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Anderson Christofoletti – Versos na tarde – 24/08/2016

Amor sem destino
Anderson Christofoletti ¹

Eterna falta: flama do desejo.
Constante busca de um… qualquer ensejo…
Metades atreladas pelo beijo:
Beijo lascivo, lábios sem pejo,

Mixórdia de seivas, amor sedento…
Duas faces que carregam igual tormento;
Rebentos de um eterno sentimento;
Vidas lidas num único momento.

A carícia da simples presença;
Um crime intrínseco e sem sentença;
Ébria necessidade de outra parte…

… Desassossego ingente, que, destarte,
Eterniflui na atroz e cega crença,
Nisto que, mesmo ausente, nunca parte…

¹Anderson Christofoletti
*São paulo,SP – 19 de Abril de 1976 d.C


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Quatro sites para aprender sobre tecnologia

Fonte: Shutterstock

Na era da tecnologia, conhecer bem estes conceitos é uma forma de dominar as ferramentas mais modernas do ambiente digital, contribuindo para a produção de projetos mais estratégicos.

Leia também:
» Dicas para os professores usarem tecnologias na sala de aula
» Professor: veja como como usar a tecnologia de modo eficiente

A seguir, conheça 4 sites para aprender sobre tecnologia e comece a estudar agora mesmo:

1. Treehouse
O app oferece aulas de HTML básico, tipo de linguagem utilizada na construção de páginas web, além de lições sobre desenvolvimento de sites, codificação de aplicações e outros temas da área.

2. Miríada X
O Miríada X é uma plataforma on-line gratuita com cursos sobre os mais variados assuntos, oferecidos por importantes instituições de ensino superior da comunidade Ibero-Americana. A área de ciências tecnológicas é uma das contempladas pela ferramenta, com aulas sobre armazenamento em nuvem, software livre, o uso da fibra ótica, entre outros temas.

3. Lynda
Funciona como uma rede social, similar ao LinkedIn, que oferece mais de 1.000 cursos sobre diversos assuntos, inclusive temas de tecnologia. Ao registar-se na plataforma, o utilizador ganha 30 dias para poder utilizá-la gratuitamente.

4. Codeacademy
Uma das ferramentas mais eficazes para aprender a programar, a Codeacademy é totalmente gratuita e oferece cursos sobre diferentes tipos de linguagem da web.

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Considerada por muitos especialistas o “11 de setembro” do setor elétrico brasileiro, a MP 579 trouxe ônus para consumidores e insegurança para companhias e investidores.

Boa parte da conta do caos do setor elétrico acabou sobrando para os consumidores. | Brunno Covello/Gazeta do Povo

Boa parte da conta do caos do setor elétrico acabou sobrando para os consumidores.
Foto:Brunno Covello/Gazeta do Povo

No dia 7 de setembro de 2012, a então presidente Dilma Rousseff entrava em rede nacional para anunciar uma redução média de 20% na tarifa de energia dos brasileiros. Quase quatro anos após a aprovação da polêmica Medida Provisória 579, o saldo final para o setor elétrico e para os consumidores é um prejuízo que ultrapassa a casa dos R$ 100 bilhões – e que ainda deve crescer.

Boa parte dessa conta caiu no colo do consumidor, que, ao contrário do que havia sido prometido, viu sua tarifa de energia explodir de lá para cá.

Segundo cálculo do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), a conta chega a R$ 111 bilhões. Já Roberto D’Araujo, do Instituto Ilumina, calcula que ela ultrapasse os R$ 160 bilhões. A maior fatia está relacionada justamente às indenizações ofertadas como contrapartida às empresas de geração e transmissão que aceitaram antecipar a renovação dos contratos.

EFEITOS: Confira alguns dos principais custos decorrentes da MP 579

LEIA MAIS: Valor de mercado da Eletrobras derreteu com a MP 579

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Também entram no cálculo, empréstimos feitos com um pool de bancos para socorrer o caixa das distribuidoras, que sofriam com a exposição involuntária ao mercado livre; o custo do chamado “déficit hídrico” das geradoras, aportes do Tesouro para ajudar a bancar as tarifa, além de uma série de outros custos decorrentes de medidas para tentar reequilibrar o setor.

