! Em condições de “resposta imediata” , se necessário for, temos que pedir emprestado aos nossos aliados. A Esquadra brasileira no Tempo da Guerra do Brasil contra o Paraguai tinha uma capacidade que hoje, infelizmente, não temos e não vemos. Nesta época O Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, tinha condições técnicas de construir nossos próprios navios de combate, e agora ?? Portanto, naquele momento a Política de Defesa Nacional, ainda “que à sombra de Portugal” era muito mais eficaz. Então, recordemos: No início da Guerra da Tríplice Aliança, a Esquadra brasileira dispunha de 45 navios armados. Desses, 33 eram de propulsão mista – à vela e a vapor – e 12 dependiam exclusivamente do vento. O Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (Arsenal da Corte) passara por uma modernização, em meados do século XIX. Assim, diversos navios do início da guerra foram projetados e construídos no Brasil. As embarcações eram, portanto, adequadas para operar no mar, e não nas condições de navegabilidade restrita e águas pouco profundas, como as dos rios Paraná e Paraguai. A possibilidade de encalhar era um perigo constante. Além disso, os navios possuíam casco de madeira, muito vulneráveis à artilharia de terra que ficavam posicionadas nas margens. Mas, á parte, ambiente estratégico de guerra adaptável à guerra da época, contra o Paraguai, atualmente, com se formam as Esquadras Brasileiras da Marinha de Guerra ? Se comparadas ao tamanho continental do Pais, à extensão dos nossos mares, e quantidade das riquezas naturais que nos beneficiam, estamos nós, realmente, aparelhados, belicamente, para nos defender ?? Quaisquer afirmações positivas, em resposta, parecem ser, apenas, conceitos e teorias de meras políticas de conveniências pessoais. Confesso que me sinto envergonhado ao extremo, diante de tanta conversa “fiada”, sem resultados práticos imediatos e, de fato, reais, concretos e visíveis, em cumprimento de uma Política Nacional de Defesa e Soberania da Nação. Para ninguém pensar que não acompanhamos os passos teóricos do governo, neste processo, convém que nos lembremos do seguinte: ( Informação Internet ) “Em 18 de dezembro de 2008, o Presidente da República assinou o Decreto nº 6.703, aprovando a Estratégia Nacional de Defesa. O governo brasileiro lançou um pacote de medidas que, em cinco anos, garantiria investimentos no setor equivalentes a 2,5% do PIB brasileiro, um aumento de 75%. Para 2008, $ 5.6 bilhões (de um orçamento $24.4 bilhões) deverão ser investidos em novos equipamentos. O projeto de orçamento de 2009 prevê $ 50,2 bilhões para a Defesa, e serão divididos pelos tres forças. A Marinha do Brasil visando a necessidade de proteger a imensa costa marítima brasileira e as recentemente descobertas reservas de petróleo em águas brasileiras, lançou o programa de reaparelhamento da Marinha do Brasil, com início em 2006 e previsão de conclusão em 2025 (?), e dividido em duas fases, a de maior prioridade entre 2006 e 2012, somente nesta primeira fase, a previsão de investimentos é da ordem de R$ 5,8 bilhões. Está prevista a construção de seis navios escolta com capacidade de deslocamento de 6.000 toneladas, prevê a capacidade de os navios receberem sistemas, armas e sensores de livre escolha da Marinha, irá operar com helicóptero de até 12 toneladas e serão construídos no Arsenal de Marinha / ERJ. A Marinha também pretende adquirir cinquenta (50) navios patrulha nos próximos anos, os 2 primeiros navios (NaPa 500), com 500 toneladas de deslocamento, estão em construção no estaleiro INACE , eles serão ser entregues ainda este ano. Já os navios-patrulha oceânicos de 1.800 toneladas de deslocamento, serão construídos a partir de 2011, e a previsão é que sejam construídos oito unidades.Também serão construídos navios patrulha fluviais, que serão empregados nas bacias do Paraná Paraguai e na Bacia Amazônica. O total poderá chegar a 15 unidades. Além de outros projetos específicos para a construção e aquisição, de frota de submarinos, helicópteros, etc.. para a M.G. do Brasil.” Não é somente a Marinha de Guerra que sofre com a lentidão dos processos de Fortalecimento e Modernização Bélica das Nossas Defesa Estratégicas, mas as demais FAs, o EB e a FAB. Não somente as Forças Armadas, mas, também, toda a Sociedade Brasileira, são “enrolados com projetos prioritários e programas mais urgentes nas gestões dos governos, que justificam grandes liberações de recursos financeiros, e que não apresentam, Prestações de Contas, regulamentares, baseadas na legislação em vigor.. O fato é que, todos os programas de produção de itens militares anunciados, baseados no Plano Brasileiro de Modernização e Fortalecimento Bélico das nossas FAs, ou estão paralisados ou seguem, perigosamente, num ritmo lento. “–Faltam recursos ??” Na condição profissional de Analista do Sistema de Controle Interno, acredito que seriam necessárias definições para novos Planejamentos Governamentais, que contenham Programações Financeiras, prioritárias dentro do Orçamento Federal, que melhor se vinculariam à Política Estratégica de Defesa Nacional, pretendida (teoricamente) para aplicação, pelo governo. Num quadro de pura especulação jornalística, quais seriam as causas do vazamento do poço de exploração da Petrobrás, na Bacia de Campos ?? E quantos navios da Armada Brasileira estavam policiando esta área estratégica ? Depois do acidente só dava para perceber (01) um !! Como que a Sociedade Brasileira entende, que as grandes potências militares vão sair da atual crise econômica – financeira que está causando pânico aos povos e seus respectivos governos ? Perguntamos: -“ valeria a pena a sociedade brasileira carregar os custos totais da modernização bélica completa das nossas FAs ?? “ Luiz – O Velho Patriota.

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