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Públio Virgílio – Frase do dia – 27/08/2014

“Aqueles que podem é porque pensam que podem.”
Públio Virgílio Marão

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Carol Timm – Versos na tarde – 27/08/2014

Fim do Mundo
Carol Timm

Era o fim do mundo
Anunciado pelo teu silêncio
Já habitava a casa fria
Lápide construída pelo que faltava
Não havia azul
Não se ouvia música
Nem dor sentia mais
Nada a revelar tua presença
Somente a fotografia morta
Ornamentava a esperança
De reeditar o sonho


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Narcotráfico Cocaína Blog do Mesquita01Lembrem-se: aquele amigo que dá um “tapa” num aparentemente inocente cigarrinho de maconha, alimenta o tráfico.

Aquele mísero R$ que compra a trouxinha de maconha ou o papelote de cocaína, somado a tantos outros, permite que armas sejam compradas. Essas armas é que serão usadas nos assaltos. Literalmente a vítima pode ter contribuído para armar aquele que irá assaltá-la. O medo, a conivência e a omissão são os melhores companheiros do erro.

Contudo, as armas de grosso calibre como aquela metralhadora .30 que abateu um helicóptero da Polícia do Rio de Janeiro, não entram no Brasil de uma em uma, e muito menos sobem o morro embaixo da camiseta de alguém. Entram pelas fronteiras, portos e aeroportos.

Quem pode combater esse contrabando, exército, marinha e aeronáutica, estão completamente sucateados.

Aliás, esse processo de desmonte das forças armadas começou no desgoverno de FHC, e foi levado ao nível de penúria absoluta no atual governo do petista. Será que pretendem subir os morros a bordo de submarinos nucleares, ou caçar traficantes nos morros com caças supersônicos?

A Polícia Federal também não tem recursos suficientes para impedir a circulação dessas armas no território nacional. As polícias civis e militares, com policiais morando na mesma favela em que os bandidos dominam, e com policiais ganhando R$700,00, é impotente para travar esse combate.

A par disso, o código penal e código de processo penal, precisam ser revistos e atualizados para as novas realidades do crime organizado. Bem como alguém precisa avisar ao judiciário que já estamos no século XXI.

Sem sociologismos piegas – os esquerdistas de botequim vão dizer que isso é consequencia da desigualdade social, da pobreza, do bispo, etc. – esse tipo de ação criminosa em países como os Estados Unidos, levaria os criminosos para no mínimo, a prisão perpétua. Na taba dos Tupiniquins esses terroristas do pó, caso sejam presos, estarão livres após cumprirem 1/6 da pena.

Cabeças(sic) iluminadas(sic) em Brasília, sempre que fatos inomináveis ocorrem, correm para a ribalta anunciando apoio, ações, verbas e o ‘escabau’ para resolver a situação. Mas, passados alguns dias, tudo volta ao esquecimento. Tais seres surrealistas que habitam o planalto central esperam resolver o ‘pobrema’ com pajelanças ou discursos eleitoreiros? Há, claramente, um hiato entre a realidade e a ação do Estado Brasileiro.

O oba oba olímpico não consegue esconder a realidade aterrorizante que inferniza a população, que tem a sua parte de responsabilidade nesses descaminhos do crime.

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Design – Lavatório

Lavatório “Wave”
Design do escritório Meneghello Paolelli Associat – Itália

Design Lavatório Meneghello Paolelli Associat


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Anoushka Shankar, citara indiana, toca ‘Raga Flamenco’


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Fernando Pessoa – Frase do dia – 26/08/2014

“Enquanto não atravessarmos a dor de nossa própria solidão, continuaremos a nos buscar em outras metades. Para viver a dois, antes, é necessário ser um.”
Fernando Pessoa

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Ana Cristina Cesar – Versos na tarde – 26/08/2014

Um Beijo
Ana Cristina Cesar ¹

Que tivesse um blue.
Isto é
imitasse feliz a delicadeza, a sua,
assim como um tropeço
que mergulha surdamente
no reino expresso
do prazer.