Para entender porque a MP 579 foi um grande desastre para o setor elétrico é preciso voltar um pouco. A medida foi criada para promover uma redução média de 20% na tarifa de energia dos consumidores em troca da renovação antecipada das concessões das empresas, mas uma série de mudanças regulatórias – e dois imprevistos importantes – trouxeram efeitos danosos para o setor.

O governo não contava, por exemplo, que cerca de 10 mil MW de energia ficariam de fora do pacote de renovações. A não adesão das concessionárias Cesp (SP), Cemig (MG) e Copel (PR) à proposta acabou deixando as distribuidoras de energia descontratadas em um curto espaço de tempo, justamente num momento em que o preço da energia no mercado à vista estava nas alturas.
Isso porque, no ano em que a MP virou lei, em 2013, a falta de chuvas começava a comprometer o nível dos reservatórios e deteriorar as condições de geração de energia. A situação que já era ruim ficou ainda pior, obrigando o setor a recorrer às térmicas mais caras para garantir o abastecimento ao longo de 2013, 2014 e parte de 2015.

“A MP 579 parte de um diagnóstico correto. A redução da tarifa de energia era necessária para promover a competitividade do setor, sobretudo da indústria. O problema é que ela coincidiu com problemas não previstos pelo governo, que foi ao extremo e tomou uma série de medidas equivocadas para respaldar sua decisão”, afirma Joisa Dutra, diretora do Centro de Estudos em Regulação e Infraestrutura da Fundação Getulio Vargas (FGV/CERI).

O que veio depois foi uma sucessão de ações do governo para tentar saná-los. Mais de 40 medidas, entre portarias, regulamentações e decretos, foram editadas pelo governo depois da MP 579 para tentar reequilibrar as finanças do setor elétrico, lembra Joisa.

Tarifa disparou

Sem dinheiro para manter os aportes prometidos para subsidiar a redução na conta de luz, e pego no contrapé pela maior estiagem dos últimos anos, o governo foi obrigado a autorizar o repasse de parte dos custos bilionários para a tarifa. Resultado: no fim de 2014 a conta de luz dos brasileiros havia voltado ao patamar de antes do desconto.

Só as bandeiras tarifárias, que entraram em vigor em janeiro de 2015 para cobrir o custo das distribuidoras com energia térmica, impactaram as tarifas em R$ 17,8 bilhões até março deste ano, segundo dados da Conta da Bandeira Tarifária.

No Paraná, após uma queda de 22% em 2012 e 2013, a tarifa residencial da Copel, sofreu quatro reajustes, um deles extraordinário, acumulando alta de 104% no período

Segundo o Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie), não é possível precisar, com exatidão, quanto, em valores, tarifas ao consumidor final cobrem dos custos do setor elétrico decorrentes do impacto da MP 579 e nem quanto desses custos são resultado da estiagem ou das mudanças regulatórias. O que se sabe é que essa conta será paga de duas formas: parte pelos consumidores, por meio das tarifas de energia, parte pelos contribuintes, em forma de tributos, no caso dos recursos que foram aportados pelo Tesouro.

Herança bilionária

Confira alguns dos principais custos decorrentes da MP 579

1 Indenizações – R$ 50 bilhões

Até agora, as indenizações somam cerca de R$ 50 bilhões, R$ 37,9 bilhões da Transmissão e R$ 12 bilhões para as geradoras. Pela proposta original da MP 579, os ativos de transmissão anteriores ao ano 2000 não seriam indenizados, mas o governo voltou atrás e decidiu compensar as transmissoras. O acordo prevê que as empresas enviem ao governo laudos técnicos com estimativas do valor a ser indenizado. A ANEEL ainda não aprovou os Laudos de Avaliação das concessionárias CEEE GT, COPEL GT, CELG GT e há recurso administrativo sobre o valor da CTEEP. No entanto, os valores já aprovados somam R$ 20 bilhões, mas o saldo das reivindicações dessas empresas é de R$ 25 bilhões.