Espio sem um ai
as evoluções do teu confronto
à minha sombra
desde a escolha
debruçada no menu;
um peixe grelhado
um namorado
uma água
sem gás
de decolagem:
leitor embevecido
talvez ensurdecido
“ao sucesso”
diria meu censor
“à escuta”
diria meu amor

¹ Ana Cristina Cesar
* Rio de Janeiro, RJ. – 1952 d.C
+ Rio de Janeiro, RJ. – 29 de outubro de 1983 d.C


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Design – Motocicletas

LEO – a motocicleta carenada

Design Bikes LEO a motocicleta carenada

A belezura aí é pra quem quer o máximo de conforto em viagens longas. A LEO surgiu como uma motocicleta ergonômica e confortável, concebida especialmente para viagens de longa duração. O projeto teve origem no Brasil e os seus autores são o designer Maurício Sampaio e o professor de design Leone Fragassi.


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Da série “Caminhando pela Cidade” – Grafites

Arte - Pintura Grafite Anônimo Garota no Muro Fortaleza Ceará Rua Marechal Deodoro – Fortaleza, Ce.
Foto: José Mesquita – Câmera: Celular Sansung Galaxy S4


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Ratos,Política,Eleições,Blog do MesquitaAgora tenho a certeza que tomei a decisão correta em não mais postar, compartilhar, curtir ou comentar qualquer notícia, que tenha qualquer relação com política, políticos, eleições, partidos políticos, e tudo o mais que se referencie a essa politicalha que emporcalha e infelicita a vida dos brasileiros.

Nesse rol incluo seus acólitos – tanto os catequizados como os comprados que alugam suas penas para usarem nas redes sociais como esgoto para suas insanidades ideológicas de qualquer matiz. Passados tantos anos de minha vida, e transcorridas tantas eleições, e, principalmente nos últimos anos não sei o que me é mais nefasto; os petistas fanáticos, ou os anti-petistas fanáticos. Ambos são nocivos a qualquer arremedo de democracia que por ventura se queira debater e construir.

Thomas de Aquino já ensinava lá na Idade Média, que “o problema maior da existência moral não é conhecer a regra geral abstrata, mas fazer a ponte entre a unidade da regra e a variedade inesgotável das situações concretas. ”

A política brasileira, no mais amplo espectro – sei que existem exceções, mas ainda não conheci nenhuma – é composta de indivíduos sem ética, moral, e qualquer compromisso com o povo.

São venais e sepulcros caiados. Amores ontem jurados de eterna fidelidade, hoje são transformados, conforme os interesses mais escusos, em traições inomináveis e em ódios destilados no mais amargo fel da falsidade, que nem Otelo seria capaz de destinar à Desdêmona. E não me venham pontuar esse ou aquele exemplo. Todos os partidos são balcões de negociatas. O mais puro dos indivíduos ao se filiar a esse tipo de organização mafiosa, ira se enlamear. Seja por omissão ou conivência, irá chapinhar na mesma sarjeta, onde dinastias políticas se perpetuam no controle das máquinas partidárias.

Nenhuma proposta que realmente beneficie o povo brasileiro será materializada sem que uma cachoeira de propinas verta para o bolso dos corruptores. A prioridade dessas obras não importa. Elas continuarão sendo impostas de cima para baixo, mediante conchavos parlamentares, e expedientes escusos cientificamente elaborados – expedientes administrativos/jurídicos para contornar o debate, propaganda maciça, boicotes – alguns disfarçadas, outros nem tanto, e repressão explícita às opiniões divergentes, e, o mais óbvio; abundante distribuição de propinas algumas diretas, outras disfarçadas em verbas publicitárias.

Ludwig von Bertalanfly lá nos meados do século passado, matou a charada em sua obra Teoria Geral dos Sistemas: O maior perigo dos sistemas totalitários modernos é talvez o fato de que estão terrivelmente avançados não somente no plano da técnica físca ou biológica, mas também no da técnica psicológica. A liberdade de opinião se tornou apenas a liberdade de aderir a discursos de propaganda pré-moldados. A quase totalidade dos eleitores já nem têm idéia do que possa ter sido a independência pessoal, e os que têm alguma noção do que isso represente, estão dispostos a abrir mão dessa liberdade em troca da proteção dos políticos, e/ou dos governos através de benefícios os mais diversos e indignos. Em troca de verbas generosas os formadores de opinião abdicaram de “interpretar” o mundo, para “transforma-lo”.

A mais nova desfaçatez foi algo inusitado quando do sepultamento de um candidato à Presidência da República. Eu conhecia a liturgia católica da celebração de missa fúnebre de corpo presente, mas assisti abismado pela TV mais um absurdo criado no Brasil; o palanque político de corpo presente. Um horror!

Como acreditar em quem se diz oposição, e que até ontem era situação, ou os que utilizam recursos públicos para atender os próprios interesses? É-me impossível lidar com os Iagos que infestam o submundo da política Tapuia. Como no samba de Chico Buarque – com uma indevida alteração de minha parte no tempo do verbo “… dormia a nossa pátria mãe tão distraída/Sem perceber que ‘é’ subtraída/Em tenebrosas transações. ”

São especialista em dissonância cognitiva e na engenharia de meios de controle social. Engenharia essa construída para prometer a permanência da democracia, enquanto arquitetam a dominação completa do Estado aos seus interesses pessoais. Controlam e mantêm a mídia como uma fonte de verdade pontifícia.

As pessoas no geral, estão por demais ocupadas em sobreviver para oferecem uma resposta eficiente à essa horda de políticos. Não se trata de políticos somente mentirosos e aéticos. São na realidade aqueles que Nelson Rodrigues adjetivava de “pequenos farsantes”, nos quais a mentira deslavada se transformou em suas segundas peles. Alguém poderia informar, só por curiosidade, quantos políticos conhece, e quantas vezes eles trocaram de máscaras?
Essa classe política levou o Brasil a um nível tal de desmonte ético e moral – Não é de agora. Esse desconstruir vem desde a 1ª República. – que a população hoje tomada por desmesurada insegurança física, moral e jurídica, chega a implorar por uma solução seja ela qual for. Aí os golpistas vicejam.

As mais indecentes negociatas e os mais infectos balcões de troca, são operados por esses políticos, e as forças econômicas e midiáticas que se lhes estão a serviço. Míseros 10 segundos de tempo de propaganda eleitoral na TV são pagos com no mínimo um ministério. Em um país com urnas eletrônicas facilmente fraudáveis, e certamente amplamente fraudadas, votar é temerário.

Cada vez são minoria aqueles que defendemos o pensamento individual e o olhar crítico. Chegamos a uma encruzilhada onde os que não nos deixamos catequizar, começamos a nos sentir envergonhados. Nada se presta mais à uma Placa de Petri, para o germinar da estupidez, do que partidos políticos.
Otto von Bismarck, 1815/1898 continua atual: “Nunca se mente tanto como antes das eleições, durante uma guerra e depois de uma caçada.”

Os políticos brasileiros exercitam com apurada maldade a construção do blefe, cada vez que suas promessas são reveladas deslavadas mentiras. As metas anunciadas nas campanhas findam se revelando como fracassos crônicos. Só acontecem no sucesso publicitário. Um exemplo?;
A água há muitos séculos já deveria ter tido solução no Nordeste que sempre careceu desse bem inestimável à vida e sem ele não pode haver desenvolvimento. Nada é feito. O melhor: tudo é “não feito” para manter um povo cativo e que garanta a continuidade dessas dinastias de maus governantes.

As paixões eleitorais alimentam a intolerância. As redes sociais conseguem revelar o que há de pior em algumas pessoas. No geral o que leio sobre política aqui no Facebook é a falência do livre debate com argumentos, quando não, uma passividade servil da intolerância à divergência.

Quando você participa de uma corrida de ratos, mesmo que saia vencedor, continuará a ser um rato.

Ps1. Um exemplo; Publiquei no Facebook um ‘post’ tratando unicamente do “ibroglio” que a trupe hoje comandada por Mr. Obama se meteu no Iraque e na Líbia, onde o inferno atual faz Saddam e Gadhafi terem representado a fada madrinha da bondade terrena. Pois não é que deram um jeito de “enfiar” um comentário nesse ‘post’ culpando um partido por deturpar a política externa dos USA pela encrenca? Qualquer que fosse o partideco citado, o surrealismo ideológico seria do mesmo calibre. Alguns desses insanos, de todos os matizes, são capazes de “enfiar” um comentário sobre política, mesmo em um ‘post’ que trate sobre o enigmático sorriso da Mona Lisa.

Ps2. Lamento que meus argumentos expostos naquele meu espaço, que julgava democrático e isento de desqualificações, sejam entendidos como defesa desse ou daquele partido/ideologia. Pensava que argumentava que ser parcial, não contribui para o entendimento nem a credibilidade dos fatos.

Citar fatos é um contraponto, e não uma manifestação de militante partidário.

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Filósofo cria língua universal para web e prevê nova revolução do conhecimento. Para Pierre Lévy, web semântica vai transformar maneira de fazer ciência.Internet Evolução das redes de informação

Em breve, aposta francês, computadores saberão como ‘traduzir’ conceitos.