2 Empréstimos às distribuidoras – R$ 21,2 bilhões

No total, foram três empréstimos feitos com oito bancos por meio da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Em 2014 foram 17,8 bilhões divididos em duas etapas (R$ 11,2 bilhões e R$ 6,6 bilhões). Em 2015 foram aportados mais 3,4 bilhões. Colocando o valor aos juros acumulados durante o período de amortização dos empréstimos (até 2020) o total chega a R$ 39,1 bilhões, valor que passou a ser pago em 2015, por meio de encargos nas tarifas de energia. Esses recursos foram usados para cobrir a exposição involuntária das companhias ao mercado à vista, onde o preço da energia estava alto em função do elevado despacho térmico.

3 Socorro às geradoras – R$ 30 bilhões

Trata-se do custo do chamado “déficit hídrico” (diferença entre a energia que as hidrelétricas geraram e o que elas deveriam ter produzido para atender seus contratos) medido pelo GSF (Generation Scaling Sactor). Diante da falta de chuvas, as empresas tiveram de comprar energia mais cara no mercado à vista, gerando um rombo bilionário que se acumula desde 2014. A conta ultrapassou aos R$ 20 bilhões em 2015, quando foi editada a MP 688 que faz uma repactuação do risco hidrológico e prorroga as concessões hidrelétricas para compensar o prejuízo.

4 Aporte do Tesouro para redução das tarifas – R$ 20 bilhões

Para ajudar a bancar a redução de 20% das tarifas, o governo prometeu uma contrapartida em aportes do Tesouro. Foram R$ 10 em 2014 e mais R$ 10 em 2015. Esse valor foi aportado a fundo perdido. Este custo não foi repassado ás tarifas de energia, mas ficou na conta no pagador de impostos.

5 Relicitação com outorga – R$ 17 bilhões

Previsto para seis de novembro, o leilão das 29 hidrelétricas que não participaram da renovação das concessões em 2013 projetava uma redução de 82% na tarifa média dessas usinas, o que traria um alívio de R$ 6 bilhões na conta de luz dos brasileiros. Mas o governo mudou as regras do certame e, além de aplicar uma tarifa mais elevada, vai cobrar das empresas vencedoras uma bonificação de outorga de R$ 17 bilhões, algo inédito desde a remodelação do setor, em 2004. O valor deve ser diluído na tarifa dos consumidores

Valor de mercado da Eletrobras derreteu com a MP 579

Os cálculos que tentam dimensionar o rombo bilionário deixado pela MP 579 não incluem a perda de valor das companhias do setor, especialmente da Eletrobras, mas deveriam, argumenta Roberto D’Araujo, diretor do Ilumina.

Usada para bancar a redução artificial das tarifas de energia, a empresa de capital aberto controlada pelo governo brasileiro perdeu 62% do seu valor de mercado. Em 2011, a Eletrobras valia R$ 26,5 bilhões. Seis anos depois, em maio de 2016, seu valor de mercado era de R$ 10,1 bilhões, uma desvalorização de R$ 16,3 bilhões, de acordo com dados da consultoria Economatica.

A estatal federal foi a companhia com o maior número de ativos enquadrados pela MP 579. Na área de geração, 47,4% dos ativos da empresa foram afetados pela renovação das concessões; na transmissão, o índice chegou a 92%. “Esse déficit não me assusta, pois, apenas como exemplo de sumiço de receita, a tarifa de uma usina como Furnas caiu de R$ 90/MWh para R$ 8/MWh. Só na energia, redução de 90%”, afirma D’Araujo.

Além de ser penalizada com tarifas baixas, que em muitos casos não cobrem os custos de operação e manutenção das usinas e linhas de transmissão, a indenização devida pelos ativos não amortizados também ficou abaixo do valor real desses ativos.

O setor elétrico como um todo perdeu R$ 48 bilhões valor de mercado nesse período, ressalta o professor Renato de Queiroz, pesquisador associado do Grupo de Economia da Energia (GEE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Depois de alcançar R$ 179,5 bilhões em valor de mercado em 2011, o setor atingiu seu pior momento em dezembro de 2015, quando as elétricas valiam R$ 117,8 bilhões. Neste ano, até maio, o setor elétrico registrava R$ 131,4 bilhões. Apesar da recuperação, o valor segue abaixo do patamar de 2012, antes da MP.
Cíntia Junges/Gazeta do Povo

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Design – Escadas

Design – EscadasArte,Fotografias,Arquitetura,Escadas,Blog do Mesquita 03
Arte,Fotografias,Arquitetura,Escadas,Blog do Mesquita 04

luxury homes and rooms

Arte,Fotografias,Arquitetura,Escadas,Blog do Mesquita 05

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Arte,Fotografias,Arquitetura,Escadas,Blog do Mesquita 07

Arte,Fotografias,Arquitetura,Escadas,Blog do Mesquita 08


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Mitos e Musas do Cinema

Diane Keaton in Looking For Mr. Goodbar, 1977

A la recherche de Mister Goodbar Looking for Mr. Goodbar 1977 rŽal : Richard Brooks Diane Keaton Collection Christophel

Kim Novak, Alfred Hitchcock’s Vertigo,1958
Mitos e Musas do Cinema,Atores,Atrizes,Filmes,Hollywood,Kim Novak, Alfred Hitchcock's Vertigo (1958)
Humphrey Bogart , Ingrid Bergman,
Casablanca, 1942
Mitos e Musas do Cinema,Atores,Atrizes,Filmes,Hollywood,Humphrey Bogart , Ingrid Bergman,Casablanca, 1942


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Equipamento já é considerado o mais promissor a surgir no mercado depois do primeiro iPhone.

Alto falante responde a  pedidos dos usuários e faz pesquisas e ordena tarefas. | Divulgação/Amazon

Alto falante responde a pedidos dos usuários e faz pesquisas e ordena tarefas. Divulgação/Amazon

O novo produto do momento nos Estados Unidos não é um smartphone top de linha, um relógio inteligente ou um óculos de realidade virtual, mas um singelo alto falante em formato de cilindro, da altura de duas latinhas de refrigerante empilhadas.

O aparelho, no entanto, quer fazer mais do que apenas tocar músicas em alto e bom som. Ele quer ser o novo assistente virtual da sua casa – mesmo que você nem sequer imagine que precisa de um.

Produzido e vendido pela Amazon, o Echo começou a ser comercializado pela internet em junho do ano passado, após um período de vendas exclusivas para usuários premium.

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Visto com desconfiança quando anunciado pela empresa varejista, passou a receber elogios efusivos de usuários e da crítica especializada nos meses seguintes, a ponto do jornal The New York Times cravar que se trata do gadget mais promissor a surgir no mercado depois do primeiro iPhone. E que, estranhamente, não foi desenvolvido pelas gigantes do setor, como Apple, Google, Facebook ou Microsoft.

O Echo tem chamado a atenção por levar a um novo nível a tecnologia de utilização da voz para efetuar ações, fazer pesquisas e ordenar tarefas – recurso já presente há anos em smartphones e computadores, por meio de assistentes como a Siri (da Apple) e o Google Now.

Basta falar a palavra “Alexa” para “dar vida” à caixa de som. Em seguida, a inteligência artificial que habita o aparelho fica à postos para tocar uma música do serviço de streaming Spotify, chamar um carro pelo Uber, incluir um livro novo na lista de compras, relatar as principais notícias do dia e dizer se vai chover ou não. Tudo isso sem que o usuário tenha que apertar qualquer botão ou tirar o celular do bolso.

“Eu acho que é a próxima grande plataforma do futuro”, sacramentou, em entrevista à CNBC, o cofundador da Apple, Steve Wozniak. O antigo colega de Steve Jobs afirmou à rede de TV que o assistente virtual da Amazon se tornou uma peça fundamental em sua casa. “Não ter que segurar nada e apenas dizer coisas, falando de qualquer lugar da sala… isto é um luxo e ao mesmo tempo libertador”, completou.