A internet permitiu que, pela primeira vez na história, se tornasse possível manter um arquivo universal do conhecimento e da produção cultural de nossa espécie. Mas para o filósofo francês Pierre Lévy, esse poder já começa a mostrar limitações, e é hora de promover uma “recauchutagem” na estrutura da rede.

Mas para transformar a web em uma máquina capaz de identificar a verdadeira inteligência coletiva, no entanto, Lévy prevê dois grandes desafios: a ausência de profissionais habilitados para trabalharem na organização das informações, e a necessidade da adoção de um padrão para a chamada “web semântica” – que permitirá que todo o conhecimento seja coordenado automaticamente por conceitos, e não mais simplesmente pelos links entre documentos.

A evolução proposta por Lévy – dono de uma bibliografia extensa sobre cibercultura e sobre a relação entre o virtual e o real – passa pela criação de regras para a organização das informações. Para isso, o filósofo desenvolveu uma linguagem universal capaz de compreender as ideias expressas em qualquer idioma e que, ao mesmo tempo, pode ser processada por computadores.

“Isso significaria o fim da fragmentação da informação, atualmente dividida por conta de barreiras de linguagem e escolhas diversas de sistemas de organização”, afirma Lévy, em entrevista ao G1. O projeto coordenado pelo francês é desenvolvido por um grupo de pesquisadores na Universidade de Ottawa, no Canadá.

A IEML (sigla em inglês para “metalinguagem da economia da informação”) é completamente artificial, e segue, nas palavras de Lévy, “regras bastante estritas”. Conceitos universais são codificados utilizando sequências de seis símbolos com significados primitivos: o código *E:**, por exemplo, significa “vazio”. Os símbolos são organizados em grupos de três, e cada “camada” de informação reúne três grupos anteriores. Termos utilizados constantemente ganham abreviações, o que facilita a criação de frases.

“Você está lendo um documento e identifica que ele trata sobre os conceitos ‘x’, ‘y’ e ‘z’. O computador será capaz de identificar que este documento está ligado a outros, e ajudará a filtrar, navegar e expandir seu acesso a conhecimentos correlatos”, afirma Lévy.

Ciências como psicologia, economia e sociologia seriam as maiores beneficiadas com a adoção deste código universal. Lévy acredita que as ciências humanas viverão, na próxima geração, uma revolução semelhante à que impulsionou os estudos naturais com a invenção da prensa rotativa por Johannes Gutenberg, no século XV.

“Hoje em dia, todos os dados sobre o comportamento humano podem ser reunidos no ciberespaço, o único problema é que ainda não temos a capacidade de explorar essas informações”, explica o francês. “Se alguém escreve um blog em chinês, eu não consigo ler, você não consegue ler e os programas de tradução automática, como do Google, não são muito bons. Portanto, não há comunicação”.

Mas há barreiras – reconhecidas pelo próprio criador – para transformar esse “Esperanto eletrônico” em realidade. Há outros projetos que pretendem ocupar essa “quarta camada” da internet (ver infográfico abaixo), alguns deles inclusive apoiados pelo próprio inventor da web, o engenheiro britânico Tim Berners-Lee. “Talvez não seja a língua que eu criei que será a base dessa revolução científica, mas haverá (na web do futuro) algo nesses moldes”, diz Lévy.

Se vencer a disputa científica com o diretor do consórcio da World Wide Web, Lévy verá sua linguagem enfrentar um novo problema: embora a IEML tenha sido criada para ser compreendida por computadores, o “dicionário” e a organização dos textos publicados na rede seguem nas mãos de humanos. E o filósofo acredita que, no momento, não há profissionais habilitados disponíveis no mercado para trabalharem com esses conceitos.

“É preciso ter um conhecimento muito amplo em ciências humanas, estar ciente da complexidade das culturas, dos significados, e ao mesmo tempo ser capaz de lidar com computação. É preciso ter essas duas habilidades para realizar isso”. É uma missão que tem sido abraçada por engenheiros, embora mesmo estes não estejam, segundo Lévy, totalmente gabaritados para a função. “Geralmente os engenheiros são muito bons em matemática e em lógica, mas se confundem quando o assunto é semântica.”
G1

 

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Emanuel Pahud: Vivaldi: Flute Concerto “La notte” – Marcon · Berliner Philharmoniker


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