Internet das coisas

O fato da assistente virtual Echo não estar restrita a um celular e oferecer respostas de forma rápida e dinâmica, enquanto o usuário está ocupado fazendo outras ações, é apontado como um fator fundamental para o sucesso do produto – e uma amostra importante do potencial de aparelhos voltados para casas inteligentes.

As casas conectadas são apontadas inclusive em estudo recente do Fórum Econômico Mundial como uma das principais tendências em tecnologia que ganharão corpo ao longo da próxima década – pesquisadores ouvidos pela entidade preveem que, em 2024, mais da metade do tráfego de internet dentro das casas servirá justamente para atender aparelhos inteligentes, como o próprio Echo.

O que a imprensa especializada fala do Echo:

Na acelerada corrida entre os assistentes de voz superpoderosos, o da Amazon é o que está pulando fora de seu telefone para o mundo real. E é por isso que a companhia está ganhando. (…) A Amazon quer ser seu back-end controlado por voz para tudo que você compra e usa.”

WIRED Revista de tecnologia dos EUA.

O Echo tem pouco mais de 15 meses e é claramente uma quebra de paradigmas neste momento. No mínimo, está provado que há lugar para aparelhos controlados por voz na casa moderna, e um mercado para isso também.”

CNET Portal de tecnologia.

A maior razão para comprar o Echo é como ele se integra facilmente com outros devices existentes. (…) Usá-lo é tão intuitivo que você vai querer saber como a Amazon conseguiu ‘solucionar’ a casa inteligente antes da Apple e do Google.”

MASHABLE Webblog de tecnologia.

Como está dentro de casa, o Echo oferece uma experiência muito mais convergente do que produtos como a Siri ou Google Now, restritos aos smartphones (…) Em termos de poder de computação de voz, é realmente um imenso passo adiante.”
Fonte:Gazeta do Povo

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Semana Floriano Teixeira – 1970
Sem Título – Acrílico sobre tela – 70x50cm
Arte,Pinturas,Floriano Teixeira,Blog do Mesquita 05


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André Malraux – Frase do dia – 24/08/2016

“Vi as democracias intervirem contra quase tudo, salvo contra os fascismos.”
André Malraux

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Passei toda a noite, sem dormir, vendo, sem espaço, a figura dela
Alberto Caeiro ¹

Passei toda a noite, sem dormir, vendo, sem espaço, a figura dela,
E vendo-a sempre de maneiras diferentes do que a encontro a ela.
Faço pensamentos com a recordação do que ela é quando me fala,
E em cada pensamento ela varia de acordo com a sua semelhança.
Amar é pensar.
E eu quase que me esqueço de sentir só de pensar nela.
Não sei bem o que quero, mesmo dela, e eu não penso senão nela.
Tenho uma grande distracção animada.
Quando desejo encontrá-la
Quase que prefiro não a encontrar,
Para não ter que a deixar depois.
Não sei bem o que quero, nem quero saber o que quero. Quero só
Pensar nela.
Não peço nada a ninguém, nem a ela, senão pensar.

¹ Fernando Antonio Nogueira Pessoa
* Lisboa, Portugal – 13 de Junho de 1888 d.C
+ Lisboa, Portugal – 30 de Novembro de 1935 d.C
>>Biografia


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Politica sem caráter

Não há, para mim, maior falta de caráter do que a ingratidão. Sem fazer análise de mérito, madame ‘scarpin botox’ foi eleita várias vezes a diversos cargos, e permaneceu no partido por 30 anos.

Agora com a maior cara de canalha, e literalmente lisa, pede desculpa a novos eleitores por ter sido filiada ao partido onde se fez.

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Só rindo

Sem humor não dá – A palavra do momento
Eduardo Cunha,Brasil,Só dói quando eu rio,Política,Corrupção,Michel Temer,Humor,Nani,Blog do Mesquita02


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Arquitetura – Edifício de Apartamentos

Aytac Architects – Apartman 18, Instabul,Turquia
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